segunda-feira, dezembro 29, 2014

A Arte de Dizer


CARLOS SANTOS

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
18,6 cm x 12,4 cm
144 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos Santos (1871-1949), enteado do actor Eduardo Brasão, destacou-se na Companhia Nacional de Teatro e em filmes como a versão original de A Rosa do Adro (1919). O vertente livro constitui um breve manual de exercícios que o candidato a actor de levar em conta.

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Luiza Todi



JOAQUIM DE VASCONCELLOS

Porto, 1873
Imprensa Portugueza
1.ª edição
23,5 cm x 17,7 cm
XXXII págs. + 164 págs. + 1 desdobrável de grande formato
subtítulo: Estudo Critico
incluído na série Archeologia Artistica (1.º ano – vol. I – fascículo I)
exemplar estimado, capa com restauros; miolo limpo, por abrir, ocasionais picos de acidez nas primeiras folhas
é o n.º 206 de uma tiragem declarada de 250 exemplares
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim António da Fonseca e Vasconcelos (1849-1936), marido de Carolina Michaëlis, «[...] foi o fundador duma ciência histórica que jamais encontrará mestres à sua altura; isolado, azedo, sacrificando a bolsa e a saúde, será sempre mantido à margem do ensino da história da arte, que era confiado a professores medíocres. Aliás, a bibliografia artística em Portugal não registará, antes dos anos 90 [do século XIX], outras obras além das suas. E isto também é verdade para a história da música, na qual Vasconcelos foi igualmente um pioneiro mal compreendido e mal apreciado. [...]»
Luísa Rosa d’Aguiar Todi (1753-1833), tendo iniciado a sua carreira aos catorze anos de idade no teatro musical ligeiro, veio a notabilizar-se como cantora lírica erudita.

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domingo, dezembro 28, 2014

Novos Lieder [partituras]


RUY COELHO
pref. Antonio Ferro

s.l. [Porto ?], s.d.
s.i. [Casa Moreira de Sá ?]
1.ª edição
26,3 cm x 19,4 cm
3 págs. + 25 págs.
subtítulo: Triologia Camoneana[,] Soneto de Antonio Nobre e Outros Poemas
conserva a sobrecapa em papel de fantasia
exemplar estimado, sobrecapa gasta nas dobras; miolo limpo
peça de colecção
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notação musical para piano e canto. Além das composições para versos de Nobre e Camões, inclui pautas para poemas de Pierre Louis, do próprio Ruy Coelho e Maurice Maeterlinck. De Ruy Coelho (1889-1986) diz-nos Nuno Sotto Mayor Ferrão (pág. electrónica):
«Ruy Coelho, um polivalente compositor, maestro, pianista e crítico musical [...] foi votado ao esquecimento pela sociedade portuguesa, na segunda metade do século XX, devido, provavelmente, às inúmeras polémicas em que se envolveu com músicos portugueses eruditos e, talvez, também à colaboração que manteve com o Estado Novo. A prova disso está no facto de José Saramago, durante o PREC [Processo Revolucionário em Curso], o ter saneado de crítico musical do Diário de Notícias. [...]
A imensa versatilidade cultural fê-lo aproximar-se de compositores como Igor Stravinsky ou Manuel de Falla, e tanto de técnicas mais modernistas como a atonalidade ou mais tradicionalistas como os princípios neoclássicos de composição. [...]
As suas obras musicais abarcam diversos géneros como as óperas, as sinfonias, as músicas para bailados e filmes (Alla-Arriba! e Camões, de 1942 e 1946, realizados por Leitão de Barros), concertos para piano e música de câmara. As composições de timbre patriótico refloresceram com a utilização de elementos ligados ao folclore, com as evocações historicistas e com as óperas cantadas em português, das quais se tornou um indefectível defensor. Foi, inclusivamente, o autor do hino da cidade de Lisboa. [...]»

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Rapsodia sobre motivos dos melodramas hindus Santap-Xaman e Vikalp-Vimochan [partitura]


ZACHARIAS DO ROSARIO

Nova Goa, s.d. [circa 1898]
s.i.
[1.ª edição]
37,8 cm x 29,3 cm
52 págs.
folhas soltas de pauta para voz e instrumentos encapadas
exemplar estimado, capa com restauro ao longo da dobra; miolo limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Publicação integrada nas comemorações do quarto centenário do descobrimento da Índia.

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A Cantar Se Aprende e Reza


ISABEL D’OREY GOMES DA COSTA, letras
LUCIEN DAVID, música
pref. Maria Teresa Navarro

Lisboa, 1952
Edições Alpha et Omega – Baptista & Padilha, Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
64 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto significativo de canções catequísticas.

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Gondoliera, op. 41 [partitura]


MAURICE MOSZKOWSKI

Leipzig, s.d.
C. F. Peters
s.i.
31 cm x 23,8 cm
12 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no rodapé da capa o selo branco da casa comercial Lambertini
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Pequena obra para piano composta pelo alemão Moritz Moszkowski (1854-1925), muito apreciado nos salões em finais do século XIX, mas também reconhecido pelo seu trabalho sério por músicos seus contemporâneos como Jan Paderewski.

