sexta-feira, julho 19, 2013

Olarias do Monte Sinay


JOSÉ QUEIROZ
ilust. Alberto de Sousa

Lisboa, 1913
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
26,3 cm x 18,2 cm
6 págs. + X págs. + 124 págs. + 9 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior avergoado, mancha tipográfica muito elegante enriquecida por cabeçalhos de capítulo e com boas margens de papel
exemplar estimado, com pequenos restauros nos bordos superior e inferior da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Com acerto nos diz José Queirós: «[...] É quasi regra em Lisboa estarem os azulejos fixados aos muros dos edificios e de suas dependencias mais ou menos perto das officinas que os produziam [...]» Assim como «[...] algumas ruas com nomes allusivos ao mister de que tratamos [por exemplo: Pátio do Tijolo, Travessa do Forno da Telha, ou Travessa do Oleiro] [...]» o levam a tirar interessantes conclusões acerca da distribuição, na capital, por dois núcleos distintos – Nossa Senhora do Monte e o Monte Sinai a Santa Catarina – de fabrico de loiça, azulejos e demais olaria, e cujos estilos identifica e inventaria, alguns dos quais remontando aos finais do século XVI.

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