quinta-feira, abril 24, 2014

Na Linha de Fogo


ANTONIO CABRAL

Lisboa, 1930
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
320 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: As minhas memorias politicas [vol. 2]: Revelações que se fazem – Mysterios que se desvendam
exemplar estimado, com restauro no bordo interior da capa dianteira e pequenas falhas à cabeça da lombada; miolo limpo por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o Autor no seu Prefácio:
«[...] Este volume abrange um dos periodos mais agitados da minha carreira publica: aquelle em que os grandes partidos da Monarchia se dividiram e em que eu, na imprensa e no parlamento, fazendo rija e forte opposição ao governo regenerador, e depois como ministro da Corôa, não descancei na pugna pelos principios sustentados e defendidos pelo meu partido, mantendo-me constantemente Na linha de fogo. [...]»
Camilianista de referência (de seu nome completo António Cabral Pais do Amaral), para além da memória da sua observação de uma época que viu o rei ser abatido na via pública, deixa-nos, entre outros, um dos livros mais esclarecedores acerca da vida do grande escritor: Camillo Desconhecido (Livraria Ferreira, Lisboa, 1918).

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Lôbos no Povoado


ANTONIO CABRAL

Lisboa, 1938
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
216 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Cabral Pais do Amaral (1863-1956) é ainda lembrado pelos seus estudos em torno de Camilo e de Eça, mas também como «[...] delegado do procurador régio na comarca de Moncorvo e [...] subdirector da Penitenciária de Lisboa. [...]» Foi ainda ministro das Obras Públicas e ministro da Marinha e Ultramar... até que a implantação da República o levou a trocar a política pelas letras.

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domingo, abril 20, 2014

Vindima



MIGUEL TORGA

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, L.da
1.ª edição
19 cm x 13,5 cm
268 págs.
exemplar estimado, sinais de foxing na capa; miolo limpo
«edição numerada e rubricada pelo autor»
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] A obra de Miguel Torga [...] sente-se banhar num ambiente de mitos agrários e pastoris que da sua origem aldeã transmontana remontam aos símbolos bíblicos. [...]»

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Vindima


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1954
[ed. Autor]
2.ª edição («refundida e aumentada»)
19,4 cm x 14,1 cm
352 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de foxing na capa; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1941
s.i. [ed. Autor]
2.ª edição (aumentada)
19,2 cm x 13,2 cm
128 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, lombada oxidada; miolo irrepreensível
ostenta na pág. 4 o ex-libris de Carlos J. Vieira
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1943
s.i. [ed. Autor]
3.ª edição (revista)
19 cm x 13,2 cm
128 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar manuseado mas aceitável, capa suja; miolo limpo
assinatura e carimbo de posse no canto superior esquerdo da pág. 7
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos


MIGUEL TORGA
trad. castelhana de Maria Josefa Canellada

Coimbra, 1946
Coimbra Editora, L.da
1.ª edição
19,2 cm x 13,6 cm
2 págs. + 140 págs.
exemplar como novo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um livro que fabula acerca da humanização dos animais e da bestificação dos homens...

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domingo, abril 13, 2014

Mocidade Portuguesa


[ANÓNIMO]
capa e grafismo de Manuel Lapa

Lisboa, 1945
Edições SNI
[1.ª edição]
21,9 cm x 17,3 cm
36 págs.
profusamente ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante documento fotográfico, ilustrando o método da pedagogia pela imagem, onde pode ver-se o pendor militarista do Estado Novo.

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A Situação Portuguêsa



DAVID J. G. MAGNO

Porto, Março de 1926
Companhia Portuguesa Editora, Ld.ª
3.º milhar
19,1 cm x 12,8 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação modesta da época em pele e papel de fantasia, gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

David José Gonçalves Magno, militar que se notabilizou pela sua acção bélica quer nas colónias (Dembos, em 1913), quer na Flandres, vem aqui trazer as suas achas para a fogueira da implantação da ditadura.

