terça-feira, outubro 31, 2017

Um Auto para Jerusalém


MÁRIO CESARINY DE VASCONCELOS

Lisboa, s.d. [1964]
Editorial Minotauro
1.ª edição
19,8 cm x 13,6 cm
76 págs.
exemplar como novo; miolo por abrir
junto com o bilhete de ingresso para a sua primeira representação pública, no Teatro Municipal de São Luiz a 18 de Março de 1975
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida no tempo de Salazar (vd. Livros Proibidos no Regime Fascista, Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981), por indicação do censor José Brandão Pereira de Mello. Somente em 1975, sob o triunfo do gonçalvismo, será levada à cena pelo grupo Teatro dos Sete.

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Des Couleurs Symboliques


FRÉDÉRIC PORTAL
pref. Jean-Claude Cuin

Paris, 1984
Guy Trédaniel – Éditions de La Maisne
s. i.
texto em francês
21,5 cm x 13,5 cm
12 págs. + 4 págs. + 312 págs. + 4 págs.
subtítulo: Dans l'Antiquité, le Moyen-Age et les Temps Modernes
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do Prefácio de Jean-Claude Cuin à obra do barão Frédéric de Portal (1804-1876) (tradução sem compromisso):
«[...] A cor, enquanto símbolo, é um “signo”, ou seja, a manifestação de um princípio por meio de um “suporte” que o torna acessível a quem não saberia como aceder directamente a esse princípio, nem à sua pura manifestação inteligível. [...]»
Importante tratado antropológico e de alta magia, procura, mergulhando no segredo das mais antigas crenças e cultos, e encontra certa unanimidade na simbólica das cores, permitindo-se uma síntese cuja ponte pode, talvez, simplificar-se assim: a luz manifesta-se nas cores – das cores nascem as artes – todas as artes nascem da religião – todas as religiões têm origem na meteorologia.

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O Ocultismo e a Sciencia Contemporanea


JOÃO ANTUNES
pref. Gerard Encausse

Lisboa, 1922
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (filhos)
2.ª edição
18,9 cm x 12,1 cm
96 págs.
subtítulo: Notas, teorias, documentos e factos
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, outubro 30, 2017

Aperfeiçoamento Ortográfico


JOSÉ ROQUE PRATA
VENÂNCIO FERRO

Lisboa, s.d. [circa 1965]
Livraria Progresso Editora
1.ª edição
22,6 cm x 16,5 cm
140 págs.
subtítulo: Com exercícios de aplicação
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, outubro 29, 2017

As Ruinas, ou Meditação sobre as Revoluções dos Imperios



C. [CONSTANTIN] F. [FRANÇOIS] C. [CHASSEBŒUF] DE VOLNEY
trad. Pedro Cyriaco da Silva

Lisboa, 1822
Na Typ. de Diziderio Marques Leaõ
1.ª edição
14,8 cm x 9,9 cm
[XLVIII págs. + 226 págs] + [6 págs. + 64 págs.]
subtítulo: Muitas annotações tanto do Author, como o Traductor, servem d’esclarecimento, e authoridades ao texto; e ajuntou-se-lhe o Cathecismo da Lei Natural, producção do mesmo transcendente engenho
muito elegante encadernação coeva inteira em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
corte das folhas carminado, sem capas de brochura [?]
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O conde de Volney (1757-1820), filósofo francês, notabilizou-se como historiador, político abolicionista e orientalista. Revolucionário, exprimiu isso mesmo também ao substituir o seu verdadeiro apelido, Boisgirais, por Volney a partir da contracção de Voltaire com Ferney.

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Soliloquios



MARCO AURELIO
trad. E. Miquela e Miguel Dolç

Barcelona, 1945
Montaner y Simon, S. A.
1.ª edição
texto em castelhano
15,6 cm x 10,9 cm
8 págs. + 396 págs.
impresso sobre papel superior creme
elegante encadernação da época (provavelmente do editor) inteira em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, ligeiras manchas nas folhas-de-guarda
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do imperador romano Marcus Aurelius (121-180 d.C.), um breve pensamento:
«[...] No es fácil tropezar con un hombre que sea desgraciado por dejar de entrometerse en lo que ocurre en el alma de los demás. Pero los que no escudriñan los movimientos de su propia alma, fuerza es que sean desgraciados. [...]»

