sexta-feira, julho 24, 2015

“Orpheu” – Revista Trimestral de Literatura [junto com] Orpheu 3 (Povas de Página)





a) Lisboa, Janeiro-Fevereiro-Março, Abril-Maio-Junho de 1915
dir. Luiz de Montalvôr e Ronald de Carvalho [n.º 1], Fernando Pessôa e Mario de Sá-Carneiro [n.º 2]
ed. Antonio Ferro
Typografia do Comércio
b) Porto, 1983
Edições Nova Renascença (José Augusto Seabra)
1.ª edição (todos)
3 números em 2 volumes (colecção completa)
27,8 cm x 21,5 cm (estojo): 25 cm x 17 cm (n.os 1 e 2, enc.) + 26,5 cm x 21 cm (n.º 3, br.)
[4 págs. + 84 págs.] + [4 págs. + 80 págs. + 4 extra-textos em dupla página (couché)] + [VIII págs. + 64 págs.] (numeração contínua)
a) encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada com nervuras igualmente pontuadas a ouro e filetes nos remates do corte da pele nas pastas; aparo de acerto e carminado apenas à cabeça; conserva todas as capas de brochura
b) brochura
exemplares em bom estado de conservação, pequeno restauro no bordo inferior da capa do n.º 1; miolo limpo, o n.º 3 está como novo
acondicionados em elegante estojo próprio de confecção recente
PEÇA DE COLECÇÃO
3.800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Disse Almada Negreiros (Orpheu 1915-1965, Ática, Lisboa, 1993), em memória da criação da revista: «[...] De mais extraordinário não vejo senão que tenha sido um movimento os nossos encontros pessoais entre companheiros de revista.
[...] Até este momento nada mais disse que “Orpheu” tinha sido o nosso encontro actual das letras e da pintura. É tudo o que queria ter dito. A continuar seria isto mesmo no resultado do “Orpheu”. Nenhuma geração post “Orpheu” se acusa no da pintura não separada do seu encontro com as letras. “Orpheu” continua. [...]
O selo do “Orpheu” era a modernidade. Se quiserem, a vanguarda da modernidade. A nossa vanguarda da modernidade. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089