quarta-feira, novembro 30, 2016

Jornal de Notícias – A Memória de um Século (1888-1988)


FERNANDO DE SOUSA
grafismo de João Machado

Porto, 1988
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
30,6 cm x 24,2 cm (álbum)
432 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel couché mate de gramagem superior
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda ilustradas
exemplar como novo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, novembro 29, 2016

Manuel du Libraire et de l’Amateur de Livres



JACQ.[UES]-CH.[ARLES] BRUNET, filho

Paris, 1814
Chez Brunet, Libraire
2.ª edição
4 tomos (completo)
20,1 cm x 13,5 cm
[4 págs. + XII págs. + 532 págs.] + [4 págs. + 512 págs.] + [4 págs. + 506 págs.] + [XII págs. + 428 págs. + 84 págs.]
luxuosa e uniforme encadernação recente em meia-francesa com cantos em pele e ferros a ouro na lombada, nova, pouco aparado
[sem capas de brochura ?]
exemplares em bom estado de conservação; miolo muito limpo
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dicionário bibliográfico de referência, da autoria do conhecido livreiro francês que viveu entre 1780 e 1867.

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Comemoração do 25.º Aniversário da Morte de Fernando Pessoa


Lisboa, Dezembro de 1960
S. N. I. – Palácio Foz
1.ª edição [única]
23,5 cm x 16,7 cm
4 págs. + 2 folhas (encartes)
impresso sobre papel superior avergoado creme
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do programa da referida comemoração, constituída por exposição alusiva à vida e à obra do poeta, assim como duas conferências, a representação dramática de poemas do mesmo e leitura avulsa de versos acompanhados à guitarra.

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Fernando Pessoa – Uma Fotobiografia



MARIA JOSÉ DE LANCASTRE
grafismo de Ta Bonjo Antukkj e Armando Alves

Lisboa, 1981
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
Centro de Estudos Pessoanos
1.ª edição
28,2 cm x 19,2 cm
VIII págs. + 328 págs.
profusamente ilustrado
brochura com capa e sobrecapa impressas
exemplar em muito bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho de referência, ilucidativo de um percurso de vida, de um percurso de criação literária, das fontes de informação, etc., daquele que foi o mentor poético do século XX.

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Grandeza da Farmácia


J. ALVES DA SILVA
pref. Américo Pires de Lima

Porto, 1940 («ano dos centenários de Portugal»)
s.i. [Tip. Sequeira, Limitada]
1.ª edição
20,7 cm x 14,8 cm
488 págs. + 9 folhas em extra-texto
subtítulo: A Obra Científica e Social dos Farmacêuticos Através dos Tempos – Farmacêuticos Célebres
ilustrado
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dicionário de farmacêuticos. Devemos lembrar que nem sempre esta profissão se cingiu à mera comercialização de especialidades criadas em laboratórios com interesses económicos transnacionais. Épocas houve em que o farmacêutico reunia o saber suficiente, não só para manipular ingredientes terapêuticos, mas sobretudo para proceder ao despiste rápido ou à medicação de maleitas mais óbvias. Neste último aspecto, o farmacêutico foi por vezes, em tempos idos, o único apoio junto de populações distanciadas dos grandes centros urbanos. Hoje é, sobretudo, um mero retalhista ou, na melhor das hipóteses, um gestor de produtos.

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A Botica do Azevedo (1775-1948)


MANUEL EMYGDIO DA SILVA
capa de Raul Lino
desenhos de Júlio Neuparth

Lisboa, s.d. [1948 ?]
Sociedade Industrial Farmacêutica
1.ª edição
24,8 cm x 19 cm
136 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
exemplar estimado, contracapa empoeirada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

História das farmácias do Rossio e de São Roque, e da Sociedade Industrial Farmacêutica. É também, e principalmente, a crónica dos lugares que ocupavam na cidade de Lisboa e das várias épocas passadas. Basta referir que o Rossio foi sempre um ponto de encontro de conspiradores e revolucionários, aqui referidos, para se ter uma ideia da importância do vertente livro. Por seu turno, farmácias, barbeiros e carvoarias sempre fizeram parte da mais antiga tradição de convívio social.