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Ciência e Poesia


MARIA DE LOURDES BELCHIOR
pref. A. M. Nunes dos Santos
capa de Jorge Martins

Lisboa, 1985
Universidade Nova de Lisboa
1.ª edição
21 cm x 13 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Amor Desagua em Delta


EGITO GONÇALVES
capa de José Rodrigues
grafismo de Armando Alves

Porto, 1971
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
108 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O sóbrio voluminho reúne, revistos, os anteriores livros de Egito Gonçalves: A Evasão Possível, O Vagabundo Decepado, A Viagem Com o Teu Rosto e Memória de Setembro.

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Os Arquivos do Silêncio



EGITO GONÇALVES
pref. Óscar Lopes
capa de Câmara Leme

Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
20,3 cm x 14,2 cm
XLIV págs. + 164 págs.
subtítulo: 1959-1961
composto manualmente em Elzevir
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do excelente prefácio do ensaísta:
«[...] Este livro de Egito Gonçalves assume [...] o significado global de um acertar do relógio numa poesia nacional atrasada, um acertar de relógio que nos traz, via metaforismo, mas dele já sensìvelmente emergindo até à fase mais avançada da poesia espanhola. [...]
[...] O estilo fundamental é agora outro, mais descarnado e convicto. Ora, como vemos pela evolução de Egito Gonçalves, e poderíamos ver noutros poetas portugueses, também entre nós parece processar-se o regresso à responsabilidade explícita pelo povo de que se bebe a língua. [...]»

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A Viagem Com o Teu Rosto



EGITO GONÇALVES

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição (em livro)
19,2 cm x 13,6 cm
76 págs.
é o 21.º volume da colecção Cancioneiro Geral
composto manualmente em Elzevir
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de poemas anteriormente dados a conhecer nos periódicos A Serpente, Árvore, Jornal de Notícias, O Comércio do Porto, Diário Ilustrado, Planície, Contraponto, Diário de Notícias, Bandarra e Notícias do Bloqueio. A ele se refere elogiosamente Jorge de Sena na 3.ª série das Líricas Portuguesas (Portugália Editora, Lisboa, 1958):
«[...] A sua poesia áspera e retórica, afim, na atitude formal, da da chamada “geração de 1951” do Brasil, da qual se distingue por um interesse pela intencionalidade social, esconde, sob uma imagística combativa, em que afloram vivências das catástrofes mundiais, uma sensibilidade adolescente ainda, constrangida e delicada, que dá o melhor tom lírico a alguns dos seus poemas. O último livro [refere-se ao vertente], que reúne grande parte da sua produção dispersa, afirma-o como um poeta de recursos muito mais amplos que os manifestados nos anteriores [...].»

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O Cavalinho de Pau do Menino Jesus



MANUEL ANTÓNIO PINA
ilust. Danuta Wojciechowska

Lisboa, 2004
Jornal Expresso (separata)
1.ª edição
17,2 cm x 13 cm
16 págs.
ilustrado a cor
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

O falecido escritor portuense Manuel António Pina não se ficou apenas por versos e crónica jornalística; também a pedagogia vertida em conto e em teatro infantil lhe ocupou as preocupações criativas. Aqui, um desses exemplos: nada mouro – basto cristão.

