domingo, dezembro 31, 2017

Heroínas de Guerra


JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO)

Lisboa, 1941
Tip. da Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,1 cm
96 págs.
subtítulo: Resenha sucinta dalgumas mulheres que foram soldados
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, dezembro 26, 2017

Pela Mulher


AUREA PAIS FALCÃO (ANDORINHA)

Montijo, 1938
Edição da Autora
1.ª edição
15,4 cm x 11,3 cm
164 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Áurea Pais Falcão (1897-?), jornalista, contista e versejadora ligada à história e aos destinos culturais de Odemira.

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Entre Searas e Montados


AUREA PAIS FALCÃO

Montijo, 1941
«Gazeta do Sul» Editora
1.ª edição
14,9 cm x 11 cm
102 págs.
subtítulo: Novela regional alentejana, possivelmente aproveitável para um filme
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Mulher e as Misericordias


BRANCA RUMINA

Lisboa, 1929
s.i. [ed. Autora]
1.ª edição
25,5 cm x 16,5 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior creme, acabamento com laçada de linha
exemplar estimado, vagos sinais de lepisma na capa; miolo limpo
é o n.º 55 de uma tiragem escassa de apenas 150 exemplares rubricados pela Autora
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA A MARIA LAMAS
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Branca Fernandes Rumina (1898-1988), distinta médica-escritora e divulgadora higienista, a quem se deve igualmente a tradução de A Criança de Maria Montessori.

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segunda-feira, dezembro 25, 2017

Fernando Pessoa, o Cadáver Adiado Que Procria


[ANÓNIMO*]

Lisboa, 30 de Novembro, 1982
Edições Antígona
1.ª edição [única]
20,9 cm x 15 cm
4 págs.
folha volante
exemplar estimado, apresenta um vinco ao meio devido talvez ao seu envio dentro de sobrescrito; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinalando à sua maneira a data da morte do poeta, vem aqui a editora iconoclasta Antígona chamar a atenção para a vertente reaccionária de Pessoa, por exemplo, nos seus textos À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais, ou O Interregno – Defesa e Justificação da Ditadura Militar em Portugal. Deste último transcreve mesmo uma passagem vomitiva: «Os governantes naturalmente indicados para um Estado de Transição são, pois, aqueles cuja função social seja particularmente a manutenção da ordem. Se uma nação fosse uma aldeia, bastaria a polícia; como é uma nação, tem que ser a Força Armada inteira.» E assim é que, nessa data à beira da campa, ousa a Antígona, no seu breve manifesto, «[...] com a biqueira da bota, empurrá-lo mais fundo na cova que o envolve. A História [...] agradecerá uma tal acção profiláctica. [...]»
É de acrescentar que a expressão «cadáver adiado que procria» não é original, colhe o exemplo, a acutilância e o verbo do movimento surrealista.

* Texto muito provavelmente redigido pelo jornalista Torcato Sepúlveda, então um dos mentores do espírito das Edições Antígona.

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O Interregno – Defesa e Justificação da Ditadura Militar em Portugal


FERNANDO PESSOA

Porto, s.d.
Documentos Políticos – C.E.P. [Petrus (Pedro Veiga)]
3.ª edição
20,5 cm x 13,7 cm
50 págs.
subtítulo: Manifesto do Núcleo de Acção Nacional, 1928
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Colofon, necessariamente da autoria do editor Pedro Veiga:
«[...] Repelida pelas autoridades do Executivo [em 1928] a publicação d’O Interregno como afirmação pública dum grupo político de apoio à situação esta obra surgiu dos prelos, sob o nome de Fernando Pessoa, seu autor, afiançado embora pelo Núcleo, de que era porta-voz. Aguardou-o, porém, o silêncio do deserto, pois nem a Imprensa nem os pensadores políticos dele se ocuparam, como antes e depois se tinham e vieram a ocupar com os desígnios políticos do Integralismo Lusitano, da Liga de Paris e da Renovação Democrática. [...]»

