quarta-feira, novembro 29, 2017

The Rand Rush


ERIC ROSENTHAL

Joanesburgo, 1974
Ad. Donker / Publisher
1.ª edição
texto em inglês
27,1 cm x 21,7 cm
6 págs. + 138 págs.
subtítulo: 1886-1911 Johannesburg’s first 25 Years in Pictures
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela encerada com gravação a negro na lombada, sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar muito estimado, ligeiras esfoladelas na sobrecapa; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Report on Southern Africa


BASIL DAVIDSON

Londres, 1952
Jonathan Cape
[1.ª edição]
20,5 cm x 14 cm
286 págs. + 1 desdobrável (mapa)
encadernação editorial com sobrecapa
bem conservado
ideograma de posse na sobrecapa, na primeira folha de guarda e no frontispício
assinaturas de posse na primeira folha de guarda e no frontispício
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

É o relatório abrangente das lutas subjacentes ao apartheid, à escravatura, à humilhação dos “inferiores”. O ponto de vista é, apesar disso, o de um investigador das mutações levadas ao continente africano por um capitalismo embrionário e ainda incipiente, que sucedeu aos séculos de crua rapina.

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A Campanha d’Africa Contada por um Sargento


CAETANO ALBERTO

Lisboa, 1896
Empreza do Occidente
1.ª edição
21,9 cm x 14,7 cm
144 págs.
subtítulo: Edição popular illustrada com gravuras de retratos, vistas e combates
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação de amador em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel envelhecido
assinatura de posse nas costas do frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do relato dos acontecimentos que levaram à prisão de Gungunhana, chefe do povo xangana, que ameaçara transformar o seu reino africano num protectorado inglês.

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terça-feira, novembro 28, 2017

Ultramar Português


ANTÓNIO MENDES CORRÊA
capa e ilust. Álvaro Duarte de Almeida
gráficos e tabelas de Luciano Couto
trad. (resumos) Maria de Sousa Bahia (francês) e Corina de Almeida, Luís Cardim e Francisco Bahia dos Santos, Silva Rego e Alves de Azevedo (inglês)

Lisboa, 1949 e 1954
Agência Geral das Colónias / Agência Geral do Ultramar
1.ª edição
2 volumes (completo)
22,7 cm x 16,3 cm
[440 págs. + 130 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [288 págs. + 62 págs. em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto]
subtítulos: I – Síntese da África; II – Ilhas de Cabo Verde
ilustrados
impressos sobre papéis algodoado e couché
exemplares muito estimados; miolo limpo, ocasionais marcas de foxing
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Conflito Pessoal entre a Associação dos Funcionarios Publicos de Macau e o Snr. Henrique Monteiro Correia da Silva


ALBANO MONCADA

Macau, 1921
Tip: Mercantil de N. T. Fernandes e Filhos [ed. Autor]
1.ª edição
20,9 cm x 13,9 cm
2 págs. + 18 págs.
acabamento com laçada tipo oriental
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto, em que se transcreve o telegrama enviado, ao governo de Lisboa, pela Associação dos Funcionários Públicos de Macau:
«[...] “Assembleia geral funcionalismo Macau, incluindo Magistrados funcionarios superiores manifesta respeitosamente perante V. Excia [o Ministro das Colónias] sua irredutivel incompatibilidade com Governador Henrique Correia da Silva com quem cortaram relações pessoais pela maneira vexatoria falta consideração com que foram tratados funcionarios bem como sua atitude questão vencimentos decreto 7415 contrariando resoluções Conselho Legislativo escondendo determinado telegrama 1560 de Setembro antecessor de V. Excia. que resolvia situação económica dificil funcionalismo e pede providencias.” [...]»

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Efemérides da História de Macau


LUIS G. GOMES

Macau, 1954
Noticias de Macau
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
6 págs. + 270 págs.
trata-se do n.º XII da Colecção Noticias de Macau
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Metódica cronologia da história de Macau estendendo-se do século XVI à data da vertente publicação.