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Poesias Patrioticas e Outras Ineditas


A. [ALBINO] A. [ANTÓNIO] D’ANDRADE E ALMEIDA
pref. Thomaz Ribeiro

Lisboa, 1899
Typographia Mattos Moreira & Pinheiro
1.ª edição
21 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Albino António de Andrade e Almeida foi «[...] segundo oficial do antigo Ministério das Obras Públicas e por muitos anos secretário da patriótica Comissão Primeiro de Dezembro de 1640, onde prestou bons serviços com dedicação e desinterêsse. Fundou uma folha para defender os interêsses dessa comissão e da pátria, e publicou um livro de versos com introdução do ilustre poeta Tomás Ribeiro, de quem fôra intimo. Alêm disso colaborou em prosa e em verso em diferentes periódicos literários e políticos.
Era casado com uma filha dilecta da poetisa D. Antónia Gertrudes Pusich.» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Dicionário Bibliográfico Português, tomo XXII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1923)

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domingo, novembro 27, 2016

Narrativas do Tempo Primitivo


H. G. WELLS
trad. Henrique Marques Junior
capa de José Leite

Lisboa, 1902
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
104 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO EDITOR GOMES DE CARVALHO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira obra de H. G. Wells (1866-1946) vertida para português, segundo informação do próprio editor na sua dedicatória.

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Meanwhile



H. G. WELLS

Londres, 1927
Ernest Benn Limited
1.ª edição
texto em inglês
19 cm x 13,1 cm
288 págs.
subtítulo: The Picture of a Lady
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro na lombada
sem sobrecapa [?]
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sob a Cinza do Tédio


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Coimbra, 1944
Editorial Nobel
4.ª edição
19,6 cm x 13,2 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Romance de uma consciência
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente volume inclui ainda a reedição dos livros autónomos Revoada Romântica e Uma Viagem à Fobolândia.

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Portugal nas Guerras Europêas


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1914
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
21,9 cm x 14,9 cm
90 págs.
subtítulo: Subsidios para a comprehensão dum problema de politica contemporanea
encadernação modesta de amador em tela de fantasia, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fidelino passa em revista os motivos diplomáticos ou políticos da presença bélica de Portugal, após a Restauração, em conflitos alguns nem directamente relacionados com a integridade das fronteiras do nosso território. E conclui, num brilhante resumo das causas múltiplas na origem da Primeira Guerra Mundial, qual o papel que aí nos caberia, como país obrigado a tomar posição aliada de potências empenhadas em conter a arrogância imperial germânica.

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Um Coleccionador de Angústias



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1953
Guimarães & C.ª Editores
2.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
328 págs.
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar estimado, com antigas manchas de humidade na capa e nas primeira e última folhas; miolo limpo, por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao escritor humorista Armando Ferreira
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma espécie de autobiografia literária em que Fidelino de Figueiredo vai reflectindo, ao longo da sua cronologia pessoal, nos problemas sociais, culturais, filosóficos por que passou.

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No País dos Homens-Leões


ATTILIO GATTI
trad. António Costa e Almeida

Porto, 1941
Livraria Tavares Martins
2.ª edição
19,6 cm x 13,8 cm
328 págs. + 8 págs. em extra-texto
subtítulo: Nove Anos Entre os Zulus, Bantos, Pigmeus, etc.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Entre os Pescadores de Pérolas


FRED BLANCHOD
trad. Vasco Rodrigues

Porto, 1942
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,5 cm x 13,6 cm
276 págs. + 3 folhas em extra-texto
subtítulo: Arábia – Zanzibar – Ceilão
ilustrado em separado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, papel acidulado
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sôbre o Saará Ardente


WILLIAM B. SEABROOK
trad. Campos Monteiro

Porto, 1945
Livraria Tavares Martins
2.ª edição
19,5 cm x 13,8 cm
296 págs. + 8 págs. em extra-texto
subtítulo: Viagem aérea através do deserto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Homens Brancos nos Trópicos


ERLING BACHE
tradução de António Brochado

Porto, 1944
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição]
19,5 cm x 13,9 cm
272 págs. + 4 folhas em extra-texto
subtítulo: O Extremo-Oriente em Foco
colecção “Por Terras de Maravilha” dirigida por Campos Monteiro
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta na pág. 3 o carimbo «Homenagem da Casa Editora»
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lê-se como um livro de aventuras esta crónica de viagem pelo Bali, Bangkok, Cantão, Manila, Bombaim, Calcutá, Xangai, Hong-Kong, etc. Redigido antes da II Guerra Mundial por um jornalista, que é dinamarquês, e que uma ausência de quinze anos por essas terras distantes lhe deu a visão do que aí vinha.

