domingo, novembro 30, 2014

As Raízes de Angola



JOÃO FALCATO
ilust. Júlio Gil

s.l. [Lisboa], 1962
Editorial Notícias – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
21,2 cm x 15,7 cm
220 págs. + 16 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Angola do Meu Coração


JOÃO FALCATO

Lisboa, 1961
Editorial Notícias – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
21,2 cm x 15,9 cm
258 págs.
exemplar em bom estado de conservação, miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Partindo de uma epígrafe de Adriano Moreira (de antes do branqueamento daquilo que Adriano Moreira representou para o antigo regime) – «Portugal não cabe em menos território do que aquele que é seu» –, Falcato começa por dedicar esta sua obra de crónicas de sociedade à «sementeira eterna de portuguesismo» dos colonos e termina, entre outros, com Marcello Caetano. A guerra colonial estava a começar nesse preciso ano, para acabar de vez com o idílico quadrinho aqui assinado pelo escritor; a geração seguinte iria conhecer Angola mais como terreiro de morte do que como terra de mulatas aluadas.

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A Baleeira


JOÃO FALCATO
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
16,1 cm x 11 cm
188 págs.
é o n.º 12 da colecção Os Livros das Três Abelhas
exemplar em bom estado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa original:
«No rasto da baleeira o mar é uma estrada vermelha de sangue. Ao longo de três longas noites e três longos dias as mãos em chaga do 3.º piloto estiveram ocupadas na tarefa macabra de deitar companheiros ao mar. Quando, horrorizado, desviava os olhos do espectáculo atroz dos tubarões rasgando as carnes do último cadáver lançado às águas, a sua atenção ia cair sobre os restos dos companheiros moribundos. Os que a sua coragem aniquilada não teve de deitar ao mar teve de os prender às tábuas da baleeira como animais enfurecidos. Estavam loucos. Três longos dias e três longas noites a lutarem com a morte, com o medo e com a loucura nas tábuas duma baleeira perdida na imensidade do mar, marcam para sempre quem os viveu.
João Falcato trouxe para as páginas deste livro a história trágica desses dias e dessas noites.»


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Fogo no Mar


JOÃO FALCATO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1953
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição
19,2 cm x 13,6 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os factos relatados no presente livro referem-se à trágica experiência do naufrágio do cargueiro Mello vivida pelo próprio autor. É o que pode classificar-se como um romance-reportagem, de um (neo-)realismo depurado.

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Fogo no Mar


JOÃO FALCATO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
180 págs.
exemplar manuseado mas estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, novembro 27, 2014

Fahrenheit 451


RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [circa 1966]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
21 cm x 14,5 cm
200 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

451 graus Fahrenheit é a temperatura estimada a que o papel entra em combustão e arde. O cineasta François Truffaut teve o mérito de traduzir esta distopia literária num filme, transpondo para as salas de projecção o alarme que o visionário escritor de antecipação científica Ray Bradbury deixara no seu livro. Trata-se de um veemente alerta para a censura, para a perseguição do saber contido nos livros, para a condenação das ideias dissidentes à fogueira, para o interdito generalizado. Alerta para um mundo que tem vindo a substituir, intencionalmente, a leitura pela imbecilização das multidões através do acrítico condicionamento rádio-televisivo e do aprisionamento aos varais dos computadores; onde restarão, talvez, por fim, sociedades secretas de livre-pensamento com militantes que memorizam livros inteiros antes que a ordem natural do progresso os faça desaparecer.

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A Previsão do Tempo



JULIO ARTHUR LOPES CARDOSO

Lisboa, 1890
Companhia Nacional Editora, sucessora de David Corazzi e Justino Guedes
1.ª edição
16,7 cm x 11,1 cm
64 págs.
ilustrado
exemplar estimado, com discretos restauros na dobra; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Desde sempre o homem tentou compreender, por antecipação, o dia de amanhã. Depois de ter começado a aceitar as propriedades físicas e químicas da atmosfera, tendo para isso denegado intuições e preconceitos religiosos, e criado os instrumentos auxiliares de medida, melhor pôde compreender a inevitabilidade dinâmica do meio ambiente. Ou seja: Santa Bárbara substituída pelo termómetro, o barómetro, o higrómetro, etc. O vertente livrinho dá testemunho do ponto de um tal saber científico nos finais do século XIX.

