quinta-feira, julho 31, 2014

Atlas Missionário Português


A.[NTÓNIO] DA SILVA REGO
capa de Braga Reis

Lisboa, 1962
Junta de Investigações do Ultramar / Centro de Estudos Políticos e Sociais – Missão para o Estudo da Missionologia Africana
1.ª edição
bilingue (português / francês)
32,6 cm x 24 cm (álbum)
182 págs. (sendo vinte e sete folhas [54 págs.] desdobráveis)
profusamente ilustrado com mapas impressos a cor
impresso sobre papel superior
acabamento com três pontos em arame
exemplar muito bem conservado; miolo irrepreensível
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Todas as colónias portuguesas são aqui estudadas em detalhe geográfico e estatístico, sendo que, apesar de estarmos perante uma edição posterior à independência da Índia, o autor, considerando-a ainda «Estado Português da Índia, em cativeiro», mantém o capítulo que se lhe refere.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Atlas Missionário Português


A.[NTÓNIO] DA SILVA REGO
EDUARDO DOS SANTOS


Lisboa, 1964
Junta de Investigações do Ultramar / Centro de Estudos Históricos Ultramarinos
2.ª edição
bilingue (português / francês)
32,8 cm x 23,8 cm (álbum)
VIII págs. + 198 págs. (sendo dezanove folhas [38 págs.] desdobráveis)
profusamente ilustrado com mapas impressos a cor
cartonagem editorial
exemplar muito bem conservado, apresenta apenas sinais de luz continuada na capa anterior e na lombada
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Perspectivas da Política, da Economia e da Vida Colonial


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1936
Livraria Morais (depos.)
1.ª edição
20,6 cm x 14,5 cm
196 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
modesta encadernação de amador em tela gravada a ouro na lombada
ligeiramente aparado, conserva apenas a capa anterior da brochura
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Portugal e a Internacionalização dos Problemas Africanos


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1963
Edições Ática
1.ª edição (na presente forma)
22,9 cm x 15 cm
4 págs. + 232 págs.
subtítulo: Da Liberdade dos Mares às Nações Unidas
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição da parte que na obra, de 1948, Portugal e o Direito Colonial Internacional dizia respeito aos aspectos históricos; sendo que o autor dá, entretanto, como desactualizado todo o resto.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Organização Corporativa da Agricultura


MINISTÉRIO DA ECONOMIA
DIRECÇÃO-GERAL DOS SERVIÇOS AGRÍCOLAS
Álvaro Godolphin de Mattos Cordeiro, eng. agrónomo (coord. e notas)

Lisboa, 1954
Serviço Editorial da Repartição de Estudos, Informação e Propaganda
3.ª edição
21,9 cm x 15,5 cm
288 págs.
subtítulo: Legislação, Instruções, Modelo de Estatutos e Circulares da Direcção-Geral dos Serviços Agrícolas
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 30, 2014

O Folclore no Brasil


GASTÃO DE BETTENCOURT
pref. João de Castro Osório

Baía (Brasil), 1957
Publicações da Universidade da Bahia
1.ª edição
24,1 cm x 16,4 cm
372 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos e rubricas de posse da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor à mencionada Sociedade
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo, que o prefaciador enaltece deste modo:
«[...] Nenhuma Cultura Superior tem vitalidade perfeita, sem a constante ligação com a Cultura Popular que lhe corresponde.
Não se confundem mas devem interpenetrar-se as duas formas de Cultura. E só por este modo ambas se mantém vivas e criadoras. [...]
[...] a meu ver, não basta, embora seja indispensável, coligir quanto, no passado, criou o nosso Povo, e nessas tradições, mais ou menos longamente vividas, estudar o seu verdadeiro caracter. É preciso também, sobre essas bases, em tudo as respeitando e melhor as compreendendo, fundar uma vida popular mais humana, intensa e nobre.
A Ciência do Folclore, base da melhor e mais segura Demopsicologia, tem, quanto a mim, de ser igualmente força actuante de uma verdadeira Educação Popular. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Amazónia no Fabulário e na Arte


GASTÃO DE BETTENCOURT
capa e ilust. Manuel Lapa

Lisboa, 1946
Pro Domo
1.ª edição
21 cm x 15,6 cm
186 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
discreta sigla de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Continente e Ilha


