terça-feira, julho 25, 2017

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

3.000 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em Mensagens antigas


contacto:
telemóvel: 919 746 089


todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
livros usados
todas as encomendas são enviadas em correio registado
international shipping rates
* e-business professional
pagamentos por PayPal, transferência bancária ou contra-reembolso

* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Hamlet [junto com] O Mercador de Veneza




WILLIAM SHAKESPEARE
[trad. D. Luís]

Lisboa, 1877 e 1879
Imprensa Nacional
1.ª edição (ambos)
2 livros enc. 1 volume
24 cm x 16,5 cm
150 págs. + 114 págs.
impressos sobre papel de gramagem superior
luxuosa encadernação em meia-francesa, gravação a ouro na lombada
corte carminado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
Augusto Forjaz redigiu e assinou a seguinte comunicação na pág. 2 do primeiro livro: «As traduções de Shakespeare contidas neste volume foram feitas por El-Rei Dom Luiz. No rosto de cada volume encontra-se a sua firma.»
carimbo do Ministério do Reino lixiviado em ambos os frontispícios e nas respectivas págs. 11
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO REI D. LUÍS EM AMBOS OS FRONTISPÍCIOS
peça de colecção
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Verdade



MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Lisboa, 1869 [aliás, 1868]
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,8 cm x 15 cm
2 págs. + 64 págs.
luxuosa e elegante encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas e na lombada
corte carminado apenas à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELO SELO BRANCO DO DUQUE DE SALDANHA NO FRONTISPÍCIO
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome inteiro João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun (1790-1876), foi 1.° conde, 1.° marquês e 1.° duque de Saldanha; foi ainda marechal-general do Exército, par do Reino, conselheiro de Estado efectivo, presidente do Conselho de Ministros, ministro da Guerra e ministro plenipotenciário em Londres, mordomo-mor da Casa Real, vogal do Supremo Conselho de Justiça Militar, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Necessidade de Associação Catholica



MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Londres, 1871
T. Brettell & Co.
1.ª edição
21,6 cm x 14,3 cm
18 págs.
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, armoreado a ouro na lombada
corte carminado apenas à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, pequenos restauros nos bordos da capa de brochura; miolo limpo, papel manchado
rubrica de posse na capa: «General Palmeirim»
VALORIZADO PELO SELO BRANCO DO DUQUE DE SALDANHA NA CAPA DA BROCHURA
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] O governo representativo no seu sentido genuino, assegura a todas as classes igual justiça; o liberalismo, como hoje o preconizam e como a experiencia tem mostrado, é a mais completa perversão de uma verdadeira e nobre theoria. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Madeira – The Pearl of the Atlantic



[ANÓNIMO]
ilust. Cândido da Silva

Lisboa, 1914
Annuario Commercial
1.ª edição
texto em inglês
18,8 cm x 26,5 cm (oblongo)
106 págs. (não numeradas) + 2 desdobráveis (grande formato, mapas)
profusamente ilustrado
encadernação artística recente com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, restauros pontuais; miolo limpo
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável monografia histórica, sociológica, artística, etnográfica, industrial e turística da «pérola do Atlântico».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Album [da Empreza Madeirense de Tabacos Lda]




[PERESTRELOS]

