quinta-feira, novembro 27, 2014

Fahrenheit 451


RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [circa 1966]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
21 cm x 14,5 cm
200 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

451 graus Fahrenheit é a temperatura estimada a que o papel entra em combustão e arde. O cineasta François Truffaut teve o mérito de traduzir esta distopia literária num filme, transpondo para as salas de projecção o alarme que o visionário escritor de antecipação científica Ray Bradbury deixara no seu livro. Trata-se de um veemente alerta para a censura, para a perseguição do saber contido nos livros, para a condenação das ideias dissidentes à fogueira, para o interdito generalizado. Alerta para um mundo que tem vindo a substituir, intencionalmente, a leitura pela imbecilização das multidões através do acrítico condicionamento rádio-televisivo e do aprisionamento aos varais dos computadores; onde restarão, talvez, por fim, sociedades secretas de livre-pensamento com militantes que memorizam livros inteiros antes que a ordem natural do progresso os faça desaparecer.

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A Previsão do Tempo



JULIO ARTHUR LOPES CARDOSO

Lisboa, 1890
Companhia Nacional Editora, sucessora de David Corazzi e Justino Guedes
1.ª edição
16,7 cm x 11,1 cm
64 págs.
ilustrado
exemplar estimado, com discretos restauros na dobra; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Desde sempre o homem tentou compreender, por antecipação, o dia de amanhã. Depois de ter começado a aceitar as propriedades físicas e químicas da atmosfera, tendo para isso denegado intuições e preconceitos religiosos, e criado os instrumentos auxiliares de medida, melhor pôde compreender a inevitabilidade dinâmica do meio ambiente. Ou seja: Santa Bárbara substituída pelo termómetro, o barómetro, o higrómetro, etc. O vertente livrinho dá testemunho do ponto de um tal saber científico nos finais do século XIX.

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A Cultura Física Pela Respiração



[BERNARD] ARNULPHY

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
7.ª edição
20 cm x 13,4 cm
144 págs.
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, novembro 25, 2014

Santo António de Lisboa na Tradição Popular


ARMANDO DE MATTOS

Porto, 1937
Livraria Civilização
1.ª edição
19,5 cm x 13,2 cm
208 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Subsídio Etnográfico
ilustrado
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Passeando um pouco o espírito pela etnografia e folclore da nossa admirável terra portuguesa, encontram-se realmente os testemunhos das afirmações que [o padre António] Vieira já fazia no século XVII, além do que se poderá observar nos domínios da arte popular da gravura, com os registos do santo; da cerâmica, com os painéis de azulejos; da vidraria, com a pintura da sua imagem em peças variadas; na escultura em barro, madeira e metal [...]», etc. Assim se propõe o Autor ir dando conta das referidas presenças, sendo na escrita a que aqui tomou de eleição. Neste sentido, toda a segunda parte do livro é constituída por uma importante antologia de cantigas, responsos e outras orações, romances, contos e lendas.
Conhecida é também, do Autor, a sua vasta intervenção estudiosa nos domínios da heráldica e da numismática.

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Vida e Milagres de Santo Antonio de Lisboa



FERNANDO THOMAZ DE BRITO, presbítero
ilustrações de Pastor

Lisboa, 1894
Typographia da Companhia Nacional Editora
1.ª edição
106 págs. + 30 folhas em extra-texto
subtítulo: Edição Illustrada Commemorativa do 7.º Centenario
ilustrado em separado
gravuras impressas sobre papel superior
elegante encadernação em veludo sem qualquer gravação
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, ocasionais picos de acidez
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve tentativa de “biografia” do santo padroeiro da cidade de Lisboa, ilustrada por trinta gravuras sobre madeira, alusivas, gravadas por Francisco Pastor, também provavelmente de sua autoria, impressas a preto sobre fundo liso numa cor neutra, e legendadas.

