sexta-feira, julho 22, 2016

Miquelina, Rapariga Moderna


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Manuela

Lisboa, 1942
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
236 págs.
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto da Costa (1899-1954), escritor ao serviço do Estado Novo, também tentado pelo romance, vem aqui dar voz a uma nação de costas voltadas para todo e qualquer sinal cosmopolita que pudesse tirá-la do nabal, mediante a historieta moralista de uma improvável Miquelina dos anos 40, modelo de frivolidade, «produto standardizado [...] de uma sociedade futilizada», «rapariga fútil, fabricada em série, como boneca americana».

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