sábado, dezembro 03, 2016

Palestra | da | Penitencia | Sendo Corifeo, Author, e | Meftre o milagrofo | Deos Menino. | E feu legitimo Subftituto o Patriarca dos | Pobres o grande Pequeno | S. Francisco | de Assis




JERONYMO DE BELÉM, frei

Lisboa Ocidental, 1736
Na Offic. de Anton. Isidor. da Fonsec.
1.ª edição
14,8 cm x 10,6 cm
4 págs. (brancas) + 1 folha (gravura) + 14 págs. (ante-rosto, rosto, dedicatória, prólogo e licenças) + 12 págs. (epigrama, sonetos de Antonio Leitam de Faria, romance de Joaõ Correa da Sylva, e décimas de Fr. Joaõ de N. Senhora) + 6 págs. (índice geral e erratas) + 400 págs.
subtítulo: Para exercicio dos Alumnos da V. Ordem Terceyra | da Penitencia de S. Francifco de Xabregas, e de | todas as mais da Provincia dos Algarves. | Offerecida | Ao noffo Chariffimo Irmão o Senhor | D. Diogo Fernandes | de Almeida. | Miniftro da V. Ord. Terceyra de Xabregas | pelo padre [...]
encadernação da época inteira em pergaminho
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante
breve rubrica manuscrita na primeira folha-de-guarda
PEÇA DE COLECÇÃO
315,00 eur (IVA e portes incluídos)

Frei Jerónimo de Belém foi padre «Franciscano observante da provincia dos Algarves. Exerceu na sua Ordem varios cargos, e entre elles o de Bibliothecario do convento de Xabregas, e Chronista da provincia. – N. na villa dos Arcos de Val-de-vez na provincia do Minho em 1692. Ignoro a data do seu falecimento, sendo certo que ainda vivia em 1760. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859). Ainda, segundo o mesmo, não mereceriam grande atenção as obras deste escritor, «[...] que em pureza e correcção de linguagem e estylo são pouco para imitar [...]».
Por seu turno (idem, tomo II), Diogo Fernandes de Almeida foi «Principal da egreja patriarchal de Lisboa, e Academico da Academia R. da Historia Portugueza, etc. N. em Lisboa em 1698, e foi filho de D. João de Almeida, Conde de Assumar, e irmão do outro Principal e Academico D. Francisco de Almeida Mascarenhas [...]. – M. a 8 de Março de 1752. [...]»
O vertente título não é referido por Inocêncio, apesar da sua especial relevância para a historiografia religiosa.

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