quinta-feira, dezembro 16, 2010

A Miragem


FÈLIX CUCURULL
trad. Manuel de Seabra
capa de Agostinho de Castro
direcção gráfica do arquitecto António de Macedo


Lisboa, 1959
ed. tradutor
Clube Bibliográfico Editex, Lda. (distribuidor)
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
220 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
[as manchas visíveis na capa acima reproduzida são parte integrante do seu desenho]
assinatura de posse na pág. 5
20,00 eur



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O Deserto


FÈLIX CUCURULL
prefácio de Fernando Namora
trad. Albertina de Sousa Dias
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,1 cm
188 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur

Do Prefácio:
«[...] A literatura [do catalão] Fèlix Cucurull é uma literatura descarnada, dir-se-ia ascética: feita de palavras ásperas que, para quem as saiba ouvir, para quem as saiba ler, vibram como cordas retesadas; feita de uma grave simplicidade; feita de um pudor que reprime a fácil emoção, dirigindo-se sem coacções aos nervos e sobretudo à consciência do leitor. [...]»


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Dois Povos Ibéricos (Portugal e Catalunha)

FÈLIX CUCURULL
trad. Carlos Loures
capa de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1975
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,4 cm x 12 cm
180 págs.
exemplar como novo, sem qualquer vestígio de quebra na lombada
20,00 eur

É uma lição transnacional acerca dos traços históricos e culturais comuns entre dois povos peninsulares, assim como de ignorâncias recíprocas. Outro traço comum sobressai da leitura deste ensaio: a luta secular contra o poder expansionista de Castela.
Poeta e ficcionista catalão, Cucurull, também resistente anti-franquista, dedicou muito da sua acção cultural a verter e divulgar autores portugueses na sua língua. «[...] Um desses raros homens que nos surgem de quando em quando no caminho» – elogia-o rasgadamente o escritor Carlos de Oliveira no Prefácio a Vida Terrena (Editora Ulisseia, Lisboa, 1966) –, «dispostos a saber quem somos, porque somos assim e não assado, porque escrevemos isto e não aquilo, trazidos quase sempre pela literatura, às vezes entusiasmados por um simples livro, o que dá aos escritores portugueses uma razão de ser mais transcendente que a condição oficiosa actual de cogumelos na sua maioria venenosos. Um parente de Storck e Le Gentil. [...]»


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Fèlix Cucurull


FÈLIX CUCURULL
trad. e prefácio de Manuel de Seabra

[capa de Victor Palla ?]

Coimbra, 1959
Atlântida – Livraria Editora, Ld.ª
[1.ª edição]
21,2 cm x 15,3 cm
200 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur

Da nota editorial na badana:
«[...] “Se tens um monstro escreve-o”, disse um dia Goethe no seu exílio de Weimar. As páginas deste volume são o “monstro” de Cucurull, monstro angustiante que nos seus famosos romances A Miragem e O Silêncio e o Medo assume características de epopeia – a grande epopeia do homem do nosso tempo, prisioneiro de um mundo que ainda não entende.»


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