Funchal, s.d. [circa 1927]
Empreza Madeirense de Tabacos Lda
1.ª edição [única]
álbum: 14,9 cm x 22,9 cm (oblongo)
cada prova fotográfica: 4,3 cm x 6,2 cm
20 págs. (não num.)
ilustrado com 101 fotografias (provas em gelatina e prata / papel de revelação)
elegante cartonagem editorial forrada a papel marmoreado impresso a ouro e com fotografia colada na pasta anterior, lombada em tela, miolo em vergé rude
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo, provas fotográficas nítidas
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Casa Perestrelos, estúdio de fotografia fundado na Madeira por Manuel de Olim Perestrello (1854-1929) e continuado pelos filhos Eduardo de Olim Perestrello (1884-1947) e Manuel de Olim Perestrello, Júnior (1893-1980). Apesar da importância cultural e da vastidão dos testemunhos deixados por esta família de profissionais, António Sena, no seu impressionante livro História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997 (Porto Editora, 1998), refere-se somente ao sénior num mero elenco de fotógrafos de província. O vertente álbum, edição da Empresa Madeirense de Tabacos, é constituído por 101 provas fotográficas coleccionáveis, distribuídas unitariamente nas embalagens dos seus produtos, e que documentam aspectos da geografia, da paisagem, da toponímia, da visita de personalidades e da vida quotidiana na Madeira no início do século XX. Para além de hotéis e locais de diversão, alguns dos quais já desaparecidos ou irreconhecíveis, é de assinalar o registo vivo dos seguintes temas populares: «fabricantes de obra de verga», «bordadeiras», «transporte de vinho», etc. Há ainda que destacar alguns conjuntos temáticos, como o da chegada do avião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral à Baía do Funchal, ou a chegada do avião pilotado por Moreira Campos e Neves Ferreira, o conjunto de fotos dos festejos do V Centenário da Madeira em 1922, vários outros relativos às equipas ou a jogos de futebol do clube Marítimo, e, acima de tudo, o núcleo que documenta o combate contra um submarino alemão e afundamento do vaso de guerra português.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Pelourinhos da Madeira


ANTÓNIO ARAGÃO M. CORREIA

Funchal, 1959
Edição da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal
1.ª edição
23,8 cm x 16,4 cm
52 págs.
ilustrado
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O madeirense António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (1921-2008) dedicou-se, sobretudo, à pintura, à escultura e à escrita, nos seus mais variados géneros, procurando, inclusive, desestabilizar os limites convencionais de cada disciplina artística. No mais, foi director do Arquivo Distrital do Funchal, tendo publicado diversas obras acerca de história, urbanismo e etnografia do arquipélago da Madeira.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Guia do Marinheiro Amador


DOMINGOS HEITOR GOMES
pref. Pedro Teotónio Pereira

Lisboa, 1936
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
18,7 cm x 11,9 cm
136 págs. + 6 desdobráveis em extra-texto + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial autenticada com gravação a seco por Paulino Enc. na pasta posterior, gravação a azul na pasta anterior
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] Sinceramente afirmo que não sei de desporto que represente escola mais elevada para as faculdades do espírito e do corpo que aquele que se pratica sôbre as ondas, embalado pela canção do vento nas enxárcias e sentindo no leme a vibração nervosa do navio que a fôrça das velas impele e arrebata como cavalo de raça em carreira maravilhosa!
Não me tenham por exagerado se disser que o Yachting é o mais belo, o mais nobre, o mais forte – para a saúde do corpo e para a saúde da alma – de todos os desportos. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, julho 24, 2017

Romanceiro



ALMEIDA GARRETT, visconde de

Lisboa, 1900-1901
Empreza da Historia de Portugal, Sociedade Editora
5.ª edição + 3.ª edição (II e III)
3 volumes (completo)
16,3 cm x 10,9 cm
[XXVI págs. + 278 págs.] + [L págs. + 314 págs.] + 312 págs.
subtítulos: I – Romances da Renascença; II e III – Romances Cavalherescos Antigos
encadernações homogéneas em meia-inglesas com sóbria gravação a ouro nas lombadas
aparados, sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
data de aquisição e assinatura de posse nos ante-rostos e nos frontispícios
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Folhas Caídas



ALMEIDA GARRETT
pref. José Gomes Ferreira
capa e ilust. Maria Keil Amaral

Lisboa, 1955
Portugália Editora
s.i. [1.ª edição ilustrada]
22,8 cm x 17,2 cm
212 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel creme de gramagem superior
exemplar manuseado mas aceitável, contracapa manchada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da importância deste conjunto de poemas de Almeida Garrett (1799-1854), sua última obra em fim de vida, e que expressam uma secreta atracção erótica pela viscondessa da Luz, precede-o um longo ensaio do poeta José Gomes Ferreira (1900-1985). A edição está também enriquecida pelos delicados desenhos de Maria Keil (1914-2012).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Frei Luís de Sousa