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Santo António na Pintura Portuguesa do Século XVI



LUÍS REIS SANTOS

Lisboa, 1945
Editorial Ática
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
16 págs. + 16 folhas em extra-texto (impr. preto e branco) + 1 folha em extra-texto (impr. cor) + 4 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel avergoado e sobre papel couché
cartonagem editorial
exemplar muito estimado, com falha de papel na seixa da pasta posterior; miolo irrepreensível
ostenta no verso da capa anterior o ex-libris de Viriato Barbosa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras de abertura do ensaísta:
«Santo António de Lisboa, taumaturgo de Pádua, “flor da cavalaria monástica” e teólogo celestial de Bolonha, deslumbrante apóstolo seráfico do século XIII, orador iluminado, prodigioso, ardente, a quem o Papa Gregório IX chamou a “Arca viva dos Sagrados Testamentos” e “Martelo dos hereges”, cujo espírito e cuja acção mais influíram, com a palavra e o exemplo de S. Francisco, doce patriarca e “povorello” de Assis, nos destinos da Europa cristã, é a figura histórica de Portugal que possui mais rica e variada iconografia. [...]»

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Previdência Social



[MÁRIO ROSEIRA
F. MOREIRA RIBEIRO]
capa e ilust. Marcelo de Morais

Lisboa, 1955
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,5 cm x 11,2 cm
172 págs.
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado, lombada manchada e fortemente consumida pela luz; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estabelece-se no vertente livro, com alguma perversidade, apesar do intuito pedagógico, um paralelismo entre a ideia que o Estado Novo tinha de previdência social e alguns adágios populares, obviamente os de mais elevado teor moralista. O estilo escolhido pelos redactores foi o das letras gordas para analfabetos e o estilo é o paternalista e redutor utilizado na educação tradicional das crianças.

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sábado, novembro 22, 2014

Inquérito Literário


BOAVIDA PORTUGAL

Lisboa, 1915
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
356 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação de amador inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Boavida-Portugal, também jornalista, ficou famoso com a publicação deste Inquérito Literário, que reuniu pareceres de, entre outros, Teixeira de Pascoais, Gomes Leal, João Grave, Carlos Malheiro Dias, etc., dando origem a uma violenta polémica entre Adolfo Coelho e Fernando Pessoa.

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sexta-feira, novembro 21, 2014

Terra Lusa – Revista de Arqueologia Artistica e Etnografia




Lisboa, Outubro de 1951, Julho de 1952 e s.d.
Livraria Ferin
dir. Sebastião Pessanha e Alberto Sousa
colecção completa (3 números)
30 cm x 22,8 cm
96 págs. (numeração contínua [3 x 32 págs.]) + 3 folhas em extra-texto, duas das quais têm 1 cromo colado + 2 cromos (ex-libris) colados na pág. 96
profusamente ilustrados
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados em elegante estojo próprio de recente manufactura
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Rocha Madahil, Augusto e Fernando Pires de Lima, Jorge Dias, Luís Chaves, Cardoso Marta, Ary dos Santos (pai), Azinhal Abelho, Ernesto de Oliveira, Pedro Batalha Reis, etc.
Da proposta inicial, assinada por D. Sebastião Pessanha:
«[...] Terra Lusa será principalmente mais um repositório de materiais adrede reunidos para um melhor conhecimento de Portugal e do seu povo – e neste desejo se alarga, quanto possível, o âmbito da sua actividade –, ao mesmo tempo que procurará defender, por todas as formas, o que resta do património material e espiritual que herdamos das passadas gerações, que o mesmo é que defender a própria nacionalidade. [...]»

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quinta-feira, novembro 13, 2014

Missale Romanum [junto com] Missæ Propriæ Sanctorum Hispanorum [junto com] Missæ Festorum Ordinis Fratrum Minorum




