terça-feira, fevereiro 23, 2016

Aguarelas de Lisboa


JOSÉ DIAS SANCHES

Lisboa, 1942
Grupo «Amigos de Lisboa»
1.ª edição
26,6 cm x 20,1 cm
24 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o próprio autor, trata-se aqui de «[...] uma despretenciosa palestra sôbre alguns motivos do passado [...]». Começa, pois, a sua intervenção pública com a descrição de uma caçada real setecentista na Tapada da Ajuda, passando logo à notícia de várias procissões, porque as «[...] procissões efectuadas em Lisboa desde a conquista da cidade aos mouros até fins do século XVIII, são preciosos motivos para uma reconstitüição do passado. || Nas procissões estudamos os trajos, os usos, os costumes, os ritos, as pragmáticas, em suma, comparamos as épocas. [...]» E sempre tendo em vista essa busca do passado que fez de nós o que somos no presente, Dias Sanches segue descrevendo a vida nos mercados locais: «[...] É nas ruas da cidade que continuamos a pintar as aguarelas de lisboetas. || É nas ruas que copiamos a vida regional, vida popular, aquela vida que se agita como nervos duma terra que trabalha de sol a sol. || As feiras de Lisboa são belos modelos, são óptimos motivos para hoje reconstituirmos, como admiráveis quadros bairristas, a-pesar dos escassos informes da sua história nos impedirem uma visibilidade lucida e definida. [...]»

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