terça-feira, janeiro 20, 2015

Athena – Revista de Arte


Lisboa, Outubro de 1924 a Fevereiro de 1925
dir. Fernando Pessoa e Ruy Vaz
5 números em 1 volume (colecção completa)
edição fac-similada, 1983
Contexto Editora, Lda.
26,6 cm x 19,6 cm
16 págs. + [2 págs. + 64 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 68 págs. + 1 cromo colado + 2 págs.] + [2 págs. + 70 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 68 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 54 págs. + 2 págs.]
profusamente ilustrados
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo a apresentadora desta reedição da Athena, Teresa Sousa de Almeida, a revista procurava ser «[...] uma alternativa possível nos anos vinte. À mundanidade da Contemporânea opunha a seriedade de uma reflexão teórica, praticamente inexistente em Portugal. Não pretendia desencadear nenhum movimento inaugurador como Orpheu, num tempo pouco propício a aventuras ou a paixões.
É preciso, no entanto, observar que atrás de Athena está, não uma geração que se tinha desfeito, mas apenas o esforço voluntarista de Pessoa que, assinando sob diferentes nomes textos e posições teóricas divergentes, procurou fazer dela o espaço de uma utopia. De facto [...] Athena é fundamentalmente uma encenação. Foi criada para que os poemas de Fernando Pessoa, de Ricardo Reis ou de Alberto Caeiro pudessem aparecer integrados num qualquer movimento, numa qualquer estética. O resto, diríamos nós, parafraseando ainda Pessoa a propósito de Orpheu, é quase paisagem. [...]»

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