quinta-feira, agosto 25, 2016

As Artes ao Serviço da Nação


[C. (CÉSAR) H. (HENRIQUE) MOREIRA BAPTISTA, pref.]

Belém (Lisboa), 1966
Museu de Arte Popular
[1.ª edição]
15,6 cm x 17 cm (oblongo)
60 págs. + 36 págs. em extra-texto
subtítulo: 40.º Aniversário da Revolução Nacional
profusamente ilustrado
exemplar como novo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirmava César Moreira Baptista, na qualidade de Secretário Nacional da Informação, «[...] a certeza de que os nossos Artistas, pela imaginação, poder inventivo e técnica, são também nova face de um Portugal inteiramente renovado [...]», dando assim a impressão de um país domesticado, não só por via do analfabetismo activo, mas acima de tudo pela branda cumplicidade dos que sabiam ler e escrever. Na roda-viva dos intelectuais ao serviço do regime fascista vamos encontrar, na vertente fonte primária, nomes que, mais tarde, tentaram, democraticamente, imiscuir-se entre o povo-que-lavas-no-rio: Jorge Vieira, José Rodrigues (escultores), José Segurado, Conceição e Silva, Sena da Silva (arquitectos), Alice Jorge, António Charrua, António Dacosta, Artur Bual, Cândido Costa Pinto, João Abel Manta, João Hogan, Júlio Pomar, Júlio Resende, Paulo Guilherme, Rogério Ribeiro, Vespeira (pintores), e muitos outros.

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