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Festividades Chinesas


LUIS G. GOMES

Macau, 1953
[ed.] “Noticias de Macau”
1.ª edição
18,4 cm x 13,3 cm
264 págs.
trata-se do n.º VIII da Colecção Noticias de Macau
exemplar estimado, sujidade na capa; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luís Gonzaga Gomes (1907-1976) é, talvez, a mais importante referência no intercâmbio luso-chinês, quer como conhecedor da língua cantonense, quer da cultura chinesa. Autodidacta, porém homem de uma sabedoria pluridisciplinar abrangente, que tanto se afirmou na historiografia como no conhecimento da arte e da música.

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Relação da Grande Monarquia da China



ÁLVARO SEMEDO, padre
trad. Luís G. Gomes

Macau, 1956
Notícias de Macau
1.ª edição
2 volumes (completo)
18,6 cm x 13,4 cm
408 págs. + [196 págs. + VIII págs.]
trata-se dos n.os XV e XVI da Colecção Notícias de Macau
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nova Colectânea de Artigos


MANUEL DA SILVA MENDES
compilação de Luís G. Gomes

Macau, 1963-1964
Jornal «Notícias de Macau»
1.ª edição [em livro]
4 volumes (completo)
18,5 cm x 13,3 cm
[6 págs. + VIII págs. + 324 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [VIII págs. + 356 págs.] + [VIII págs. + 324 págs.] + [VIII págs. + 196 págs.]
subtítulos: vol. I – Arte; vol. II – Problemas Citadinos; vol. III – Assuntos Sínicos e Crónicas; vol. IV – Diversos
ilustrados
trata-se dos n.os XVIII a XXI da Colecção Notícias de Macau
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para o estudo do pensamento oriental, sobretudo no que diz respeito a uma aproximação da cultura chinesa. Manuel da Silva Mendes (1867-1931), professor e reitor do Liceu de Macau, presidente do Leal Senado, notabilizou-se no campo da divulgação das ideias libertárias e anarquistas.

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Memórias


ARTUR LOBO D’ÁVILA, 1855-1945
coord. e notas de Reinaldo Ferreira (Néorx) e Saul dos Santos Ferreira

Lisboa, 1946 [1945]
[s.i.]
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
144 págs.
subtítulo: Com interessantes apontamentos da sua viagem à China
exemplar estimado; miolo limpo por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Romancista, ensaísta e dramaturgo, Artur Lobo de Ávila – ou Arthur Lobo d’Ávila, como assinava – foi filho de um governador de Macau, tendo acompanhado o pai e ocupado cargos diplomáticos até 1877. Regressando a Portugal, matriculou-se no curso superior de Letras, sendo classificado com distinção nas cadeiras de história, literatura e filosofia. Trabalhou como primeiro escriturário da Caixa Económica Portuguesa, aposentando-se em Maio de 1896.
Foi um intenso colaborador em diversos periódicos. Embora a sua incursão pela ficção se tenha verificado ainda nos primeiros anos da idade adulta, aumentou a sua actividade literária a partir dos finais do século XIX. Na ficção histórica, a sua estreia ocorreu em 1898, com o romance A Descoberta e Conquista da Índia pelos Portugueses, que fora primitivamente publicado no Diário de Notícias e premiado num concurso literário daquele jornal no ano anterior. [...]» (Fonte: página electrónica do romancista Pedro Almeida Vieira)
Segundo os autores do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990) Lobo d’Ávila «[...] enveredou pelo teatro de reconstituição histórica, pondo nas suas composições um afã de naturalismo [...] que as graves deficiências de construção dramática votavam ao insucesso. [...]»

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segunda-feira, novembro 27, 2017

A “Boceta de Pandora” que os Deuses confiaram à guarda de Nehru


ALBERTO XAVIER

Lisboa, 1954
Editorial Império, Limitada
1.ª edição (em brochura)
23,6 cm x 16 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de artigos anteriormente publicados no Jornal do Comércio, de Lisboa, entre Novembro de 1953 e Maio de 1954.