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Sobre as Feiticeiras


JULES MICHELET
trad. Manuel João Gomes
pref. Roland Barthes
posf. Afonso Cautela, MJG, Maria Alzira Seixo e Maria Teresa Horta

Lisboa, Novembro de 1974
Edições Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
18,6 cm x 13,5 cm
XVI págs. + 432 págs.
ilustrado
exemplar como novo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do excelente texto de Maria Alzira Seixo:
«[...] Como princípio feminino, ela [a feiticeira] é a base da criação pura. Partindo da solidão, fechada na casa nua e fria, trabalhando no repetitivo (maquinal, não criativo), ela (a mulher medieval) cria os espíritos que vão constituir-lhe o sonho; e sendo o sonho aqui essencialmente fantasmático, ele integrará forçosamente a figura suprema, quente e protectora que lhe falta – mas Deus está longe, fecha-se no castelo com os grandes senhores e prega-lhe, pela voz dos seus clérigos, a penitência, o sofrimento e a resignação; votos que o sonho quente repele – e eis que os espíritos a levam ao seu deus, o da revolta, o do riso, o da alegria. É o grande encontro da feiticeira (que passa assim de princípio feminino a princípio sortílego) com Satanás. A criação, o sonho, o desejo (do outro-deus) são as matérias complexas que fundamentam o sortilégio. [...]
Mas a atenção sociológica de Michelet fixa um segundo aspecto desta transformação pela via sortílega – a do nascimento da medicina, vinda dos longes das tisanas e das mezinhas, passando pelos unguentos, detendo-se na consideração do fenómeno psicossocial, caminhando a passos largos para a cirurgia criminosa (sobre, e a partir da mulher-sortilégio): descoberta de um mundo, alargamento e evolução das eras. [...]»

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A Ave



J. [JULES] MICHELET
trad. F. [Francisco] L. [Luiz] Lopes
notícias biográficas de António de Macedo e Silva (acerca de Michelet) e J. Carrilho Videira (acerca do tradutor)

Lisboa, 1876
Nova Livraria Internacional [de J. Carrilho Videira]
1.ª edição
21,2 cm x 13,5 cm
4 págs. + XL págs. + 304 págs. + 4 págs. (errata)
exemplar estimado, com restautos na capa; miolo limpo, papel fresco e por aparar
discreta assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo naturalista; de par com O Insecto constituem dois exemplos de uma metodologia científica que fez escola.

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L’Insecte




J. [JULES] MICHELET

Paris, 1858
Librairie de L. Hachette et C.ie
2.ª edição (revista e corrigida)
18,3 cm x 12,2 cm
XL págs. + 404 págs.
elegante encadernação artística da época, inteira em pele, com nervuras e gravação a ouro e relevo seco em ambas as pastas, na lombada e nas seixas
ligeiramente aparado
exemplar estimado; miolo limpo, com ocasionais picos de oxidação
carimbo de posse e data de aquisição no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de história natural, mas, sobretudo, testemunho de um pensamento panteísta. Foi Michelet uma espécie de assistente de François Guizot como professor na Sorbonne, antes de se ter notabilizado como o pioneiro da moderna historiografia francesa, uma historiografia de envolvimento pessoal e compromisso político.

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Separação da Egreja do Estado


Lisboa, 1911
Edição da Bibliotheca d’Educação Nacional
1.ª edição [nesta editora]
18,1 cm x 11,9 cm
32 págs. + 12 págs. (não num.) + IV págs.
subtítulo: Diario do Governo n.º 92 de 21 de Abril de 1911
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo, acidulado
assinatura de posse na capa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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“Orpheu” – Revista Trimestral de Literatura [junto com] Orpheu 3 (Povas de Página)





