quarta-feira, março 25, 2015

O Non Plus Ultra | do Lunario, | e Prognostico Perpetuo Geral, | e particular para todos os Reinos, e | Provincias. | Composto por | Jeronymo Cortez, | Valenciano. | Emendado conforme o Expurgatorio da Santa | Inquisição, e traduzido em Portuguez por | Antonio da Silva | de Brito




JERONYMO CORTEZ
trad. Antonio da Silva de Brito

Lisboa, 1757
Na Officina de Domingos Gonsalves
[3.ª edição (segundo Inocêncio)]
15,1 cm x 10,3 cm
[4 págs.] + 336 págs. + [4 págs.]
subtítulo: E no fim vai accrescentado com huma invenção curiosa de huns apontamentos, e regras para que se saibão fazer prognosticos, e discursos annuaes sobre a falta, ou abundancia do anno, e hum memorial de remedios universaes para varias enfermidades
profusamente ilustrado
encadernação da época inteira de carneira com rótulo na lombada gravado a ouro
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo e fresco
muito discretas rubricas de posse nos rodapés das págs. 9, 37, 115, 159, 221, 243 e 277
assinaturas de posse nas folhas-de-guarda anteriores e posteriores
PEÇA DE COLECÇÃO
270,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva cita a vertente obra na bibliografia do tradutor, sem nada adiantar acerca dele. Esclarece, entretanto, João Luís Lisboa no texto de abertura a Os Sucessores de Zacuto (Biblioteca Nacional [que possui idêntico exemplar], Lisboa, 2002):
«[...] A diferença entre um almanaque do ano e um lunário perpétuo, para além da estrutura periódica, é que o lunário perpétuo apresenta dados, seja sobre as posições dos astros, seja sobre festas móveis, de forma a que possam ser aplicados a um período mais longo que, ciclicamente, se repete. [...]»
O original castelhano é de Valência, publicado em 1594 e expurgado pela Inquisição em 1632, cuja primeira edição portuguesa data de 1703.

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