quarta-feira, março 23, 2016

Miguilim e Manuelzão



JOÃO GUIMARÃES ROSA
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição ?]
21,8 cm x 15,2 cm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o grande modernista brasileiro. Ou, como disse Vítor Manuel de Aguiar e Silva (vd. Guimarães Rosa, Instituto Luso-Brasileiro, Lisboa, 1969):
«[...] Experimental, a arte de Guimarães Rosa? Sim, decerto, se experimentalismo é ensaio contínuo de novos processos e caminhos no domínio da arte. Mas o experimentalismo de Guimarães Rosa está muito distante do mero ludismo, embora também dele comparticipe, como aliás toda a expressão artística. A busca experimentalista de Guimarães Rosa, ao nível da linguagem e das estruturas estilísticas e narrativas, é homóloga de outra busca – da busca essencial do homem de todos os tempos, na tentativa de se conhecer – e por isso ela é profundamente sincera, no sentido que Fernando Pessoa concedia a esta palavra: por ela perpassa terrivelmente a consciência atormentada de existir.»

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