Antuérpia, 1718, 1711 e 1703
Officina Plantiniana apud viduam Balthazaris Moreti
s.i.
3 obras encadernadas em 1 vol.
texto em latim
in 4.º de 38,2 cm x 25,5 cm
[a: 36 págs. + 656 págs. + CXVI págs. + 8 págs.] + [b: 2 págs. + 28 págs.] + [c: 32 págs. + 2 págs.]
subtítulos: a – [...] Ex Decreto Sacrosancti | Concilii Tridentini Restitutum, | Pii V. Pont. Max. Jussu Editum, | et | Clementis VIII. Primum, | Nunc Denuo Urbani Papæ Octavi [...]*; b – [...] Qui generaliter in Hifpania | celebrantur, | Ex Apoftolica conceffione, & auctoritate | Pii V. Gregorii XIII. Sixti V. | Clementis VIII. & Urbani VIII. | Summorum Pontificum; c – [...] Ad formam Missalis Romani, ex decreto Sacrofancti | Concilii Tridentini reftituti, & Clementis VIII. | auctoritate recogniti, redactæ, | Et noviffinè ex comiffione Urbani Papæ VIII. | exactiùs examinate
impressos a duas cores, profusamente ilustrados, sendo 22 gravuras de página inteira, capitulares desenhadas
soberba encadernação da época inteira em pele com gravação plena de ornamentos a ouro em ambas as pastas e na lombada (casas e nervuras), seixas e corte das folhas dourados, conserva as catorze pequenas borlas-marcadores de passamane
exemplar em muito bom estado de conservação, com sinais mínimos de coruncho; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Admirável peça tipográfica, oriunda de uma oficina fundada pelo encadernador e impressor Cristóvão Plantin (circa 1520-1589) e continuada pelos seus herdeiros (a família Moretus). Baltasar [IV] Moretus (1679-1730), como continuador dessa dinastia profissional, e beneficiando do antigo privilégio concedido a Plantin, por Filipe II de Espanha, para imprimir em exclusivo todo o género de livros litúrgicos católicos, dá-nos aqui exemplo de mais uma obra elegantemente cunhada.

* Inclui colada na passagem das págs. 250-251 uma folha-volante [29 cm x 21 cm], Praefatio in festis S. Joseph, sponsi | B. Mariae Virginis [verso] e Praefatio in missis defunctorum [retro], impressa em Coimbra na Typ. França Amado em Novembro de 1919.

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Martyrologium Romanum


Antuérpia, 1771
Architypographia Plantiniana
s.i.
texto em latim
21,2 cm x 14,5 cm
28 págs. + 352 págs. + 58 págs. (index)
subtítulo: Gregorii XIII. | Urbani VIII. | et | Clementis X. | Auctoritate recognitum, | nec non | a Benedicto XIV. | Auctum, & caftigatum. | Acceffit huic editioni Eorum memoria, qui à Summis | Pontificibus, ufque ad SS. D. N. Clementem XIV. | Pont. Max. in Sanctorum numerum relati funt
impresso a duas cores
encadernação da época inteira em pele com gravação de motivos florais a ouro na lombada
corte carminado
exemplar estimado, pequenos defeitos nos topos da lombada e nos cantos, folhas-de-guarda recente imitação de antigo; miolo limpo, algo manuseado, restauro no frontispício, sinais de caruncho nas últimas páginas sem afectar o texto
145,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, novembro 12, 2014

Poesias Lyricas



LUIZ DE CAMÕES

Rio de Janeiro, 1880
L & Cia. [Lombaerts & Cia.]
1.ª edição
17,8 cm x 11 cm
4 págs. + 160 págs. + 4 págs.
subtítulo: Edição Brazileira Commemorativa do Terceiro Centenario
frontispício impresso a duas cores, núcleos temáticos encabeçados por vinhetas decorativas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação levada a cabo pela comissão brasileira que se encarregou das festas do tricentenário da morte do Poeta (ver Innocencio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1886).

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Os Lvsiadas


LVIS DE CAMÕES
pref. Hernâni Cidade

Lisboa, 1972
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,5 cm x 16,7 cm
10 págs. + XIV págs. + 1 folha (frontispício) + 1 folha impressa retro-verso + 186 folhas impressas retro-verso + 2 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição comemorativa do IV centenário da publicação de Os Lusíadas, constituída pelo fac-símile da edição original, complementado por um Prefácio de Hernâni Cidade, que faz o resumo das sucessivas principais edições da obra.