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A Origem dos Ciclones


ANTONIO M. C. CARVALHO SERRA

s.l. [Setúbal ?], 1933
ed. Autor
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,8 cm
72 págs.
subtítulo: Demonstração fisica experimental deste fenomeno e forma pratica de calcular as datas do seu inicio. Lei da periodicidade e experiencia comprovativa do movimento da Terra em volta do Sol
profusamente ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de teor científico com grande interesse meteorológico.

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A Cultura Física Pela Respiração



[BERNARD] ARNULPHY

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
7.ª edição
20 cm x 13,4 cm
144 págs.
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, novembro 25, 2014

Santo António de Lisboa na Tradição Popular


ARMANDO DE MATTOS

Porto, 1937
Livraria Civilização
1.ª edição
19,5 cm x 13,2 cm
208 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Subsídio Etnográfico
ilustrado
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Passeando um pouco o espírito pela etnografia e folclore da nossa admirável terra portuguesa, encontram-se realmente os testemunhos das afirmações que [o padre António] Vieira já fazia no século XVII, além do que se poderá observar nos domínios da arte popular da gravura, com os registos do santo; da cerâmica, com os painéis de azulejos; da vidraria, com a pintura da sua imagem em peças variadas; na escultura em barro, madeira e metal [...]», etc. Assim se propõe o Autor ir dando conta das referidas presenças, sendo na escrita a que aqui tomou de eleição. Neste sentido, toda a segunda parte do livro é constituída por uma importante antologia de cantigas, responsos e outras orações, romances, contos e lendas.
Conhecida é também, do Autor, a sua vasta intervenção estudiosa nos domínios da heráldica e da numismática.

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Vida e Milagres de Santo Antonio de Lisboa



FERNANDO THOMAZ DE BRITO, presbítero
ilustrações de Pastor

Lisboa, 1894
Typographia da Companhia Nacional Editora
1.ª edição
106 págs. + 30 folhas em extra-texto
subtítulo: Edição Illustrada Commemorativa do 7.º Centenario
ilustrado em separado
gravuras impressas sobre papel superior
elegante encadernação em veludo sem qualquer gravação
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, ocasionais picos de acidez
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve tentativa de “biografia” do santo padroeiro da cidade de Lisboa, ilustrada por trinta gravuras sobre madeira, alusivas, gravadas por Francisco Pastor, também provavelmente de sua autoria, impressas a preto sobre fundo liso numa cor neutra, e legendadas.

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Santo António na Pintura Portuguesa do Século XVI



LUÍS REIS SANTOS

Lisboa, 1945
Editorial Ática
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
16 págs. + 16 folhas em extra-texto (impr. preto e branco) + 1 folha em extra-texto (impr. cor) + 4 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel avergoado e sobre papel couché
cartonagem editorial
exemplar muito estimado, com falha de papel na seixa da pasta posterior; miolo irrepreensível
ostenta no verso da capa anterior o ex-libris de Viriato Barbosa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras de abertura do ensaísta:
«Santo António de Lisboa, taumaturgo de Pádua, “flor da cavalaria monástica” e teólogo celestial de Bolonha, deslumbrante apóstolo seráfico do século XIII, orador iluminado, prodigioso, ardente, a quem o Papa Gregório IX chamou a “Arca viva dos Sagrados Testamentos” e “Martelo dos hereges”, cujo espírito e cuja acção mais influíram, com a palavra e o exemplo de S. Francisco, doce patriarca e “povorello” de Assis, nos destinos da Europa cristã, é a figura histórica de Portugal que possui mais rica e variada iconografia. [...]»

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Previdência Social



[MÁRIO ROSEIRA
F. MOREIRA RIBEIRO]
capa e ilust. Marcelo de Morais

Lisboa, 1955
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,5 cm x 11,2 cm
172 págs.
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado, lombada manchada e fortemente consumida pela luz; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estabelece-se no vertente livro, com alguma perversidade, apesar do intuito pedagógico, um paralelismo entre a ideia que o Estado Novo tinha de previdência social e alguns adágios populares, obviamente os de mais elevado teor moralista. O estilo escolhido pelos redactores foi o das letras gordas para analfabetos e o estilo é o paternalista e redutor utilizado na educação tradicional das crianças.