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Objectos e Alfaias Decoradas do Museu de Etnologia do Ultramar


FERNANDO GALHANO

Lisboa, 1968
Junta de Investigações do Ultramar – Centro de Estudos de Antropologia Cultural
1.ª edição
vol. I [único publicado]
28,7 x 22,8 cm
152 págs.
subtítulo: I – Portugal Metropolitano
profusamente ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fernando Galhano (1904-1995) foi um dos fundadores do Museu de Etnologia de Lisboa, aberto ao público em 1985 (apesar do edifício estar concluído desde 1974). Convidado em 1948 por Jorge Dias para o Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, recém-criado na cidade do Porto, passam os seus trabalhos, a partir daí, a identificarem-se com as actividades desse Centro e com as do Centro de Estudos de Antropologia Cultural da Junta de Investigações do Ultramar em Lisboa. Paralelamente às suas funções como investigador-etnógrafo, desenvolve o seu talento de pintor e desenhador, produzindo milhares de imagens que enriquecem hoje os arquivos das instituições por onde passou, documentando exemplarmente múltiplos aspectos da cultura portuguesa e africana. Em colaboração com outros membros da equipa, como Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira, assim como com outros autores, participou em centenas de acções que versaram temas tão diversos como a arquitectura popular, as alfaias agrícolas, os sistemas de transporte, cestaria, olaria, tecnologia têxtil e os sistemas de moagem e pesca.
No vertente livro é-nos mostrado um acervo de tratamentos estéticos, a talhe sobre madeira ou chifre, com que o povo humilde (pescadores, assalariados rurais, pastores, etc.) personalizou os utensílios das suas fainas. É sintomático como, já nesses finais dos anos 60, Galhano retoricamente se interrogava acerca do perecível destino dessas artes:
«[...] Com o alumínio e o plástico acabaram mesmo as coisas que se pudessem decorar com as velhas técnicas tradicionais. E é mesmo para perguntar o que será a arte popular de amanhã. Com esta produção industrial de todos os objectos de uso corrente, e com a divulgação geral de uma cultura mais vasta e consequente aproximação das classes sociais, não estaremos mesmo a assistir ao seu irremediável fim? [...]»

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Alfaia Agrícola Portuguesa


ERNESTO VEIGA DE OLIVEIRA
FERNANDO GALHANO
BENJAMIM PEREIRA

Lisboa, 1983
INIC – Instituto Nacional de Investigação Científica / Centro de Estudos de Etnologia
2.ª edição
24 cm x 17,5 cm
408 págs. + 156 págs. em extra-texto (reprod. fotog.) + 4 desdobráveis em extra-texto
impresso sobre papel superior
capa em cartolina não impressa com sobrecapa polícroma
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio:
«[...] Em todo este livro está presente Jorge Dias. A sua obra sobre os Arados Portugueses – de que aqui damos a súmula – inaugurou não só os estudos da alfaia agrícola portuguesa, mas também, com a monografia de Vilarinho da Furna, a sua carreira de etnólogo [...].»