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Vida Contemporânea – Revista mensal de estudos económicos, financeiros, sociais e literários



Lisboa, Maio de 1934 a Abril de 1936
dir. Cunha Leal
redactor principal Vasco da Gama Fernandes
colecção completa (24 números)
24,9 cm x 19,2 cm
710 págs. (distrib. por 8 fascículos, numeração contínua) + 1.182 págs. (distrib. por 16 fascículos, numeração contínua) + 1 encarte («Aviso aos srs. assinantes»* incluso no n.º 14) + 198 págs. em extratexto (anunciantes, distrib. por todos os fascículos)
impresso sobre papel avergoado
exemplares manuseados mas aceitáveis, alguns com sujidade e pequenas falhas de papel apenas nas capas; miolo limpo no geral
alguns exemplares ostentam o carimbo do Centro Republicano Académico de Coimbra
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Daniel Pires no Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940) (Grifo, Lisboa, 1996):
«[...] Revista que por diversas vezes exaltou os ideais da República, evo­cando acontecimentos fulcrais como o 5 de Outubro ou o 31 de Janeiro, apresentou alguma colaboração que não pode deixar de ser referida: Almada Negreiros insurge-se contra a situação caótica da arte em Portugal; Abel Salazar relaciona ciência e direito ao longo de vários números e faz crítica de arte; José Lopes faz o balanço da poesia de Cabo-Verde; Aquilino Ribeiro debruça-se sobre o fenómeno da guerra; Vasco da Gama Fernandes e Cunha Leal escrevem artigos doutrinários [...]»
Colaboração, entre outros, de Pimenta de Castro, Lobo Vilela, Almerindo Lessa, Hipólito Raposo, Henrique Vilhena, Armando Cortesão, André Brun, Severo Portela, Campos Lima, Carlos Amaro, Fidelino de Figueiredo, etc.

* O conteúdo deste Aviso é de crucial importância para se perceber como funcionavam, já então, os contra-informadores. Sic: «Como se propalasse sem qualquer fundamento que a Vida Contemporânea iria interromper a sua publicação, em virtude do seu director se encontrar residindo fóra do país, vem esta administração [António Casanovas Augustine] afirmar que tal não é verdade e que esta revista, à semelhança do que tem acontecido, continuará a sair nos princípios de cada mês e como até agora sob a direcção do sr. engenheiro Francisco Pinto da Cunha Leal. – Lisboa, 1 de Junho de 1935 – A Administração

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Ditadura, Democracia ou Comunismo?



CUNHA LEAL

La Coruña, 1931
Imprenta Moret
1.ª edição
19,1 cm x 12,7 cm
188 págs.
subtítulo: O Problema Português
encadernação modesta de amador, aparado, conserva a capa de brochura dianteira
exemplar muito estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao «ilustre republicano» [António Vicente Fer]reira (1874-1953, sucessivamente ministro das Finanças e ministro das Colónias, tendo também elaborado a legislação que permitiu fundar o Banco de Angola)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a égide da União Liberal Republicana, partido de que Cunha Leal era dirigente, analisa no vertente livro, em detalhe, a questão política portuguesa e a nefasta falta de desenvolvimento económico, que ele atribui, não só aos débeis recursos da Natureza no território nacional, mas sobretudo à estupidez dos governantes da ditadura. Cunha Leal, embora encontrando-se, na altura, no exílio – após haver fugido da cadeia –, redige o programa de acção transformadora urgente, destinado a manter aceso, à distância, o espírito combativo dos ideiais republicanos... ou, pelo menos, de um certo republicanismo feito de recomendações e apelos à boa consciência dos chefes da ditadura. Só depois de 1934-1935 (e daí por diante) ele radicalizará a sua posição, a pontos de voltar a ser, uma vez mais, preso e deportado.