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sábado, novembro 22, 2014

Inquérito Literário


BOAVIDA PORTUGAL

Lisboa, 1915
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
356 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação de amador inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Boavida-Portugal, também jornalista, ficou famoso com a publicação deste Inquérito Literário, que reuniu pareceres de, entre outros, Teixeira de Pascoais, Gomes Leal, João Grave, Carlos Malheiro Dias, etc., dando origem a uma violenta polémica entre Adolfo Coelho e Fernando Pessoa.

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Inquérito ao Livro em Portugal



IRENE LISBOA

Lisboa, 1944 e 1946
Seara Nova
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
19 cm x 12,6 cm
[8 págs. + 258 págs.] + [6 págs. + 200 págs.]
subtítulos: I – Editores e livreiros; II – A arte do livro
volumes dissemelhantes, um em brochura, o outro encadernado
encadernação de amador com lombada em pele e pastas em tela encerada, elegante gravação a ouro, muito pouco aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplares estimados, discretos restauros no brochado; miolo limpo, vol. I por abrir, papel evidenciando alguma acidez
assinatura de posse no vol. II
valorizados pela dedicatória manuscrita da Autora, no vol. I, a Diogo de Macedo, que nem se dignou abrir os cadernos da obra
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante registo de entrevistas a diversos responsáveis por editoras e tipografias, visando compreender o estado da indústria nacional do livro no imediato pós-guerra.

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sexta-feira, novembro 21, 2014

Terra Lusa – Revista de Arqueologia Artistica e Etnografia




Lisboa, Outubro de 1951, Julho de 1952 e s.d.
Livraria Ferin
dir. Sebastião Pessanha e Alberto Sousa
colecção completa (3 números)
30 cm x 22,8 cm
96 págs. (numeração contínua [3 x 32 págs.]) + 3 folhas em extra-texto, duas das quais têm 1 cromo colado + 2 cromos (ex-libris) colados na pág. 96
profusamente ilustrados
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados em elegante estojo próprio de recente manufactura
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Rocha Madahil, Augusto e Fernando Pires de Lima, Jorge Dias, Luís Chaves, Cardoso Marta, Ary dos Santos (pai), Azinhal Abelho, Ernesto de Oliveira, Pedro Batalha Reis, etc.
Da proposta inicial, assinada por D. Sebastião Pessanha:
«[...] Terra Lusa será principalmente mais um repositório de materiais adrede reunidos para um melhor conhecimento de Portugal e do seu povo – e neste desejo se alarga, quanto possível, o âmbito da sua actividade –, ao mesmo tempo que procurará defender, por todas as formas, o que resta do património material e espiritual que herdamos das passadas gerações, que o mesmo é que defender a própria nacionalidade. [...]»

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quinta-feira, novembro 20, 2014

Cartas Familiares



D. FRANCISCO MANOEL [DE MELO]

Lisboa, 1752
Na Offic. dos Herd. de Antonio Pedrozo Galram
2.ª edição
20 cm x 14,8 cm
22 págs. (não numeradas); 560 págs.
subtítulo: Escritas a varias pessoas | fobre affumptos diverfos; | Recolhidas, e publicadas em cinco Centurias | Por Antonio Luiz | de Azevedo, | Profeβor de Humanidades; | offerecidas | ao Illust. e Rev. Senhor | Joaõ de Mello | Pereira de Sampayo, [...]
encadernação da época inteira em pele com rótulo e entre-nervuras impressos a ouro
aparado
exemplar estimado, pequenos restauros na lombada; miolo limpo, por vezes com o papel bastante acidulado, aparentemente reconstituído pelo cruzamento com outro exemplar
peça de colecção
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, n.º 1270, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859), referindo-se à edição original das Cartas Familiares, impressa em Roma no ano de 1664, diz-nos que «[...] de ordinario falta a ultima carta da centuria 5.ª, por ter sido arrancada por ordem do sancto Officio de todos os que então deram entrada no reino. Alguns rarissimos exemplares tenho visto, nos quaes apparece incorporada no fim a dita carta manuscripta, e outros, mais raros ainda, em que ella apparece impressa; mas facilmente se conhece pelas differenças do papel e typo, que foi estampada em Lisboa, e introduzida depois no volume respectivo. – O preço dos exemplares mutilados tem sido em tempos recentes de 960 a 1:600 réis; os que trazem a carta final impressa valem necessariamente mais.
Ha segunda edição das Cartas, feita em Lisboa 1752, 4.º – N’ella se fez substituir a carta ultima por outra mui curta, e destituida de todo interesse, com a qual se completou a centuria 5.ª. Esta edição é feita em mau papel, e inferior em tudo á de Roma. Todavia, no mercado corre quasi pelos mesmos preços, e eu paguei ha annos por um exemplar 1:200 réis.»