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Os Lusiadas


LUÍS DE CAMÕES
pref. Carolina Michaëlis de Vasconcellos

Lisboa, 1970
Imprensa Nacional de Lisboa
[reimpressão da dita “edição nacional” (de 1928), “por iniciativa de Afonso Lopes Vieira”, conforme a edição princeps de 1572, revista por José Maria Rodrigues]
16,4 cm x 12,8 cm
XL págs. + 376 págs. + CCXXVI págs. + 2 folhas em extra-texto, sendo dupla uma delas
impresso sobre papel avergoado
encadernação editorial em tela gravada a ouro, com guardas impressas
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Lusiadas


LUÍS DE CAMÕES
pref. Carolina Michaëlis de Vasconcellos
posf. José Maria Rodrigues

Lisboa, 1931
Imprensa Nacional de Lisboa
«edição nacional», «nova tiragem [da edição de 1928], revista», dita «por iniciativa de Afonso Lopes Vieira», conforme a edição princeps de 1572, revista por José Maria Rodrigues
16,4 cm x 12 cm
376 págs. + CCLXVI págs. + 4 folhas em extra-texto, sendo duplas três delas
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História Maravilhosa


THEREZA LEITÃO DE BARROS
ilust. Raquel Roque Gameiro Ottolini

Lisboa, 1931
ENP – Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,8 cm x 14,3 cm
168 págs.
subtítulo: Escrita à Margem de «Os Lusíadas» – Homenagem a Camões
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável, restauros ocasionais nas capa e contracapa e na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nove Pretextos Tomados de Camões


ANTÓNIO MANUEL PIRES CABRAL

Vila Real, 1980
Núcleo Cultural Municipal de Vila Real
1.ª edição (nesta forma)
21,2 cm x 12,5 cm
12 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de poemas isolados da obra Trirreme, publicada dois anos antes em Coimbra.
«[...] O modelo verbal camoniano é retomado e, ao retomá-lo, retoma-se uma época da escrita em que a contaminação do discurso por um discurso anterior era um código valorativo dominante.
[...] A. M. Pires Cabral faz sobrepor à citação um empenhamento em ecoar o próprio espaço sintáctico e, por vezes, vocabular dessa escrita anterior, sem o inscrever numa alteração estilística vincada. É nessa coincidência que faz irromper temas e visões do mundo que são do seu tempo. Ou, se quisermos ser mais precisos, recupera para uma leitura do seu próprio tempo alguma da visão do mundo expressa na poesia de Camões [...]» (Joaquim Manuel Magalhães, Os Dois Crepúsculos, A Regra do Jogo, Porto / Lisboa, 1981)

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quinta-feira, novembro 06, 2014

Jogos, Brinquedos e Outras Diversões Populares de Macau


ANA MARIA AMARO

Macau, 1972 [aliás, 1976]
Imprensa Nacional
[1.ª edição]
26,5 cm x 18,9 cm
2 págs. + 510 págs. + 24 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e em separado a cor
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais profundo estudo conhecido, em torno dos referidos aspectos lúdicos da cultura oriental.

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Aconteceu em Macau


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1973, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,6 cm x 14,9 cm
246 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

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Aconteceu na Gorongosa


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1971, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,5 cm x 14,7 cm
184 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

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quarta-feira, novembro 05, 2014

As Mais Belas Histórias da Medicina



aa.vv.
selec. João Gaspar Simões
pref. Diogo Furtado
desenhos de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1957
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
21,7 cm x 15 cm
174 págs.
ilustrado a duas cores no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui contos alusivos ao tema, de Fialho de Almeida, Machado de Assis, Tchekov, Somerset Maugham, Balzac, Pirandello e Fitz-James O’Brien.

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Os Melhores Contos



JOÃO DE ARAÚJO CORREIA
selec. e pref. Guedes de Amorim

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição (da colectânea)
21 cm x 14,3 cm
212 págs.
exemplar muito estimado, com discreto restauro na última folha; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] A sua vida dividiu-se entre o exercício da profissão de médico rural e o cultivo das letras [...]. Convivendo desde criança com os clássicos [...], pode ele mesmo ser considerado um clássico, pelo cuidado constante com que trata a língua, tanto escrita como falada, pela procura aturada do termo mais expressivo e genuíno, pelo vigor e castigado da frase – podada até ao despojamento e à secura. [...]
A sua sensibilidade, tecendo secretas e essenciais correspondências com o seu pequeno país, “o país vinhateiro”, é, como ele, rude, agreste, indomável, mas como ele também humanizada, e de uma doçura sem nome quando frutifica em vinho e mel. [...]»