a) Lisboa, Janeiro-Fevereiro-Março, Abril-Maio-Junho de 1915
dir. Luiz de Montalvôr e Ronald de Carvalho [n.º 1], Fernando Pessôa e Mario de Sá-Carneiro [n.º 2]
ed. Antonio Ferro
Typografia do Comércio
b) Porto, 1983
Edições Nova Renascença (José Augusto Seabra)
1.ª edição (todos)
3 números em 2 volumes (colecção completa)
27,8 cm x 21,5 cm (estojo): 25 cm x 17 cm (n.os 1 e 2, enc.) + 26,5 cm x 21 cm (n.º 3, br.)
[4 págs. + 84 págs.] + [4 págs. + 80 págs. + 4 extra-textos em dupla página (couché)] + [VIII págs. + 64 págs.] (numeração contínua)
a) encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada com nervuras igualmente pontuadas a ouro e filetes nos remates do corte da pele nas pastas; aparo de acerto e carminado apenas à cabeça; conserva todas as capas de brochura
b) brochura
exemplares em bom estado de conservação, pequeno restauro no bordo inferior da capa do n.º 1; miolo limpo, o n.º 3 está como novo
acondicionados em elegante estojo próprio de confecção recente
PEÇA DE COLECÇÃO
3.800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Disse Almada Negreiros (Orpheu 1915-1965, Ática, Lisboa, 1993), em memória da criação da revista: «[...] De mais extraordinário não vejo senão que tenha sido um movimento os nossos encontros pessoais entre companheiros de revista.
[...] Até este momento nada mais disse que “Orpheu” tinha sido o nosso encontro actual das letras e da pintura. É tudo o que queria ter dito. A continuar seria isto mesmo no resultado do “Orpheu”. Nenhuma geração post “Orpheu” se acusa no da pintura não separada do seu encontro com as letras. “Orpheu” continua. [...]
O selo do “Orpheu” era a modernidade. Se quiserem, a vanguarda da modernidade. A nossa vanguarda da modernidade. [...]»

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Orpheu 1 [junto com] Orpheu 2 [junto com] Orpheu 3



[Lisboa, Janeiro-Fevereiro-Março, Abril-Maio-Junho (e segs.) de 1915
dir. Fernando Pessôa e Mario de Sá-Carneiro
ed. Antonio Ferro]
Lisboa, 1959, 1976 e 1984
Edições Ática [1.ª reedição]
3 volumes (colecção completa)
20 cm x 14,3 cm
[LIV págs. + 114 págs. + 8 folhas em extra-texto] + [LXVIII págs. + 128 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [6 págs. + LII págs. + 104 págs.]
ilustrados
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os dois primeiros volumes têm Maria Aliete Dores Galhoz como prefaciadora, o terceiro é apresentado por Arnaldo Saraiva.
Disse Almada Negreiros (Orpheu 1915-1965, Ática, 1993), em memória da criação da revista:
«[...] De mais extraordinário não vejo senão que tenha sido um movimento os nossos encontros pessoais entre companheiros de revista.
[...] Até este momento nada mais disse que “Orpheu” tinha sido o nosso encontro actual das letras e da pintura. É tudo o que queria ter dito. A continuar seria isto mesmo no resultado do “Orpheu”. Nenhuma geração post “Orpheu” se acusa no da pintura não separada do seu encontro com as letras. “Orpheu” continua. [...]
O selo do “Orpheu” era a modernidade. Se quiserem, a vanguarda da modernidade. A nossa vanguarda da modernidade. [...]»

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Orpheu 1915-1965



JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1965
Ática
1.ª edição
17,5 cm x 13 cm (fechado; de facto é constituído por 2 tiras cartonadas, com 17,5 cm x 98 cm, com dobra em harmónio e engenhosamente encaixadas uma na outra)
30 págs.
linotipado em Futura e impresso a duas cores sobre cartolina superior creme
exemplar estimado, restauro na dobra na folha das págs. 2-3-4-5; miolo limpo
carimbo de posse da Companhia de Teatro Anatómico na pág. 2
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ao recordar, volvidos cinquenta anos, a influência exercida pela revista Orpheu nos destinos culturais portugueses, Almada afirma:
«[...] Nunca me apresentei em público senão como pessoa de arte. Mas pretendo que na pessoa de arte não se separe a obra da sua coerência com a atitude humana que arte representa. Arte é sobretudo atitude universal da pessoa humana.
[...] Estamos mal acostumados, ainda não podemos estar prevenidos, neste nosso recomeço de início de era, a que apareçam inéditas afirmações seculares recuadas, e restituídas agora à modernidade actual, e sem que o seja pela habitual via universitária.
[...] Tudo quanto sei pùblicamente, devo-o a companheiros mortos e a Mestres secularmente mortos, pois os Professores vivos foram mestres em escorraçar.
O meu pacto de pintura com os dois companheiros pintores do “Orpheu” [refere-se a Amadeu de Sousa-Cardoso e a Guilherme de Santa-Ritta] era de enunciado simples: irmos à antiguidade para o encontro da modernidade actual.
Não surpreende que isto fosse o dictame mesmo de toda modernidade mundial actual e não apenas o da nossa modernidade actual em “Orpheu”. [...]»

