quinta-feira, agosto 31, 2017

Chronica Certa e Muito Verdadeira de Maria da Fonte [...]


[ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO]

Lisboa, 1846
Typographia Lusitana
1.ª edição
20,6 cm x 13,5 cm
60 págs.
subtítulo: [...] Escrevida por mim que sou seo tio, o Mestre Manoel da Fonte, sapateiro no Peso da Regua, dada á luz por um cidadão demittido que tem tempo para tudo
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
identificação do autor manuscrita a tinta em caligrafia antiga no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor identificado por Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo primeiro, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858).

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telemóvel: 919 746 089


Crónica Certa e Muito Verdadeira de Maria da Fonte


ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO
pref. e aparato de Fernando António Almeida

Lisboa, 1984
A Regra do Jogo, Edições
2.ª edição
20,6 cm x 13,9 cm
96 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A esta reedição acrescentou o editor importantes auxiliares de leitura: um Glossário e um Índice Onomástico.

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A Maria da Fonte – Episódio da política romântica



ROCHA MARTINS

s.l. [Porto], 1937
O Primeiro de Janeiro
[1.ª edição (em livro)]
21,6 cm x 13,1 cm
132 págs.
subtítulo: Novela Popular da História
ilustrado
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta rubrica de posse e número de entrada em estante
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

História romanesca do episódio sedicioso que, no século XIX, ficou conhecido pelo nome de uma das suas mais destacadas protagonistas. Terá sido, todavia, Camilo Castelo Branco quem melhor descreveu esses acontecimentos, e que Rocha Martins usa como fonte e inspiração menor.

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O Julgamento de João Brandão (de Midões) nos dias 31 de Maio, 1, 2, e 3 de Junho de 1869 na Comarca de Taboa


Lisboa, 1869
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes
1.ª edição
22,6 cm x 15 cm
48 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada e no bordo da capa; miolo limpo, a pág. 43 apresenta no rodapé um apontamento manuscrito relevante
assinatura de posse e rubrica manuscrita na capa
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da transcrição integral do julgamento de João Brandão, acusado de «roubo com arrombamento e assassinato» do padre José d’Anunciação Portugal em casa do visconde de Almeidinha, na Várzea de Candosa.

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Projecto e Instrucções para o Estabelecimento de Pombaes Militares no Continente de Portugal



AUGUSTO C. [CÉSAR] BON DE SOUSA

Lisboa, 1888
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
VIII págs. + 158 págs. + 2 desdobráveis (grande formato)
encadernação modesta em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
exemplar estimado, sinais de traça na base do fêsto; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de João Paulo de Abreu e Lima
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto César Bon de Sousa (1832-1905), militar de carreira, atingiu o posto de general. Especialista em transmissões militares, foi pelo então Ministério da Guerra incumbido de dar destino a alguns casais de pombos de raça apropriada, oferecidos a Portugal, o qual, tratando logo de se instruir nas muitas publicações que sobre o assunto se haviam feito no estrangeiro, reconhecendo que se tornava preciso ensinar também o pessoal inerente à instituição na forma de proceder durante as diferentes fases por que passam os pombos-correios, resolveu-se a escrever o vertente livro, não só para haver uma maior uniformidade no ensino, mas para lhes servir de guia por onde se pudessem regular sem auxílio estranho. A estação dos pombos-correios foi, na altura, instalada no antigo convento da Penha de França. (Fonte: Esteves Pereira / Guilherme Rodrigues, Portugal – Diccionario Historico, Biographico, Bibliographico, Heraldico, Chorographico, Numismatico e Artistico, vol. II, João Romano Torres – Editor, Lisboa, 1906)

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Pretidão de Amor



XAVIER DA CUNHA
[Luís de Camões]

Lisboa, 1893 e 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
29,5 cm x 22,2 cm
12 págs. + 860 págs. + [4 págs + 16 págs (trad. grega)]
subtítulo: Endechas de Camões a Barbara Escrava seguidas da respectiva traducção em varias linguas e antecedidas de um Preambulo
cartonagem editorial
não aparado
da tiragem especial de 300 exemplares fora do mercado é o n.º 82, em papel de linho azul, atribuído pelo Autor a Francisco de Salles Lencastre
inclui apensa a separata com a tradução para grego levada a cabo por Pedro Augusto de Mello de Carvalho Monteiro
exemplar muito estimado, pastas um pouco gastas, lombada e folhas-de-guarda restauradas; miolo limpo, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
470,00 eur (IVA e portes incluídos)