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Apologos Dialogaes


D. FRANCISCO MANOEL DE MELLO

Lisboa Occidental, 1721
Na Officina de Mathias Pereyra da Sylva; & Joam Antunes Pedrozo
1.ª edição
20,1 cm x 15,9 cm
20 págs. + 464 págs.
subtítulo: Obra posthuma, & a mais Politica, Civil & Gallante, que fez feu Author. Offerecida ao preclarissimo Senhor D. Antonio Estevam da Costa, Armador mór de S. Mageftade, &c.
encadernação recente, inteira em pele marmoreada com gravação de cariz romântico a ouro na lombada
muito pouco aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta três gerações de ex-libris: JDP [?], no frontispício; Joaquim Pessoa, numa das folhas-de-guarda; e D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva, no verso da pasta anterior
PEÇA DE COLECÇÃO
970,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Nascido em Lisboa no mesmo ano que António Vieira, D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666) é em Portugal a personificação mais acabada da cultura aristocrática peninsular na época da Restauração. [...]
[...] o seu legado literário permite classificá-lo como um dos polígrafos peninsulares que mais variadas facetas apresentam a exame. Aliás, pelo bilinguismo como pela sua biografia, D. Francisco pertence a ambos os principais patrimónios da Península.
[...] Em português redigiu os Apólogos Dialogais, que, entre três textos de crítica de costumes (Relógios Falantes, Escritório Avarento, Visita das Fontes), contém o Hospital das Letras, a primeira revisão crítica geral de autores literários antigos e modernos que se conhece na nossa língua. [...]
[...] Os apólogos supõem uma enorme reserva estilística de analogias metafóricas em torno de relógios, moedas e fontes. E assim, por exemplo, na Visita das Fontes veste de alegoria barroca o velho diálogo de Luciano de Samósata, para visar sobretudon a engrenagem administrativa e judicial do tempo. [...]
Quanto aos dois restantes apólogos (Escritório Avarento e Relógios Falantes), trata-se de uma evolução da novela picaresca segundo o modelo a que também pertence o Coloquio de los Perros de Cervantes: os relógios ou as moedas contam as suas acidentadas autobiografias, de dono em dono, através das mais diversas classes sociais e ocupações humanas, dando-nos uma vivissecção da sociedade contemporânea. São duas obras-primas da observação avulsa de costumes. [...]» (Fonte: António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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Systema Legal de Medidas


JOAQUIM JOSE DA GRAÇA

Lisboa, 1864
Typographia Universal
1.ª edição
22,4 cm x 15,3 cm
VIII págs. + 200 págs.
subtítulo: Approvado Pelo Conselho Geral d’Instrucção Publica
modesta encadernação da época com lombada em pele e pastas em papel marmoreado, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

A publicação desta obra enquadra-se na vontade de fixar normas de metrologia que estivessem em conformidade com as práticas de outros países, vontade que ficou expressa, no reinado de D. Maria II, por decreto de 22 de Dezembro de 1852. Foram muitas as obras então publicadas com o fim de divulgar o sistema métrico decimal de Moreau de Jonnés, por cá adoptado, e ao qual tudo deve a vertente obra.

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Tabellas Comparativas de Todas as Antigas Medidas Usadas no Districto de Coimbra com as do Systema Metrico



JOSÉ FERREIRA DA MATTA E SILVA

Coimbra, 1859
Imprensa da Universisdade
1.ª edição
20,6 cm x 13,9 cm
2 págs. + 216 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (grande formato) + 2 págs.
subtítulo: Precedidas de Breves Noções Sobre o Mesmo Systema e seguidas d’um Mappa de Todas as Antigas Medidas de Lisboa, que são as mesmas do Imperio do Brasil, comparadas tambem com as do novo systema
exemplar estimado, alguma sujidade e restauros na capa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A nota de abertura do autor é suficientemente clara acerca do que vai tratar em detalhe no seu livro:
«No fim do seculo desoito o governo da França, vendo os graves inconvenientes e grandes transtornos, que ao commercio causava a infinita variedade, que havia nos pesos e medidas em uso, entendeu dever reformar tão importante ramo de serviço público, e começou a planear a tal respeito uma completa reforma.
A Assemblêa Constituinte encarregou a Academia das Sciencias de Pariz de determinar a unidade dos pesos e medidas, e esta tomou para base do novo systema o quarto do meridiano terrestre comprehendido entre o Equador e o Polo do norte.
Os celebres geometras Delambre e Mechain foram encarregados de fazer a medição. Escolheu-se o arco do meridiano comprehendido entre Dunkerque e Barcellona, e decidiu-se, que a decima millionesima parte da distancia medida se chamasse metro, e fosse a base de todo o systema de pesos e medidas.
Para facilidade dos calculos no novo systema, adoptou-se o numero 10 como unico divisor, e porisso todos se fazem com a exacta applicação das regras das operações decimaes; a respeito das quaes vamos fallar.»