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quarta-feira, outubro 25, 2017

Iniciação – Cadernos de Informação Cultural



[AGOSTINHO DA SILVA]

Lisboa, 1940 a 1942
[ed. Autor]
1.ª edição
8 séries (48 fascículos) enc. 2 volumes
24 cm x 17 cm
[24 págs. + 28 págs. + 20 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 28 págs. + 28 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 28 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs.] + [28 págs. + 16 págs. + 28 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 20 págs. + 20 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs. + 24 págs.]
títulos coligidos: [1.ª série – A primeira volta ao mundo; Breve história do linho; A vida de Edison; A vida e a arte de Goya; Uma ascensão nos Himalaias; O pensamento de Epicuro; 2.ª série – O planeta Marte; A vida de Lesseps; Por três ovos de pingüim; A arte pre-histórica; O budismo; História dos Estados Unidos; 3.ª série – O petróleo; A vida e a arte de Van Gogh; O Sahará; A vida de Pierre Curie; As escolas de Winnetka; História da Holanda; 4.ª série – A vida e a arte de Ticiano; O gás; As viagens de Colombo; O estoicismo; Mozart; O mundo dos micróbios;] [5.ª série – A vida de Masaryk; O ferro; História do Egipto Antigo; A escultura grega; As viagens de Stanley; A Reforma; 6.ª série – A vida de Florence Nightingale; O islamismo; O transformismo; As abelhas; A vida e a arte de Cellini; Literatura latina; 7.ª série – A vida de Nansen; O plano Dalton; As cooperativas; O Sol; Goethe; O cristianismo; 8.ª série – Beethoven; Literatura russa; Filosofia pre-socrática; Alexandre Herculano; A hulha; A vida e a arte de Courbet]
encadernações modestas homogéneas em meia-inglesa com rótulos gravados a ouro e colados nas lombadas
aparados
conservam todas as capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação quinzenal redigida e editada por Agostinho da Silva (1906-1994), cumprindo um desejo, quase missionário, de transferência de saberes na sua forma mais simples, mas sempre fruto de inequívoca erudição.

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terça-feira, outubro 24, 2017

Essência


SAÚL DIAS
pref. Guilherme de Castilho
capa e ilust. Júlio

Porto, 1973
Brasília Editora
1.ª edição
21,6 cm x 16 cm
136 págs.
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Júlio Maria dos Reis Pereira (1902-1983), pintor com obra literária assinada Saúl Dias, embora ligado ao núcleo intelectual da revista presença nunca obteve o reconhecimento de seu irmão José Régio.

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Nós e a Criança


ILSE LOSA
capa de Alexandra Losa

Porto, s.d.
Porto Editora, Lda.
2.ª edição («corrigida e aumentada»)
20,8 cm x 14,6 cm
196 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cruz Malpique em nota editorial na badana:
«Precisamos de livros desta natureza como de pão para a boca. São tantos os vícios de que enferma a educação infantil, entre nós, que a leitura de livros como este vale como excelente tónico pedagógico. [...]»

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Grades Brancas


ILSE LOSA
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1951
Centro Bibliográfico – Cancioneiro Geral
1.ª edição
19,1 cm x 13,6 cm
4 págs. + 60 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 21 da tiragem especial de apenas 40 exemplares
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de António Sousa Falcão
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Retta ou os Ciúmes da Morte


ILSE LOSA
ilust. Maria Keil

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
28 págs.
composto manualmente em elzevir na Tipografia Ideal
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
sinais de desgaste no frontispício no sítio onde antes esteve uma assinatura de posse
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Barco Afundado


ILSE LOSA

Lisboa, 1979
Editorial Novaera, Lda.
1.ª edição
24,1 cm x 15,3 cm
152 págs.
capa de Vitorino Martins
exemplar bem conservado
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, outubro 23, 2017

Broderie et Dentelles




ERNEST LEFÉBURE

Paris, 1887
Maison Quantin – Compagnie Générale d’Impression et d’Édition
1.ª edição
texto em francês
21,1 cm x 14,3 cm
320 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial, gravação a ouro e negro nas pastas e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Bordado e rendas, num livro destinado ao ensino histórico em Belas-Artes.