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Memórias da Vida Pública



ALBERTO XAVIER

Lisboa, 1950
Livraria Ferin Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
352 págs.
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, com pequenos restauros na capa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a Autor, que foi, em 1919, director-geral da Fazenda Pública e, mais tarde, secretário-geral do Ministério das Finanças durante a vigência de Salazar:
«[...] A presente obra foi escrita sob a forma de Memórias para tornar leve e aprazível a leitura. Não é apenas pelo lado da forma. Na verdade, trata-se, no fundo, dum memorial, embora de intenções despretenciosas, de âmbito limitado e de feitura modesta.
[...] Alguns anos após a conclusão dos estudos na Faculdade de Direito dessa Universidade [Coimbra], em 1908, vim a exercer diversas altas funções na política e na administração do Estado. Tive ensejo, pelos deveres inerentes a essas funções, de intervir ou de colaborar em actos importantes da vida governativa ou administrativa da Nação. Muitos desses actos não tiveram publicidade; outros foram insuficientemente esclarecidos pela via oficial no momento em que se produziram e se tornaram conhecidos e executórios, ou foram deturpados no seu significado e alcance através de controvérsias políticas. Parece-me útil, por isso, evocar, se não todos, pelo menos alguns de mais manifesto interesse nacional e histórico, explicá-los e comentá-los. Desta sorte, as presentes memórias são restritas.
Uma coisa é certa: o sentimento de vaidade não inspirou a ideia de escrevê-las. O leitor verificará que as animam intuitos sãos, que foram elaboradas com serenidade de espírito, com imparcialidade nos juízos formulados e no traçar dos rápidos perfis dos homens públicos. Sôbre certos factos mais delicados e importantes que, no tempo em que surgiram, desencadearam discussões públicas, apaixonadas, e geraram conceitos injustos, fui estimulado pelo desejo sincero de restabelecer a verdade exacta. Eis uma garantia séria para os historiadores profissionais que proventura achem nestas memórias alguns subsídios proveitosos. [...]»

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A Primeira Mulher


AMORIM DE CARVALHO
capa e ilust. Autor

Porto, 1952
«Prometeu»
1.ª edição
19,5 cm x 13,6 cm
230 págs.
composto manualmente pelo Autor em elzevir e impresso na Tipografia Leixões de Matosinhos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Il Poverello


AMORIM DE CARVALHO

Porto, 1939
Edições Claridade
1.ª edição
19,4 cm x 13,3 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura do autor:
«[...] Francisco de Assis, o Poverello, simboliza o estádio superior da moralidade humana. [...] Não apresentei um Poverello católico, mas na sua plenitude humana, em tôda a parte e à face de qualquer religião do mundo. [...]»

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A Terra Onde um Homem Vive



AMÂNDIO CÉSAR
capa de Fernando Lanhas
ilust. Alberto Luís

Braga, 1954
Livraria Cruz
1.ª edição
19 cm x 13 cm
234 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA EXTENSA E SIGNIFICATIVA DEDICATÓRIA DO AUTOR REFERINDO-SE AOS «[...] GRANDES TRATANTES, OS GRANDES PLUTOCRATAS, E A GRANDEZA DOS HUMILDES [...]»
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] Neste livro [...] dá-nos a sua experiência duriense, intensa, rude e patética a um tempo, e retratos a guache de tipos eternos da sua região sentimental. [...]»

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O Pau-de-Sebo


AMÂNDIO CÉSAR

Lisboa, 1966
Edições Panorama
1.ª edição
19,6 cm x 12,8 cm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Primavera e Morte na Costa do Malabar