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Trio pour le Piano-Forte avec accompagnement d’un Violon & Violoncelle obligés n.º 55 [partitura]


C. [CHRISTIAN] H. [HEINRICH] RINK

Mayence, s.d. [circa 1813 ou segs.]
Bernard Schott
[1.ª edição]
32,1 cm x 24,9 cm
16 págs.
subtítulo: Composé et dedié a Son Altesse Sérénissime Madame La Landgrave regnante de Hesse-Darmstadt
gravado sobre papel superior de fabrico manual
capa em papel de fantasia da época
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
55,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Johann Christian Heinrich Rinck (1770-1846), compositor e organista alemão, quando já senhor de uma reputação que, em vida, se estendeu a França e Inglaterra, foi músico de corte em Darmstadt depois de 1813, localidade onde veio a falecer. A vertente peça inclui apenas a notação para piano.

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Grieg – Piano [partituras]



EDVARD GRIEG

Leipzig, s.d.
C. F. Peters
s.i.
2 volumes
30,5 cm x 24 cm (álbum)
[16 págs. + 12 págs. + 16 págs. + 3 x 24 págs. + 20 págs. + 16 págs. + 12 págs.] + [20 págs. + 4 x 12 págs. + 24 págs. + 54 págs. + 28 págs. + 8 págs. + 28 págs.]
reúne as seguintes vinte pautas para piano e para cravo:
Vier Stücke für das Pianoforte, op. 1
Poetische Tonbilder für das Pianoforte, op. 3
Humoresken für das Pianoforte, op. 6
Sonate (Emoll) für das Pianoforte, op. 7
Nordische Tänza für das Pianoforte übertragen, op. 17
Aus dem Volksleben. Humoresken für das Piano, op. 19
Ballade in Form von Variationen über eine norwegische Melodie für das Pianoforte, op. 24
Albumblätter für das Pianoforte, op. 28
Improvisata über 2 norwegische Volksweisen für Pianoforte, op. 29
Aus Holbergs Zeit. Suite im alten Stil für Pianoforte, op. 40
Klavierstücke nach eigenen Liedern, op. 41 (I e II)
Klavierstücke nach eigenen Liedern, op. 52 (I e II)
Norwegische Volksweisen für das Pianoforte, op. 66
Norwegische Bauerntänze (Slatter). Freie Bearbeitung für Pianoforte solo, op. 72
Stimmungen Sieben Klavierstücke, op. 73
Trauermarsch zum Andenken an Rikard Nordraak
Sturmwolken, Gnomenzug, Im wirbelnden Tanze
encadernações uniformes antigas em tela, um pouco gastas, com gravação a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas
exemplares estimados apenas com um restauro e uma pequena falha de papel na quarta pauta do volume I sem afectar a mancha de impressão; miolo limpo
muito discretas assinaturas de posse no frontispício de todas as pautas
alguns carimbos das lojas importadoras, como por exemplo: Eduardo da Fonseca, Casa Moreira de Sá, Raul Venancio, ou o Centro Musical Raymundo de Macedo
90,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Grieg é talvez o mais notável compositor norueguês e, seguramente, o mais evidente defensor da tradição folclórica escandinava. A casa editora alemã fundada por Carl Friedrich Peters fez da obra dele – na passagem dos finais do século XIX para o XX – o núcleo forte do seu catálogo, cuja momentânea interrupção só se deveu ao confisco e “arianização” da empresa por parte do regime nazi. As cópias impressas, que constituem o presente conjunto, terão sido publicadas durante esse período, em que os responsáveis editoriais se estabeleceram em Nova Iorque.

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Londres et Ses Environs


KARL BÆDEKER

Leipzig – Paris, 1913
Karl Bædeker / Librairie Ollendorff
12.ª edição
texto em francês
16,2 cm x 11,2 cm
XXXVIII págs. + 408 págs. + 64 págs. + 26 folhas em extra-texto + 16 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Manuel du Voyageur
ilustrado no corpo do texto e em separado
cartonagem editorial semiflexível em tela encerada elegantemente gravada a seco e ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
corte das folhas marmoreado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Karl Ludwig Johannes Bædeker (1801-1859), editor alemão, é considerado um modelo de referência para toda a literatura turística. Os seus inúmeros guias portáteis, sucessivamente actualizados, são ainda hoje preciosos auxiliares de viagem, sendo as edições primitivas igualmente importantes como documento para acompanhar a evolução histórica e urbana dos respectivos lugares. O vertente, por datar de 1913, patenteia-nos uma cidade que veio a ser arrasada pelos bombardeamentos aéreos da II Guerra Mundial.

