quarta-feira, novembro 16, 2016

Sete Poemas da Solenidade e um Requiem


CARLOS EURICO DA COSTA
prólogo de Mário Cesariny de Vasconcelos

Lisboa, 1952
Edições “Árvore”
1.ª edição
22,2 cm x 15,6 cm
32 págs.
exemplar muito estimado, miolo por abrir
dedicatória «dos editores» ao Diário Popular na primeira página, não assinada [a caligrafia é do co-editor da revista Árvore, Egito Gonçalves (verificado por confronto com o poema autógrafo na edição de Os Arquivos do Silêncio, Portugália Editora, Lisboa, 1963)]
obra de referência na história dos primeiros anos da acção surrealista em Portugal
170,00 eur

Da ruptura inaugural, o «A Volta do Filho Prólogo», assinado por Cesariny:
«[...] E não venham falar de consciência de classe para fins preservativos, ou de “muita esperança” ou pouco desalento: é o corpo da Vida que se enlaça aqui. A poesia de Carlos Eurico da Costa, voz insolente de uma nova espécie agressora, radiosa de espanto e de desprezo.»


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