GILBERTO FREYRE

Rio de Janeiro, 1943
Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
15,9 cm x 11,6 cm
2 págs. + 70 págs.
subtítulo: Conferência lida no Salão de Conferências da Biblioteca do Estado do Rio Grande do Sul, no dia 19 de novembro de 1940
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras no fecho desta alocução:
«[...] Histórica e psicológicamente a língua portuguesa e a formação lusitana – e dentro desta a experiência monárquica e o desenvolvimento de maneiras aristocráticas conciliadas com modos democráticos de conveniência – nos separam da América espanhola, embora não tanto quanto da inglesa ou da francesa, para nos dar no Novo Mundo a situação de uma ilha enorme que fôsse ao mesmo tempo um continente ou, antes, um arquipélago, tal a sua extensão e tal a sua variedade de regiões naturais e de cultura. Essa extensão continental nos dá direito a tratar de igual para igual com a América inglesa e com a América espanhola [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Luso e o Trópico


GILBERTO FREYRE
nota introd. José Caeiro da Matta

Lisboa, 1961
Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante D. Henrique
1.ª edição
25 cm x 18,5 cm
XII págs. + 316 págs.
subtítulo: Sugestões em torno dos métodos portugueses de integração de povos autóctones e de culturas diferentes da europeia num complexo novo de civilização: o luso-tropical
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Les Portugais et les Tropiques


GILBERTO FREYRE
trad. Jean Haupt
pref. José Caeiro da Matta

Lisboa, 1961
Comission Exécutive des Commémorations du V.e Centenaire de la Mort du Prince Henri
1.ª edição
25,2 cm x 18,7 cm
XII págs. + 340 págs.
subtítulo: Considérations sur les méthodes portugaises d’intégration de peuples autochtones et de cultures différentes de la culture européenne dans un nouveau complexe de civilisation: la civilisation luso-tropicale
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 27, 2014

Seara Vermelha



JORGE AMADO
capa de Clóvis Graciano

São Paulo, 1946
Livraria Martins Editôra
1.ª edição
21,8 cm x 14,7 cm
320 págs.
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada
aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro ostensivamente proibido em Portugal. Dele nos diz a página electrónica da Fundação Casa de Jorge Amado:
«O Brasil entra em ritmo de “redemocratização”. De Assembléia Nacional Constituinte. Em 1945, Jorge Amado é eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), como representante de São Paulo. Em 1946, publica Seara vermelha. O livro traz uma novidade geográfica ao conjunto da obra amadiana. Não se passa na Cidade da Bahia e seu Recôncavo, nem à vista dos cacauais do eixo Ilhéus-Itabuna. E o novo espaço geográfico é extraordinariamente amplo. Seara vermelha é a saga de uma família de retirantes compulsórios, gente expulsa de terras nordestinas, que toma o rumo de São Paulo. A pé. A viagem é um rol de aflições, de fome e de morte. Do grupo inicial de onze retirantes, apenas quatro chegam a uma fazenda de café. Além disso, Jorge Amado descreve as trajetórias de três filhos do casal de retirantes, que tinham partido de casa antes dos pais: o soldado João, o jagunço Zé Trovoada e o cabo Juvêncio, que serve na fronteira com a Colômbia, participa do levante comunista de Natal (novembro de 1935), vai parar no presídio de Ilha Grande e, depois da anistia, retoma os passos de sua vida militante.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, julho 25, 2014

Teatro da Campanha


aa.vv.
capa e ilust. Almada Negreiros

Lisboa, 1955
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,1 cm x 11,3 cm
4 págs. + 168 págs. + 4 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breves textos teatrais premiados em concurso no âmbito do Plano de Educação Popular. São os seus autores, por ordem de atribuição, António Botelho, Rui Vieira Miller Simões e Francisco Ventura; o livro inclui ainda uma peça de Fernando Amado, diz o Prólogo que, «oferta do seu autor à Campanha», com o significativo título O Aldrabão, «narra a história do analfabeto que presume de letrado e acaba por se achar perigosamente envolvido na teia que criou».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Cintra Pinturesca, ou Memoria Descriptiva da Villa de Cintra, Collares, e seus arredores