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sábado, novembro 26, 2016

Guevara – Antologia


ERNESTO «CHE» GUEVARA
org., trad. e pref. Adriano de Carvalho e João Bernardo

s.l. [Porto], 1967
Novo Rumo
1.ª edição
20,9 cm x 13,5 cm
136 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE ADRIANO DE CARVALHO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de importantes escritos do Comandante, reunidos no imediato após o seu assassinato na Bolívia, em Outubro de 1967, a que os antologiadores juntaram na contracapa um poema, em sua homenagem, de Nicolás Guillén.
Acerca do jornalista Adriano de Carvalho (1937-2000), escreveu o poeta Carlos Loures (Estrolábio, pág. electrónica, 10 de Julho, 2010): «[...] Quando a maioria dos jornalistas se exprime num português que deve mais às telenovelas do que à leitura de clássicos, o Adriano merecia e deveria ter ocupado um lugar entre os melhores da sua profissão. [...]» Deve assinalar-se ainda a constante coragem política de Adriano de Carvalho, quer antes quer depois do dia 25 Abril, o que fez dele um dos “populares” promotores do assalto à PIDE e ali mesmo alvejado, a poucas horas da capitulação do quartel da Rua António Maria Cardoso.
João Bernardo (nasc. 1946) é hoje um conceituado pensador nos meios do comunismo radical. Fundador do jornal Combate, é com o livro Para uma Teoria do Modo de Produção Comunista que se torna uma referência teórica para o comunismo conselhista português contemporâneo. No conjunto, toda a sua obra de reflexão insere-se na crítica ao processo de transnacionalização do capital e aos gestores desse capital, entendidos como classe.

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Ubirajara


JOSÉ DE ALENCAR

Lisboa, s.d.
Empreza Literaria Universal
s.i.
19,4 cm x 13,3 cm
80 págs.
subtítulo: Lenda Tupy
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
carimbo de João Monteiro de Pina – Mercearia da Beira – Elvas no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o terceiro romance de José de Alencar (1829-1877) numa série indianista de nacionalismo romântico, a que se juntam O Guarani e Iracena. O índio que protagoniza esta história representa a base do povo brasileiro, cuja especificidade, por comparação com os europeus, Alencar desenha.

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Diva


JOSÉ DE ALENCAR
pref. Mário de Alencar

Rio de Janeiro – Porto, 1921
Livraria João do Rio / Annuario do Brasil (Almanak Laemmert) – Renascença Portuguesa
s.i. («Unica edição revista por Mario de Alencar»)
16,2 cm x 11,9 cm
148 págs.
subtítulo: Perfil de Mulher
capa impressa no verso da capa do tomo IX da Historia do Brazil de Rocha Pombo
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Martiniano de Alencar (1829-1877), um dos escritores marcantes no século XIX da cultura brasileira, é aqui dado a ler, por mão de seu filho, num romance de 1864, durante muito tempo publicado sem nome de autor, mas apenas as iniciais G. M.

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O Mar


JOÃO SARAIVA
capa de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro

Lisboa, 1889
Livraria A. Ferin
1.ª edição
25,5 cm x 17,4 cm
XVI págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo João Baptista Pinto Saraiva (1886-1948), diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990), foi «Deputado, governador civil e poeta, dirigiu a revista País de Turismo, juntamente com António Carneiro. A sua poesia neo-romântica, onde se manifesta muito a influência de João de Deus, chegou a ser, no seu tempo, celebrada, sobretudo pelos seus aspectos lírico-satíricos. [...] segundo Júlio Dantas, “as musas do [restaurante] Tavares, a que presidia Rafael Bordalo, glorificaram-no.”»

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quinta-feira, novembro 24, 2016

A Mulher na Expansão Ultramarina Ibérica, 1415-1815


C. R. BOXER
trad. Saúl Barata
capa de Moura-George

Lisboa, 1977
Lisvros Horizonte, Lda.
1.ª edição
18 cm x 11,7 cm
168 págs.
subtítulo: Alguns factos, ideias e personalidades
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Os construtores dos impérios espanhol e português levaram consigo para além-mar a bagagem mental que haviam acumulado na Península; dessa bagagem fazia parte a opinião de que as mulheres são inferiores física, intelectual e espiritualmente – opinião que as mais altas instâncias, legais e religiosas, compartilhavam em absoluto.
O Professor Boxer, percorrendo quatro séculos em três continentes, África, América e Ásia, descobre que nem sempre as coisas se passaram desse modo. Os fermentos da colonização provocaram o aparecimento de numerosas mulheres enérgicas e de forte personalidade, que se distinguiram como esposas, filhas, amantes e, as mais das vezes, como viúvas e detentoras de propriedades: desde a Condessa de Assumar, que educa o seu filho como homem de armas (na ausência do pai), até à incrivelmente perversa e sádica chilena Dona Catalina de los Rios Lispuerger, que ao longo de 36 anos praticou impunemente as maiores enormidades.
O Professor Boxer também considera as atitudes dos colonizadores para com as mulheres indígenas, como empregadas domésticas ou como prostitutas. Reúne os seus temas num capítulo final, “O Culto de Maria e a Prática da Misoginia”, em que demonstra a ligação existente entre a exaltação da castidade feminina, o desprezo masculino pela mulher e a convicção de que para o homem “a simples fornicação não é pecado”. Nesta obra as tensões do colonialismo emergente são vistas por um ângulo diferente do habitual. [...]»