AMÂNDIO CÉSAR
epígrafe de Fausto José

Lisboa, 1966
Agência-Geral do Ultramar (separata do «Boletim Geral do Ultramar»)
1.ª edição
21 cm x 15,1 cm
48 págs.
ilustrado
acabamento com dois ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao jornalista Guedes de Amorim
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Dez anos depois, comemorando efemérides, angustiosamente sagradas, podemos dizer que o pândita Nehru mentiu: mentiu ao mundo e diante do mundo; mentiu à opinião pública da União Indiana e do Portugal-pluricontinemtal; enganou todos os homens de boa fé quando anunciou que não imporia a força, nem usaria da força, contra anseios dos Goeses; [...] finalmente, os eventos históricos demonstraram que os herdeiros do pândita nem garantiram a religião do povo de Goa nem as duas línguas em que eles se expressavam indistintamente: o português e o concani. [...]» E o escritor – poeta, prosador, ensaísta, tradutor de Curzio Malaparte – continua discorrendo acerca da traiçoeira invasão, e dos seus próprios pressentimentos de que algo corria mal nessas paragens aquando da sua visita ao território poucos meses antes do fatídico dia 18 de Dezembro de 1961.

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Contos Singelos



GABRIEL PEREIRA

Lisboa, 1876
Livraria Editora de Mattos Moreira & C.ª
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
232 págs.
subtítulo: Originaes
encadernação modesta em meia-inglesa, gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, primeira e última folha aciduladas
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Estudos Diversos


GABRIEL PEREIRA
org. e notas de João Rosa
pref. José Pessanha

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição [na presente forma conjunta]
22,6 cm x 16,2 cm
X págs. + 528 págs. + 1 folha em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Colectânea – Arqueologia, História, Arte, Etnografia
profusamente ilustrado com gravuras ora impressas no corpo do texto, ora em cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gabriel Pereira (1847-1911), conservador e director da Biblioteca Nacional, distinguiu-se pelos seus estudos eborenses.

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domingo, novembro 26, 2017

A Lume [junto com] Homenagem a Luiza Neto Jorge

LUIZA NETO JORGE
capa e arranjo gráfico de António Lobo

Lisboa, 1989
Assírio & Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL
Cinemateca Portuguesa
1.ª edição
20,5 cm x 15,1 cm
96 págs. + pasta com 6 folhas soltas
na pasta: textos dos realizadores Margarida Gil, Jorge Silva Melo, Solveig Nordlund, Paulo Rocha e Alberto Seixas Santos
exemplares em muito bom estado de conservação
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro póstumo, intensamente rasurado, que coube ao seu companheiro – o escritor Manuel João Gomes – clarificar e pôr a limpo já na ausência da poeta. Escrúpulo induvidável e meritório.
Dela, quem a conheceu pode também dizer:
«Vi num traço a lume oposto
ao ponteiro das horas
a cauda de um fóssil
varrer o céu».
A pasta colige textos de homenagem da Cinemateca à falecida escritora, e tradutora, e guionista.

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O Outono em Pequim


BORIS VIAN
trad. Luiza Neto Jorge
capa de José Cândido

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,9 cm x 13,4 cm
320 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance traduzido por uma poetisa de 61 a caminho do surrealismo artaudiano, Luiza Neto Jorge (1939-1989), a pedido de Vitor Silva Tavares (1937-2015), então responsável editorial na Ulisseia do dono das adegas e mercearias Abel Pereira da Fonseca. Nenhum outro enquadramento teria servido melhor a esse escritor mago do absurdo, mestre do romance policial negro, músico de jazz, mas também engenheiro, Boris Vian (1920-1959). Uma pérola literária, devida à sagacidade cultural de VST, a primeira – a segunda será, logo em 1966, A Espuma dos Dias, em português de Aníbal Fernandes.

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L’Arrache-Cœur [junto com] Chansons Possibles, ou Impossibles