[VISCONDE DE JUROMENHA]

Lisboa, 1838
Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis
1.ª edição
22,3 cm x 14,6 cm
2 págs. + 232 págs.
muito elegante encadernação da época em pele e papel de fantasia, com invulgar gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo 
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, João Antonio de Lemos Pereira de Lacerda, visconde de Juromenha, segundo Inocêncio Francisco da Silva, «Nasceu a 25 de maio de 1807, n’uma casa da rua de S. Domingos, á Lapa em Lisboa, sendo filho primogenito do 1.º visconde de Juromenha, Antonio de Lemos Pereira de Lacerda, tenente general, e de sua mulher D. Maria da Luz Willougby da Silveira. Depois dos primeiros estudos no collegio de S. Pedro e S. Paulo, vulgo Inglezinhos, passou para o collegio dos nobres, então dirigido pelo professor Ricardo Raymundo Nogueira, um dos governadores do reino na ausencia de el‑rei D. João VI, emquanto a côrte portugueza se conservou no Brazil; e d’ahi foi para Coimbra, onde fez o exame de preparatorios, em que incluiu os dos idiomas francez, inglez, latinidade e grego, matriculando‑se em seguida nos cursos de mathematica e philosophia, que teve que interromper por causa da guerra civil. Seguindo a causa do sr. D. Miguel, devidamente auctorisado por seu pae para deliberar e votar, assistiu á reunião dos tres estados do reino, em julho de 1828 [...].
Não tem, por sem duvida, devido á excessiva modestia do seu viver, e ao limitado de suas relações litterarias e scientificas, muitos titulos de academias ou corporações litterarias. Pertenceu ao antigo conservatorio dramatico, e ultimamente lhe conferiram, sem o solicitar e sob proposta do academico sr. Silva Tullio, o diploma de socio correspondente da academia real das sciencias de Lisboa.
A sua estreia, na carreira das boas letras, foi a publicação da obra [...] Cintra pinturesca, 1838‑1839, trabalho revisto por Alexandre Herculano, com quem estabelecêra relações por intermedio do seu antigo condiscipulo e brilhante escriptor, Ignacio Pizarro de Moraes Sarmento, conservando sem interrupção e sem azedume essas relações com o distincto historiador, apesar da profunda divergencia de opiniões politicas. [...]» (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo X [Brito Aranha], Imprensa Nacional, Lisboa, 1883)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Isthmo de Suez e os Portuguezes


VISCONDE DE JUROMENHA

Lisboa, 1870
Typographia [da] Rua do Bemformoso, 153
1.ª edição
19,6 cm x 12,7 cm
X págs. + 50 págs. + 4 págs.
exemplar estimado, rasgadelas pronunciadas junto ao festo, lombada no geral enfraquecida; miolo limpo
carimbo de posse sobre a capa
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome João António de Lemos Pereira de Lacerda, 2.º visconde de Juromenha, conhecido logo pela sua primeira obra literária, a célebre Cintra Pinturesca (não confundir com o título homónimo de António A. R. da Cunha), e mais tarde pelo monumental acervo Obras de Luiz de Camões precedidas de um Ensaio Biographico, que firma a sua reputação no seio dos estudos camonianos.


