VIRGINIA VICTORINO
capa de Almada [Negreiros]
Lisboa, 1924
[ed. Autora ?]
4.ª edição
21,7 cm x 16,8 cm
2 págs. + 94 págs.
exemplar estimado, com restauros na lombada; miolo limpo,
parcialmente por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita da poetisa
25,00 eur
Quando se estreou como poetisa, Virgínia Vila-Nova de Sousa
Victorino, também dramaturga, Júlio Dantas enalteceu-a. Era o entusiasmo de um
público burguês, sensível a um sentimentalismo habilmente doseado com laivos de
ténue crítica social e afirmações de fervor nacionalista, que se revia nas
habilidades femininas... Desde que à mulher não lhe ocorresse afirmar o vigor
do seu corpo, como ocorreu, por exemplo, a Florbela Espanca e a Judith
Teixeira.
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