quinta-feira, janeiro 21, 2016

Oguim


RIUNOSSUQUÉ ACUTAGAUÁ
trad. José Cabral de Lacerda e Minóru Izauá

Lisboa, 1930
Imprensa Nacional
1.ª edição
20,2 cm x 14,6 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior aparado apenas à cabeça
folha de rosto a duas cores
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio dos tradutores, que pretendiam vir preencher a ausência de conhecimento da civilização nipónica, nesses anos que antecederam o crime nuclear cometido pela administração norte-americana:
«[...] O encerramento dos portos do Japão (1639), aos portugueses e espanhóis, coincidiu com a decadência literária dêstes dois países. Desde então, como é natural, as publicações portuguesas sôbre o Japão rarearam. [...]
O Japão actual não pode ser representado pelas Gueixas nem pelo Fujiama: resulta da fusão harmónica das ideias e dos costumes do Ocidente e do Oriente. [...]»
E é a luta entre dois credos, cristianismo e budismo, o que nos traz a “lenda” de Oguim.
Oitenta anos volvidos, e o Japão (nuclear) volta a ser conhecido pelas piores razões do desenvolvimento mercantil... enquanto a sua cultura milenar fica votada a uma morte cancerígena e à promoção de um contágio nocivo.

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