quarta-feira, dezembro 18, 2013

Os Idolos de Barro II – Julio Dantas


JOSÉ DIAS SANCHO
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1922
Editora Olhanense Limitada
1.ª edição
21,4 cm x 15,9 cm
72 págs.
exemplar estimado, capa vagamente esfolada; miolo limpo
ostenta no frontispício carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Jornalista, ficcionista, crítico e poeta de grande precocidade, escreveu toda a obra entre os 16 e os 31 anos, idade com que faleceu.
Foi conservador do Registo Civil em São Brás e um dos fundadores do jornal Correio do Sul (Faro), onde, a propósito da representação do Algarve no Guia de Portugal, polemicou mais tarde (1928) com Raul Proença, sendo esses os seus últimos artigos. Em Lisboa, dirigiu o jornal A Situação. Tem colaboração poética na revista Contemporânea (n.º 7).
Crítico impiedoso, teve como principais vítimas Júlio Dantas e Albino Forjaz de Sampaio. [...]
Além de poeta e prosador de cunho regionalista e ruralista, quase pagão, foi desenhador e caricaturista. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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