quinta-feira, abril 13, 2017

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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quarta-feira, abril 12, 2017

A Ilha de Próspero


RUI KNOPFLI
pref. Alexandre Lobato
capa (posterização) de Carlos Leitão

Lourenço Marques, 1972
Edição Minerva Central
1.ª edição
31,6 cm x 24,6 cm (álbum)
140 págs.
subtítulo: Roteiro Privado da Ilha de Moçambique
profusamente ilustrado com fotografias de Rui Knopfli
encadernação editorial impressa a dourado na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mangas Verdes com Sal


RUI KNOPFLI
pref. Eugénio Lisboa
capa de António Quadros

s.l. [Moçambique], 1969
Tipografia Globo, Lda. / Colecção N’Goma [ed. Autor]
1.ª edição
22,2 cm x 16,3 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o poeta Sebastião Alba na sua nota à segunda edição:
«Li Mangas Verdes à noite, e apeteceu-me acordar os amigos: – Vejam, as esquinas sempre duras dos seus versos dobram um alto espaço poético. [...] Dizem-me que é difícil conviver consigo. Como não manter-se em guarda um guardador de mitos seus, que tombarão, se esboroarão, com ele, sob o vento branco das estrelas? [...]»

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O Escriba Acocorado


RUI KNOPFLI
posfácio do poeta Eugénio Lisboa


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 15,7 cm
72 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre a cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta, jornalista e diplomata de origem moçambicana, ex-colónia ultramarina de onde partiu, em 1975, para Londres, indo exercer funções de conselheiro de imprensa na Embaixada de Portugal. Juntamente com o poeta João Pedro Grabato Dias, terão sido os simpáticos cadernos periódicos Caliban o cerne irradiante da sua aventura poética africana.

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terça-feira, abril 11, 2017

Edificações


JOÃO EMILIO DOS SANTOS SEGURADO, eng.

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, s.d.
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
4.ª edição
18,3 cm x 12 cm
VIII págs. + 256 págs. + 2 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a negro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado, contracapa um pouco manchada; miolo limpo
discreta assinatura de posse na margem superior do frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o respectivo Prefácio:
«O presente volume constitui, por assim dizer, a introdução geral ao estudo das Construções Civis, tratando por uma forma que nos esforçámos por ser clara, dos principios de arquitectura indispensáveis a todos os construtores civis, bem como as regras a seguir para a confecção de um projecto de edifício. [...]»

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Cimento Armado


JOÃO EMILIO DOS SANTOS SEGURADO, eng. industrial

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, s.d.
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
VIII págs. + 596 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela gravada a negro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na margem superior do ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 02, 2017

Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO

[capa de Escada]


Lisboa, 1971
Livraria Moraes Editora
3.ª edição (revista, actualizada e com uma nova Introdução)
20 cm x 15,5 cm
LXXX págs. + 820 págs. + 44 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É ainda hoje a única antologia poética panorâmica de referência para o que em língua portuguesa se escreveu após a Segunda Guerra Mundial. Dizem-nos os compiladores: «[...] 1945 não marca em Portugal nenhuma revolução ou movimento estético especial. Marca antes, o começo de uma nova tomada de consciência do modo de estar no mundo, que a pouco e pouco foi chegando até nós, alterando decisivamente o mundo em que desde então se vive. [...]»
As suas «três edições [aliás, quatro] podem ser até consideradas como três fases de uma só Antologia, revelando no seu conjunto um trabalho em processo, de um constante empenhamento e risco vivenciais» (palavras das Notas Iniciais).
Para além da rectidão na escolha de autores representados e de poemas, e da importância dos verbetes biobibliográficos individuais, há a sublinhar o precioso trabalho dos índices cronológico-descritivos com a proveniência dessas escolhas. Ainda hoje, exceptuando duas antologias dos anos 80 do século XX (uma pessoal, outra uma antologia-manifesto), nada de melhor ou sequer semelhante se fez pela Poesia portuguesa.

