quinta-feira, novembro 27, 2014

Fahrenheit 451


RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [circa 1966]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
21 cm x 14,5 cm
200 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

451 graus Fahrenheit é a temperatura estimada a que o papel entra em combustão e arde. O cineasta François Truffaut teve o mérito de traduzir esta distopia literária num filme, transpondo para as salas de projecção o alarme que o visionário escritor de antecipação científica Ray Bradbury deixara no seu livro. Trata-se de um veemente alerta para a censura, para a perseguição do saber contido nos livros, para a condenação das ideias dissidentes à fogueira, para o interdito generalizado. Alerta para um mundo que tem vindo a substituir, intencionalmente, a leitura pela imbecilização das multidões através do acrítico condicionamento rádio-televisivo e do aprisionamento aos varais dos computadores; onde restarão, talvez, por fim, sociedades secretas de livre-pensamento com militantes que memorizam livros inteiros antes que a ordem natural do progresso os faça desaparecer.

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