domingo, março 05, 2017

Solo para Gravador


ISABEL DA NÓBREGA

Lisboa, 1973
Editorial Futura – Carlos & Reis, Lda.
1.ª edição
20,8 cm x 14,2 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Palavras de Augusto Abelaira na nota de contracapa, acerca daquele que é, em geral, considerado o melhor livro da escritora:
«Sim, há livros que falam de mundos onde nunca estive, de pessoas que nunca vi. E há os outros (o de Isabel da Nóbrega é um desses outros): de súbito abre-se uma luz quente e no escuro do passado (do presente) surgem situações e pessoas que eu reconheço, descobrindo ao mesmo tempo que não conheci, abre-se-me um mundo (um pedaço do mundo) em que participei, mas distraído. Solo para Gravador (falo do livro, não apenas do conto) é em grande parte uma viagem, aqui ou ali suspensa, através da nossa desatenção passada (presente), uma reeducação, plena de inteligência, da nossa mal desperta sensibilidade, um convite para não sermos espectadores distantes, para sentirmos por dentro, de dentro, as pessoas (algumas delas tão distraídas como nós), não só as pessoas, mas também as coisas.»

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