Xavier da Cunha «[...] nasceu em Evora aos 14 de fevereiro 1840, quando seu pae Estevam Xavier da Cunha, um dos nossos mais distinctos jornalistas, ali exercia o logar de secretario da administração geral do districto. Aos nove annos de edade veiu para Lisboa frequentar disciplinas de instrucção secundaria; e em 1865 terminou o curso da Escola medico-cirurgica, recebendo no “acto grande” a classificação de “approvado plenamente com louvor”. Em 1886 foi provido, precedendo concurso de provas publicas, no logar de segundo conservador da Bibliotheca nacional de Lisboa, e em 1902 houve por bem sua majestade a rainha regente nomea‑lo director da mesma bibliotheca. [...]»
«[...] a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões. [...]»
(Fonte: Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906)

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Cavalos, Heróis e Lunáticos


ARTUR ROCKZANE
capa de Todas Manas sobre fotog. Fernando Zeferino Ferreira

Coimbra, 1983
Fenda Edições
1.ª edição
21,5 cm x 12,7 cm
80 págs.
texto impresso a violeta
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca de Artur Rockzane pode ler-se na antologia poética Sião (frenesi, Lisboa, 1987):
«Criador do asfalto que faltava à pequena cidade do Porto, Cavalos, Heróis e Lunáticos faz o tour do triângulo doirado Porto-Amsterdão-Tetuan, com passagem por Londres (Portobello Rd.) e estágio em Stuttgart. Nasce em 1953 [...].»
Não seria isto uma grande apreciação estético-literária – era, porém, uma bandeira negra a assinalar o ponto de encontro desses que vinham de fora juntar-se aos que haviam ficado por cá.

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Deus Tem Caspa



JÚLIO HENRIQUES

Lisboa, 1988
Fenda Edições
1.ª edição
20,6 cm x 14,2 cm
32 págs.
exemplar como novo
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nada tem a ver com qualquer tipo de crítica à teologia. Tudo neste conjunto narrativo de Júlio Henriques – escritor e tradutor bem conhecido nos meios acratas – visa a sociedade capitalista... à portuguesa, ou seja: em provinciano. Vem disfarçado de ficção, mas depressa o leitor apercebe-se do truque ideológico que encena algumas máximas do niilismo radical. O cenário é um pasto humano recoberto pelos velhos estigmas e micro-totalitarismos dominantes, que a geração do Maio de 68 identificou. Assim, o corte com o trabalho alienante, com a família tradicional, a negação do poder... Ao que a mole, alheia nas suas procissões ao deus da segurança e do luxo, pode considerar-se visada à toa por um franco-atirador oculto no campanário do seu próprio templo solitário. Trata-se, pois, de um “divertimento” consequente; possuindo até, comprovadamente, uma tradição de rir às escâncaras e demolição à bruta, que remonta às cantigas de escárnio e maldizer medievais.

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A Ilustre Máquina de Ramires


ANTÓNIO POCINHO

Coimbra, 1988
Fenda Edições
1.ª edição
20,6 cm x 14,2 cm
64 págs. (não numeradas)
subtítulo: Fotografias
acabamento com cromo colado sobre a capa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação dos títulos prováveis e improváveis para fotografias, que o autor manteve ausentes do livro, resultando, portanto, num “álbum” de aforismos poéticos.