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Antologia de Poesia Universitária


org. ALFREDO BARROSO
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
GASTÃO CRUZ
J. M. VIEIRA DA LUZ
RUI NAMORADO

capa de João Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
1.ª edição [única]
20,6 cm x 12,8 cm
200 págs.
exemplar estimado, defeitos na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Surge como o desenvolvimento natural, e alargado, das publicações vindas a lume sob o nome «Poesia 61», e reúne colaboração de autores como Almeida Faria, Armando [da Silva] Carvalho, Boaventura de Sousa [Santos], Eduardo do Prado Coelho, João Medina, João Rui de Sousa, Luísa Ducla Soares, Luiza Neto Jorge, Manuel Alegre, Ruy Belo, etc.

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domingo, dezembro 24, 2017

Assim Se Faz o Presépio



JORGE ESCALÇO VALADAS
capa e ilust. idem

Lisboa, 1957
Direcção-Geral do Ensino Primário – Plano de Educação Popular
1.ª edição
16,6 cm x 11,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto (ilust. polícroma) + 33 desdobráveis
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro constituído por figuras de presépio impressas em folhas desdobráveis para recortar e armar.

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A Fugida para o Egipto


GERVÁSIO LIMA
capa de Didier

Angra do Heroismo, 1934
Tipografia Andrade
1.ª edição
25,4 cm x 19,2 cm
16 págs.
subtítulos: Conto de Natal – Conto para crianças baseado em lendas e tradições açoreanas – Conto tradicional açoreano
acabamento com laçada de linha
exemplar estimado; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa na capa e na pág. 10
dedicatória de oferta à mesma Sociedade manuscrita por Raimundo Belo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor açoreano que, durante a primeira metade do século XX, dirigiu vários periódicos insulares como O Imparcial ou O Democrata. A sua vasta obra literária estende-se por todos os géneros, em que a historiografia, não sendo de rigor factual – na linha popular de um Rocha Martins –, é posta ao serviço do louvor heróico e mitificado de uma pátria local. Julga-se que, nos anos de ímpeto republicano, ter-se-á ligado à Maçonaria.

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«Aos Amigos da Editorial Estúdios Cor» [brindes de Natal]






JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS / BERNARDO MARQUES, O Natal do Clandestino
DOMINGOS MONTEIRO / MANUEL LAPA, O Sortilégio do Natal
ALVES REDOL / LUÍS FILIPE DE ABREU, Noite Esquecida
JOSÉ GOMES FERREIRA / JÚLIO POMAR, O Mundo Desabitado
JORGE DE SENA / PAULO-GUILHERME, A Noite que Fora de Natal
DAVID MOURÃO-FERREIRA / ANTÓNIO PIMENTEL, O Viúvo
ALPHONSE DAUDET / MANUEL LAPA, As Três Missas Rezadas
URBANO TAVARES RODRIGUES / CIPRIANO DOURADO, A Samarra
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN / MANUEL LAPA, Os Três Reis do Oriente
ISABEL DA NÓBREGA / SÁ NOGUEIRA, Já Não Há Salomão...
NATÁLIA NUNES / LIMA DE FREITAS, Ao Menos um Hipopótamo
AUGUSTO ABELAIRA / MARIA KEIL, Ode (quase) Marítima
MANUEL DA FONSECA / MARIA DA LUZ LINO, Tempo de Solidão
ODYLO COSTA, FILHO / CARLOS AMADO, História de Seu Tomé Meu Pai e Minha Mãe Maria
MANUEL FERREIRA / CIPRIANO DOURADO, A Nostalgia do Senhor Lima
JOÃO PALMA-FERREIRA / CATHERINE LABEY, Os Crânioclastas
JOSÉ SARAMAGO / FERNANDO DE AZEVEDO, O Embargo