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quarta-feira, novembro 19, 2014

O Quarto Dia da Criação do Mundo


MIGUEL TORGA

Coimbra, Abril de 1939
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
23,1 cm x 15,7 cm
116 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa anterior o ex-libris de D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva
PEÇA DE COLECÇÃO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Edição especialmente invulgar por ter sido, em parte, apreendida pela polícia política, então PVDE, por denúncia do irmão de Francisco Franco, Nicolás, então embaixador de Espanha em Lisboa. Este episódio, ocorrido em 30 de Novembro de 1939, sete meses depois do lançamento do livro, levaria Torga aos calabouços do Aljube, de onde só foi libertado a 2 de Fevereiro do ano seguinte. [...]» (Pedro de Azevedo, Biblioteca de D. Diogo de Bragança VIII Marquês de Marialva & outros livros importantes [catálogo], n.º 716, Lisboa, 2013)

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Rua


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1942
ed. Autor
1.ª edição
19,5 cm x 12,7 cm
200 págs. + 4 págs.
subtítulo: Novelas e Contos
exemplar manuseado mas aceitável, restauro de falhas de papel na lombada; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1940
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,1 cm x 13,2 cm
exemplar manuseado, mas aceitável, com a lombada oxidada pela luz; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior direito da pág. 3
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro que Torga publica após haver sido preso pela PIDE no ano anterior, devido às ideias professadas na sua obra em geral e, em particular, A Criação do MundoO Quarto Dia. Este espantoso Bichos – que será igualmente proibido – foi em grande parte escrito na cadeia do Aljube.

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quinta-feira, novembro 13, 2014

Missale Romanum [junto com] Missæ Propriæ Sanctorum Hispanorum [junto com] Missæ Festorum Ordinis Fratrum Minorum




Antuérpia, 1718, 1711 e 1703
Officina Plantiniana apud viduam Balthazaris Moreti
s.i.
3 obras encadernadas em 1 vol.
texto em latim
in 4.º de 38,2 cm x 25,5 cm
[a: 36 págs. + 656 págs. + CXVI págs. + 8 págs.] + [b: 2 págs. + 28 págs.] + [c: 32 págs. + 2 págs.]
subtítulos: a – [...] Ex Decreto Sacrosancti | Concilii Tridentini Restitutum, | Pii V. Pont. Max. Jussu Editum, | et | Clementis VIII. Primum, | Nunc Denuo Urbani Papæ Octavi [...]*; b – [...] Qui generaliter in Hifpania | celebrantur, | Ex Apoftolica conceffione, & auctoritate | Pii V. Gregorii XIII. Sixti V. | Clementis VIII. & Urbani VIII. | Summorum Pontificum; c – [...] Ad formam Missalis Romani, ex decreto Sacrofancti | Concilii Tridentini reftituti, & Clementis VIII. | auctoritate recogniti, redactæ, | Et noviffinè ex comiffione Urbani Papæ VIII. | exactiùs examinate
impressos a duas cores, profusamente ilustrados, sendo 22 gravuras de página inteira, capitulares desenhadas
soberba encadernação da época inteira em pele com gravação plena de ornamentos a ouro em ambas as pastas e na lombada (casas e nervuras), seixas e corte das folhas dourados, conserva as catorze pequenas borlas-marcadores de passamane
exemplar em muito bom estado de conservação, com sinais mínimos de coruncho; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Admirável peça tipográfica, oriunda de uma oficina fundada pelo encadernador e impressor Cristóvão Plantin (circa 1520-1589) e continuada pelos seus herdeiros (a família Moretus). Baltasar [IV] Moretus (1679-1730), como continuador dessa dinastia profissional, e beneficiando do antigo privilégio concedido a Plantin, por Filipe II de Espanha, para imprimir em exclusivo todo o género de livros litúrgicos católicos, dá-nos aqui exemplo de mais uma obra elegantemente cunhada.