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Joan Manuel Serrat


MANUEL VÁZQUEZ MONTALBÁN
trad. José Viale Moutinho
capa de Marco

Porto, 1973
Livraria Paisagem, Editora
1.ª edição
texto em português, catalão e castelhano
19,7 cm x 12,8 cm
176 págs.
exemplar muito estimado, contracapa ligeiramente suja; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente ensaio biográfico e antologia de líricas das canções, as quais, para além das de autoria de Joan Manuel Serrat (n. 1943), juntou o editor as de Antonio Machado e de Miguel Hernandez de que se conhece interpretação pelo cantor catalão. A sua voz e postura conferiram mais significado à luta contra a ditadura franquista, apesar da distância imposta pelo seu exílio no México.

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domingo, outubro 22, 2017

Setembro de 1971


ALONSO FÉRIA

Lisboa, 1971
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,4 cm x 13,4 cm
184 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume reunindo, na sua forma definitiva, o conteúdo dos livros Born in 27, O Destino do Homem, A Utilidade do Verso e Tempo de Heróis. Do seu estilo poliglota, destacamos uma passagem do texto «A Real Life»:
«[...] He used as sound source only a pre-recorded
reading (by Erdem Buri, noted Turkish
broadcasting and literary personality) of
Mallarmé’s poem, and applied the entire range
of classic studio techniques towards its
transformation. […]»

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Guia de Portugal - Lisboa e Arredores [Raúl Proença]



aa.vv.
capa de Raúl Lino

Lisboa, 1924
Biblioteca Nacional de Lisboa
1.ª edição
16,8 cm x 11,3cm
LXIV págs. + 674 págs. + 14 págs. (anúncios e cólofon) + 15 mapas e plantas desdobráveis
subtítulo: Generalidades. Lisboa e Arredores
cartonagem editorial em tela encerada e gravação a ouro
corte das folhas carminado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o primeiro volume do ainda hoje mais importante guia cultural e turístico de Portugal, realizado, e largamente redigido, pelo republicano radical Raul Proença na qualidade de chefe dos Serviços Técnicos da Biblioteca Nacional. Posteriormente, a coordenação do empreendimento passará para a responsabilidade de Sant’Ana Dionísio. Uma referência obrigatória relativa ao património cultural edificado pela I República.

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Divagando Sôbre a Bíblia


JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO)

Lisboa, 1943
Edição do Autor
1.ª edição
22,8 cm x 15,3 cm
246 págs.
subtítulo: Do Génesis e Suas Interpretações
exemplar estimado, discretos restauros na capa; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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[Biblia Sacra de Lião]





Lvgdvni, 1663
Ex Typographia Viduæ I.bi [Jacobi] Carteron
s.i.
17 cm x 11,8 cm
886 págs. + [49 págs. + 61 págs.]
encadernação antiga inteira em pele gravada a ouro em ambas as pastas, na espessura da dobra da pele e na lombada
muito aparado, corte dourado
exemplar muito estimado, restauros na lombada; miolo limpo, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo A Radical’s Books: the Library Catalogue of Samuel Jeake of Rye, 1623-90 (Michael Hunter, Giles Mandelbrote, Richard Ovenden e Nigel Smith, D. S. Brewer, Cambridge – Woodbridge, 1999):
«This edition of the Vulgate version of the Bible, Lyon 1663, is not recorded by Darlow & Moule; no copy has been located [...].» E perante o conhecimento da existência de uma edição de 1664, deduzem os autores que o antiquário e astrólogo Samuel Jeake (pai) haja tido «[...] an earlier issue of this edition, or perhaps a copy with a defective or missing title-page.»
O volume ora aqui apresentado é igualmente omisso em frontispício, abrindo com um cólofon em mandala seguido do «Præfatio ad lectorem», aparentemente sem falta de folhas, o que reforça a ideia de nunca ele ter sido impresso. Por seu turno, inclui, além de quatro ordens de índices, a Oratio Manassæ Regis Ivda, cvm captvs teneretvr in Babylone [Oração de Manassés, rei de Judá, quando em cativeiro na Babilónia].

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Noite Antárctica


JACK BURSEY, comandante-tenente
trad. Alberto Candeias
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição ?]
21,8 cm x 15,2 cm
240 págs. + 6 extra-textos
subtítulo: História de um Homem que Passou 28.224 Horas na Base do Mundo
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de memórias pessoais colhidas durante a viagem ao Pólo Sul. Especial atenção para a capa, incomum na obra gráfica de Bernardo Marques.