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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO
[capa de Escada]

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 378 págs. + 1 folha em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto
encadernação meia-francesa em pele com cantos também em pele, gravada a ouro na lombada
pouco aparado e carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Edoi Lelia Doura – antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa



HERBERTO HELDER, org.
capa de Manuel Rosa

Lisboa, 1985
Assírio e Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL (dir. Hermínio Monteiro)
1.ª edição [única]
26,9 cm x 17,1 cm
316 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ajustando um modelo antológico, ou organizativo, que no magazine Nova havia ficado em esboço – até pela contingência de tratar-se de uma publicação periódica datada, e não uma antologia pessoal –, o poeta Herberto Helder dá a conhecer, finalmente, aquilo que na cultura portuguesa do século XX constitui o filão do verdadeiro ouro poético. E justifica: «[...] Todo o livro vai sendo o seu prefácio, e o posfácio, a inacessível e prontamente acessível evidência. E assim quero eu pôr em escrito rápido que ele, livro, com as suas vozes comunicantes, incita quem puder a poder encontrar a razão das razões, pessoal, pessoais, e o fundamento agora inabalável de uma figura da realidade que, apenas manifesta, se torna encontrada como única. O que se faz segundo as posses dos encontros. Neste sistema de vozes não deixa a natureza que entrem outros veios: é uma clepsidra para ajuste de certas horas, porventura nocturnas, marcando a dominação e os passos de um sol negro magnificante. Fique indiscutível que é uma antologia de teor e amor, unívoca na multiplicidade vocal, e ferozmente parcialíssima. Quando os lemos lado a lado, a todos estes poetas e poemas, sabemos estarem eles entregues ao serviço de uma inspiração comum, a uma comum arte do fogo e da noite, ao mesmo patrocínio constelar. [...]»
Daqui não podemos deixar de inferir que, por exemplo, ao acaso, é inviável juntar uma Chiote, um Pires Aurélio ou um Miranda Rocha a par com contemporâneos, deles, como António José Forte, Manuel de Castro, Ernesto Sampaio, Luiza Neto Jorge ou António Gancho. E se fizermos, no vertente florilégio, o caminho ao contrário na cronologia, ainda encontraremos valores poéticos de maior peso: António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Natália Correia, Carlos de Oliveira, Vitorino Nemésio, Edmundo de Bettencourt, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Teixeira de Pascoaes, Ângelo de Lima, Camilo Pessanha e Gomes Leal. Será justo e correcto acrescentar a este «veio» intemporal o nome do próprio Herberto Helder.

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A Pegada do Yeti


MARIA ALBERTA MENÉRES
[capa de Escada]

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro de poemas mais importante da autora, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro, que foi co-autora (com E.M. de Melo e Castro) das quatro sucessivas edições da antologia Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

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39 Tisanas



ANA HATHERLY
grafismo de Armando Moreira (Marco)

Porto, 1969
Colecção Gémeos [ed. Autora ?]
1.ª edição
19,2 cm x 16,9 cm
92 págs. (não numeradas)
encadernação recente em tela com gravação a prata na pasta anterior
sem capa de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Ana Hatherly, em nota na contracapa da edição brochada, tratar-se este seu livro «[...] uma consequência da pesquisa das estruturas da narrativa que realizo há alguns anos. A minha pesquisa das estruturas da narrativa é um dos aspectos da minha pesquisa da realidade. Através das estruturas da narrativa investigo a estrutura da linguagem e as suas correspondentes estruturas lógica e psicológica. [...]» Um exemplo, à sorte, o texto 5, colhido no corpo do livro: «Estava eu sentada a bordar o meu petit-point quando de repente o vento me fechou a janela com estrépito. Ergui a cabeça. Do outro lado da rua vi um pássaro poisado numa árvore.» Realmente é preciso ser-se estruturalista para conseguir redigir tal... e considerá-lo criativo, e publicável!

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63 Tisanas (40-102)


ANA HATHERLY
[capa de Escada]

Lisboa, 1973
Moraes Editores
1.ª edição
20,2 cm x 15,5 cm
72 págs. [não num.]
exemplar como novo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da continuação do livro 39 Tisanas, de 1969.

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Hora di Bai


MANUEL FERREIRA

Coimbra, 1962
ed. Autor (Atlântida / Vértice)
1.ª edição
18,3 cm x 11,7 cm
224 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Manuel Ferreira nasceu na Gândara dos Olivais – Leiria. Militar, prestou serviço durante seis anos em Cabo Verde, onde desperta a sua vocação literária. [...] Escritor sensível e humano, de raiz neo-realista, Manuel Ferreira tem-se dedicado sobretudo à ficção e ao estudo de assuntos ultramarinos. Da sua obra, destacamos os livros de contos “Morna” e “Morabesa”, cujos temas foram colhidos na realidade cabo-verdiana a que permanece estreitamente ligado.»

