terça-feira, outubro 20, 2015

As Desvirtuosas Malfeitorias


JOAQUIM MADUREIRA [BRAZ BURITY]

Lisboa, 1930
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (filhos)
1.ª edição (1.º milhar)
19 cm x 12,3 cm
8 págs. + 312 págs. + 2 folhas em extra-texto (uma delas dupla)
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado, lombada gasta; miolo limpo, pontualmente por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«Crítico iconoclasta, panfletário anarquizante, e que veio a ser, em 1937, director de O Diabo fundado por Artur Inês, assinou com o seu nome e com o pseudónimo Brás Burity algumas das páginas mais sarcásticas que depois de Fialho se escreveram em português. Não poupou nenhuma instituição política, social ou cultural [...].»
O vertente livro não foge à regra.

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