* Inclui colada na passagem das págs. 250-251 uma folha-volante [29 cm x 21 cm], Praefatio in festis S. Joseph, sponsi | B. Mariae Virginis [verso] e Praefatio in missis defunctorum [retro], impressa em Coimbra na Typ. França Amado em Novembro de 1919.

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Martyrologium Romanum


Antuérpia, 1771
Architypographia Plantiniana
s.i.
texto em latim
21,2 cm x 14,5 cm
28 págs. + 352 págs. + 58 págs. (index)
subtítulo: Gregorii XIII. | Urbani VIII. | et | Clementis X. | Auctoritate recognitum, | nec non | a Benedicto XIV. | Auctum, & caftigatum. | Acceffit huic editioni Eorum memoria, qui à Summis | Pontificibus, ufque ad SS. D. N. Clementem XIV. | Pont. Max. in Sanctorum numerum relati funt
impresso a duas cores
encadernação da época inteira em pele com gravação de motivos florais a ouro na lombada
corte carminado
exemplar estimado, pequenos defeitos nos topos da lombada e nos cantos, folhas-de-guarda recente imitação de antigo; miolo limpo, algo manuseado, restauro no frontispício, sinais de caruncho nas últimas páginas sem afectar o texto
145,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, novembro 12, 2014

Poesias Lyricas



LUIZ DE CAMÕES

Rio de Janeiro, 1880
L & Cia. [Lombaerts & Cia.]
1.ª edição
17,8 cm x 11 cm
4 págs. + 160 págs. + 4 págs.
subtítulo: Edição Brazileira Commemorativa do Terceiro Centenario
frontispício impresso a duas cores, núcleos temáticos encabeçados por vinhetas decorativas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação levada a cabo pela comissão brasileira que se encarregou das festas do tricentenário da morte do Poeta (ver Innocencio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1886).

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Os Lvsiadas


LVIS DE CAMÕES
pref. Hernâni Cidade

Lisboa, 1972
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,5 cm x 16,7 cm
10 págs. + XIV págs. + 1 folha (frontispício) + 1 folha impressa retro-verso + 186 folhas impressas retro-verso + 2 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição comemorativa do IV centenário da publicação de Os Lusíadas, constituída pelo fac-símile da edição original, complementado por um Prefácio de Hernâni Cidade, que faz o resumo das sucessivas principais edições da obra.

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Os Lusiadas



LUÍS DE CAMÕES
pref. Carolina Michaëlis de Vasconcellos
posf. José Maria Rodrigues

Lisboa, 1931
Imprensa Nacional de Lisboa
«edição nacional», «nova tiragem [da edição de 1928], revista», dita «por iniciativa de Afonso Lopes Vieira», conforme a edição princeps de 1572, revista por José Maria Rodrigues
16,5 cm x 12,2 cm
376 págs. + CCLXVI págs. + 4 folhas em extra-texto, sendo duplas três delas
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Lusiadas


LUÍS DE CAMÕES
pref. Carolina Michaëlis de Vasconcellos

Lisboa, 1970
Imprensa Nacional de Lisboa
[reimpressão da dita “edição nacional” (de 1928), “por iniciativa de Afonso Lopes Vieira”, conforme a edição princeps de 1572, revista por José Maria Rodrigues]
16,4 cm x 12,8 cm
XL págs. + 376 págs. + CCXXVI págs. + 2 folhas em extra-texto, sendo dupla uma delas
impresso sobre papel avergoado
encadernação editorial em tela gravada a ouro, com guardas impressas
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Lusíadas



LUÍS DE CAMÕES
pref. Gustavo Barroso
ilust. Guilherme Camarinha

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,3 cm x 10,7 cm
XXXVI págs. + 584 págs. + 10 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a três cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guilherme Camarinha (1912-1994) notabilizou-se, nas artes plásticas, como o grande impulsionador da tapeçaria decorativa, cujo fabrico realizou em articulação com a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre. Os seus motivos extrapolam quase sempre dos mitos da História pátria, pelo que serviram maioritariamente encomendas oficiais para edifícios públicos, como sejam câmaras municipais, tribunais, embaixadas, universidades, etc. No domínio da ilustração para livro limita-se a repetir o mote dos seus cartões-esboços, a uma escala reduzida ao tamanho da página, com as habituais figuras de literatura juvenil – nos antípodas de, por exemplo, os painéis de Almada Negreiros.