ALMEIDA GARRETT
pref. Pedro Calmon
ilust. Antonio Valverde

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,4 cm x 10,7 cm
2 págs. + 246 págs. + 7 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico relevado e gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a cor e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na contracapa da brochura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se a corrente literária designada por romantismo chegou a Portugal, em finais do século XVIII, principalmente por intermédio da marquesa de Alorna, é com o Catão de Garrett e, sobretudo, com a sua obra-prima Frei Luís de Sousa que, não só ele “inventa” o moderno teatro português, um género pedagógico eivado de nacionalismo, como firma a sua visão de homem político derrotado por um país cabralista de barões. «[...] Porque no Frei Luís de Sousa, e isto é muito importante, Garrett [...] faz também o processo do “sebastianismo”, demonstrando pelo absurdo os seus efeitos catastróficos. [...] Nenhum clarão de esperança brilha no fim solene do Frei Luís de Sousa: o mundo antigo esmaga o mundo novo quando este se constrói sobre um equívoco – quer dizer, quando não chega a criar as suas próprias estruturas. [...]» (José-Augusto França, O Romantismo em Portugal, vol. 1, Livros Horizonte, Lisboa, 1974)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Viagens na Minha Terra


ALMEIDA GARRETT
pref. e notas de José Pereira Tavares

Porto, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
3.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
XXXIV págs. + 334 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
carimbo de oferta da Secretaria de Estado da Cultura no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, da autoria de um liberal bem intencionado. Uma passagem de um dos primeiros capítulos:
«[...] Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. – No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas de dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? [...]»
É pacífico concluir que a eficácia narrativa das Viagens consiste tanto no novo modelo verbal, inspirado na coloquialidade da fala «vulgar e corriqueira» (disse Aquilino Ribeiro), como no impressionismo pictórico que caracteriza o esboço de locais e horizontes. De facto, ele provou que a relação física do escritor com o espaço, com um ver deambulatório, com um trabalho de campo quase etnográfico e arqueológico, traz resultados positivos, sobremaneira naqueles períodos em que a escrita se converteu num estendal de truques retóricos e chavões estilísticos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, julho 23, 2017

Le Koran’



[MOHAMMAD]
Franz Toussaint, org. e trad.
ilust. Mohammed Racim

Paris, 1949
L’Édition d’Art H. Piazza
[1.ª edição]
texto em francês
15,9 cm x 10,7 cm
140 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Sourates Principales
ilustrado
impresso a duas cores directas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Vinte Capítulos do Alcorão


SULEIMAN VALY MAMEDE (trad.)

Lisboa, 1977
Comunidade Islâmica de Lisboa
2.ª edição
bilingue árabe / português
27,2 cm x 18 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior, acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui a tradução do 1.º e dos capítulos 96.º a 114.º, feita no sentido de divulgar entre nós a doutrina islâmica ou muçulmana, «[...] que é actualmente seguida por mais de setecentos milhões de seres humanos, em todo o mundo, dos quais cerca de três milhões e meio são de expressão portuguesa, nomeadamente em Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Timor-Leste, Macau e Portugal» (da Nota Prévia do tradutor).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Romancero Moresque