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A Obra Intangível do Dr. Oliveira Salazar


CUNHA LEAL

Lisboa, 1930
Editor: O Auctor
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
144 págs.
exemplar muito oxidado pelo tempo e com restauros toscos na lombada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma concisa desmontagem da “contabilidade criativa” do responsável pela pasta das Finanças, contra cuja actuação Cunha Leal assumirá pela vida fora um combate sem trégua:
«[...] Teve o dr. Oliveira Salazar a boa sorte de subir ao Poder em condições excepcionalmente favoráveis para desenvolver uma acção proveitosa para o país. A ditadura levara êste à ruína; e o exército, vendo nesta ruína a sua derrota, entregou-se-lhe, como disse, confiadamente, de corpo e alma. Por outro lado, os monárquicos, vendo no seu advento o raiar duma nova aurora, souberam rodeá-lo duma atmosfera de esperanças e de simpatia.
O dr. Oliveira Salazar, que no fundo não passa dum manobrador político, resolveu não tocar nos interêsses imediatos das fôrças activas que o apoiavam, e preferiu sacrificar a nação. Solucionou o problema – é certo, mas solucionou-o mal, e sabe Deus por quanto tempo! [...]
Antes, porém, de atacar, directamente, o assunto, chamarei a atenção dos leitores para uma circunstânciaa digna de relêvo. O dr. Oliveira Salazar contacta com os fiéis por meio de encíclicas financeiras em que vai estabelecendo, periòdicamente, o confronto entre os milagres que êle tem feito e os desastres que os outros tinham ocasionado. Ora, quem tiver lido êsses documentos, deve ter observado que o dr. Oliveira Salazar toma sempre, como têrmo das suas comparações, o ano económico de 1927-1928.
Mas a ditadura teve o seu início em 28 de maio de 1926 e, daí até ao comêço do ano económico de 1928-1929, vão 2 anos e 33 dias. Esta scisão da ditadura em dois anos de boa e dois anos de péssima administração pode aceitar-se para o efeito da separação das responsabilidades dos homens que, dentro dela, as vagas do acaso arrojaram ao Terreiro do Paço. Mas, quando se examinam os benefícios ou malefícios que, para o país, resultaram dêste período de anormalidade, é preciso fazer o somatório das responsabilidades dos bons e dos maus administradores.
O dr. Oliveira Salazar integrou-se tanto dentro da ditadura que hoje está transformado no expoente do seu mais puro e intransigente espírito. [...]»

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Ilusões Macabras


CUNHA LEAL

Lisboa, 1964
Edição do Autor [distribuição Livraria Petrony]
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
280 págs.
exemplar em bom estado; miolo limpo
por tratar-se de um ataque frontal à governação de Salazar, o livro foi desde logo proibido e apreendido pela polícia, o que o tornou desde logo raro [vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa, 2005]
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do capítulo A Inanidade do Silogismo Fundamental Salazariano:
«[...] Verifica-se, pois, que a actual doutrina ultramarina do Dr. Oliveira Salazar não representa aquela verdade, por assim dizer, axiomática que ele se espanta de não ser compreendida e respeitada pela totalidade dos seus compatriotas e pela universalidade das gentes civilizadas. Só passante dos quarenta anos, após muitas incertezas, tateamentos e debates íntimos, é que o Condutor da Situação vigente entre nós a conseguiu impor ao seu próprio espírito, deixando-se então, ingènuamente, enamorar pelo conceito ousado da Pátria plurirracial e multicontinental portuguesa e batendo-se por ele com repúdio de negociações, que houvessem de desembocar em devido tempo, em Estados birraciais aonde fosse respeitado, se não acarinhado, o quase meio milhão de colonos metropolitanos espalhados a esmo pela vasta extensão dos nossos actuais domínios coloniais. [...]»

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David Copperfield


CARLOS DICKENS
adaptação de Maria Lamas

Lisboa, 1955
Casa do Livro – Editora
1.ª edição
18,7 cm x 11,8 cm
192 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela gravada a ouro
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Adaptação, muito simplificada para a juventude, do famoso romance de Charles Dickens.