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Os Caçadores do Far-West


EMILIO SALGARI
Luigi Motta, co-autor

Lisboa, s.d. [1937, seg. BNP]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.ª edição
18,9 cm x 11,9 cm
200 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, agosto 30, 2017

A Raínha dos Caraíbas


EMILIO SALGARI
trad. Duarte Vieira

Lisboa, s.d. [1938]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
[1.ª edição]
18,2 cm x 12,2 cm
160 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Juramento do Corsário Negro


EMÍLIO SALGARI

Lisboa, s.d. [1938, seg. BNP]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,2 cm
144 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Mysterios do Oriente


EMILIO SALGARI
trad. Henrique Marques Junior

Lisboa, 1924
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.ª edição
18,8 cm x 12,9 cm
160 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na contracapa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Filho do Estrangulador


EMILIO SALGARI
trad. Henrique Marques Junior

Lisboa, s.d.
João Romano Torres & C.ª – Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,7 cm
112 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, sombra de assinatura apagada no topo da pág. 6
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Concepto Incerto



E. M. DE MELO E CASTRO

Lisboa, 1974
[ed. Autor]
1.ª edição
16 cm x 22,9 cm (sobrescrito oblongo)
32 folhas soltas impressas a negro somente de um dos lados
ilustrado
exemplar estimado, sobrescrito com pequenos rasgões nos cantos; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Concepto Incerto apresenta-se na forma de um envelope com 32 folhas no seu interior, cada uma com desenhos geométricos e um comentário do autor. Melo e Castro aposta na não equivalência conceptual entre os códigos visual e escrito, cada um a poder ser entendido como o ponto de partida para o outro. Juntos resultam em informação estética. A obra reporta à exposição feita na Galeria Buchholz em Dezembro de 1974, em Lisboa.» (Fonte: Colecção Documental E. M. de Melo e Castro, Museu de Serralves, Porto)

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Mudo Mudando



E. M. DE MELO E CASTRO
fotografia de João Bentes Pimenta
grafismo de Álvaro Portugal

Porto, 1962
Notícias do Bloqueio / ed. Autor
1.ª edição
15,8 cm x 18,8 cm (oblongo)
20 págs. + 1 folha em extra-texto
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Álea e Vazio



E. M. DE MELO E CASTRO

Lisboa, 1971
Moraes Editores
1.ª edição
20 cm x 15,2 cm
136 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre a cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar em bom estado, contracapa e última folha marcadas pela pressão sobre uma superfície irregular
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o livro experimental de referência na obra do poeta, mas também engenheiro têxtil, formação profissional que poderá ter sido determinante no reducionismo por ele operado sobre a emoção e a subjectividade poéticas.

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Poesia 61




CASIMIRO DE BRITO
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
GASTÃO CRUZ
LUIZA NETO JORGE
MARIA TERESA HORTA
capa de Manuel Baptista

Faro, 1961
ed. autores
1.ª edição
5 fascículos (completo)
21,3 cm x 14 cm
24 págs. + 16 págs. + 16 págs. + 16 págs. + 24 págs.
títulos individuais: [1] Canto Adolescente; [2] Morfismos; [3] A Morte Percutiva; [4] Quarta Dimensão; [5] Tatuagem
cada fascículo tem acabamento com dois pontos em arame
protegidos por uma capilha
acondicionados num luxuoso estojo de fabrico recente
exemplares como novos, discreto restauro nos topos da capilha; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
420,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da obra emblemática – ou conjunto de obras – que esteve na origem de um movimento literário que, para a História da Literatura, ficou conhecido pelo título genérico. O propósito programático era limpar o discurso poético da narratividade que fazia escola entre os melhores escritores do colectivo presença, como Nemésio, Sena ou Régio, e mesmo fora da presença, autores como Cesariny, Herberto Helder ou Ruy Belo. Propósito não alcançado: os minimalismos estruturalistas, as escritas abstractizantes, os crochés linguísticos dessa época acabaram por soçobrar à urgência de comunicação proporcionada pela viragem sócio-política do 25 de Abril. Não por acaso, tanto Fiama Hasse Pais Brandão como Luiza Neto Jorge, muito antes de serem surpreendidas pelos factos históricos reflectidos na vida quotidiana, já vinham fazendo boa carreira onde a linguagem não constituía um mero instrumento de aeróbica gramatical.

