quinta-feira, agosto 14, 2014

Após Monsanto



EDUARDO DE SOUSA

Lisboa, 1921
Lvmen – Empreza Internacional Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
124 págs.
subtítulo: Através da decomposição dos partidos
encadernação moderna em papel de fantasia com lombada em veludo
por aparar
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse e carimbo da Associação do Registo Civil e Livre-Pensamento no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na sequência do assassinato do “presidente-rei” Sidónio Pais, algumas cabeças conspirativas anti-republicanas e integralistas levaram a cabo uma gorada tentativa de regresso da Monarquia ao poder, nos primeiros meses de 1919, em que Paiva Couceiro surge à cabeça das forças da reacção no Norte e, em Lisboa, sob o comando de Aires de Ornelas e de Júlio da Costa Pinto, é assaltado o forte de Monsanto. A situação geral será de guerra civil durante praticamente dois meses, a que se seguirá de novo um domínio republicano com profundas divisões internas e de tremenda instabilidade governativa, proporcionando o golpe militar do 28 de Maio em 1926. Eduardo de Sousa (1865-1927), que foi deputado republicano, e já nos últimos dias do regime ainda dirige o jornal libertário de combate A Choldra, assinala no vertente livro as dificuldades, por exemplo, de Bernardino Machado em conseguir formar um executivo minimamente estável.

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