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História Maravilhosa


THEREZA LEITÃO DE BARROS
ilust. Raquel Roque Gameiro Ottolini

Lisboa, 1931
ENP – Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,8 cm x 14,3 cm
168 págs.
subtítulo: Escrita à Margem de «Os Lusíadas» – Homenagem a Camões
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável, restauros ocasionais nas capa e contracapa e na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Louis de Camões



RAMALHO ORTIGÃO
trad. F. F. Steenackers

Lisboa, 1880
Mattos Moreira & Cie., Imprimeurs-Editeurs
1.ª edição
17,5 cm x 12,5 cm
152 págs.
subtítulo: La Renaissance et les Lusiades
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, com falhas de papel na capa; miolo limpo, restauro nas págs. 89-90
50,00 eur (IVA e portes incluídos )

Do Diccionario Bibliographico Portuguez (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, tomo XV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1888):
«[...] Esta versão é a do prologo escripto pelo sr. Ramalho Ortigão para a edição especial dos Lusiadas feita em Lisboa por conta da directoria do gabinete portuguez de leitura, do Rio de Janeiro [...]. O traductor, sr. Steenackers, que fôra membro do parlamento francez e era homem de letras mui esclarecido, estava então em Lisboa. [...]»

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Nove Pretextos Tomados de Camões


ANTÓNIO MANUEL PIRES CABRAL

Vila Real, 1980
Núcleo Cultural Municipal de Vila Real
1.ª edição (nesta forma)
21,2 cm x 12,5 cm
12 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de poemas isolados da obra Trirreme, publicada dois anos antes em Coimbra.
«[...] O modelo verbal camoniano é retomado e, ao retomá-lo, retoma-se uma época da escrita em que a contaminação do discurso por um discurso anterior era um código valorativo dominante.
[...] A. M. Pires Cabral faz sobrepor à citação um empenhamento em ecoar o próprio espaço sintáctico e, por vezes, vocabular dessa escrita anterior, sem o inscrever numa alteração estilística vincada. É nessa coincidência que faz irromper temas e visões do mundo que são do seu tempo. Ou, se quisermos ser mais precisos, recupera para uma leitura do seu próprio tempo alguma da visão do mundo expressa na poesia de Camões [...]» (Joaquim Manuel Magalhães, Os Dois Crepúsculos, A Regra do Jogo, Porto / Lisboa, 1981)

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quinta-feira, novembro 06, 2014

Jogos, Brinquedos e Outras Diversões Populares de Macau


ANA MARIA AMARO

Macau, 1972 [aliás, 1976]
Imprensa Nacional
[1.ª edição]
26,5 cm x 18,9 cm
2 págs. + 510 págs. + 24 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e em separado a cor
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais profundo estudo conhecido, em torno dos referidos aspectos lúdicos da cultura oriental.

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Aconteceu em Macau


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1973, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,6 cm x 14,9 cm
246 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

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Aconteceu na Gorongosa


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1971, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,5 cm x 14,7 cm
184 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

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A Ilha de Próspero


RUI KNOPFLI
pref. Alexandre Lobato
capa (posterização) de Carlos Leitão

Lourenço Marques, 1972
Edição Minerva Central
1.ª edição
31,6 cm x 24,6 cm (álbum)
140 págs.
subtítulo: Roteiro Privado da Ilha de Moçambique
profusamente ilustrado com fotografias de Rui Knopfli
encadernação editorial impressa a dourado na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Ilha de Moçambique (Monografia)



ALEXANDRE LOBATO
pref. António Rosa Cabral

Lourenço Marques, 1945
Imprensa Nacional de Moçambique / Colónia de Moçambique – Repartição Técnica de Estatística
1.ª edição
28,5 cm x 23,2 cm
X págs. + 158 págs. + 2 folhas em extra-texto (Afonso de Dornelas)
profusamente ilustrado
encadernação antiga em meia-francesa com cantos em pele, sóbria gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no frontispício o selo branco da Câmara Municipal do Concelho de Moçambique a autenticar a dedicatória manuscrita do seu então (1952) presidente, ao «Comandante Henrique Tenreiro, ilustre Vogal da Comissão Executiva da União Nacional»
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais notável monografia histórica da Ilha de Moçambique.

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