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Poesia e Tempo 1


ANTÓNIO RAMOS ROSA
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
DÓRDIO GUIMARÃES, org.
MARIA TERESA HORTA
MÁRIO DIAS RAMOS, org.
TERESA RITA
OLÍMPIO NEVES
JOÃO APOLINÁRIO

Lisboa, 1962
Edição dos Organizadores
1.ª edição
único número publicado
19,4 cm x 13,1 cm
64 págs.
exemplar como novo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das várias publicações que deram continuidade ao grupo de Poesia 61.

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Poemas Livres




aa.vv.
capas de Pedro Ramalho [1 e 2] e João M. Sérgio Loff [3]

Coimbra [1] e Porto [2 e 3], 1962, 1963 e 1968
[ed. autores]
1.ª edição [única]
3 volumes (completo)
22,4 cm x 16,3 cm
48 págs. + 88 págs. + 96 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
assinatura de posse de José Manuel Sande [2]
CONJUNTO VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO COLABORADOR FERREIRA GUEDES [3]
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Participam nos três volumes os seguintes poetas: César Oliveira, Ferreira Guedes, Francisco Delgado, Margarida Losa, Rui Namorado, António Manuel Lopes Dias, Eduardo Guerra Carneiro, José Carlos de Vasconcelos, Manuel Alegre, Armando da Silva Carvalho, Fernando Assis Pacheco, Fernando Miguel Bernardes, Luís Guerreiro, Luís Serrano e Manuel Alberto Valente. Interessante leque de colaboradores, numa publicação «[...] Dinamizada pela geração coimbrã universitária, os Poemas Livres reflectem nas suas páginas a inquietude, a revolta e as preocupações da juventude da época: a ausência de liberdade, de associação e de expressão – que o título indicia – e a guerra colonial que eclodira no ano anterior em Angola e que se perfilava já em Moçambique e na Guiné. [...]» (Fonte: Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974), vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999)

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Poesia 70 – 71


EGITO GONÇALVES, org.
MANUEL ALBERTO VALENTE, org.
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO, org.
aa.vv.
capa e grafismo de Armando Alves
ilust. Ângelo

Porto, 1971 e 1972
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
2 volumes (completo)
19,5 cm x 14 cm
248 págs. + 256 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alguns autores coligidos foram, à época, uma revelação entre alguns outros basto conhecidos. É assim que deve ser feita uma antologia: transportar o vinho novo dentro de selhas velhas. Alguns exemplos: Fallorca ao lado de José Gomes Ferreira, ou Eduardo Guerra Carneiro ao lado de Saramago, ou Nuno Guimarães ao lado de Cesariny, ou José Agostinho Baptista ao lado de Couto Viana; ou mesmo Idalécio Cação de par com João Miguel Fernandes Jorge, ou Licastro na companhia de Herberto Helder, de Jorge de Sena, de Régio, de Sophia, de Maria Teresa Horta (que vai muito bem com Torquato da Luz e Fernando Grade), etc., etc., etc.

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Mercurio – Antologia Viva do Conto Mundial



Lisboa, s.d. [circa anos 1950]
Agência Jornalística e Editorial, Lda.
colecção supostamente completa (8 números)
16,8 cm x 13,3 cm
7 x 96 págs. + 100 págs. [n.º 3]
ilustrados no texto, a duas colunas
traduções de José Vacondeus, José Villaret, Santino Siragusa e Armanda F. Silva
ilustrações de Otelo Azinhais e Henrique Brito
exemplares pouco manuseados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação em série de vários ficcionistas reconhecidos. Para além de autores estrangeiros como Cervantes, Maupassant, Dickens, Hemingway, Roald Dahl, Lermontov, Balzac, Strindberg, Sartre, James Joyce, Poe ou Dostoiewski – onde se destacam ainda mestres do policial como Frank Gruber, Conan Doyle ou Simenon –, também os autores portugueses, entre vivos e mortos, estão amplamente representados, a saber: Trindade Coelho, Manuela Porto, Fialho de Almeida, Guedes de Amorim, Garrett, Branquinho da Fonseca, Rodrigues Miguéis, Manuel da Fonseca, Camilo, etc.

