JOÃO FALCATO
Lisboa, 1961
Editorial Notícias – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
21,2 cm x 15,9 cm
258 págs.
exemplar em bom estado de conservação, miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur
Partindo de uma epígrafe de Adriano Moreira (de antes do branqueamento daquilo que Adriano Moreira representou para o antigo regime) – «Portugal não cabe em menos território do que aquele que é seu» –, Falcato começa por dedicar esta sua obra de crónicas de sociedade à «sementeira eterna de portuguesismo» dos colonos e termina, entre outros, com Marcello Caetano. A guerra colonial estava a começar nesse preciso ano, para acabar de vez com o idílico quadrinho aqui assinado pelo escritor; a geração seguinte iria conhecer Angola mais como terreiro de morte do que como terra de mulatas aluadas.
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