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A Aventura Crioula


MANUEL FERREIRA
pref. Baltasar Lopes
capa e graf. Espiga Pinto

Lisboa, 1967
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 10,1 cm
XXVI págs. + 278 págs.
subtítulo: Cabo Verde, uma síntese étnica e cultural
capa impressa a branco e negro directamente sobre a cartolina de suporte do miolo*
é o n.º 14 da Colecção Poesia e Ensaio criada e dirigida por Vitor Silva Tavares
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos mais interessantes e completos estudos, à data, acerca das gentes de Cabo Verde, seus costumes e sua expressão artística.

* Apenas 2 dos 22 títulos da colecção (o outro é Retrato em Movimento, de Herberto Helder) apresentam este acabamento, sem a sobrecapa de papel alcatroado.

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Morabeza


MANUEL FERREIRA

Lisboa, 1958
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,4 cm x 16,2 cm
112 págs.
subtítulo: Contos de Cabo Verde
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O livro teve a distinção literária como Prémio Fernão Mendes Pinto em 1957, e apresenta-se aqui na sua forma original. Isoladamente, o conto que dá título ao conjunto veio a ser publicado em Angola na Colecção Imbondeiro, no ano de 1961.

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Morabeza


MANUEL FERREIRA
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1961
Colecção Imbondeiro (ed. Autor)
2.ª edição (1.ª edição em separado)
16,6 cm x 12,2 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor nascido no continente, na zona de Leiria (1917-1992), tendo sido enviado em missão do exército para Cabo Verde, veio a ser um dos mais relevantes ficcionistas de feição cabo-verdeana, e ensaísta de referência na área das literaturas africanas de expressão portuguesa.

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sábado, abril 01, 2017

Junbai



TERESA MONTENEGRO
CARLOS DE MORAIS
[recolha, fixação, tradução e notas]
xilogravuras de Nelson Fernandes

Bolama, 1979
Imprensa Nacional / INACEP
1.ª edição
bilingue crioulo / português
24,2 cm x 17,6 cm
6 págs. + X págs. + 98 págs. + 4 folhas em extra-texto (xilogravuras)
subtítulo: Storias de Bolama e do Outro Mundo: Storias do que se passou na ilha de Bolama – e outros locais – com bichos, pecadores, matos, serpentes e viagens ao céu nos dias de 1979
ilustrado
impresso a sanguínea
capa em cartão com a primeira folha-de-guarda impressa (mapa da ilha de Bolama)
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Num contexto de fixação e divulgação da cultura popular oral da Guiné-Bissau – até porque o crioulo não tem uma escrita normalizada – reúne-se aqui um conjunto substancial do saber guineense que sobreviveu à permanência do colonizador.

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Técnologia do Linho


MANUEL D’OLIVEIRA MATOS SEQUEIRA

Lisboa, 1945
Universidade Técnica de Lisboa – Instituto Superior de Agronomia
1.ª edição
27 cm x 21,5 cm
6 folhas + 99 folhas
subtítulo: Considerações sôbre a maceração – Relatório final do Curso de Engenheiro Agrónomo
impressão a mimeógrafo apenas numa face
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho académico realizado num contexto em que o Ministério da Economia procurava reactivar a cultura e tratamento da fibra do linho, impedindo o seu declínio acentuado, devido aos deficientes métodos até então empregados na respectiva maceração.

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Contos Sem Cotação


AUGUSTO CUNHA
capa de Stuart Carvalhais
ilust. Abel Manta, Bernardo Marques, Botelho, Eduardo Malta, Francisco Valença, Jorge Barradas, Lino António, Martins Barata, Sara Afonso, et alli

Lisboa, 1939
«Livraria Popular» Francisco Franco (deposit.)
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
188 págs. + 16 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Teatro de Outros Tempos


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
capa e desenhos de Alberto Souza
retrato do Autor por Eduardo Malta
plantas desenhadas por Augusto Vieira da Silva

Lisboa, 1933
Livraria Coelho (depósito)
1.ª edição
23,8 cm x 17 cm
448 págs. + 8 folhas em extra-texto
subtítulo: Elementos para a História do Teatro Português
ilustrado
exemplar estimado, lombada com reaturo; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Olisipógrafo de saber inexcedível, Matos Sequeira, neste livro que «não é para eruditos» mas para «o grande público», tece um historial da arte dramática portuguesa desde primórdios anteriores a Gil Vicente, nisto seguindo atenta investigação do etnólogo José Leite de Vasconcelos. O limite da sua narrativa fica-se pelo meio do século XIX, altura em que seria edificado o Teatro Nacional Almeida Garrett, ou de D. Maria II.