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sábado, outubro 21, 2017

Caminhos da Moderna Poesia Portuguesa



ANA HATHERLY
capa de Ruy Pacheco
ilust. Ruy e Mário Pacheco

Lisboa, 1960
Direcção-Geral do Ensino Primário
1.ª edição
16,5 cm x 11 cm
124 págs.
ilustrado
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a égide de Salazar – cujas directrizes assomam a cortina protectora desta antologia: «... uma das maiores preocupações no domínio em que podemos agir é exactamente a de conservar a frescura, como a das fontes que brotam da Terra, a simplicidade natural, a fraternidade humana e cristã do povo português [...]» – leva a cabo Ana Hatherly a sua missão colectora poético-pedagógica, num acervo de autores que tanto dá para o lado do melhor surrealismo de Alexandre O’Neill e Natália Correia como para o conservadorismo retinto de um Pedro Homem de Mello ou de um António de Cértima. A propósito deste último, e dos modelos literários quadra e redondilha, acrescenta ela até, espontânea e exclamativa: «[...] E como é pitoresca e alegre esta imagem do povo português, trabalhador e forte, que tão bem sabe cantar!»

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Claro–Escuro – Revista de Estudos Barrocos



Lisboa, Novembro de 1988 a Maio-Novembro de 1991
dir. Ana Hatherly
Quimera Editores
1.ª edição [única]
7 números em 4 vols. (completo)
29,4 cm x 19,2 cm
112 págs. + 216 págs. + 144 págs. + 212 págs.
ilustrados
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista que contou com múltiplos colaboradores, entre os quais são de destacar os nomes de Filomena Belo, Ivo Castro, Andrée Rocha, Artur Anselmo, Rui Bebiano, E. M. de Melo e Castro, Fernando Guimarães, José-Augusto França, Maria Alzira Seixo, Paulo Varela Gomes, António Cirurgião, Luísa Arruda, etc. O último volume é dedicado inteiramente à influência dos Descobrimentos no barroco.

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A Mitologia Fadista


ANTÓNIO OSÓRIO
capa de Moura-George

Lisboa, 1974
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição [única]
17,8 cm x 11,7 cm
120 págs.
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Alguns dos nossos poetas conservadores também já foram progressistas. O vertente ensaio do poeta António Osório atesta, em tom maior, uma rara lucidez sobre a cultura popular alfacinha.
O fado, apesar da sua toada de inspiração árabe-andaluz, «[...] surgiu em Portugal com o regresso da corte em 1822 [...]», vinda do Brasil após as invasões francesas. «O fado tocado à guitarra iniciou-se, ao que parece, depois do miguelismo no poder (1828), propagando-se em Lisboa, de modo crescente, durante o período das lutas liberais. [...]»
«[...] O desespero impotente de um Antero, de um Eça, de um Oliveira Martins, de tantos outros, não se compreenderá porventura melhor, em toda a sua dimensão aniquilante, se o associarmos ao atraso tremendo do seu povo, patente sem sofismas nos fados? Uma sociedade revela-se verdadeiramente através dos seus espectáculos, dos seus jogos, das suas canções. E trai-se tanto mais quanto maior for o carácter opressivo das instituições. Ora depara-se-nos no fado o escoadoiro de tudo (ou quase tudo) o que temos de pior, é uma verdadeira descida ao inferno da vida portuguesa. O saudosismo, “os fumos da índia”, o sebastianismo, os “espectros do passado”, a petulância marialva, a predisposição lacrimante, a inércia e a indiferença cívicas, o narcisismo derrotista, a tacanhez, o desgosto da vida, a opacidade do futuro, isto tudo supura na “moral” do fado e na sua vivência básica de um Destino inelutável, perante o qual se mostra nulo o poder da vontade e do pensamento racional – o mito supremo e, ao cabo, o pressuposto dos demais. Longe de ser um fenómeno apenas “popular”, afluem no fado as tendências ideológicas que têm pervertido a vida do País nos últimos cento e cinquenta anos. Por isso o estudo do fadismo oferece a particularidade de lançar um jorro de luz sobre o todo, ao mesmo tempo que nos dá ainda um resumo perfeito das nossas fatalidades. [...]»