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Viajando na Suécia [junto com Viajando na], Noruega, França, Itália, Holanda, Suíça, Inglaterra, Grécia



GEORGE L. PROCTOR
BETH HOGG
GARRY HOGG
ALEXANDER REID
DAVID RAYMOND
LIESJE VAN SOMEREN
MARIANN MEIER
GEOFFREY TREASE
trads. Maria Isabel Morna Braga, Mário Braga, Alexandre Pinheiro Torres, Helena Lousada, Álvaro Garcia Fernandes e Maria Fernanda de Brito
ilustr. Maria Helena Abreu, Eduardo Santos e Gouveia Portuense

Porto, 1960, 1962 e 1963
Livraria Civilização – Editora
s.i. [1.ª edição ?]
8 volumes [consecutivos (colecção talvez completa)]
19 cm x 13,2 cm
2 x [264 págs. + 18 págs. em extra-texto] + [236 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [228 págs. + 18 págs. em extra-texto] + [224 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [228 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [256 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [272 págs. + 16 págs. em extra-texto]
profusamente ilustrados a preto em separado
cartonagem editorial com guardas impressas a cor
composto num elegante Garamond linotipado
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cada livro tem como ponto de partida um rapaz e uma rapariga de visita a um país, e, à medida que avançam, vão aprendendo com os habitantes que encontram algo da história, da geografia, da língua e dos costumes locais. Breves obras concebidas para um público juvenil, num registo literário de aventuras, mas de grande interesse também para os adultos. Denotam, em comum, a particularidade de quererem mostrar à juventude o pós-guerra de uma Europa reconstruída e ordeira, como se nada se houvesse passado. Além dos volumes aqui apresentados, muitos outros a Phoenix House londrina, editor originário, terá publicado; em tradução portuguesa, cremos ser tudo quanto existe.

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Paris tel qu’on l’aime



DORÉ OGRIZEK
pref. Jean Cocteau

Paris, 1949
Éditions Odé
1.ª edição
texto em francês
17,3 cm x 12,7 cm
512 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda luxuosamente impressas a cor
com falta da sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta no canto superior direito do frontispício discretas iniciais de posse e, no verso da última folha-de-guarda, rótulo da «Biblioteca Particular de José Augusto Corrêa de Barros»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guia turístico de notável beleza gráfica. Para além do breve prefácio do escritor Jean Cocteau, inclui textos, entre outros, de Marcel Brion, Pierre Mac Orlan, Andrés Maurois e Jules Romains.

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Le Portugal



DORÉ OGRIZEK
Suzanne Chantal
José Augusto dos Santos
pref. Jacques de Lacretelle
ilust. Beauville, Botelho, Cappatti, Paulo Ferreira, Manuel Lapa, Bernardo Marques e Pierre Noel

Paris, 1950 [aliás, 1951]
Éditions Odé
1.ª edição
texto em francês
17,3 cm x 12,6 cm
448 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda impressas a cor
com falta da sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guia turístico, em que houve o cuidado de, muito brevemente, pôr o leitor e suposto visitante estrangeiro a par quer da História nacional, quer de um bom resumo da melhor arte portuguesa (texto de Jean Desternes).

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sexta-feira, dezembro 26, 2014

English Poems, I-II-III [antecedido de] 35 Sonnets


FERNANDO PESSOA
versão portuguesa de Fernando Dias
capa de João Pedro

Lisboa, 1975
Edição do Tradutor
1.ª edição (bilingue)
21 cm x 14,9 cm
168 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA AFECTUOSA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO TRADUTOR AO ESCRITOR URBANO TAVARES RODRIGUES
as págs. 18, 34, 65, 91, 93 e 119 apresentam correcções de última hora introduzidas pelo tradutor
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alberto Uva, em 1952, Adolfo Casais Monteiro e Jorge de Sena, em 1954, e Natália Correia, em 1965, já haviam ensaiado a tradução dalguns destes poemas de Pessoa, que os publicara em vida sucessivamente em 1918 (35 Sonnets e Antinous) e 1921 (English Poems, I-II e English Poems, III). Aqui surge o conjunto completo pela primeira vez reunido e traduzido. O longo «Epithalamium», que constituía o volume III dos English Poems, suscitou precisamente de Natália Correia o seguinte reparo [ver Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, reed. Antígona / Frenesi, Lisboa, 1999]:
«[...] vem projectar uma nova luz sobre o mundo erótico do poeta. É curioso observar que a sua complexa sensibilidade, tão cheia de esconderijos, se tivesse refugiado na língua inglesa para canalizar uma veemência erótica que lembra o Bocage das “Cartas a Olinda e Alzira”.
[...] Fernando Pessoa tece um dos mais intensos e deslumbrados cânticos ao êxtase da carne, integrada num cosmos pan-sexualizado, que repudia outra lei e outra moral que não seja o genuíno triunfo dos impulsos afrodisíacos. [...]»

