quarta-feira, outubro 05, 2016

Companheiros [junto com] carta manuscrita de Esther de Lemos




ESTER DE LEMOS

Lisboa, 1959
Edições Ática
1.ª edição
[19,7 cm x 14 cm (livro)] + [21 cm x 13,5 cm (manuscrito)]
768 págs. + 1 folha (carta autógrafa redigida a vermelho apenas na frente)
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
inclui da cinta promocional «Prémio Eça de Queirós 1960 Atribuído por unanimidade»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome inteiro Maria Esther Guerne Garcia de Lemos, notabilizou-se por uma escrita que ora expõe os jovens perante o adulto, ora é mesmo dirigida à juventude. No geral, a sua obra entronca naquilo que António José Saraiva / Óscar Lopes sublinham algures na História da Literatura Portuguesa (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989):
«[...] Uma das feições mais notáveis do pós-guerra é o desenvolvimento da ficção de autoria feminina, fenómeno aliás universal, mas entre nós de extraordinário relevo histórico-social e temático. Algumas das autoras celebradas pela crítica dos anos 50-60 não passaram de um bom livro, ou parecem nele ter dado o essencial do seu recado, o que evidencia o aspecto social do fenómeno como consciência acerca de situações femininas típicas na sociedade portuguesa; e isso liga-se a factores como a crescente entrada das mulheres nas profissões intelectuais e a dissolução das dependências domésticas. [...]»
Nem todas, porém, se ficaram pelo pouco fôlego de obra isolada, caso a que Esther de Lemos faz jus.

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