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História do Teatro Português


LUIZ FRANCISCO REBELLO

s.l., 1967
Publicações Europa-América
1.ª edição
18 cm x 11,4 cm
148 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR JOSÉ DE MATOS SEQUEIRA
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Maria Constança e José de Matos Sequeira
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota do autor na contracapa:
«[...] o público não é uma entidade abstracta: é, pelo contrário, uma entidade històricamente determinada, a que as estruturas económicas e sociais de cada época conferem uma imagem distinta e definida. E através dessas imagens sucessivas, que umas às outras se vão substituindo ao ritmo das transformações daquelas estruturas, é-nos dado surpreender o rosto mutável do teatro – reflexo da vida que na vida afinal se reflecte. [...]»

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quarta-feira, outubro 18, 2017

A Linguagem Simbólica da Natureza


SÓNIA TALHÉ AZAMBUJA
pref. Vítor Serrão
posf. José Carlos Costa
capa de Pedro Serpa

Lisboa, 2009
Nova Vega, Lda. – Editor Assírio Bacelar
1.ª edição
26 cm x 20 cm
386 págs.
subtítulo: A Flora e a Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa
profusamente ilustrado a cor
texto impresso a duas colunas
exemplar como novo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o historiador Vítor Serrão, «[...] o ensaio de Sónia Talhé Azambuja [n. 1974] [...] constitui um dos pontos altos desta fase amadurecida de estudos sobre a Natureza-Morta portuguesa do século XVII. [...]»

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Hygiene, e Medicina Popular


GUILHERME CENTAZZI

Lisboa, 1844
Typ. de Antonio José da Rocha
2.ª edição
20,9 cm x 13,6 cm
320 págs.
encadernação de amador, cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guilherme Centazzi (1808-1875) foi médico, músico, escritor e jornalista. Homem de ideias liberais, pioneiro na aplicação da ginástica à medicina, com obras várias publicadas de teor científico, pode atribuir-se-lhe ainda – antecipando-se a Herculano e Garrett – a introdução do romantismo no romance nacional, em 1840, por via do seu magnífico livro O Estudante de Coimbra.

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Estado da Medicina em 1858


MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Lisboa, 1858
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,1 cm x 14 cm
4 págs. + 160 págs.
subtítulo: Opusculo Dividido em Cinco Partes dedicado a Sua Magestade El-Rei o Senhor Dom Pedro Quinto e offerecido aos homens de consciencia e superiores que entre nós ensinam ou praticam a nobre e liberal profissão da medicina
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO MARECHAL AO CONSELHEIRO MARINO MIGUEL FRANZINI (1779-1861)
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portruguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«João Carlos de Saldanha de Oliveira e Daun, 1.º Duque, 1.º Marquez e 1.º Conde de Saldanha, Mordomo-mór de Sua Magestade, Par do Reino, Conselheiro d’Estado, Ministro d’Estado honorario, Marechal do Exercito, e ex-Commandante em Chefe, Vogal do Supremo Conselho de Justiça militar, Ministro Plenipotenciario honorario; Grão-Cruz das Ordens militares da Torre e Espada, Christo, Conceição e S. João de Jerusalem em Portugal; das de S. Fernando, Carlos III e Isabel a Catholica de Hespanha; da de S. Gregorio de Roma; da Legião de Honra de França, condecorado com a Ordem do Tosão de Ouro, e com varias outras distincções e medalhas de honra nacionaes e estrangeiras; Socio emerito, e ex-Vice-presidente da Academia Real das Sciencias de Lisboa, Membro da Sociedade Geologica de França, da Academia das Sciencias e Bellas-letras de Anvers, da Sociedade Statistica de França, e de muitas outras Associações scientificas e litterarias da Europa, etc. etc. – N. em Lisboa a 17 de Novembro de 1790 [m. 1876], e foi o nono filho do 1.º conde de Rio-maior João de Saldanha Oliveira e Sousa, e de sua mulher a condessa D. Maria Amalia de Carvalho e Daun, terceira filha do 1.º Marquez de Pombal. […]
S. ex.ª querendo disseminar tanto quanto fosse possivel ás idéas e principios conteudos n’esta sua obra, dictada pelo desejo de ser util aos seus compatriotas, distribuiu franca e profusamente a primeira edição que d’ella mandou fazer; como porém esta não fosse sufficiente para saciar a justa curiosidade do publico, teve logar em breve tempo a segunda, que egualmente foi distribuida [...].»