BORIS VIAN
pref. R.[Raymond] Queneau

Paris, 1971 e 1968
Jean-Jacques Pauvert éditeur
Philips
livro: 38.º milhar [neste editor, a edição original é de 1953 nas Éditions Pro Francia-Vrille]
disco: prensagem original
[21 cm x 13,4 cm] + [31,4 cm x 31,4 cm]
228 págs. + 1 disco LP estereofónico (vinil)
exemplar do livro bem conservado, miolo limpo; disco como novo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vian, engenheiro, músico de jazz, tradutor, boémio crítico do existencialismo sartreano, como escritor será um sucesso de vendas livreiras póstumo, apesar de ter até aberto as hostilidades sob o heterónimo Vernon Sullivan com um livro logo apreendido e interditado em tribunal por “ultraje aos bons costumes”. Via-se ele, a si mesmo, como alguém nascido «[...] à porta de uma maternidade fechada por uma greve com ocupação. Grávida das obras de Paul Claudel (desde aí é que o não gramo), a minha mãe já ia no 13.º mês e não podia esperar mais pela Concordata. [...] Em força e juízo cresci, mas sempre feio apesar de enfeitado com um sistema piloso descontínuo embora muito farto. No que respeita à cara, era igual à da Vitória de Samotrácia. De repente, porém, a minha fisionomia transformou-se e comecei a parecer-me com o Boris Vian. Daí o meu nome.» (Fonte: Aníbal Fernandes, «A Espuma de Bison Ravi: Uma Cronologia», in As Formigas, Assírio e Alvim, Lisboa, 1984)
Para não variar, ao vertente romance ninguém prestou qualquer atenção até o editor Pauvert, em 1962, o haver restituído a uma geração de leitores predispostos a transformar o seu autor em objecto de culto. E é neste contexto que também as empresas discográficas se dão conta do irónico filão musical contido em canções como «La Java des Bombes Atomiques», «Fais-Moi Mal Johnny», «Le Déserteur» ou «Complainte du Progrès», algumas delas vocalizadas pelo próprio Vian.

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Poemas


ALEXANDRE DÁSKALOS
pref. Luís Bernardino

Luanda, 1975
Edição da Família do Autor
2.ª edição
22,1 cm x 12,4 cm
52 págs. + 2 págs. em extra-texto
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta angolano, Alexandre Mendonça de Oliveira Dáskalos (1924-1961), licenciado em Medicina Veterinária, veio a ser, no plano cultural, uma importante referência entre os intelectuais da Casa dos Estudantes do Império. 

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Caligula em Angola


CUNHA LEAL
capa de Almada [Negreiros]

Lisboa, 1924
s.i. [ed. Autor]
3.º milhar
22,2 cm x 14,4 cm
XX págs. + 208 págs. + 1 folha em extra-texto [inserta entre as págs. 202-203]
composto manualmente
exemplar manuseado mas aceitável, restauro tosco na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] O Snr. Norton de Matos não conhece meios termos no exercicio das suas violencias. A imprensa incomoda-o? Extingue-a por processos de fôrça ou de coacção. Os indigenas reclamam contra extorsões imorais, praticadas pelas autoridades ou pelos particulares afectos ao Snr. Norton de Matos? Manda, como fez em Catéte, razziar a região dos protestantes, e prende e deporta, a seguir, os nativos de maior inteligencia, ou mais influentes. Nem as proprias bestas escapam á sua furia de tirano. Porque, um dia, um cavalo teve, no Lubango, a audacia sacrilega de deitá-lo abaixo, o Snr. Norton de Matos, em vez de dizer, filosoficamente, como o personagem de Gil Vicente: “Antes quero burro que me leve do que cavalo que me derrube” – manda abater a tiro a pobre alimária, para exemplo dos outros irracionais.
No Snr. Norton de Matos, não ha sequer as generosidades que, ás vezes, existiam até num Caligula, homem que sempre respeitou o seu cavalo Incitatus. [...]
No Snr. Norton de Matos, o reverso da violencia consiste na extrema generosidade e complacencia para com a sua feliz clientela. [...]» –
Assim trata Cunha Leal aquele que era, na altura, Alto Comissário na referida colónia.

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Oposição Democracia Bancarrota



JORGE VERNEX

[Braga], 1949
Edições Alvorada
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
80 págs.
exemplar muito manuseado mas aceitável, restauros na lombada; miolo limpo
inclui a cinta editorial
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jorge Vernex, aliás Francisco de Matos Gomes (vd. Anuário Artístico e Literário de Portugal para 1948, Agência UPI, Lisboa), diz, na sucinta cinta promocional, tudo o que pensa sobre o visado, Norton de Matos, general e ex-grão-mestre da Maçonaria, então candidato presidencial pela oposição ao Estado Novo. O estilo é bilioso, o anticomunismo é primário.

