segunda-feira, julho 07, 2014

Lisboa – História das Suas Glórias e Catástrofes




ROCHA MARTINS

Lisboa, 1946-1947 [aliás, 1948]
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição
22 fascículos com as respectivas capilhas (completo) + folheto promocional + 1 sobrescrito de envio das cadernetas
28,5 cm x 21,8 cm
1.420 págs. + 87 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Edição comemorativa do 8.º centenário da capital
profusamente ilustrados a negro e a cor, no corpo do texto e em separado
apresentam-se na raríssima forma original de comercialização *, protegidos por elegante estojo de confecção manual recente, forrado a tela
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes já incluídos)

De Rocha Martins diz o escritor Pedro Almeida Vieira:
«Jornalista, historiador e activista político, Francisco José da Rocha Martins foi um dos mais profícuos escritores da primeira metade do século XX, autor de uma vasta obra de divulgação histórica, para além de ter publicado diversas biografias e muitas novelas e romances históricos de grande sucesso.
Proveniente de uma família de fracas posses, foi um autodidacta que desde cedo começou a escrever em diversos periódicos, tendo fundado os jornais ABC e Arquivo Nacional.
Monárquico convicto, mas liberal, chegou a colaborar nos primeiros momentos do Estado Novo, trabalhando como assessor de imprensa do ministro da Agricultura, Linhares de Lima, por ocasião da Campanha do Trigo. Porém, mais tarde, tornar-se-ia um activo oposicionista do salazarismo, nomeadamente em artigos publicados no jornal A República, a tal ponto que os ardinas gritavam: “Fala o Rocha, o Salazar está à brocha”.
Essa sua postura é, porventura, a principal causa para ter rapidamente caído no esquecimento após a sua morte.»

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem ser aparados ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; a sua conservação dentro de estojos, de que o vertente exemplar constitui modelo, é a mais correcta.

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