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Manta de Farrapos



JOÃO DE ARAÚJO CORREIA

Lisboa, 1962
Imprensa do Douro Editora
1.ª edição
19,2 cm x 13,2 cm
256 págs.
composto manualmente em Elzevir e impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] A sua vida dividiu-se entre o exercício da profissão de médico rural e o cultivo das letras [...]. Convivendo desde criança com os clássicos [...], pode ele mesmo ser considerado um clássico, pelo cuidado constante com que trata a língua, tanto escrita como falada, pela procura aturada do termo mais expressivo e genuíno, pelo vigor e castigado da frase – podada até ao despojamento e à secura. [...]
A sua sensibilidade, tecendo secretas e essenciais correspondências com o seu pequeno país, “o país vinhateiro”, é, como ele, rude, agreste, indomável, mas como ele também humanizada, e de uma doçura sem nome quando frutifica em vinho e mel. [...]»

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domingo, novembro 02, 2014

O Grande Gatsby



F. SCOTT FITZGERALD
trad. e prefácio de José Rodrigues Miguéis

capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d. [1960]
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
268 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance de uma época norte-americana de dinheiro e boémia a rodos, antes do colapso de 1929. Autobiográfico e autodestrutivo, um olhar de prenúncio do que aí vinha. Rodrigues Miguéis, no seu memorável texto de apresentação, dá-nos preciosas palavras de Fitzgerald:
«Um colega da escola matou a mulher e suicidou-se, outro “caiu” por acidente dum arranha-céu de Filadélfia; outro, propositadamente, dum arranha-céu de Nova Iorque. Um foi assassinado num speakeasy de Chicago; outro, espancado num speakeasy de Nova Iorque, e arrastou-se até o Princeton Club, onde morava, para morrer; outro ainda ficou com o crânio esmagado por um louco, seu companheiro de manicómio... Estas não são catástrofes que eu tenha de ir buscar fora do meu caminho: trata-se de amigos meus; e mais, tudo isto aconteceu, não durante a Depressão, mas durante a Prosperidade...»

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sábado, novembro 01, 2014

Os Fragmentos



FERREIRA DE CASTRO
desenhos de João Abel Manta

Lisboa, 1974
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
21,2 cm x 15,5 cm
336 págs. + 4 extra-textos
tiragem declarada de 500 exemplares impressos sobre papel avergoado
ricamente composto e impresso a cores, é um modelo tipográfico a ter em conta para a história da impressão
ex-libris do Autor na última página
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz Ferreira de Castro no Pórtico da obra:
«Volto as gavetas sobre a minha mesa de trabalho, como se nela virasse o açafate doméstico, contendo apenas as migalhas dos dias vividos, de que se aproveitam somente as aspirações e os sonhos. [...]
Papéis que jaziam no fundo, submersos pelos mais recentes, estão agora à flor dos outros [...]
Estes fragmentos são fruto das insatisfações estéticas, tantas vezes torturantes e secretas, que sentem os escritores do Mundo inteiro, e também das cancelas cerradas perante a liberdade de pensamento que dificultam, há já muitos anos, os passos espontâneos dos escritores portugueses. [...]»
O livro inclui, entre outras peças literárias avulsas, o romance inédito O Intervalo – Biografia do Século XX, século este que era a alcunha de um tal Alexandre Novais... «[...] O meu nome é Alexandre Novais, mas chamavam-me “O Século Vinte”, porque eu, durante a juventude, afirmava nos sindicatos, nos comícios, nos Cafés, afirmava por toda a parte, que o século XX seria o século da redenção, terminando as lutas, as desigualdades e os ódios que nos separam e passando a Humanidade a viver fraternalmente. [...]».