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David Copperfield


CHARLES DICKENS
trad. Mário Domingues

Lisboa, 1954
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
1.º edição
19,3 cm x 12,3 cm
640 págs.
exemplar como novo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a obra-prima de Dickens. Publicada em fascículos entre Maio de 1849 e Novembro de 1850, é o retrato de uma infância inglesa no século XIX vitoriano, muito pessoal, que foi a dele e donde extrapolou, como se fôra a autobiografia do seu herói romanesco. Aventuras e desventuras de um rapazinho que conhece a infelicidade e a pobreza e que se descobre, à medida que vai crescendo, como futuro escritor.

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Tempos Difíceis



CHARLES DICKENS
trad. Domingos Arouca

Lisboa, 1950
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
[1.ª edição]
19,4 cm x 12,4 cm
272 págs.
exemplar como novo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Escrito e publicado durante o ano de 1854, expondo um pessimismo e uma absoluta falta de crença no utilitarismo da revolução industrial inglesa, este romance do notável Dickens é, ainda hoje, um modelo de asco pela hipocrisia e o laissez faire capitalistas.

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O Romance da Família Chuzzlewit


CHARLES DICKENS
trad. Mário Domingues

Lisboa, 1956
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
1.º edição
19,3 cm x 12,4 cm
672 págs.
exemplar como novo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dickens aproveita a sua veia satírica para mostrar os Estados Unidos da América – que ele conheceu em 1842 – ainda em estado selvagem, entregues a colonos europeus racistas e sem escrúpulos.

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Caderno




VALERY LARBAUD
MILY POSSOZ, desenhos

Paris, 1927
Au Sans Pareil
1.ª edição
19,6 cm x 14,4 cm
118 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso sobre velino Montgolfier d’Annonay
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 1.010 de uma tiragem declarada de 1.250 exemplares
ostenta na folha de suporte da capa o ex-libris de António Capucho
PEÇA DE COLECÇÃO
375,00 eur (IVA e portes incluídos)

Oito notáveis desenhos gravados a ponta-seca pela pintora Mily Possoz enriquecem aqui os três breves ensaios do poeta Valery Larbaud, dandy literário conhecido pelas suas traduções de Walt Whitman e pelo acerto de linguagem conseguido para a versão francesa do Ulisses de James Joyce. Possoz, por seu turno, terá sido, de par com Vieira da Silva, uma das mais altas representantes do modernismo pictórico português.

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Valery Larbaud [antologia]


VALERY LARBAUD
trad. Luís Amado
pref. João Palma-Ferreira

Coimbra, 1967
Atlântida Editora, S.A.R.L.
1.ª edição
21,2 cm x 15,5 cm
192 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 03, 2014

O Corpo da Pátria


PINHARANDA GOMES, coord., pref. e notas
nota nas badanas por José Valle de Figueiredo

Braga, 1971
Editora Pax
1.ª edição
21 cm x 14,8 cm
172 págs.
subtítulo: Antologia Poética da Guerra no Ultramar 1961-1971
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dividida em dois enigmáticos capítulos – «Poetas da Rectaguarda» e «Poetas da Frente» –, que um «Prefácio Político» do antologiador enquadra sob a égide do conhecido dito de Salazar «Nós haveremos de chorar os mortos, se os vivos os não merecerem», este florilégio junta poetas que ficavam assim comprometidos com o colonialismo, a saber, entre outros, por ordem de entrada: Azinhal Abelho, Fernanda de Castro, António de Cértima, Amândio César, Ruy Cinatti, Vimala Devi, Maria da Graça Freire, Natércia Freire, Fernando Guedes, Fausto José, Tomaz Kim, Ernesto Lara Filho, Francisco da Cunha Leão, Pedro Homem de Mello, António de Navarro, Hugo Rocha, José de Almeida Santos, Reis Ventura, Orlando de Albuquerque, Manuel Geraldo, Álamo de Oliveira, etc.

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terça-feira, abril 01, 2014

Tábua de Esmeralda


ALMEIDA SANTOS
capa de Neves e Sousa

Braga, 1966
Editora Pax
1.ª edição
20,6 cm x 14,9 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

José de Almeida Santos (1922-1997), escritor com vasta bibliografia historiográfica, ensaística e jornalística acerca de Angola, aqui expressa a sua sensibilidade em versos de época.

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