segunda-feira, novembro 30, 2015

Historia | de | Portugal | Restaurado



D. LUIZ DE MENEZES, Conde da Ericeira

Lisboa, 1751 e 1759
Na Offic. de Domingos Rodrigues [I], Na Officina de Antonio Vicente da Silva [II], Na Officina de Joseph Filippe [III] e Na Offic. de Ignacio Nogueira Xisto [IV]
3.ª edição
4 tomos (completo)
21,2 cm x 16 cm
[12 págs. (não num.) + 494 págs. (salto na num. da pág. 256 para a pág. 267, sem falta de texto] + [8 págs. (não num.) + 568 págs.] + [8 págs. (não num.) + 520 págs. (cadernos trocados entre as págs. 100 e 109, sem falta de texto; salto na num. da pág. 416 para a pág. 467, sem falta de texto] + [8 págs. (não num.) + 608 págs.]
subtítulo: [...] em que se dá noticia das mais gloriosas | acções affim politicas, como militares, que obráraõ os Portu- | guezes na reftauraçaõ de Portugal, defde o primeiro de De- | zembro de 1640, até ao principio do anno de 1643
encadernações coevas inteiras em pele, lombadas com nervuras e gravação a ouro nas casas e nos rótulos
pouco aparados, corte carminado no tomo III que apresenta encadernação dissemelhante
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
550,00 eur (IVA e portes incluídos)

«D. Luis de Menezes, terceiro Conde da Ericeira, Commendador da Ordem de Christo, General d’Artilheria, e Veador da Fazenda no reinado d’elrei D. Pedro II, cujo partido seguíra nas discordias e intrigas palacianas, que originaram a deposição de D. Affonso VI. Nasceu em Lisboa a 22 de Julho de 1632. Suicidou-se, precipitando-se de uma das janellas que cahiam para o jardim do seu palacio, em 26 de Maio de 1690. A sua paixão pelas artes fabris e industriaes, e o impulso que deu á introducção d’ellas n’este reino, valeram-lhe a denominação de Colbert portuguez. Muitos o confundiram erradamente com seu filho, o conde do mesmo titulo D. Francisco Xavier de Menezes [...].
Comprehende esta Historia a narração de todos os successos militares e politicos occorridos em Portugal desde a restauração de 1640 até ao anno de 1668, em que se celebraram as pazes com Castella. É escripta com clareza e gravidade de locução, posto que alguns criticos mais rigoristas lhe não concedam perfeita e constante pureza da linguagem. Seu auctor é tido como classico de segunda ordem, mas primeiro no que diz respeito aos termos e vozes facultativas e proprias da milicia. Ha quem o taxe de miudo em demasia nas suas narrativas: e na parte em que tracta de D. Affonso VI pésa sobre elle a nota de suspeição, por ser, como fica dito, da parcialidade contraria. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860)

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