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terça-feira, agosto 29, 2017

António Palolo


JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES
[capa e ilust. João B. (Botelho)]

s.l., 1978
A Regra do Jogo, Edições
1.ª edição
20,8 cm x 13,3 cm
4 págs. + 56 págs. + 1 cromo colado na portada
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA MANUEL CINTRA
rara peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vinte e Nove Poemas


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE
capa e ilust. João B. [Botelho]

s.l., 1978
A Regra do Jogo, Edições
1.ª edição
20,9 cm x 13,3 cm
52 págs. + 1 cromo colado na portada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nem Vencedor Nem Vencido


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE
capa de José Sousa Gomes (fotog.)

Lisboa, 1988
Editorial Presença, Lda.
1.ª edição
20,9 cm x 13,7 cm
96 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Um Quarto Cheio de Espelhos


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE
grafismo de Rogério Petinga
ilust. Jorge Martins

Lisboa, 1987
Quetzal Editores
1.ª edição
21 cm x 13 cm
184 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Cortina Negra



WILLIAM IRISH
trad. Eduardo Saló
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
1.ª edição
16,1 cm x 10,8 cm
218 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO POETA JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE AO ROMANCISTA NUNO BRAGANÇA DO SEGUINTE TEOR: «Ó ESCRITOR BRAGANÇA EU QUE AINDA NÃO SEI SE GOSTO DA DIRECTA SE A ACHO ABJECTA [...]»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Cortina Negra


WILLIAM IRISH
trad. Eduardo Saló
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
1.ª edição
16,1 cm x 10,8 cm
218 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome Cornell George Hopley-Woolrich (1903-1968), de par com Dashiell Hammett e Raymond Chandler, figura entre os melhores escritores de romance criminal, ou de mistério, ou pulp, que estiveram na base de adaptações cinematográficas de um género designado por film noir. Cineastas como Alfred Hitchcock, François Truffaut, Roy William Neill ou Jules Dassin constam entre os seus cultores.

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O Trompete


SERAFIM FERREIRA
capa de Alfredo Martins

Porto, 1962
Edição do Autor / Edições Saturno
1.ª edição
16,3 cm x 11 cm
148 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA MÁXIMO LISBOA
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Crítico literário, ficcionista, tradutor e programador editorial, Serafim Ferreira (1939-2015) é, precisamente, nesta última actividade profissional que deixa marca na cultura portuguesa. Destaque-se a sua passagem pela editora de referência Ulisseia, no período entre 1963 e 1964 e, depois da vigência aí de Vitor Silva Tavares, pegará no legado existente em 1967 até 1970, ano em que transitará para o Círculo de Leitores, editora que aliciava donas-de-casa, porta-a-porta, para a aquisição das suas edições oferecendo panelas e outros electrodomésticos.

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O Comboio da Madrugada


ANTÓNIO BORGA

Lisboa, s.d. [1964]
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,6 cm
148 págs.
exemplar como novo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A RAUL REGO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] António Borga [1905-1976] é um escritor realista, cuja formação intelectual o coloca na linha dos modernos escritores neo-realistas portugueses.
Mas o que faz o encanto das prosas de António Borga é a frescura e o sentido do humor que afloram no seu estilo. As suas histórias humaníssimas são de hoje pela temática, e possuem ao mesmo tempo o sabor bem português da novelística tradicional.»

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Refúgio


BERNARDO DE PASSOS
pref. Fidelino de Figueiredo
capa de Roberto Nobre

Lisboa, 1936
s.e.
1.ª edição
19,6 cm x 13,3 cm
184 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o prefaciador, filósofo e amigo íntimo do poeta republicano, o lirismo regionalista de Passos – que atinge neste livro póstumo o pico do despojamento (à maneira de João de Deus) – «[...] Refúgio é, seguramente, o mais característico e o mais belo dos seus livros. Aquela litania em favor das feias reflecte bem a sua imaginação bondosa, por tôda a parte rebuscando um sofrimento para o dourar de inesperados prestígios; e as poesias de simpatia social, de solidariedade com a servidão dos trabalhadores, revelam as inquietações do seu sentido da justiça. [...]»