[ANÓNIMO]
trad. e pref. Alexandre Arnoux

Paris, 1921
L’Édition d’Art H. Piazza
14.ª edição
texto em francês
15,5 cm x 10,8 cm
172 págs + 1 folha em extra-texto
ilustrado
impresso a três cores directas sobre papel creme de gramagem superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
ostenta no ante-rosto e ex-libris de Raul de Oliveira e assinatura de posse do mesmo no canto superior direito do frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução do tradutor:
«[...] on peut dire que ces princesses à turbans, ces sultans magnifiques et jaloux qui peuplent les nouvelles du XVIIe et du XVIIIe siècle viennent d’Andalousie, par le chemin de la Castille.
Ecrit par des poètes espagnols, après que les Mores eurent étè chassés de Grenade, le Romancero Moresque reflècte cet éblouissement qu’éprouvérent les chrétiens devant la civilisation de leurs ennemis. [...] D’un caractère unique dans la littérature europèenne, ce lyrisme marque le point de contact et la frontière de l’Orient et de l’Occident; il semble répondre à ces palais et à ces cathèdrales de la péninsule ibérique, que des ornemanistes africains ont décorès d’arabesques et d’azulejos.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Historia de la Dominacion de los Arabes en España


JOSE ANTONIO CONDE

Madrid, 1820-1821
Imprenta Que Fue de Garcia
1.ª edição
3 volumes (completo)
21,5 cm x 15,7 cm
[XXIV págs. + 636 págs.] + [4 págs. + 456 págs.] + [XX págs. + 268 págs. + 6 folhas em extra-texto (gravuras)]
ilustrado
encadernações homogéneas coevas com lombadas e cantos em pele, rótulos um pouco gastos
corte mosqueado
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel sonante, boas margens
antiga assinatura de posse no cabeçalho do primeiro capítulo
PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável primeira história da presença muçulmana na Península Ibérica. José António Conde (1766-1820) foi arabista e tradutor, conservador da Biblioteca do Real Mosteiro de São Lorenço do Escorial, académico de mérito, tendo nesta qualidade ocupado o cargo de antiquário na Academia Real de História em 1804. Ficou conhecido sobretudo pela vertente História..., publicada postumamente, de que só o primeiro volume foi preparado e corrigido pelo autor, tendo os seguintes sido elaborados por Juan Tineo, mediante o original deixado por António Conde.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Vagô




HENRIQUE GALVÃO
capa [e contracapa] de José de Moura
ilustrado por Manuela Adeodato Pinto

Lisboa, 1952
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,3 cm x 13,3 cm
268 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta com o selo de Jaime M. Alves - Encadernador, gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
sublinhados e anotações marginais a tinta nas págs. 2, 148-149, 155, 213, 222, 232-253 e 261 identificando as passagens no texto que terão dado origem a que o livro fosse apreendido pela polícia política
é um dos únicos 24 exemplares existentes
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Último volume da trilogia Romance dos Bichos do Mato – sendo os anteriores Kurika e Impala –, nunca antes do 25 de Abril de 1974 chegou ao conhecimento dos leitores, a não ser em dactilocópias clandestinas, dada a sua imediata apreensão policial. Conta-se na badana da edição livre (do mesmo editor, Junho de 1974):
«[escrito na prisão do Aljube entre Fevereiro e Maio de 1952], não chegou a ser posto à venda.
À excepção de 24 exemplares que o autor conseguiu oferecer a pessoas amigas, a edição, pronta a circular, foi totalmente destruída nas instalações da própria casa impressora.
O leitor compreenderá o motivo que levou à dita destruição ao aperceber-se da intenção de Henrique Galvão traduzida no ataque – disfarçado mas intenso – ao regime político então vigente [...].»
Ficou a tal ponto emblemático este episódio de censura, que Galvão, Palma Inácio e Camilo Mortágua, mais tarde, em Novembro de 1961, baptizaram como «Operação Vagô» uma sua acção revolucionária contra o dito regime.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Assalto ao “Santa Maria” [junto com] 6 postais alusivos à derrota do assalto

 
 