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A Missão


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Sara Afonso

Lisboa, 1954
G:uimarães & Ca.
1.ª edição
21 cm x 15,5 cm
344 págs. + 3 folhas em extra-texto (policromias)
subtítulo: Três Novelas
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar como; miolo por abrir
chancela do autor na última página
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

São ainda parte constituinte desta edição original de «A Missão» outras duas novelas, a saber: «A Experiência» e «O Senhor dos Navegantes». Acerca do «conflito radical de deveres», que a novela titular encena, dissertou no jornal Correio da Manhã (2010, Julho 18) uma professora catedrática de Direito Penal, Fernanda Palma:
«[...] Durante a Segunda Guerra Mundial, um convento francês que albergava 13 pessoas poderia evitar ser bombardeado pelos alemães, pintando o nome “Missão” no telhado.
Assim, distinguir-se-ia de uma fábrica com arquitectura igual, onde trabalhavam quatro centenas de operários, que constituía um alvo militar prioritário. [...]
Numa leitura moral, os religiosos que se protegem através da cruz entram em contradição com a sua missão. Em certas situações, temos a necessidade de afastar o perigo para cima dos outros. No entanto, se formos os mais sábios, ricos ou capazes, ao fazê-lo estaremos a falhar a nossa “missão”. Os Estados, as instituições e as pessoas que violam deveres de solidariedade e rejeitam estar com os outros no mesmo barco, ou atiram as culpas para os mais fracos, são como missionários falhados. É isso que me faz pensar a magnífica novela de Ferreira de Castro.»

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A Selva


FERREIRA DE CASTRO
capa de Bernardo Marques

Porto, s.d.
Livraria Civilização – Americo Fraga Lamares & C.ª Ld.ª Editores
2.ª edição
18,4 cm x 12,6 cm
336 págs.
encadernação modesta de amador em sintético com gravação discreta na lombada
aparado, com a capa anterior de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro neo-realista (não alinhado) que a UNESCO declarou, nos anos setenta do século passado, como um dos dez mais lidos em todo o mundo, e que suscitou de Jaime Brasil o seguinte comentário:
«[...] Ferreira de Castro trazia A Selva no ventre quando regressou do Brasil. A selva possuíra-o, enfeitiçara-o. Os pavores e as angústias do adolescente habitavam o homem como demónios atormentadores. Só o Verbo que é luz e vida, os poderia afugentar. Esse Verbo só encarnou quinze anos depois. Foi uma gestação de gigante. Ferreira de Castro sofria muito ao recordar as dores vividas. [...]» (ver Ferreira de Castro e a Sua Obra, Livraria Civilização, Porto, 1931)

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A Selva


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Cândido Portinari
vinhetas de Elena Muriel

Lisboa, 1982
Guimarães & C.ª Editores
34.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
320 págs. + 12 folhas em extra-texto (policromias) + 1 folha desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado a cor no corpo do texto e em separado
encadernação editorial inteira em tela com cromo colado na pasta anterior e gravação a branco também na lombada, execução nas oficinas de Paulino Ferreira
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 244 de uma tiragem rubricada pelos editores e com carimbo do ex-libris do escritor
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Pórtico do autor:
«[...] A luta de cearenses e maranhenses nas florestas da Amazónia é uma epopeia de que não ajuíza quem, no resto do Mundo, se deixa conduzir, veloz e comodamente, num automóvel com rodas de borracha – da borracha que esses homens, humildemente heróicos, tiram à selva misteriosa e implacável.»

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telemóvel: 919 746 089


A Selva


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Machado da Luz

Lisboa, 1949
G:uimarães & C.a
[1.ª edição (nas Obras Completas)]
21,2 cm x 15,4 cm
324 págs. + 3 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
composição manual em elzevir e impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
chancela do autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Emigrantes


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Lino António

Lisboa, 1949
G:uimarães & C.a
[1.ª edição (nas Obras Completas)]
21,2 cm x 15 cm
312 págs. + 3 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
composição manual em elzevir e impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
chancela do autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Tempestade



FERREIRA DE CASTRO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1940
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
328 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse na folha de ante-rosto
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A Tempestade «[...] tem por cenário Lisboa e é uma obra rica de notações psicológicas.» (ver Jaime Brasil, Ferreira de Castro, Arcádia, Lisboa, 1961)