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Um Beijo de Judas...


JORGE VERNEX

Porto, 1946 [aliás, 1945]
Livraria Latina Editora
1.ª edição
19,8 cm x 13,3 cm
160 págs.
subtítulo: As “Novidades” e a sua camarilha farisaica – Polémica & doutrina
exemplar estimado, capa com vagos sinais de foxing; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, novembro 24, 2017

Peregrinação



FERNÃO MENDEZ PINTO

Lisboa, 1829
Na Typographia Rollandiana
«nova edição conforme á primeira de 1614» (6.ª edição)
4 volumes (completo)
15,2 cm x 11 cm
[8 págs. (não num.) + VIII págs. + 380 págs.] + [4 págs. (não num.) + 388 págs.] + [4 págs. (não num.) + 350 págs. + 4 págs. (não num.: «Livros Portuguezes que se vendem em Casa de Rolland [...]»)] + [4 págs. (não num.) + 156 págs.* + 196 págs.** + 72 págs.***]
títulos que constituem o tomo IV: * Itinerario de Antonio Tenrreyro cavaleyro da Ordem de Christo, em que se contem como da India veo por terra a estes reynos de Portugal; ** Tractado em que se contam muito por estenso as cousas da China, com suas particularidades, e assi do reyno de Dormuz composto por el R. padre Frey Gaspar da Cruz da Ordem de Sam Domingos. Dirigido ao muito poderoso rey Dom Sebastiam nosso Señor; *** Breve discurso, em que se conta a conquista do reyno de Pegú na India Oriental [...]
encadernações homogéneas da época em inteiras de pele marmoreada com gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
440,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do «Catalogo dos Autores e obras, que se lerão, e de que se tomárão as autoridades para a composição do Diccionario da Lingoa Portugueza» (tomo primeiro: A, Academia Real das Ciências, Lisboa, 1793) [ortog. actualizada]:
«[Fernão Mendes Pinto] nasceu em a vila de Montemor-o-Velho do bispado de Coimbra em 1509, e faleceu na vila de Almada pelos anos de 1580 ou 1581 com 72 de idade. [...]
O livro da sua Peregrinação por ele mesmo escrito, é realmente um dos óptimos, que temos na nossa língua, e pode ser que nas outras com dificuldade se aponte algum no mesmo género, que em interesse, descrição e elegância lhe ganhe preferência. O merecimento desta obra singular, cuja leitura se repete sempre com satisfação e novo prazer, não consiste só na exposição dos muitos e estranhos sucessos, que nela se encontram, nem na novidade dos usos, ritos e costumes de varias gentes desconhecidas, pois que isto lhe é comum com outros escritores: mas sim na beleza de seu estilo, e na bondade da expressão, sem as quais fica sendo inútil, quando se escreve, o bem discorrer. O Autor rápido e conciso em suas reflexões sabe com igual acerto e justiça apreciar as virtudes e os vícios, e fazendo tomar parte a seus leitores nos acontecimentos, que lhes representa com evidência e força, lhes concilia particularmente a confiança, e até mesmo a afeição, pela nobre singeleza, que se tem por inseparável da verdade, e como indício certo da boa fé. [...]»
Quanto à vertente edição, Inocêncio Francisco da Silva refere o seguinte no seu magno Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«[...] Ultimamente, o arcebispo de Lacedemonia D. Antonio José Ferreira de Sousa, zeloso e distincto philologo, [...] persuadiu ao livreiro‑editor Francisco Rolland a emprehender uma nova, e correctissima edição, feita escrupulosamente sobre o texto da primeira original, reservando a si elle arcebispo o cuidado da revisão das provas, e escrevendo o prologo que na mesma se lê. [...]
O tomo IV é todo preenchido com o Itinerario de Tenreiro, tambem restituido á sua pureza primitiva (para o que precedeu a conferencia dos exemplares da primeira e segunda edição do mesmo Itinerario, que existiam em Coimbra na livraria da Universidade, trabalho de que se encarreeou o sr. dr. Cicouro) – com a Conquista do Pegú, e com a reproducção feita pela primeira vez do rarissimo Tractado das cousas da China, escripto por Fr. Gaspar da Cruz, o qual serve em parte de illustração á narrativa de Fernão Mendes. [...]»