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O Caso da 5.ª Avenida


ANNA KATHARINE GREEN
trad. Fernando Pessoa e Catarina Rocha Lima
capa de A. Pedro

Lisboa, 1994
Livros do Brasil, S. A.
1.ª edição
16 cm x 10,5 cm
328 págs.
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Entre as diversas manifestações escritas do interesse de Fernando Pessoa pela Literatura Policiária – histórias originais e textos teóricos – conta-se, valiosamente, a tradução, embora parcial, do romance The Leavenworth Case, de Anna Katharine Green.
Com o título O Caso da 5.ª Avenida, este trabalho do autor de Mensagem apareceu, sob a forma de folhetim, no jornal diário O Sol, cujo director era Celestino Soares, tendo sido publicados apenas 33 números, entre 30 de Outubro de 1926 e 1 de Dezembro do mesmo ano. [...]
O curto período de vida de O Sol apenas permitiu a publicação de cerca de um terço do livro, forçando a tradução de Fernando Pessoa a também por aí se quedar.»
Anna Katharine Green (1846-1935), novelista norte-americana considerada a pioneira neste género literário, cujo engenho e estilo são de sublinhar, tem no vertente livro (datado de 1878) a sua prodigiosa estreia literária, que, mais tarde, Agatha Christie confessará ser-lhe familiar, e mesmo de iniludível influência.

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O Banqueiro Anarquista e outros contos de raciocínio


FERNANDO PESSOA
org. e prefácio de Fernando Luso Soares

s.i. [Lisboa], 1964
Editora Lux
1.ª edição (nesta forma antológica)
16,3 cm x 11,5 cm
160 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui o Banqueiro stirneriano propriamente dito, cuja publicação original na revista Contemporânea data de 1922, e fragmentos à época inéditos, escolhidos das novelas policiárias «O Caso Vargas», «A Carta Mágica», «O Roubo da Quinta das Vinhas» e «A Janela Estreita». O compilador, conhecido advogado no meio intelectual lisboeta dos anos 60-70, nomeadamente o café Monte Carlo, tendo sido magistrado do Ministério Público desempenhava então funções de inspector na Polícia Judiciária...

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Fernando Pessoa, Poeta da Hora Absurda


MÁRIO SACRAMENTO

Lisboa, s.d. [1959]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
18 cm x 12,7 cm
192 págs.
inclui a folha em extra-texto «Errata Final»
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Recorda Luiz Pacheco no seu Memorando, Mirabolando (Contraponto, Setúbal, 1995):
«[...] Nunca vi o dr. Mário Sacramento, apenas fotos suas nos jornais. Durante a atribulada edição do livro, que demorou anos [entre 1953 e 1959], apenas nos correspondíamos por carta e ele tanto me remetia o original e provas de Aveiro como do Forte de Caxias, nas muitas perseguições que a PIDE lhe moveu. [...]»
Consta – o que torna este ensaio acerca da obra de Pessoa uma obra de culto – que o Autor, à falta de livros de apoio na cadeia, o terá redigido socorrendo-se apenas da memória para as citações que justificam o seu raciocínio e o ilustram.

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Defesa da Edição Crítica de Fernando Pessoa [junto com] Colóquio / Letras n.º 125-126


CLEONICE BERARDINELLI
IVO CASTRO
Teresa Rita Lopes, et alli


Lisboa, 1993 e Julho-Dezembro 1992
ed. Autores
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição (ambos)
[23,6 x 16,9 cm] + [24,5 cm x 17 cm]
106 págs. + [344 págs. + 15 folhas em extra-texto]
exemplares bem conservados; miolo limpo
valorizada a brochura pela dedicatória manuscrita de Ivo Castro
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

O início da publicação, nos anos 90 do século passado, de uma edição crítica do legado literário de Fernando Pessoa originou nos meios académicos portugueses, lá entre os “profissionais” pessoanos, acesas polémicas e ajustes de antigas contas, ao que parece igualmente académicas. Teresa Rita Lopes, prenhe de «intenção aparentemente exterminadora e totalitária» (Ivo Castro), abre as hostilidades no órgão da Gulbenkian declarando «imprópria para consumo» a edição em análise. Análise que se exibe, desde logo, com presunção maculada pelo erro de uma data. Diz ela: «A primeira edição com pretensões a completa da obra em verso de Pessoa, a da Ática, surgiu em 1944, nove anos depois da morte do poeta.» De facto, tinham passado apenas 7 anos, a Ática dá início ao referido projecto com o volume Poesias cujo cólofon indica Setembro de 1942 para o fecho da impressão... Números – o 9 ou o 7 – que, no caso de Fernando Pessoa, não devem ser atirados à toa. O pormenor tem o seu significado hermético... Quanto ao confronto filológico, há que ler, com inteligência, os textos agora juntos.