HENRIQUE GALVÃO
trad. Manuel Pires de F. Matos

Lisboa, 4 de Julho de 1973 (livro)
Lisboa, 1961 (postais)
Edições Delfos (livro)
1.ª edição [em português (livro); trilingue português-francês-inglês (postais)]
[20,6 cm x 15 cm (livro)] + 6 x [15,5 cm x 10,6 cm (postais)]
312 págs. (livro)
exemplares muito estimados, apenas um dos postais apresenta vincos; miolo irrepreensível, postais limpos
juntou-se ao lote 6 postais ilustrados não circulados alusivos à derrota da Operação Dulcineia mandados imprimir pelo governo, onde se vêem a entrada do navio na doca de Lisboa e a recepção dos passageiros e tripulantes salvos do atentado, assim como os banhos de multidão em torno de Salazar, tido por seu salvador
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente livro se relatam as condições históricas da época, Janeiro de 1961, os preparativos e o desenrolar da Operação Dulcineia nos seus aspectos práticos, logísticos e, finalmente, as consequências políticas daí advindas. Texto traduzido da edição original inglesa, documenta o ponto de partida na guerra contra o regime salazarista, levada a cabo também nos territórios ultramarinos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Desenho e as Mulheres no Labor Artístico de Rafael Bordalo


J. SAAVEDRA MACHADO
pref. Arlindo Camilo Monteiro
ilust. Rafael Bordalo Pinheiro

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,6 cm x 16,6 cm
LX págs. + 146 págs. + 20 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
capa impressa retro e verso
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro estudo maior acerca da obra pictórica do grande mestre, que foi, Rafael Bordalo Pinheiro, desenhador satírico e panfletário.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dedicação



ODETTE DE SAINT-MAURICE

Coimbra, 1961
Atlântida
2.ª edição
18,7 cm x 13,5 cm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Odette Passos y Ortega Más de Saint-Maurice Ferreira Esteves (1918-1993), para além de romances e traduções literárias, é autora de vastíssima obra de ficção dirigida à infância e à juventude, que ficou registada não só em livro, mas também em suporte discográfico. Tendo passado pelo curso de piano no Conservatório, veio a ter uma vida profissional sempre ligada à rádio, primeiro, com Oliveira Cosme, no Rádio Clube Português e, mais tarde, na Emissora Nacional, produzindo e realizando os seus próprios programas, sendo o teatro radiofónico um género que dominou. Mesmo após o 25 de Abril, conseguiu atravessar todas as cores políticas em disputa pelo poder, acabando os seus dias profissionais de pedra-e-cal na Antena Um.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Mulher no Mundo


MARIA LAMAS

Rio de Janeiro | Lisboa, 1952
Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
2 volumes (completo)
25,9 cm x 19,4 cm
[640 págs. + 30 folhas em extra-texto] + [656 págs. + 28 folhas em extra-texto]
ilustrados
impressos sobre papel superior avergoado
exemplares estimados, capas com pequenas esfoladelas; miolo limpo, por abrir
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma informada e culta história da mulher e da sua condição social ao longo dos tempos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Groucho y Yo


GROUCHO MARX
trad. Xavier Ortega
capa de Clotet-Tusquets

Barcelona, 1977
Tusquets Editor
4.ª edição
texto em castelhano
[18 cm x 10,4 cm (livro)] + [14,8 cm x 10,5 cm (postal)]
[1 folha em extra-texto + 352 págs.] + 1 postal
capa impressa a prata e negro com duas perfurações de modo a permitir visualizar o extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
junto com o postal The Groucho Disguise Outfit editado em França pelas Editions F. Nugeron
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] el lector deberá gastar su dinerito para saber a ciencia cierta quiénes y cómo son Groucho y el yo de Groucho. Comprobará que hay la persona y el actor y que, aunque no opuestos, son muy distintos. En tanto el actor dinamita la sociedad y siembra el absurdo, la persona no desea más que prosperar y hacerse rico dentro de esa sociedad.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


The Groucho Letters


GROUCHO MARX

Londres, 1974
Sphere Books Limited
3.ª edição [na Sphere Books]
texto em inglês
17,8 cm x 10,9 cm
256 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma destas cartas, julgada representativa de um género sarcástico ímpar, numa estreia em português, foi traduzida e publicada no fanzine frenesi 3, em 1981. Outros a seguir vieram por cá publicar-lhe livros inteiros... Mais conhecido pelas suas actuações hilariantes e caóticas de par com os outros “irmãos” Marx, o legado literário de Julius Henry Marx (1890-1977) coloca-o também nas poltronas da cultura escrita norte-americana.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


¡Harpo Habla!