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Fernão Mendes Pinto, Excerptos [de Peregrinação]




FERNÃO MENDES PINTO
José Feliciano de Castilho, org. e posf.

Rio de Janeiro / Paris, 1865
Livraria de B. L. Garnier, Editor
1.ª edição (nesta forma)
2 vols. (completo)
2 x [21,7 cm x 14,2 cm]
[VIII págs. + 316 págs.] + [VIII págs. + 288 págs.]
subtítulo: Seguidos de uma noticia sobre sua vida e obras[,] um juizo critico[,] apreciações de bellezas e defeitos e estudos de lingua por José Feliciano de Castilho
elegantes encadernações editoriais em tela gravada a ouro e relevo seco em ambas as pastas e na lombada
impressos sobre papel superior
exemplares estimados; miolo limpo, com o papel por vezes oxidado
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Especial atenção para o ensaio de José Feliciano de Castilho, que ocupa praticamente metade do segundo volume.

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Os Trabalhos e os Dias


BALTAZAR LOPES
pref. Arménio Vieira
grafismo de Judite Cília

Linda-a-Velha, 1987
ALAC – África, Literatura, Arte e Cultura, Lda.
1.ª edição
22,5 cm x 16 cm
88 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Já Agora...


ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS

Lourenço Marques, s.d. [circa 1971]
Minerva Central
1.ª edição
19,6 cm x 13,5 cm
84 págs.
subtítulo: Resposta a um jornalista, com o adicional de algumas reflexões a propósito e a despropósito, supondo que vale a pena
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na qualidade de advogado, Almeida Santos (1926-2016), ao aceitar tomar o partido do seu colega de profissão Ney Ferreira (1929-2011) em queixa-crime contra o jornalista Rui Cartaxana (1929-2009), vê-se envolvido numa polémica à qual a vertente brochura põe os pontos nos ii.

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Rã no Pântano



ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS
capa e ilust. Tóssan

Lisboa, 1959
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,5 cm x 14,6 cm
136 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do pai do Autor
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Livro proibido pelo regime de Salazar, não sem grande surpresa do autor, o conhecido deputado do Partido Socialista, então ainda um mero advogado a exercer em Lourenço Marques. São dele, em 2004, as seguintes palavras impressas no “relatório” Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005), onde a obra vem assinalada com destaque:
«O meu livro Rã no Pântano foi apreendido, se bem ajuízo, por razões de intolerância política e de intolerância religiosa. Não sei qual das intolerâncias mais pesou. Talvez a soma de ambas.
Quem hoje o ler não encontrará razões para ele ter merecido tamanha honra. Mas é essa mesma conclusão que documenta até que ponto o regime ditatorial levava o seu dirigismo ideológico e a sua repressão cultural.
Dizem-me que o livrinho terá sido, não apenas proibido, mas excomungado. Colocado no índex. Se assim foi, o grau de intolerância sobe de tom. A Inquisição tinha terminado há muito.»
Há que acrescentar que, muitas vezes, as apreensões eram devidas simplesmente à tremenda incultura e estupidez do censor... e que a inquisição, mesmo agora, ainda não correu os taipais; sequer para balanço!