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Estudos Sôbre a Poesia de Fernando Pessoa



ADOLFO CASAIS MONTEIRO
capa de Fernando Gerardò

Rio de Janeiro, 1958
Livraria Agir Editôra
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
260 págs.
exemplar estimado, com pequena falha de papel na contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
datação e assinatura de posse do historiador de arte Mário Chicó
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Análise da Vida Mental Portuguesa


FERNANDO PESSOA
org. Petrus

Porto, 1950
Edições Cultura [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição (reunido em livro)
20 cm x 13,7 cm
112 págs. + 12 págs. (suplemento: A Civilização Portuguesa Entre o Passado e o Futuro)
subtítulo: Ensaios Críticos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 186 de uma tiragem assinada por Petrus
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importantes colaborações de Fernando Pessoa, que andavam dispersas por jornais e revistas, são aqui reunidas por Petrus, sob tema, cujas qualidades o compilador enaltece comparando o poeta a vultos do ensaísmo como Manuel Laranjeira, Oliveira Martins, Basílio Teles e Moniz Barreto. Entre os artigos, «O Provincianismo Português» será talvez a chave de toda a perspectiva escolhida por Petrus.

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A Nova Poesia Portuguesa


FERNANDO PESSOA
prefácio de Álvaro Ribeiro

Lisboa, 1944
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição (em livro)
19 cm x 12,2 cm
104 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui o vertente conjunto três artigos temáticos e uma réplica de Pessoa saídos (os artigos) em 1912 no Porto na revista A Águia, dirigida então por Teixeira de Pascoaes, e a réplica, no mesmo ano, no jornal República em Lisboa. Deram os mesmos origem a que o ex-professor de Filologia Românica de Pessoa, Adolfo Coelho, viesse pugnar por um passadismo cultural e mesmo pelo desprezo cego pela geração que se afirmava: «[...] Não acho manifestas correntes, bem caracterizadas, nas diversas formas literárias cultivadas pelos novíssimos, nem vejo nêles individualidades suficientemente distintas; acho-os inferiores aos melhores, pelo menos, do periodo anterior. [...]» (in Boavida Portugal, Inquérito Literário, Livraria Clássica Editora, Lisboa, 1915). Os do período anterior, notáveis de três décadas antes, a que Coelho se referia – Alberto Sampaio, Anselmo de Andrade, e quejandos –, ninguém hoje sabe quem eles foram, por contraste com aquilo que ali se denegria.
Pessoa não fez esperar a sua resposta, inclusa neste conjunto. Após longa exposição das características, estéticas, filosóficas e sociológicas da produção literária nacional da altura, conclui: «[...] Ora eu creio que o professor Adolfo Coelho é suficientemente inteligente para perceber que estamos em plena descrição da nova poesia portuguesa. Os característicos que deduzimos como devendo infalìvelmente ser os da poesia da Nova Renascença coincidem em absoluto com os característicos patentes da nossa novíssima poesia.
Provas? Devem ser escusadas para qualquer criatura capaz de seguir um raciocínio e ler uma página. [...]»

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A Maçonaria [antologia]


FERNANDO PESSOA
NORTON DE MATOS


Porto, s.d.
Almagráfica
[s.i.]
20,2 cm x 13,7 cm
52 págs.
exemplar novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne um artigo de Pessoa publicado no Diário de Lisboa n.º 4.388 de 4 de Fevereiro de 1935, a que se juntou Das Origens e Essência da Maçonaria e do Seu Contributo Judaico, também do poeta, seguidos da Explicação Necessária de Petrus [Pedro Veiga, o editor da publicação original desta brochura] e de uma exposição de Norton de Matos, então grão-mestre da Maçonaria Portuguesa, dirigida ao presidente da Assembleia Nacional a 31 de Janeiro, também em 1935.
O artigo do poeta, que acaba por ser a peça principal, desfaz um projecto de lei proposto em assembleia por um deputado, «[...] o sr. José Cabral, que, se não é dominicano, deveria sê-lo, de tal modo o seu trabalho se integra, em natureza, como em conteúdo, nas melhores tradições dos Inquisidores. O projecto [...] estabelece várias e fortes sanções (com excepção da pena de morte) para todos quantos pertençam ao que o seu autor chama “associações secretas, sejam quais forem os seus fins e organização”. [...]»


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Poemas


ALBERTO CAEIRO [FERNANDO PESSOA]
pref. João Gaspar Simões e Luís de Montalvor
capa de Almada Negreiros

Lisboa, 1997
Edições Ática, S.A.
edição especial para a Ourivesaria Anselmo (10.ª edição da Ática)
20,1 cm x 14,2 cm
120 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

No tempo em que os comerciantes tinham um pouco mais de cultura do que hoje em dia, era possível que um ourives encomendasse a uma editora estabelecida uma tiragem especial de um dos maiores vultos da língua portuguesa. Hoje, se tal acontecesse, certamente a escolha recairia sobre algum treinador de bola armado em escritor, ou sobre alguma ex-amante de dirigente desportivo... e, assumidamente, nem sequer escritora!
De Pessoa, este será talvez o mais interessante dos seus heterónimos. Pelo menos, o mais terra-a-terra...

