quarta-feira, junho 17, 2015

Pantagruel, Rei dos Dípsodos

FRANÇOIS RABELAIS
tradução de Aníbal Fernandes
capa de pcd sobre desenho de Gustave Doré

Lisboa, 2006
frenesi
3.ª edição [revista]
19,8 cm x 13,8 cm
216 págs.
subtítulo: Restituído à verdade com seus factos e proezas espantosos escritos pelo falecido mestre Alcofribas abstractor de quinta-essência
impresso sobre papel superior
encadernação editorial inteira em pele gravada a relevo seco na pasta anterior e na lombada, guardas em papel de fantasia
é o n.º 19 de uma tiragem de 21 exemplares numerados e assinados a lápis pelo editor
exemplar novo
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Desde a 1.ª edição na editora & etc a esta 3.ª edição as traduções deste texto quinhentista francês vêm diferindo umas das outras dado o apuramento linguístico levado a cabo pelo tradutor, pelo que qualquer das três tem idêntico valor cultural. Como o mercado bibliófilo não se pauta por tais valores, houve, no entender do editor, que assinalá-la por meios extraordinários. Merecidos esforços estes – de tradutor e editor em consonância –, em prol de um escritor perseguido e abafado durante duzentos anos, e que somente os românticos e o século XIX irão trazer definitivamente para a ribalta. «[...] Do lado dos rendidos – tantos –, o depoimento de Jean Cocteau continua a ser dos mais belos: “Rabelais é as entranhas da França, os grandes órgãos de uma catedral cheia de esgares do diabo e do sorriso dos anjos. Só o respeito me impediu de escrever sobre a sua obra. Sonhamos com um Rabelais ilustrado por Hieronymus Bosh. Talvez esse livro maravilhoso exista num céu qualquer.” [...]»

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