segunda-feira, março 31, 2014

Echos de um Atentado Bolchevista


SERGIO [JOAQUIM] PRINCIPE

Elvas, 1923
Tipografia Progresso, L.ª [Editor – Sergio J. Principe]
1.ª edição [única]
22,6 cm x 14,4 cm
272 págs.
exemplar em bom estado de conservação, com um discreto restauro no topo da capa; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito elegante edição, com vinhetas e capitulares de fantasia, numa obra que, embora testemunhando episódios, sobretudo relativos apenas a dois ou três anos da saga da República, é de grande importância, dada a escassez de primeiras fontes cobrindo os múltiplos pequenos incidentes que vieram a descambar na queda do poder nas mãos da extrema-direita, responsável pela manobra militar e civil do 28 de Maio de 1926. Sérgio Joaquim Príncipe (1880-1971), maçon e revolucionário, várias vezes preso político, tal como muitos outros sindicalistas sentiu-se atraído por um certo vigor na acção que o sidonismo pôs em marcha. Tendo estado, entre 1920 e 1922, na origem da obscura associação secreta de inspiração maçónica a Grande Ordem dos Cavaleiros do Patronato, sobreviveu a um atentado em plena rua, a 8 de Setembro de 1922, atribuído à Legião Vermelha, que o tinha na conta de traidor à classe operária. (Fonte: António Ventura, A Maçonaria no Distrito de Portalegre, Caleidoscópio, Lisboa, 2009)

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