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Ode Marítima


ÁLVARO DE CAMPOS [FERNANDO PESSOA]

Lisboa, 1959
Ática Limitada / Oficinas Gráficas da Editorial Império
3.ª edição [1.ª edição autónoma]
19,6 cm x 14,4 cm
48 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco
miolo impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
é o exemplar n.º 168 de uma tiragem declarada de 500 exemplares da edição comemorativa do 24.º aniversário da morte de Pessoa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi no Orpheu 2, em 1915, que esta Ode primeiro desafiou os leitores nacionais. A sua narratividade futurista, o seu verso branco livremente aberto à entrada do mítico navio na barra do Tejo, o seu atrevimento estético contra o naturalismo do século XIX acalentado até pelos republicanos então no poder, vinham dar razão de obra-prima da poesia mundial a um poema que sublinha despudoradamente o cínico triunfo da máquina tout court, e da “máquina” comercial, sobre o homem. E todavia, o seu verdadeiro autor, Pessoa, era partidário das mais retrógadas ideias políticas, as da direita monárquica e do integralismo lusitano...

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Odes


RICARDO REIS [FERNANDO PESSOA]
capa de Almada Negreiros
[org. João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor]

Lisboa, 1946 [aliás, Dezembro de 1945]
Edições Ática
1.ª edição (em livro)
19,7 cm x 14,3 cm
200 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse do escritor José Palla e Carmo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deste vasto conjunto de versos de Reis / Pessoa, à data do trabalho póstumo de compilação de Gaspar Simões e Montalvor apenas pouco mais de uma vintena era conhecida, de publicação nas revistas Athena (1924) e Presença (1927, 1928, 1931 e 1934).

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Odes


RICARDO REIS [FERNANDO PESSOA]
capa de Almada Negreiros
[org. João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor]

Lisboa, 1946
Edições Ática
1.ª edição (em livro)
20,1 cm x 14,5 cm
200 págs. [- 4 págs.]
impresso sobre papel avergoado
encadernação recente inteira em sintético com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva as capas de brochura (envelhecidas), foi ligeiramente aparado e encadernado sem as primeiras duas folhas
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, dezembro 14, 2014

Miscelânea [junto com] Carnaval Literário


M. TEIXEIRA-GOMES

Lisboa, 1937 e 1939
Seara Nova
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
19,3 cm x 13 cm
352 págs. + 320 págs.
subtítulo (do vol. II): 2.ª parte de «Miscelânea»
exemplares estimados; miolo limpo
o segundo volume apresenta no frontispício carimbos e assinatura de posse de Mário Portocarrero Casimiro, assim como a indicação manuscrita não assinada de «Oferta do auctor 1959» no ante-rosto
ocasionais sublinhados muito discretos somente neste mesmo volume
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

A segunda parte deste conjunto de memórias políticas e epistolografia foi proibido pelo regime do Estado Novo, deselegância costumeira para com os cidadãos, fossem eles meros artistas ou intelectuais, fossem eles candidatos ao Nobel, fossem eles antigos presidentes da República.

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Regressos [junto com] Apenso à 1.ª edição



M. TEIXEIRA-GOMES

Lisboa, 1935
«Seara Nova»
1.ª edição (ambos)
[19,3 cm x 13 cm] + [18,7 cm x 12 cm]
308 págs. + 24 págs.
compostos manualmente em Elzevir
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

É sobretudo um livro de memórias de viagem. Évora, Alcobaça, Sintra, a Batalha, Coimbra, Braga e o Bom Jesus são apenas alguns dos lugares aflorados... E Lisboa, claro, amplamente. Teixeira-Gomes, que foi presidente por uma República anterior aos que arrancaram em Maio, viveu um exílio voluntário de oposição ao regime salazarista, o que lhe valeu a disponibilidade para criar uma obra literária ainda hoje de incontornável mérito. «[...] Quis-se e fez-se como escritor de uma só peça – refere Urbano Tavares Rodrigues [Teixeira-Gomes e a Reacção Antinaturalista, Casa do Algarve, Lisboa, 1960]. – Esteta e moralista, afirmou o direito que ao homem assiste de perseguir a sua felicidade no emprego natural de si próprio, sem entraves de nenhuma ordem. [...]»

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Crónicas da Rússia dos Soviets


HERLANDÉR RIBEIRO

Lisboa, 1927
Gráfica, Limitada
1.ª edição [em livro]
19 cm x 13,8 cm
208 págs.
exemplar manchado na capa e nas primeiras e últimas páginas; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas inicialmente publicadas no Diário de Lisboa.

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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Cinco Personalidades Literárias


ÓSCAR LOPES

Porto, s.d. [1961, seg. BNP]
Livraria Civilização
1.ª edição
20,2 cm x 11,3 cm
184 págs.
subtítulo: Jaime Cortesão – Aquilino Ribeiro – José Rodrigues Miguéis – José Régio – Miguel Torga
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de cinco importantes ensaios anteriormente publicados avulso em periódicos.