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, julho 24, 2014

Ferro Velho



LEONEL DE PARMA CARDOSO

Lisboa, 1936
[ed. Autor]
1.ª edição
19,8 cm x 13,1 cm
164 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Leonel de Parma Cardoso, licenciado em Ciências Económicas e Financeiras, funcionário superior das Alfândegas, nasceu em 9 de Setembro de 1898, em Caldas da Rainha. A sua actividade artística desenvolveu-se em duas vertentes principais: letras (poesia e prosa) e artes plásticas, expressas nas mais variadíssimas técnicas: aguarela, guache, óleo, escultura, medalhística e cerâmica. O seu primeiro contacto com o público data de Setembro de 1917 numa exposição de caricaturas na sua terra natal em Caldas da Rainha, a que se seguiram muitas outras, individuais e colectivas, tendo participado em vários salões de humoristas e da Sociedade Nacional de Belas-Artes. É de salientar que, no conjunto da sua obra, o seu poder imaginativo se revela sobretudo através de numerosas figuras de cerâmica que criou e que reflectem a influência do meio em que nasceu. Os seus bonecos, caracterizados por uma tipologia folclórica, são modelados num espírito mordaz que realça, nos seus traços, as particularidades mais relevantes das diversas camadas da sociedade observadas sem indulgência. Grande parte destas peças foram reproduzidas nas fábricas Bordalo Pinheiro e Belo em Caldas da Rainha. O humorismo é uma constante na sua obra, expresso sobretudo na caricatura, modalidade com que principiou a sua actividade artística aos 18 anos e à qual dedicou os últimos anos da sua vida. [...] A sua actividade literária não se confinou a estes domínios, tendo publicado em 1936 a sua primeira obra de prosa, o Ferro Velho, que comparou a uma “manta de retalhos”[,] título que aplicou num dos seus opúsculos de poesia editado em 1960, seguindo-se, nesta forma de expressão, os Farrapos d’Alma, em 1976. Como autor teatral Leonel Cardoso escreveu, em colaboração com Augusto de Carvalho, uma revista de costumes locais De Luva Branca (1937), para a qual pintou os cenários e desempenhou o papel de um dos “compères”. Em 1972, começou a dedicar-se à medalhística, tendo modelado cerca de 40 peças [...]. Tendo mantido uma intensa actividade artística durante praticamente toda a sua vida, Leonel Cardoso veio a falecer, em Lisboa, no dia 18 de Novembro de 1987.» (MatrizNet, catálogo colectivo on-line, Instituto dos Museus e da Conservação)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, julho 22, 2014

Relação da Primeira Viagem do Ministro do Ultramar às Províncias do Oriente no Ano de MCMLII


[BARRADAS DE OLIVEIRA (coord.)]
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1953-1954
Agência Geral do Ultramar
1.ª edição [única]
2 volumes (completo)
25 cm x 18 cm
[480 págs. + 56 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [504 págs. + 154 págs. em extra-texto]
ilustrados em separado
impressos sobre papel superior avergoado
exemplares muito estimados; miolo limpo, ténue acidez ocasional
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

O ministro referido era, na altura, o comandante Manuel Maria Sarmento Rodrigues.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Tratado dos Descobrimentos


ANTÓNIO GALVÃO
pref. visconde de Lagoa

Porto, 1944
Livraria Civilização Editora
3.ª edição
22,5 cm x 15 cm
512 págs.
subtítulo: Minuciosamente anotad[o] e comentad[o] pelo visconde de Lagoa, com a colaboração de Elaine Sanceau
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da transcrição diplomática anotada da edição princeps (1731), actualizada por César Pegado.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Discurso Sobre o Projecto das Concessões de Terrenos no Ultramar


TELLES DE VASCONCELLOS

Lisboa, 1901
Imprensa Nacional
1.ª edição
23 cm x 14,2 cm
24 págs.
subtítulo: Proferido na sessão de 2 de Abril de 1901
exemplar envelhecido, restauro tosco na capa; miolo limpo, apontamento de posse e marca-do-dia dos correios de Penamacor na capa
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Questões Economicas, Financeiras, Sociaes e Coloniaes



CONSTANCIO ROQUE DA COSTA

Paris-Lisboa / Rio de Janeiro, 1916
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
22,8 cm x 16,2 cm
528 págs.
encadernação editorial em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado, tela da capa com desgaste no canto superior direito; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

O indiano (de Margão) Constâncio Roque da Costa, «deputado da nação, vogal do Conselho Colonial e funccionario d’Estado» como cônsul e ministro plenipotenciário de Portugal na Argentina, cujos serviços são reconhecidos em documentos oficiais, tanto monárquicos como republicanos, foi, apesar disso, exonerado e preso sem culpa formada, por se haver recusado a assinar a declaração de fidelidade à República. Da sua experiência e conhecimento, surge aqui este extenso libelo contra a política então vigente.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Serviços Provinciais de Educação


[MINISTÉRIO DO ULTRAMAR]

Lisboa, 1970
Agência-Geral do Ultramar
[1.ª edição]
20,7 cm x 14,8 cm
64 págs.
subtítulo: Decreto-Lei n.º 46.447, de 20 de Julho de 1965 – Decreto-Lei n.º 49.367, de 8 de Novembro de 1969 – Decreto-Lei n.º 346/70, de 23 de Julho de 1970
exemplar muito estimado; miolo no geral limpo, apresentando descuidado risco a tinta na pág. 38
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Referem-se os ditos decretos-leis para as províncias ultramarinas, respectivamente, à orgânica dos serviços de inspecção das actividades de natureza cultural e pedagógica, ao regulamento do desempenho das funções de direcção dessas actividades e, por último, ao aumento de vagas no quadro comum dos serviços educativos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 20, 2014

O Mundo Mediterrânico do Séc. XII a.C. ao Séc. III d.C.


