sexta-feira, agosto 09, 2013

Os Insubmissos


URBANO TAVARES RODRIGUES
capa de Luís Filipe Abreu

Lisboa, 1961
Livraria Bertrand, S. A. R. L.
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
308 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 9
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Segundo a “conceituada ensaísta” Maria Alzira Seixo, no seu verbete de leitura deste romance, posto on-line pela Fundação Calouste Gulbenkian:
«Os problemas de um grupo de jovens, já instalados na vida (casados, na sua maioria) mas sem meios para proverem a essa instalação, as questões que entre eles surgem por motivo de acomodação política ou de insubmissão, os valores da amizade e do amor e a traição que leva ao triunfo social. Para os leitores que prefiram romances de intriga, e que não tenham muita formação literária, porque a acessibilidade do livro é vasta. Problemática social, companheirismo, ambições literárias em funcionários medianos; abundância de diálogo, pouca especulação, convívio com o dia-a-dia das personagens, que são, aqui, representações de pessoas do quotidiano português.» E disse...
Urbano diz, em contrapartida, e antevendo os disparates que o seu livro poderia desencadear, abre o livro com a seguinte Advertência:
«Habituado já a certas críticas venenosas e extraliterárias, começo por declarar, em poucas palavras, no limiar deste meu novo livro, que nele usei de um direito sagrado do ficcionista: o de inventar. Que fingir a vida é, afinal, a própria condição do ficcionista. [...]
Posto isto, reafirmo simplesmente, contra a má fé e contra a desconfiança de quem em todo o lado vê carapuças, que concebi e realizei este meu romance como obra de ficção e creio firmemente que só isso ele é.» Vale.

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