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Auto da Vida e da Morte


ANTÓNIO ALEIXO
pref. Joaquim Magalhães

Faro, 1948
Tip. União
1.ª edição
18,9 cm x 12,6 cm
32 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Auto do Curandeiro


ANTÓNIO ALEIXO
pref. Fernando Laginha

Faro, 1950
Tip. de “O Algarve”
[1.ª edição]
21,3 cm x 14,4 cm
26 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Inéditos


ANTÓNIO ALEIXO
org. e pref. Ezequiel Ferreira

Loulé, 1978
Edição de Vitalino Martins Aleixo
1.ª edição
20,1 cm x 13,2 cm
256 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Quando Começo a Cantar...


ANTÓNIO ALEIXO
pref. Joaquim Magalhães

Lisboa, 1960
s.i.
3.ª edição
19,6 cm x 13,3 cm
80 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro deste poeta do povo, «cauteleiro e guardador de rebanhos, cantor popular de feira em feira, pelas redondezas de Loulé» (do prefácio de Joaquim Magalhães).

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Intencionais


ANTÓNIO ALEIXO
nota introd. Joaquim Magalhães
desenho de Tossan

Faro, 1945
Círculo Cultural do Algarve
1.ª edição
18,9 cm x 12,1 cm
76 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, novembro 22, 2016

Saias Curtas


LUIZ D’OLIVEIRA GUIMARÃES
capa de Cunha Barros

Lisboa – Porto – Coimbra – Rio de Janeiro, 1925
“Lvmen” – Empresa Internacional Editora
1.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
XII págs. + 272 págs.
subtítulo: A saia curta foi para as pernas das mulheres o que a Revolução Francesa foi para os direitos do homem
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR LUÍS DEROUET
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma badalhoquice machista disfarçada de crónica-ensaio acerca dos costumes citadinos. Um triste exemplo, que envolve, não só a crítica reprovadora, mas gulosa, ao corpo da mulher, como pretende impor a tirania do mando patronal do homem no mundo do trabalho:
«[...] A criada de Lisboa vem quási sempre da província, do Minho ou da Beira, do Alentejo ou do Algarve. Nunca andou de combóio. Nunca viu nada. Não sabe dizer duas palavras seguidas. Com a sua saia de roda, com a sua blusa de chita, com o seu lenço de ramagens atado na cabeça, dá-nos a impressão exacta de uma simples guardadora de ovelhas. Mas deixem-na estar dois ou três meses em Lisboa – e então é que é vê-la – espartilhada, frisada, com a sua blusa de seda, com o seu sapato de verniz, com a sua mantilha de renda posta como uma touca, com a sua infalível sombrinha, aberta sempre como um cogumelo preto – ela, pobre plebeia, que toda a vida andou à esturreira do sol! Não parece a mesma. Lisboa teve a arte de lhe ensinar todas as perversidades e todos os vícios. Pinta-se. Deita pó de arrôs na cara. Discute com os amos a propósito de tudo. Por qualquer coisa ameaça despedir-se, orgulhosamente. [...]»
Resta acrescentar aqui que as esposas destes intelectuais burgueses pintavam-se, vestiam-se e calçavam-se exactamente pelo mesmo figurino, sendo elas o nefasto modelo inspirador das ditas serviçais.