Lisboa, 1957 a 1973
Estúdios Cor
1.ª edição [única]
colecção completa (17 volumes)
19,3 cm x 12 cm
36 + 32 + 40 + 36 + 40 + 48 + 32 + 32 + 40 + 24 + 32 + 24 + 36 + 28 + 32 + 64 + 32 págs.
cada volume junta a colaboração de um escritor e um artista gráfico ou pintor, sendo alguns muito procurados isoladamente por tratar-se de edições únicas dentro das obras dos respectivos autores
cercaduras das capas acentuadas por relevo seco
exemplares em bom estado de conservação, alguns por abrir
assinatura de posse no volume de Sophia de Mello Breyner Andresen
280,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Natal Português


LUÍS CHAVES

Lisboa, 1942
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
96 págs.
subtítulo: Preparação do Natal – Noite de Natal – Consoada – Madeiro e fogo do Natal – Missa do Galo – Presépio & Presépios – Cristo em domínio no Natal – Janeiras, Pastoradas, Autos Populares – Reis e Reisadas
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
discreta assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um aspecto menos conhecido, que Luís Chaves destaca em capítulo próprio: «Que festa a do “madeiro do Natal”! Numas terras, o preceito foi roubar a árvore: tem seu mistério profilático e requere estranhos ritos o roubo, – o roubo cultual, relacionado com outros cultos primitivos. Hoje: roubar é sempre roubar; embora nestes casos o proprietário da árvore seja indulgente. É o Natal!
Noutras terras, sempre um lavrador oferece a árvore para o “madeiro”. [...]
Em terra portuguesa, a “árvore do Natal” não é outra: chama-se o “madeiro do Natal”; e não se põe espècada numa sala, a fingir cenários exóticos. Deita-se num largo da povoação, – de preferência no adro da matriz ou da igreja, onde se oficia a “Missa do Galo”, – e pega-se-lhe o fogo. Serve para queimar em honra do Menino Jesus.
A “árvore do Natal” portuguesa é a modos de um círio aceso ao ar livre, diante do presépio. [...]»

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O Natal Visto pelas Crianças


aa.vv.
pref. Norberto Lopes e Calvet de Magalhães

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
23,5 cm x 16,7 cm
80 págs. + 16 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor em separado
cartonagem editorial, lettering impresso sobre o polyester protector
exemplar estimado, restauro na folha de ante-rosto; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Natal [1966-1967-1968-1969-1970-1971] [contos de escritores-médicos]

 
 

JOÃO DE ARAÚJO CORREIA
FERNANDO NAMORA
MIGUEL TORGA
FREDERICO DE MOURA
PACHECO NEVES
BERNARDO SANTARENO
BENTO GONÇALVES DA CRUZ
MÁRIO NAVARRO DE MENEZES
MÁRIO SACRAMENTO
ARMINDO RODRIGUES
GRAÇA PINA DE MORAIS
TABORDA DE VASCONCELOS
ORLANDO DE ALBUQUERQUE
PEDRO MAYER GARÇÃO
TEIXEIRA DE SOUSA
BARAHONA FERNANDES
ANTÓNIO MENDES MOREIRA
EVARISTO FRANCO
PRISTA MONTEIRO
grafismo de Edmundo Muge

Lisboa, s.d. [1966], 1967, 1968, 1969, 1970 e 1971
Instituto Luso-Fármaco
1.ª edição [única]
6 volumes (colecção completa)
23 cm x 17,8 cm (estojo)
[2 págs. + 32 págs.] + [44 págs. + 1 mica impressa] + [32 págs. + 1 vegetal impresso] + [36 págs. + 1 celofane] + [2 págs. + 34 págs.] + [4 págs. + 42 págs.]
exemplares estimados; miolo limpo
acondicionados em estojo próprio de fabrico recente
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ofertas de laboratório farmacêutico, pontuais e alusivas à quadra, mas que souberam reunir um punhado de nomes notáveis da cultura literária nacional, como Araújo Correia, Namora, Torga ou Mário Sacramento. O próprio responsável pela imagem gráfica dos voluminhos, Edmundo Muge, era já um dos mais estimulantes capistas do livro negro de bolso, a Colecção Xis da Editorial Minerva.