HARPO MARX
c/ Rowland Barber
trad. Paloma Villegas [castelhano]
ilustrações de Susan Marx


Barcelona, 1988
Montesinos
1.ª edição
22 cm x 15 cm
384 págs.
encadernação editorial em tela com sobrecapa
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se das memórias do mais calado dos irmãos Marx. Harpista exímio, mas também actor hilariante, este seu livro mostra o que é uma Vida séria levada a brincar.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

The Parting Years – Diaries 1963-74


CECIL BEATON
capa sobre ilust. David Hockney

Londres, 1978
Weidenfeld and Nicolson
s.i. [2.ª edição ?]
texto em inglês
22,2 cm x 14,5 cm
8 págs. + 164 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado, pequenos restauros no bordo superior da sobrecapa; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Cecil Beaton was born in 1904 [m. 1980] and educated at Harrow and Cambridge. Although he originally made his name as a photographer he is today equally well known as a writer and as a designer of ballets, operas, plays and other theatrical productions, among them the legendary My Fair Lady. […]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sábado, julho 22, 2017

Moravagine


BLAISE CENDRARS
trad. e prefácio do poeta Ruy Belo
capa do pintor Espiga Pinto

Lisboa, s.d.
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
376 págs.
exemplar bem conservado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Capa absolutamente notável para um romance assombroso numa tradução apaixonada.
Do Prefácio do Tradutor:
«[...] Moravagine, ainda que possa ser mais alguma coisa, é fundamentalmente a personagem com esse nome. [...] “Não há ciência do homem, o homem é essencialmente portador de um ritmo”. Ora a chave do ser de Moravagine é precisamente um ritmo original; tudo, para ele, era ritmo, era voz; possuía uma sensibilidade extraordinária. Não importa que seja “parto de um ser humano”. Afinal de contas, é um “soberbo indivíduo”, constitui um “espectáculo admirável”. É uma grande fera humana, um extraviado, um desequilibrado, um amoral, um fora-de-lei, um doente dos nervos. Entusiasma-se com o aspecto da Alemanha industrial, sente uma violenta paixão pelos objectos, simpatiza com o barulho das máquinas. Viaja pelo mundo fora, ensaia utensílios que, como o avião, transformam a visão do homem, assiste e participa da desagregação do mundo velho e colabora no desencadeamento das novas forças, sente a curiosidade do homem moderno pela origem da vida, pelas civilizações desaparecidas e até tem doenças novas, tratadas nos estabelecimentos hospitalares da moda pelos médicos célebres. [...]
E se Moravagine, na sua qualidade de original, de excêntrico, de pessoa que não é como toda a gente, é um ser particular e único e portanto insusceptível de conhecimento científico, o autor alarga-se neste livro pelos domínios da psiquiatria, da economia, da sociologia, da paleontologia e desenvolve até bastante a “lei da utilidade” por que passaram as sociedades primitivas e por que passa o homem moderno, esse novo primitivo. E o nosso autor, além de nos apresentar outros seres curiosos como Lathuille, Mascha ou o macaco Olympo, não deixa de formular princípios gerais, tais como: “tudo é actividade, actividade concentrada, forma”; “são desordem os vegetais... é desordem a vida dos homens”; “o que é vergonhoso é matar em grupo, a tal hora, em tal dia, em homenagem a certos princípios, à sombra de uma bandeira”. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Emmène-moi au bout du monde!...