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Arte de Conhecer Mulheres


LUIZ D’OLIVEIRA GUIMARÃES
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1923
Lusitania Editora, Limitada
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
168 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, novembro 21, 2016

Manual de Civilidade e Etiqueta


BEATRIZ NAZARETH

Lisboa, 1903
Editor – Arnaldo Bordalo
7.ª edição
19 cm x 13,6 cm
260 págs.
subtítulo: Regras indispensaveis para se frequentar a boa sociedade
encadernação editorial (ass. Alfredo David, enc.) em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e relevo seco na pasta posterior
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, novembro 18, 2016

Turismo, Fonte de Riqueza e de Poesia


ANTÓNIO FERRO

Lisboa, 1949
Edições SNI [Secretariado Nacional de Informação, sucessor do SPN (Secretariado da Propaganda Nacional)]
1.ª edição
18,4 cm x 12,6 cm
122 págs. + 9 folhas em extra-texto
colecção Política do Espírito
capa a duas cores directas e relevo seco
impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Quem desejar [...] valorizar o problema [do turismo], tem de libertar, antes de mais nada, a palavra turismo da sua falsa indumentária de ociosidade e luxo, convencendo os incrédulos, os cépticos, das suas vantagens, talvez escondidas mas sólidas e profundas.
[...] O turismo constitui, em primeiro lugar, uma indústria importante, que não pode deixar de ser nacional pois é função das condições naturais do país em que se desenvolve. [...]
O nacionalismo essencial, inevitável, dessa indústria, justifica, só por si, o seu excepcional interesse. [...]»

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segunda-feira, novembro 14, 2016

Quando os Lobos Uivam [junto com] Quando os Lobos Julgam a Justiça Uiva


AQUILINO RIBEIRO
[b] pref. Adolfo Casais Monteiro

São Paulo (Brasil), 1959 / s.d.
Editôra Anhambi S.A. / Editora Liberdade e Cultura
1.ª edição (no Brasil, ambos)
[21,1 cm x 14,4 cm] / [15,6 cm x 11,3 cm]
264 págs. + 112 págs.
subtítulo de [b]: Texto Integral da Acusação e Defesa no Processo de Aquilino Ribeiro
exemplares muito estimados; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance proibido, tendo sido instaurado um processo contra Aquilino, cujo requerimento de defesa constitui um dos mais veementes libelos acusatórios das infâmias do Estado Novo. Porque – como aí se diz – Aquilino «[...] tem 74 anos. Quando a atual situação se guindou revolucionàriamente ao Poder, já o requerente tinha 41 anos. Já êle cá estava com a sua lealdade ao passado, às suas idéias, às suas convicções arreigadas, às suas simpatias políticas, ao seu caráter de cidadão.
Não nasceu sob o signo do novo Zodíaco, de modo que, se como escritor tivesse personalidade, ficava onde sempre estivera, e, como personalidade tinha, ficou.
O escritor, que tem de ser um intelectual e um homem de caráter, não muda de credo como quem muda de camisa. Tampouco muda de idéias a não ser um troca-tintas, salvo se se trata duma conversão depois de profundo e doloroso exame mental e psíquico. O requerente não tinha que fazer êsse exame. Julgava-se e julga-se no bom caminho e apraz-lhe continuar no arraial, religião, política, conceito geral da vida e do homem, em que sempre se achou. Por isso se não passou nem podia passar – como tantos ou alguns – para o Estado Novo. O requerente preza a sua consciência como uma dignidade. Portanto, o Estado Novo, que veio quando êle já era homem para além do seu meio-dia, deixasse-o em paz. [...]»

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domingo, novembro 13, 2016

O Alcool e o Tabaco


AMADEU DE FREITAS

Lisboa, s.d. [circa 1900]
Livraria Editora Guimarães, Libanio & C.ª
[1.ª edição]
17,2 cm x 8,1 cm
80 págs.
é o n.º V da Collecção do Povo – Scientifica, Artistica, Industrial e Agricola
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Tabaco à Luz da Medicina Moderna


DANIEL H. KRESS

Lisboa, s.d.
Sociedade Filantropica Adventista
s.i.
19,6 cm x 14 cm
100 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Viriato