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Páginas de Memórias


JÚLIO DANTAS

Lisboa, 1968
Portugália Editora
1.ª edição
20,3 cm x 14 cm
356 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dantas, preocupado com o surgir de alguma hipotética falsificação da sua biografia, e, inspirado num caso de Bernard Shaw, que aludia a castigos radicais para os prevaricadores, mete mãos à obra, tecendo a seu jeito estas memoráveis páginas. Todavia, só conta aquilo que o não deslustra. É cirurgicamente omitida aqui a sua colisão frontal com os futuristas / modernistas portugueses. Nem sombra dos nomes de Fernando Pessoa ou de Almada Negreiros!, embora valorize em capítulo próprio um «almoço com Marinetti», pioneiro da corrente futurista e autoritário braço direito de Mussolini...

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Pátria Portuguesa



JÚLIO DANTAS
ilust. Alberto Sousa

Lisboa, 1914
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição [em livro]
24,7 cm x 17,7 cm
296 págs. + 1 folha em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
impresso sobre papel superior creme
sóbria encadernação de amador inteira em tela com a capa de brochura espelhada
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A AFONSO COSTA, ENTÃO PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONTESTADO POR MACHADO SANTOS
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

No pórtico:
«Obra publicada em folhetins no jornal de Lisboa “A Capital” e louvada em portaria do govêrno da República Portuguesa, de 20 de dezembro de 1913 (“Diario do Govêrno”, n.º 301 de 26 do mesmo mês e ano).»

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Lisboa dos Nossos Avós


JÚLIO DANTAS
na capa gravura de Roque Gameiro

Lisboa, 1969
Câmara Municipal de Lisboa
2.ª edição
24,1 cm x 16,7 cm
284 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado, capa com vagos sinais de foxing; miolo limpo
ostenta no frontispício o ex-libris de Costa Junior
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dantas – o inefável Dantas, que teve honras de desprezo por parte dos futuristas, com Almada Negreiros na liderança – traz-nos neste seu conjunto de crónicas a memória, por exemplo, do carnaval, dos «peraltas», dos «ché-chés», do Passeio Público, das «toiradas reais do Terreiro do Paço»... (o mesmo Terreiro do Paço que alberga hoje, por exemplo, o Ministério da Justiça!), e tantas outras curiosidades e antigualhas. Talvez das mais interessantes passagens do livro seja o capítulo «Literatura de Cordel», até porque quadra com aquilo que Dantas representa na cultura nacional.

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Contos


JÚLIO DANTAS
capa de Luiz (?)

Lisboa, s.d. [1930]
Sociedade Editora Portugal–Brasil de Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição / 1.º milhar
19,1 cm x 12,3 cm
224 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor que, no início da sua carreira literária, tendo chegado a colaborar n’A Paródia de Bordalo Pinheiro, acabou como objecto académico de chacota da geração seguinte.

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Eles e Elas


JÚLIO DANTAS
capa de Stuart

Lisboa, s.d. [circa 1930]
Companhia Editora Portugal–Brasil
4.ª edição / 14.º milhar
19,1 cm x 12,4 cm
236 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Espadas e Rosas



JÚLIO DANTAS
capa de AS [Alberto Sousa]

Lisboa / Rio de Janeiro, 1919
Portugal-Brasil Limitada – Sociedade Editora / Companhia Editora Americana – Livraria Francisco Alves
2.ª edição (ampliada)
19,1 cm x 12,3 cm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, com sinais de oxidação nas duas primeiras e nas duas últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Precisamente uma visita a casa do pintor Alberto Sousa, no Alentejo, constitui motivo de apontamento literário a Dantas, num livro que é a reunião de textos avulsos acerca disto e daquilo. Assim:
«[...] Diante dos cartões de Alberto Sousa eu não me limitei a supôr o Alentejo: vi-o, senti-o, respirei-o, fulgurou-me na retina, ardeu-me na pele, experimentei, perante essas obras de arte, a mesma sugestão de insenso, de ofuscante alentejanismo que até agora só me tinham dado os Ceifeiros de Fialho e a bárbara policromia dos tapetes de Arraiolos, onde fulge e canta toda a charneca em flor. [...]»

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Eva


JÚLIO DANTAS

Lisboa, 1924
Portugal-Brasil – Sociedade Editora
2.º milhar
19 cm x 12,3 cm
268 págs.
exemplar estimado, pequenas falhas no papel da capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Paço de Veiros


JÚLIO DANTAS
capa de Alberto Sousa

Lisboa, s.d. [1922]
Portugal-Brasil Limitada
3.ª edição
19 cm x 12,3 cm
108 págs.
exemplar muito estimado, com discreto restauro no bordo superior da capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça de teatro levada à cena no Teatro D. Amélia, a 28 de Fevereiro de 1903, e que em 1920 já contava com duas importantes traduções, uma para alemão, outra para castelhano.