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A Verdade



MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Lisboa, 1869 [aliás, 1868]
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,8 cm x 15 cm
2 págs. + 64 págs.
luxuosa e elegante encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas e na lombada
corte carminado apenas à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELO SELO BRANCO DO DUQUE DE SALDANHA NO FRONTISPÍCIO
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome inteiro João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun (1790-1876), foi 1.° conde, 1.° marquês e 1.° duque de Saldanha; foi ainda marechal-general do Exército, par do Reino, conselheiro de Estado efectivo, presidente do Conselho de Ministros, ministro da Guerra e ministro plenipotenciário em Londres, mordomo-mor da Casa Real, vogal do Supremo Conselho de Justiça Militar, etc.

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Necessidade de Associação Catholica



MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Londres, 1871
T. Brettell & Co.
1.ª edição
21,6 cm x 14,3 cm
18 págs.
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, armoreado a ouro na lombada
corte carminado apenas à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, pequenos restauros nos bordos da capa de brochura; miolo limpo, papel manchado
rubrica de posse na capa: «General Palmeirim»
VALORIZADO PELO SELO BRANCO DO DUQUE DE SALDANHA NA CAPA DA BROCHURA
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] O governo representativo no seu sentido genuino, assegura a todas as classes igual justiça; o liberalismo, como hoje o preconizam e como a experiencia tem mostrado, é a mais completa perversão de uma verdadeira e nobre theoria. [...]»

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O Marechal Saldanha Hontem e Hoje


ANTONIO MARIA DE CAMPOS JUNIOR

Leiria, 1870
Typographia Leiriense
1.ª edição
23,1 cm x 16 cm
24 págs.
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo, papel sonante
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Maria de Campos Júnior (1850-1917), militar de carreira e jornalista em A Revolução de Setembro, notabilizou-se, do ponto de vista literário, como autor da obra Guerreiro e Monge.

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La Question de l’Opium


J. CAEIRO DA MATTA

Lisboa, 1938
s.i. [ed. autor ?]
1.ª edição
texto em francês
26 cm x 17,8 cm
80 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Além do relatório entregue à Assembleia da Sociedade das Nações, em Setembro de 1937, em que Caeiro da Matta acusa a China e o Irão como protagonistas da difusão do ópio e da heroína no Ocidente, reúne ainda a vertente brochura o discurso de encerramento dos trabalhos aí apresentados, assim como o discurso na sessão de Agosto de 1938 do Comité Central Permanente para o Ópio, cujo tema se centra no caso de Macau.

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No Congresso do Mundo Português


J. CAEIRO DA MATTA

Lisboa, 1940
s.i [ed. Autor ?]
1.ª edição
26,3 cm x 17,5 cm
36 págs.
impresso sobre papel algodoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ao Serviço de Portugal


 J. CAEIRO DA MATTA

Lisboa, 1937 e 1951
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
2 volumes (completo)
[25,9 cm x 18 cm] + [25,3 cm x 18,4 cm]
[22 págs. + 344 págs.] + [8 págs. + 390 págs.]
impressos sobre papel superior
exemplares estimados; miolo limpo, papel por vezes com sinais de foxing no primeiro livro, parcialmente por abrir o segundo
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR NO PRIMEIRO LIVRO
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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