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Os Anos da Guerra, 1961-1975




JOÃO DE MELO
[com o jornalista JOAQUIM VIEIRA]

capa e arranjo gráfico de José Teófilo Duarte

Lisboa, 1988
Círculo de Leitores
1.ª edição
2 vols. (completo)
28,7 cm x 21,9 cm (álbum)
224 págs. + 280 págs.
subtítulo: Os Portugueses em África – Crónica, Ficção e História
profusamente ilustrado
encadernação editorial com sobrecapas
exemplares como novos
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais correcta abordagem daquilo que teria que conduzir, inevitavelmente, à revolta militar em 25 de Abril de 1974: a guerra colonial. Impressionante conjunto de documentação fotográfica explicita aquilo que, por vezes, as palavras não conseguem exprimir: o horror. E qual será o cúmulo do horror?...: Os velhos obrigarem os novos ir morrer à guerra.

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Missão em Angola


ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO

Lisboa, 1967
Execução Gráfica da SPEME [Serviço de Pessoal do Estado-Maior do Exército]
[1.ª edição]
17,9 cm x 12,5 cm
6 págs. + 80 págs. + 10 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contistas Angolanos


[FERNANDO MOURÃO, pref.]
capa de Luandino Vieira

Lisboa, 1960
Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
21,7 cm x 16,5 cm
2 págs. + XVI págs. + 116 págs.
impressão mimeográfica
exemplar como novo
tiragem declarada de apenas 500 exemplares
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida, de circulação clandestina à época em que foi publicada. Inclui notáveis prosadores, como sejam Agostinho Neto, Castro Soromenho, Costa Andrade, Luandino Vieira, Óscar Ribas, etc.

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Poetas Angolanos


[ALFREDO MARGARIDO, pref.]
capa de Henrique Abranches

Lisboa, 1962
Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
22,1 cm x 16,7 cm
34 págs. (não num.) + 134 págs.
impressão mimeográfica
exemplar estimado, capa com pequena esfoladela nos cantos; miolo limpo
carimbo de posse de Pedro César da Costa Borges e assinatura de posse de Asdrúbal Teles Pereira
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida, de circulação clandestina à época em que foi publicada. Inclui notáveis poetas, como sejam Agostinho Neto, Alda e Ernesto Lara, Alexandre Dáskalos, Cochat Osório, Luandino Vieira, Viriato Cruz, Tomás Vieira da Cruz, etc.

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Poesia de Angola


[ANÓNIMO, org.]
capa e ilust. José Rodrigues

República Popular de Angola (Luanda), 1976
M. E. C.
1.ª edição
23,6 cm x 17 cm
408 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente compilação poética angolana destinada ao ensino secundário, e que vai da poesia tradicional a precursores como José da Silva Maia Ferreira, Cândido Furtado, Eduardo Neves, Cordeiro da Matta, Lourenço do Carmo Ferreira ou Jorge Rosa. Seguem-se as gerações intermédias e a novíssima (anos 40 a 70), em que avultam, entre outros, Tomás Vieira da Cruz, Viriato da Cruz, António Jacinto, Agostinho Neto, Alda Lara, Costa Andrade, Ernesto Lara (filho), Deolinda Rodrigues, Emanuel Corgo, Ruy Duarte de Carvalho, David Mestre, etc.

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Lobito


ISAURO DOS SANTOS

Lobito, s.d. [circa 1963]
Gráfica Aguadense, Lda.
1.ª edição
27,9 cm x 21,6 cm
26 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, novembro 23, 2017

Bola Com Feitiço


UANHENGA XITO... (A. [AGOSTINHO] MENDES DE CARVALHO)

Luanda, 1974
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
20 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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«Mestre» Tamoda


AGOSTINHO MENDES DE CARVALHO [UANHENGA XITU...]

Lobito, Junho de 1974
Cadernos Capricórnio
1.ª edição
21 cm x 15,1 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, novembro 22, 2017

Tratado do Jôgo do Boston e História das Cartas de Jogar



[JOSÉ] HENRIQUES DA SILVA
EGAS MONIZ

Lisboa, 1942
Editorial Ática
1.ª edição («tiragem limitada»)
25,5 cm x 19,5 cm
326 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação de amador recente inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura, que é impressa a duas cores directas com a ilustração relevada a resina
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE EGAS MONIZ
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


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