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No Leilão Ameal



[GUSTAVO] MATOS SEQUEIRA
nota de abertura de Luís Derouet

desenhos de Alberto Sousa

Lisboa, 1924
Emprêsa Editora e de Publicidade A Peninsular Ld.ª
1.ª edição
20,7 cm x 15,2 cm
66 págs.
subtítulo: Crónica Amena de uma Livraria a Menos – 31 de Março a 16 de Abril de 1924
todas as páginas apresentam cercaduras decorativas, vinhetas ou caricaturas
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no rodapé do frontispício
tiragem declarada de 500 exemplares «destinados aos bibliófilos»
PEÇA DE COLECÇÃO

65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das mais gostosas e cómicas descrições do que é um leilão, a sua assistência de ávidos licitantes, o esgrimir de ofertas, etc. Inicialmente publicado nas colunas do jornal O Mundo, esta sua forma em livro constitui peça para guardar e levar até ao futuro... que é aquilo que os coleccionadores mais conscientes afinal fazem ao pagar fortunas por raridades que, de outro modo, esfumar-se-iam na devoradora espiral do tempo. Para aqueles desconhecedores do meio e das manhas de uma sessão leiloeira, Matos Sequeira intercala nas suas crónicas jornalísticas versos que dão o tom e a nota:
«Com o “Esteves” prègando à mão direita,
e à mão esquerda o Pinheiro,
(apregoando os lotes o primeiro
e o segundo lançando-os em Receita),
muito bem pendurado num charuto,
nesta praça é quem faz de Inteligente,
e mete medo à gente
arregalando o seu olhinho arguto.
Êle e os livros tratam-se por tu
e, basta haver quem pague,
é capaz de vender, como um Barbou,
um livro de mortalhas Zig-Zag. [...]»

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Mediterrâneo


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
ilustrações de Estrela Faria

Lisboa, 1934
Sociedade Nacional de Tipografia
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
2 págs. + 180 págs.
subtítulo: Crónicas de Viajem
composto manualmente
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia
por aparar, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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1147 – 8.º Centenário da Tomada de Lisboa aos Mouros – 1947


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
URBANO RODRIGUES
CARLOS PEREIRA DA ROSA
ACÚRCIO PEREIRA
MARQUES DA COSTA
capa e ilust. Manuel Lapa
planta de Lisboa por José Espinho
desenhos do “Cortejo Histórico” por Eduardo Coelho [ETC]
fotografias por Horácio Novais
pref. Alvaro Salvação Barreto

Lisboa, 1947
[Câmara Municipal de Lisboa]
1.ª edição
24,1 cm x 17,4 cm
124 págs. (texto) + 6 folhas em extra-texto (reproduções fotográficas) + 1 desdobrável em extra-texto (mapa) + 194 págs. (anunciantes)
subtítulo: Programa oficial das comemorações do VIII Centenário da Tomada de Lisboa
profusamente ilustrado
impresso sobre papéis superiores
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da literatura relativa ao facto histórico comemorado, há que sublinhar o incontornável e vastíssimo registo de firmas de comércio e indústria da época, patente nas páginas dedicadas aos anunciantes e patrocinadores. E também, documentam estas últimas, deve ter-se em atenção a sua importância para a história das artes gráficas nacionais.

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1147 – Reportagem Retrospectiva da Conquista de Lisboa


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
capa de Stuart [de Carvalhais]

Lisboa, 1947
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição (em livro)
19,1 cm x 12,5 cm
152 págs.
exemplar manuseado, mas aceitável; miolo limpo
autenticado com o carimbo do Autor
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aqui o desempenho honesto do historiador sobrepõe-se à estilística necessariamente ficcional para tratar de um tema fundador da nacionalidade, e por isso longínquo no tempo, tendo por alvo os leitores ligeiros de um periódico, o Diário Popular, que acolheu em primeira mão o texto de Matos Sequeira.

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