FLAUSINO TÔRRES

Lisboa, 1945
Edições Cosmos
1.ª edição
18,6 cm x 12,8 cm
224 págs.
ilustrado
composto manualmente em Elzevir
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Problema do Mediterrâneo



JORGE ALARCÃO

Lisboa, 1943
Edições Cosmos
1.ª edição
18,8 cm x 12,7 cm
304 págs.
ilustrado
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio do próprio autor:
«[...] Passamos neste pequeno livro e num rápido relance alguns dos factos que mais vincaram a evolução da civilização ocidental. [...]
Por um determinismo geográfico, a que procurámos tirar todo o fatalismo, esta evolução pode ser vista porém, através de um grande mar interior – o Mediterrâneo. [...]
Caminhando a civilização ocidental para a sua universalidade, naturalmente o complexo – o Mediterrâneo – perderia a pouco e pouco aquela sua característica histórica de isolado, onde poderíamos encontrar reünidos todos os complexos factores que determinaram a evolução do Ocidente. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Mediterrâneo – Ambiente e Tradição



ORLANDO RIBEIRO
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1968
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
276 págs. + XX folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Suzanne Daveau (Centro de Estudos Geográficos de Lisboa) no sítio electrónico dedicado a Orlando Ribeiro:
«[...] São talvez as viagens, e os trabalhos delas resultantes, o melhor testemunho da sua actividade como geógrafo. Mas são também elas, por excelência, os elos que nos revelam as suas preocupações sociais com os territórios e povos estudados, e nos transportam à sua sensibilidade como fotógrafo, ao “fundo mágico da sua personalidade”, à qualidade literária da sua prosa. Viajante incansável, sobretudo em Portugal e Espanha na década de 40, e pelo Mundo fora entre 1950-1965, com destaque para o ultramar português, Orlando Ribeiro oferece-nos leituras de muitos lugares do Mundo em que a observação científica não se desliga da natureza como um todo, dos costumes, da arte e, sobretudo, do elemento humano.
Cidadão interveniente e profícuo prosador sobre muitos outros temas como a ciência, o ensino e a universidade, as reformas educativas ou os problemas coloniais, Orlando Ribeiro usou sempre de uma frontalidade que, se não diminuía o respeito científico que lhe era reconhecido, também nunca facilitou as suas relações com os órgãos de decisão, desde o Estado Novo ao período pós 25 de Abril. Por muito tempo teve, como resposta às suas opiniões, um invariável silêncio. Contrastando com o precoce reconhecimento a nível internacional, a difusão da sua obra e as honras oficiais, no seu próprio país, surgiram muito tardiamente. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, julho 17, 2014

A Lanterna Mágica por Gil Vaz






Lisboa, 1875 (Junho e Julho)
dir. Raphael Bordalo Pinheiro
31 números de 33 (com falta do n.º 23 e do n.º 33)
36,7 cm x 26,7 cm
160 págs. (numeração contínua) [aliás, 152 págs.]
elegante encadernação recente com lombada em pele gravada a ouro, pastas em papel de fantasia marmoreado
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo e fresco
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Revista illustrada dos acontecimentos da semana por Gil Vaz», assim se promovia, à época, esta publicação periódica dirigida por Rafael Bordalo Pinheiro. «Desenhos e caricaturas de Arthur Loureiro, Bordalo Pinheiro, Emílio Pimentel e Manuel de Macedo.» Tendo começado por um formato modesto (30 cm x 21 cm), semanal, acabou expandindo-se para o formato de jornal diário, e embora tenha durado apenas dois fulgurantes meses de bordoada radical nos governantes da nação, é aí que surge pela vez primeira o tosco desenho da figura simbólica do Zé Povinho.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Cancioneiro Musical Portuguez




