domingo, janeiro 10, 2016

António Pedro 1909-1966 [catálogo]


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA [org.]

Caminha / Porto / Lisboa, 1979
Câmara Municipal de Caminha / Centro de Arte Contemporânea do Porto / Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição [única]
23,9 cm x 20 cm
120 págs.
subtítulo: Pintura Escultura Cerâmica Poesia Romance Teatro Teoria Crítica Política Jornalismo – Exposição Retrospectiva
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso sobre couché mate
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Prestam aqui homenagem crítica e apologética a António Pedro os seguintes literatos, pintores, ensaístas: Adolfo Casais Monteiro, António Dacosta, Carlos Wallenstein, Eduardo Lourenço, Fernando de Azevedo, Fernando Lemos, Fernando Pernes, Giuseppe Ungaretti, Jorge de Sena, Nicolas Calas, Patrick Waldberg, Paulo Mendes de Almeida e o próprio José-Augusto França. Do homenageado é de citar a seguinte passagem, extraída da badana do seu Proto-Poema da Serra d’Arga:
«Filologicamente amador é o que ama. Na linguagem corrente também, e opõe-se a profissional. Amor e profissão, quando se juntam, dão consequentemente profissão de amador e amor de profissional. A primeira confusão dá de comer aos críticos e às galerias de arte, quando as há: a segunda faz nascer os homens de letras, os artistas profissionais e as prostitutas. Nas confusões parece que é sempre tudo a ganhar... Mas entre as muitas coisas erradas e do meu gosto que me têm chamado, é a mais certa, e do meu gosto terem-me chamado amador

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