domingo, abril 30, 2017

Urgente


FERNANDA DE CASTRO

Lisboa, 1989
Guimarães Editores
1.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
80 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, sujidade superficial na capa; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de leitura, assinada pela romancista Fernanda Botelho, para os serviços de aquisição de obras para as Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian:
«Não temos aqui nenhuma escrita automática, nada dessa poesia a que eu darei a designação de poesia de “facilidade catártica”. [...] Mas esta presença no presente e no futuro não se efectua em termos de hermetismo. São, porém, de grande actualidade os tópicos focalizados: o stress, a tecnologia, a terceira idade, o tempo (a falta de), as horas de ponta, a poluição, um materialismo absorvente, a permissividade, a massificação turística, etc., etc. Fernanda de Castro estava bem informada sobre o tempo em que vive os seus últimos anos da sua vida e achou urgente testemunhar. [...] Poesia cinética, dada a imediatez da imagem realçada pela limpidez do verbo, poesia descritiva e narrativa de grande densidade e intenso fulgor. Poesia, ainda, voltada para um sentido social de justiça e de humanismo, legando-nos quadros de rua e retratos de gente maltratada pela vida no tempo e no espaço [...].»

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