domingo, abril 30, 2017

50 Haiku




aa.vv.
trad. do original pelo cineasta Paulo Rocha
caligrafia japonesa de Yukie Kito
grafismo de Vitorino Correia Martins

Lisboa, 1970
Moraes Editores
1.ª edição [única]
bilingue (japonês / português)
32,4 cm x 17,7 cm
54 lâminas soltas impressas somente retro, sendo 1 folha de rosto, 1 com o prefácio (única retro e verso), 1 com a dedicatória impressa, 50 com os aforismos, 1 com o cólofon
acondicionadas num estojo editorial de inspiração nipónica forrado a linho cru com impressão na portada e no lombo
miolo impresso a castanho sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa um pouco suja; miolo irrepreensível
edição restrita de apenas 500 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

O haiku é um dos modos poéticos mais “condensados”, cumprindo na perfeição os desígnios de síntese próprios de uma arte que se caracteriza por maximizar o sentido de um mínimo de palavras utilizadas, no caso apenas 17 sílabas. Paulo Rocha – o autor do filme referencial Verdes Anos –, neste seu exercício de tradução (de par com António Reis), vastamente fez representar o melhor que o Oriente nos deu, nas palavras de pelo menos dois expoentes da cultura universal: Matsuo Bashô (1644-1694) e Kobayashi Issa (1763-1828).

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