sexta-feira, junho 26, 2015

A Apostasía de um Bispo





EDUARDO DE NORONHA

Porto, s.d. [1910]
Magalhães & Moniz, Ld.ª – Editores
1.ª edição
18,6 cm x 12,5 cm
432 págs.
subtítulo: Novella inacreditavel, mas verdadeira, de um homem que foi fidalgo, frade, bispo, nababo, general e o mais galanteador dos principes da Igreja
ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela gravada a ouro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo no geral limpo, com uma nota manuscrita à margem da pág. 8 e discreto sublinhado na pág. 13
assinatura de posse de [?] Conceição-Rodrigues sobre o frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota Ao Leitor:
«[...] D. António José de Noronha, fidalgo pelo nascimento, frade por conveniencias de familia, bispo de Halicarnasso em recompensa dos serviços prestados a Luiz XV, rei de França, nas suas colonias do Industão, nababo por graça do gran-mogol e general em recompensa de valiosos serviços de guerra pelo conde de Ega, vice-rei da India, é um typo vivo, verdadeiro, de carne e osso, quasi moldado pelo popular e immortal D’Artagnan dos Tres Mosqueteiros de Alexandre Dumas, pae.
As proezas que esse homem praticou, o odio que votava aos ingleses então nossos irreconciliaveis inimigos no Oriente, a amisade que conquistou do celebre marquês de Dupleix, militar de lendaria bravura e administrador de vistas e medidas de larguissimo alcance, os seus quasi fabulosos rasgos de galantaria, a confiança que soube incutir ao severo marquês de Pombal, as vicissitudes porque passou sendo encerrado no Limoeiro depois de ter sido um heroe nas festas de Versailles, a satisfação que lhe foi dada por esse acto de irreflectida tyrannia e ingratidão, tudo isso, e o mais que omittimos por laconismo, nos proporcionou os materiaes, que colhemos em grande parte na bella e douta obra de Ismael Gracias O bispo de Halicarnasso, para a novella que submettemos ao bom criterio do leitor [...].»

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