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A Lã e a Neve


FERREIRA DE CASTRO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1947
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
376 págs.
encadernação modesta de amador em meia de tela encerada com cantos e papel de fantasia, muito discreta gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, com as últimas três folhas com sinais esparsos de oxidação
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este romance, publicado quando já o neo-realismo se tornara dominante, revela da parte de Ferreira de Castro – segundo António José Saraiva / Óscar Lopes (História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) – «[...] um domínio anteriormente inexcedido na montagem de uma ficção que, sem abandonar (ou fingir que abandona) um enquadramento judicativo e crítico sobre a realidade social portuguesa, nos dá, apesar de certos nódulos de dureza estilística e planejadora, um incontestável convencimento de verdade social, psicológica e sensorial, e uma bela tensão de luta.
[...] A Lã e a Neve foca os conflitos relacionados com a pastorícia e a tecelagem na Beira Baixa, e contém algumas das situações mais emocionantes do novo realismo social. [...]»

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A Curva da Estrada


FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1950
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição (corrente)
19,1 cm x 12,7 cm
324 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Jaime Brasil (Ferreira de Castro, Editora Arcádia, Lisboa, 1961) a propósito do vertente romance:
«[...] A sua acção decorre em Espanha e todas as personagens são espanholas. A época é o curto período de estabilização da Segunda República, quando as forças reaccionárias começaram a abalar o nascente regime, que seria afogado em sangue e lama em 1938. Nessa obra, analisou o romancista o fenómeno da pausa climatérica no homem, coincidente com o chamado “rítmico recuo”, no domínio das ideias. O protagonista, militante e chefe do socialismo, já descrente dos ideais da juventude, fatigado de lutar, desejoso de saborear as alegrias da vida e sob a pressão de pessoas de família, está prestes a transigir e bandear-se com o campo oposto. Salva-o disso um filho, que apela para a sua dignidade e o seu passado e consegue que o socialista desiludido se retire da política sem trair os que acreditaram nele. [...]»

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O Vôo nas Trevas



FERREIRA DE CASTRO

Porto, 1927
Livraria e Imprensa Civilisação – Américo Fraga Lamares & C.ª, Ld.ª
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
352 págs.
elegante encadernação inteira em tela encerada com motivos ondeados e papel de fantasia, gravação a ouro e relevo seco na pasta anteriro e discreta gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da fase literária (1921 a 1927) nunca reconhecida, nem reeditada, por Ferreira de Castro.

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O Vôo nas Trevas




FERREIRA DE CASTRO

Porto, 1927
Livraria e Imprensa Civilisação – Américo Fraga Lamares & C.ª, Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
352 págs.
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia, gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de novelas da primeira fase do Autor (1921 a 1927), nunca reeditadas posteriormente, dado Ferreira de Castro haver sonegado aos leitores tudo quanto escreveu antes de Emigrantes... O que é muito!

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Ferreira de Castro e a Sua Obra


aa.vv.
capa de Roberto Nobre

Porto, 1931
Livraria Civilização de Américo Fraga Lamares & C.ª, Ld.ª – Editores
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
136 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Com uma Biografia Inédita por Jaime Brazil
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um dos primeiros livros com alargado conjunto de reflexões acerca da obra do romancista, em torno principalmente de A Selva e Emigrantes, de onde sobressaem os nomes de Nogueira de Brito, Mário Gonçalves Viana, Tereza Leitão de Barros, Joaquim Manso e Fidelino de Figueiredo. A referida Biografia estende-se por três dezenas de páginas, sendo um documento de grande relevância.

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In Memoriam de Ferreira de Castro


ADELINO VIEIRA NEVES [introd. e org.] 
et alli 

Cascais, 1976
Arquivo Bio-Bibliográfico de Escritores e Homens de Letras de Portugal
1.ª edição [única]
24,8 cm x 19,1 cm
292 págs. + 23 folhas em extra-texto, uma das quais impressa frente e verso
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta este memorial com as colaborações, entre outras, de Jaime Brasil, Jacinto do Prado Coelho, Fernando Namora, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, Matilde Rosa Araújo, Ruben A., José Rodrigues Miguéis, João Bigotte Chorão, António Quadros, Cruz Malpique, etc.

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