ADOLF SCHULTEN
trad. de Alfredo Ataíde
pref. Mendes Corrêa


Porto, 1927
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
96 págs. + 1 desdobrável (mapa do Teatro das Guerras de Viriato)
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] o trabalho do Prof. Schulten impõe-se, em relação ao maior número dos que têm tido por têma tão gloriosa personagem, pela preparação verdadeiramente excepcional do seu autor para uma indagação crítica nos textos antigos relativos ao herói lusitano.
[...] O horizonte, que se lhe depara, é vastíssimo, graças a essas faculdades e até ao desassombro com que se propõe, na sua própria expressão, “traduzir” a lenda em linguagem histórica. [...]»
Acerca do autor: arqueólogo, historiador e filólogo, realizou escavações arqueológicas em Espanha, em Itália e no Norte de África, e embora a sua verdadeira obsessão fosse encontrar os vestígios da cidade grega de Tartessos, nunca conseguiu realizar esse sonho; empenhou-se em escavações no actual Parque Nacional Dona Ana, na foz do rio Guadalquivir, onde encontrou um povoado romano no Cerro del Trigo, convencido de tratar-se dos restos dessa cidade mítica.

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Viriato


ADOLF SCHULTEN
trad. de Alfredo Ataíde
prefácio de Mendes Corrêa

Porto, 1940
Livraria Civilização – Editora
2.ª edição
19,8 cm x 13,3 cm
104 págs. + 1 desdobrável
exemplar estimado; miolo limpo, papel acidulado
inclui o mapa do Teatro das Guerras de Viriato
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Exército Imortal



ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilustr. José Ruy

Porto, 1957
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
16,7 cm x 12,8 cm
224 págs. + 1 dupla folha em extra-texto
subtítulo: Pequena História de Gutenberg e do Livro
ilustrado no corpo do texto (a negro) e em separado (a cor)
exemplar estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

De arte secreta, no tempo de Gutenberg, a história do caracteres móveis é hoje uma banalidade entregue ao registo dos atropelos de linguagem com que filólogos e secretárias executivas se debatem no encorpar da fonética. O livrinho de Simões Müller faz por entusiasmar os jovens «dos 12 aos 16 anos» perante tais conhecimentos, com a pedagogia que lhe era característica.

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Aventuras do Trinca-Fortes


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Júlio Resende

Porto, 1960
Livraria Tavares Martins
4.ª edição («revista»)
16,6 cm x 12,6 cm
240 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Luís de Camões e o Seu Poema
ilustrado no corpo do texto (a negro) e em separado (a cor)
exemplar em bom estado de conservação; miolo parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Capitão da Morte



ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Vítor Péon

Porto, 1953
Livraria Tavares Martins
2.ª edição
16,8 cm x 12,6 cm
220 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Pequena História de Roberto Scott e da Sua Viagem ao Pólo Sul
ilustrado no corpo do texto a negro e em separado a cor
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR NO ANTE-ROSTO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Príncipe do Mar


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Manuel Lapa

Porto, 1971
Livraria Tavares Martins
4.ª edição
16,7 cm x 12,7 cm
272 págs. + 1 dupla folha em extra-texto (ilust. cor)
subtítulo: A Vida do Infante D. Henrique e o Descobrimento do Mundo
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Príncipe do Mar


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Manuel Lapa

Porto, 1959
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
16,6 cm x 12,6 cm
272 págs. + 1 dupla folha em extra-texto (ilust. cor)
subtítulo: A Vida do Infante D. Henrique e o Descobrimento do Mundo
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Pedra Mágica e a Princesinha Doente


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
ilust. Fernando Bento

Porto, 1962
Livraria Tavares Martins
4.ª edição
16,6 cm x 12,5 cm
200 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Pequena história de Madame Curie e da sua descoberta
ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Grande Almirante das Estrelas do Sul


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
ilust. Fernando Bento

Porto, 1962
Livraria Tavares Martins
4.ª edição
16,6 cm x 12,5 cm
224 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Pequena história de Gago Coutinho e da 1.ª viagem aérea ao Brasil
ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Através do Continente Misterioso


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Fernando Bento

Porto, 1962
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
16,5 cm x 12,6 cm
260 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Serpa Pinto e as suas viagens
ilustrado no corpo do texto (a negro) e em separado (a cor)
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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