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A Árvore e o Ninho


BERNARDO DE PASSOS
capa e ilust. Roberto Nobre

Lisboa, 1931
Casa do Algarve
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
56 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Conto para as creanças
profusamente ilustrado a duas cores no corpo do texto
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
longa dedicatória de posse no ante-rosto
peça de colecção
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Bernardo de Passos (São Brás de Alportel, 1876 – Faro, 1930), embora estilisticamente antiquado, legou-nos alguns dos mais doces versos algarvios.

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A Árvore e o Ninho


BERNARDO DE PASSOS
pref. José Guerreiro Murta
capa e ilust. Roberto Nobre

Lisboa, 1951
Comissão Executiva do Monumento a Bernardo de Passos
3.ª edição
18,8 cm x 13 cm
56 págs. + 2 folhas em extra-texto (1 é branca)
subtítulo: Conto para crianças
profusamente ilustrado a cor
impressão a três cores directas
corte das folhas carminado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
da tiragem especial
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, agosto 28, 2017

“Dona Maria” de Trazer por Casa

 

ADOLFO SIMÕES MÜLLER
ilust. Fernando Bento

Lisboa, 1947
Edição da Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
23,8 cm x 18,4 cm
96 págs.
profusamente ilustrado a cor (bicromia)
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas com motivos infantis, sobrecapa polícroma destacável para armar
exemplar muito estimado, discretos restauros na sobrecapa; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Alentejo não Tem Sombra [...]



EUGÉNIO DE ANDRADE, org.

Porto, 1983
O Oiro do Dia
2.ª edição
22,5 cm x 15 cm
48 págs. + 4 págs. em extra-texto
subtítulo: [...] antologia de poesia contemporânea sobre o Alentejo organizada por [...] com uma pintura de Armando Alves e outra de Jorge Pinheiro nas edições oiro do dia
capa e miolo impressos sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse de Eulália Marques na pág. 2
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologiados, entre outros, e para além de si próprio, poetas como Florbela Espanca («Horas mortas... Curvada aos pés do Monte / A planície é um brasido [...]»), José Régio, José Gomes Ferreira («Nunca ouvi um alentejano cantar sozinho / com egoísmo de fonte. [...]»), Miguel Torga, Manuel da Fonseca («Nove casas, / duas ruas, / ao meio das ruas / um largo, / ao meio do largo / um poço de água fria. [...]»), Jorge de Sena («[...] Por entre os campos, os cordões rugosos / dos caminhos para toda a parte, / menos para os campos, que pacientemente evitam. [...]»), Raul de Carvalho, Sophia de Mello Breyner Andresen, Mário Cesariny, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, Ruy Belo, etc.

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Variações Sobre um Corpo


EUGÉNIO DE ANDRADE, org.
desenhos de José Rodrigues
capa e direcção gráfica de Armando Alves

Porto, 1973
Editorial Inova sarl
2.ª edição
22,4 cm x 14,5 cm
92 págs. + 8 págs. (não numeradas)
subtítulo: Antologia de Poesia Erótica Contemporânea
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologia com algumas diferenças relativamente à sua edição primitiva – para além da mudança de formato, por exemplo, foi suprimido o poema de Sophia... –, abre com Fernando Pessoa e fecha com Nuno Guimarães, numa panorâmica que abrange os nomes cimeiros de quase um século poético, a saber: Mário de Sá-Carneiro, Irene Lisboa, José Régio, António Botto, Adolfo Casais Monteiro, Jorge de Sena, Egito Gonçalves, Eugénio (ele mesmo), Natália Correia, Alexandre O’Neill, António Ramos Rosa, David Mourão-Ferreira, Fernando Guimarães, João Rui de Sousa, Alberto de Lacerda, José Terra, Herberto Helder, José Bento, Pedro Tamen, M. S. Lourenço, Maria Teresa Horta, Armando da Silva Carvalho e Fiama Hasse Pais Brandão.
Um exemplo ao acaso, de Natália Correia:

«COSMOCÓPULA

O corpo é praia a boca é a nascente
e é na vulva que a areia é mais sedenta
poro a poro vou sendo o curso de água
da tua língua demasiada e lenta

dentes e unhas rebentam como pinhas
de carnívoras plantas te é meu ventre
abro-te as coxas e deixo-te crescer
duro e cheiroso como o aloendro».

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