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quarta-feira, dezembro 10, 2014

Restauro de Órgãos


[ANÓNIMO]
grav. Oficinas Marques Abreu (Porto)

s.l. [Lisboa], Setembro de 1965
Ministério das Obras Públicas – Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
1.ª edição
boletim n.º 121
25,9 cm x 20,5 cm
24 págs. + 62 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
profusamente ilustrado
exemplar como novo; miolo por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

São referidos os trabalhos de restauro da talha levados a cabo nos seguintes órgãos: Sé de Braga, Igreja Matriz da Torre de Moncorvo, Capela de S. Miguel nos Paços da Universidade de Coimbra, Igreja do Mosteiro de Lorvão, Sé de Évora, Igreja de S. Vicente de Fora, Igreja de Santa Maria de Óbidos, Igreja do Asilo dos Inválidos Militares de Runa, Igreja do Mosteiro de Grijó em Vila Nova de Gaia e Igreja do Seminário de Viseu.

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Portugal Romano


JORGE DE ALARCÃO

Lisboa, 1973
Editorial Verbo
1.ª edição
20,3 cm x 14,9 cm
280 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, coloração da capa com sinais da presença continuada da luz; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Continua os trabalhos de investigação que Leite de Vasconcelos (1913) e Virgílio Correia (1928) levaram a cabo acerca da ocupação romana em Portugal, do mesmo modo que dá fé dos estudos entretanto avulsamente surgidos.

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Ruínas de Conímbriga


[ANÓNIMO]
grav. Oficinas Marques Abreu (Porto)

s.l. [Lisboa], Junho de 1964
Ministério das Obras Públicas – Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
1.ª edição
boletim n.º 116
26,7 cm x 20,5 cm
38 págs. + 2 folhas em extra-texto (cor) + 2 desdobráveis em extra-texto (plantas) + 30 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
subtítulo: Consolidação de Mosaicos
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Igreja da Misericórdia – Freixo de Espada à Cinta


[ANÓNIMO]
grav. Oficinas Marques Abreu (Porto)

s.l. [Lisboa], Dezembro de 1963
Ministério das Obras Públicas – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
1.ª edição
boletim n.º 114
27 cm x 20,5 cm
26 págs. + [6 págs. em extra-texto + 6 folhas desdobráveis em extra-texto (desenhos de plantas e alçados)] + 26 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
profusamente ilustrado
exemplar como novo; miolo por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Freixo de Espada à Cinta é aqui sublinhada como «Sentinela vigilante das terras fronteiriças da velha Castela», com os seus monumentos de interesse histórico e arqueológico, entre os quais se destaca a igreja quinhentista da Misericórdia.

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Frescos


[ANÓNIMO]
grav. Oficinas Marques Abreu (Porto)

s.l. [Lisboa], Dezembro de 1937
Ministério das Obras Públicas e Comunicações – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
1.ª edição
boletim n.º 10
25,8 cm x 20 cm
26 págs. + 48 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa e primeiras páginas manchadas no bordo inferior; miolo limpo
rótulo do inventário do visconde de Chanceleiros e de Vale de Gama colado no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Como tôda a Europa mediévica, Portugal conheceu e estimou a pintura mural, largamente praticada, entre nós, durante a época gótica, na era manuelina, e ainda no período renascentista anterior ao classicismo. [...]
Desconhecidas ou menosprezadas, as pinturas murais portuguesas não contavam sequer, anteriormente ao ano de 1921, nos domínios da História da Arte nacional, não existindo qualquer trabalho de investigação ou crítica que procurasse relacioná-las ou salientar a sua importância. [...]
São muito freqüentes as sobreposições, à primeira vista explicáveis por deficiências do material. A imortalidade que Francisco de Olanda, na Pintura Antiga, atribuia aos frescos, é condicionada pela combinação das pastas com as côres e pelo maior ou menor resguardo do ambiente. É possível, contudo, que mais que a deterioração dos indutos concorresse para a abundância de sobreposições, a mudança do gôsto e a pletora do dinheiro, na transição da era gótica para a Renascença. Encontram-se, com efeito, pinturas murais sobrepostas, que não distam meio século das que vieram cobrir, às quais, de resto, taparam freqüentemente sem as deteriorar. [...]
As estampas [...], escolhidas entre a copiosa documentação existente nos arquivos fotográficos da Direcção Geral, representam aspectos de pinturas murais, conservadas nas igrejas de Outeiro Sêco, Bravãis, Travanca, e Gatão, na capela da Senhora da Glória, da Sé de Braga, e no Cláustro Real da Batalha.»

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terça-feira, dezembro 09, 2014

O Círculo de Luz


NUNO BERMUDES
pref. Fernando Couto
capa e ilust. José Pádua

Beira (Moçambique), s.d. [circa 1972]
M. Salema & Carvalho, Lda.
1.ª edição
21,9 cm x 16,2 cm
124 págs.
subtítulo: Histórias de Caça
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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