BLAISE CENDRARS

Paris, 1956
Éditions Denoël
1.ª edição (tiragem comum)
18,5 cm x 11,9 cm
304 págs.
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome próprio Frédéric Louis Sauser, o aventureiro e escritor suíço é conhecido entre nós desde, pelo menos, a publicação em 1917 de um conjunto de poemas seus no Portugal Futurista. A sua atenção ao idioma português levou-o mesmo a pegar de frente o mais importante romance de Ferreira de Castro, A Selva, e, ao traduzi-lo para francês, a dar-lhe uma notável e invulgar volta, transformando-o numa peça literária merecedora de, a partir daí, voltar a ser trazida para português.
Da nota de contracapa:
«Pour la première fois dans son œuvre, Blaise Cendrars publie un roman ou le personnage central est une femme.
Comédienne vieillie, mais toujours triomphante, Thérèse va interpréter le rôle le plus étonnant de sa carrière: Madame l’Arsouille. C’est que ce rôle – ou presque – elle le joue quotidiennement dans l’existence. Aucune sensation, aucun vice ne lui est étranger. Ses amants, ses amis, se recrutent dans tous les milieux. Elle brûle non seulement les planches du Théâtre, mais celles de la Vie. Elle entraîne le lecteur parmi les drames, les jalousies, les rivalités des coulisses, et en même temps le fait pénétrer dans le Paris Interdit où souteneurs, drogués, artistes de génie, ratés, gens du monde et du demi se côtoient et sont mêlés, aujourd’hui à un fait divers crapuleux, demain à la plus brillante des générales. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, julho 21, 2017

O Estado Actual da Causa Monarchica


C. [CARLOS] MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912-1913
Typographia Editora José Bastos
1.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
4 págs. + 324 págs.
ilustrado
encadernação coeva em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Grande Cagliostro


CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa,
Livraria Bertrand
2.ª edição
19,4 cm x 13 cm
412 págs.
subtítulo: Novela romântica
sólida encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, julho 20, 2017

A Rua do Oiro



ALFREDO MESQUITA
capa de José Leite

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
18,7 cm x 12,2 cm
304 págs.
subtítulo: Romance Lisboeta
encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoriano, os ideais da República e o seu amigo João Chagas levaram Alfredo Mesquita (1871-1931) à carreira diplomática. Como escritor, o seu estilo fluente de crónica de costumes deve muito, menos a Ramalho Ortigão – mais a Júlio César Machado.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Terras de Hespanha


ALFREDO MESQUITA

Lisboa, 1898
Livraria de Antonio Maria Pereira
1.ª edição
19,3 cm x 12,9 cm
8 págs. + 224 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoreano, Alfredo Mesquita (1871-1931), também autor de Memórias de um Fura-Vidas, foi «[...] secretário da Liga Naval e, mais tarde, da Biblioteca da Marinha. Foi também secretário da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras de Lisboa e nesta qualidade participou em vários congressos da imprensa no estrangeiro. Após a implantação da República, e por influência de João Chagas, de quem foi amigo, Alfredo Mesquita entrou na carreira diplomática, exercendo funções consulares em Orense, Istambul e Roma de 1911 a 1919 e de secretário da Legação Portuguesa em Paris de 1919 a 1922, deixando-se ficar, depois, naquela cidade até ao fim dos seus dias.
[...] A crónica jornalística, em que se estreou ainda adolescente [...] era o campo literário que melhor quadrava ao seu génio e à sua expressão fluente e ágil e em que logo alcançou notoriedade, tornando-se, no seu género, um dos mais brilhantes jornalistas do fim do século XIX – começos do século XX. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


As Muralhas da Ribeira de Lisboa


AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1900
Typographia do Commercio
1.ª edição
25 cm x 16,5 cm
304 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
encadernação em meia-inglesa, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, restauros na capa anterior da brochura e nos desdobráveis; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris do médico Gilberto Monteiro e as suas iniciais gravadas na lombada
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089