segunda-feira, março 10, 2014

Eneida Portugueza




JOAÕ FRANCO BARRETO

Lisboa, 1763
Na Officina de Antonio Vicente da Silva
2.ª edição
2 volumes (completo)
15,1 cm x 10,3 cm
[14 págs. (frontispício, prólogo e argumento) + 2 págs. (brancas) + 374 págs. (livros I a VI, dicionário e licenças)] + [8 págs. (frontispício, sonetos e cont. do argumento) + 422 págs. (livros VII a XII e dicionário) + 2 págs. (brancas)]
subtítulo: Com os argumentos de Cosmo Ferreira de Brum, e com o Diccionario de todos os nomes proprios, e fabulas, que neftes feis livros de Virgilio fe contém, e a explicaçaõ delles, para melhor intelligencia do Poeta
encadernações semelhantes, da época, inteiras em pele com elegante gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados, corte carminado em ambos
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
255,00 eur (IVA e portes incluídos)

«João Franco Barreto, Licenceado em Direito Canonico pela Universidade de Coimbra. Depois de seguir por algum tempo a vida militar, foi Secretario da embaixada mandada a França por el-rei D. João IV; e ultimamente, depois de enviuvar, tomou ordens ecclesiasticas, e exerceu as funcções de Vigario da vara no Barreiro, sendo nomeado para este cargo em 1648. – N. em Lisboa no anno de 1600; os seus biographos não apontam a data do obito, porém sabe-se que ainda vivia em 1674. [...]
Posto que a traducção da Eneida por Barreto seja em demasia paraphrastica, e que muitas vezes não reproduza fielmente o sentido do original, em razão das difficuldades da rima, a que o traductor quiz subjeitar-se, todavia, a pureza e correcção de linguagem, com que foi escripta, juntas á louçania do estylo, e a uma versificação quasi sempre fluida e harmoniosa, fazem, e farão sempre com que este trabalho não seja de todo esquecido, apezar de terem apparecido depois outras versões sem duvida mais perfeitas. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859)

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