G. [GUSTAVO] R. [ROMANOFF] SALVINI
capa de Raphael Bordallo Pinheiro

Lisboa, 1884
David Corazzi – Editor (Empreza Horas Romanticas)
2.ª edição
27,8 cm x 21,2 cm
XVI págs. + 240 págs.
subtítulo: Quarenta melodias na lingua portugueza com acompanhamento de Piano [...] Letra dos principaes poetas portuguezes
encadernação editorial em tela gravada a negro e ouro
conserva a capa de brochura
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo, com sinais de oxidação nas primeiras e últimas folhas
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque apenas esta edição tem capa desenhada por Bordalo Pinheiro, tornou-se peça de procura coleccionista. Mas a sua importância vai mais longe, procura impor a língua nacional no seio das artes musicais; palavras do autor:
«[...] Os dilletanti portuguezes gostam de cantar em italiano, do qual ás vezes não entendem palavra, e não só não tem remorsos d’abandonar a sua lingua ás cantigas do povo, mas não se aventurariam mesmo a cantar n’ella um romance nos nossos salões e concertos! [...]» E um tal provincianismo não encontra alibi num país com poetas (aqui representados) como Alexandre Braga, João de Deus, Gonçalves Crespo, Garrett, Guerra Junqueiro, João de Lemos, até o próprio Camilo...

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, julho 15, 2014

III Encontro Nacional de Ex-Libristas


Coimbra, 6 e 7 de Outubro de 1979
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
1.ª edição
21 cm x 15,2 cm
146 págs.
subtítulo: Guia das Exposições
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Exposição de Ex-líbris dos Séculos XVII, XVIII e XIX [catálogo]


[CARLOS LOBO DE OLIVEIRA (pref.)]

Lisboa, 1963
Academia Portuguesa de Ex Libris
1.ª edição
20,6 cm x 14,6 cm
68 págs. + ex-libris de João de Lemos Seixas Castelo Branco colado na portada
subtítulo: Colecção de João de Lemos Seixas Castelo Branco
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 84 de uma tiragem de apenas 200 exemplares
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Releva o prefaciador os dotes de inteligência e erudição do coleccionador João Maria de Jesus de Lemos Seixas Castelo Branco (1905-1983), em especial os conhecimentos que nos legou através dos seus verbetes para cada espécime exposto.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 13, 2014

Cortejo do Mundo Português – 30 de Junho de 1940



s.l. [Lisboa], 1940
s.i.
1.ª edição
19,9 cm x 15 cm
28 págs.
subtítulo: Roteiro
profusamente ilustrado
impresso a duas cores directas (rotogravura) sobre papel superior
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderninho ilustrado por Roberto Araújo (capa), Fortunato Anjos, José Leite, et alli.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Programa Oficial das Comemorações Nacionais – Ano de 1940


s.l. [Lisboa], 1940
Editorial Império / Comissão Executiva dos Centenários – Secção de Propaganda e Recepção
«nova edição, revista»
23,8 cm x 15,8 cm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa com alguns sinais de foxing; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Museu de Arte Popular


Lisboa, 1963
SNI
2.ª edição
trilingue português – inglês – francês
18,7 cm x 12,6 cm
48 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (planta do meseu) + 20 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da brochura de apoio aos visitantes, dando realce, não só às espécies expostas nas várias salas, também à obra de arte que o próprio edifício pretendia ser, como os murais da autoria de Manuel Lapa e Thomaz de Mello (Tom).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, julho 11, 2014

A Terra Foi-lhe Negada


MARIA DA GRAÇA FREIRE
capa do pintor Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da notícia editorial na contracapa:
«[...] Este livro não é um panfleto: é uma história arrancada à vida, que narra a união e os desencontros de dois seres que tudo parecia separar: a raça e os preconceitos; uma grande força ligou o homem de cor e a mulher branca, a encruzilhada de tendências e impulsos e o espírito sequioso de verdade para além das limitações comuns. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Revolução Necessária


JOSÉ GOMES FERREIRA
capa de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1975
Diabril Editora
1.ª edição
19 cm x 13,9 cm
252 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas jornalísticas que o poeta foi espalhando pela imprensa periódica durante o período de maior agitação política após o 25 de Abril de 1974.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Os Segredos de Lisboa


JOSÉ GOMES FERREIRA

Lisboa, s.d. [1962]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição
20,2 cm x 12,3 cm
36 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] os contos Os Segredos de Lisboa (1962) revelam a proximidade a que [a sua] poesia fica do tema da responsabilidade inteira por si próprio e pelas frustrações e iniquidades sociais, tema que percorre, entre outras, a obra de duas personalidades marcantes da mesma geração de Gomes Ferreira, que vêm a ser Rodrigues Miguéis e Irene Lisboa. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Aventuras Maravilhosas de João Sem Medo


JOSÉ GOMES FERREIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,4 cm
264 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] histórias imaginativamente didácticas e satíricas, muitos anos antes publicadas num semanário juvenil [...].»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 09, 2014

A Gaivina


AGNELO DE OLIVEIRA
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira – Huíla, 1964
Imbondeiro
1.ª edição
16,6 cm x 12 cm
24 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo da primeira página
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Agnelo Alves de Oliveira, escritor natural de Angola, nascido em 1912.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Defesa da Ilha


MANUEL AMARAL
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira – Huíla, 1962
Imbondeiro
1.ª edição
16,8 cm x 12 cm
28 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escritor nascido em Amarante, em 1921, Manuel Sequeira Amaral deixou vasta obra literária repartida entre manuais escolares, contos e poemas.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


As Fundas Raízes do Chamado Plebiscito no Estado Português da Índia


ÁLVARO DE SANTA RITA VAZ

Lisboa, 1967
Agência-Geral do Ultramar
[1.ª edição]
20,9 cm x 15 cm
32 págs.
subtítulo: Consulta popular ou «Conjura política?» – Lições a tirar – Falam os números
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Sobre a Petrografia do Distrito de Goa [junto com] Algumas Considerações Acerca do Estudo Geológico de Goa [junto com] Realidades Acerca do Estudo Geológico de Goa [junto com] Cartografia Geológica de Goa [junto com] Duas Cartas e Pouco Mais, Acerca do Estudo Geológico de Goa




C. F. TORRE DE ASSUNÇÃO [a]
A. DE VASCONCELOS TEIXEIRA PINTO COELHO [a]
J. CARRINGTON DA COSTA [b e c]
CARLOS TEIXEIRA [d]
ABILINO VICENTE [e]

Lisboa, 1960 e 1961 [e]
Junta de Investigações do Ultramar
edição do Autor [e]
1.ª edição (todos)
5 brochuras
4 x [22,2 cm x 14,3 cm] + [23,2 cm x 15,7 cm]
32 págs. + [2 págs. + 108 págs.] + 44 págs. + 24 págs. + 16 págs.
subtítulos: [a] Algumas observações a propósito do trabalho «A Geologia do Distrito de Goa», de Gerhard Oertel; [c] Resposta a um artigo do Boletim de Minas
capas impressas a duas cores e relevo seco [a, b, c, d]
acabamento com um ponto em arame [d, e]
exemplares estimados; miolo limpo
carimbos de oferta dos Autores nos ante-rostos [a, b, c, d]
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lote de brochuras que se completam entre si, sendo de relevar as de Carrington da Costa, que respondem às críticas de «baixo valor científico das investigações geológicas» do director-geral de Minas e Serviços Geológicos, o eng. Luiz de Castro e Solla.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, julho 08, 2014

A Dança Judenga



BULHÃO PATO

Lisboa, 1901
Typographia da Academia
[1.ª edição]
16,3 cm x 12 cm
36 págs.
subtítulo: Satyra
exemplar em estado muito aceitável; miolo limpo parcialmente por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sátira feroz aos usos e costumes da época, por mão de alguém que foi glória entre as glórias caricaturadas por Rafael Bordalo Pinheiro. Dos versos:
«D’entre os fastos portugueses,
E do punho realengo,
Saía um barão... ás vezes!
Hoje – d’um queijo flamengo
Sáem condes e marquezes!
[...]
Se um desgraçado petisca,
Para accender a candeia,
O menos a que se arrisca
É d’ir bailar á cadeia!
Que o fisco salta-lhe á isca! [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089