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O Natal na Arte Portuguesa



JOSÉ RÉGIO

Lisboa, 1965
Realizações Artis
1.ª edição
24,8 cm x 22,1 cm
20 págs. + 80 págs. de estampas (36 estampas a preto e branco + 4 estampas a cor) + VIII págs.
guardas ilustradas
cartonagem editorial combinando relevo seco com gravação a prata e um cromo colado
exemplar como novo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, dezembro 21, 2017

[Teses apresentadas ao Congresso das Associações Comerciais e Industriais Portuguesas reunido em Lisboa em Novembro de 1923]




aa.vv.

Lisboa, 1923
Tip. da Emprêsa Diário de Notícias
1.ª edição [todas]
9 brochuras
23,7 cm x 16,9 cm
20 págs. + 16 págs. + 72 págs. + 36 págs. + 8 págs. + 20 págs. + 12 págs. + 20 págs. + 16 págs.
acabamento com um ponto em arame
autores e títulos:
[1] Alfredo A. Ferreira, A Liberdade de Comércio
[2] Antonio de Oliveira Salazar, Redução das Despezas Públicas
[3] Armindo Monteiro, A Questão do Equilibrio Orçamentario
[4] Augusto Alves Diniz, Crise Cambial Portuguesa (1920-1923...)
[5] Joaquim Roque da Fonseca, A Migração de Capitaes
[6] José Julio Corrêa da Silva, Desorganização do Trabalho no Porto de Lisboa e Suas Consequencias no Custo da Vida
[7] José de Oliveira Soares, A Influência da Moeda Fiduciária Circulante na Economia Nacional
[8] Levy Marques da Costa, Relações Economicas entre a Metropole e as Colonias
[9] Mosés Bensabat Amzalak, A Economia de Moeda e as Camaras de Compensação
exemplares muito estimados; miolo limpo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal, Entre Ontem e Amanhã


ANTÓNIO QUADROS

s.i. [Braga], Janeiro de 1976
Sociedade de Expansão Cultural [imp. Livraria Editora Pax, Lda.]
1.ª edição
19 cm x 12,8 cm
344 págs.
subtítulo: Da Cisão à Revolução. Dos Absolutismos à Democracia
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reflexão acerca dos acontecimentos que estiveram na génese da Revolução de Abril, mas principalmente acerca da então história vivida passo a passo. O ponto de vista – ao mesmo tempo que na badana do livro se lhe tenta criar, ostensivamente, uma “reputação democrática” – é o do anticomunismo primário: «[...] Com o consulado de Vasco Gonçalves e com as perturbações populares que se lhe sucederam a vários níveis, com o vanguardismo utopístico-abstracto da esquerda radical e com o assalto marxista à cultura, à educação e à informação portuguesas, corremos na verdade o risco de uma desagregação convulsiva de unidade nacional. [...]»

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A Arte de Continuar Português


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1978
Edições do Templo
1.ª edição
20,8 cm x 14,8 cm
248 págs.
subtítulo: Ensaios e textos polémicos
exemplar em muito bom estado de conservação, sem sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO JORNALISTA JOSÉ VACONDEUS DATADA DE 25 DE ABRIL DE 1978
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa, exemplo da defesa do país retrógado, com que o sr. Quadros sonha ainda em 1978, uma espécie de Albânia fascista aquém-Castela-e-Guadiana:
«[...] A responsabilidade directa na crise do Estado e na crise nacional subsequentes à queda da ditadura pertence decerto ao M.F.A. [Movimento das Forças Armadas] marxista e aos dirigentes políticos que o apoiaram, mas não podemos esquecer que tudo foi possível devido ao complexo de inferioridade e ao complexo de Thanatos que cresciam cancerigenamente no tecido inconsciente deste povo, capitães e políticos incluídos, complexos inflacionados por uma “inteligentsia” apátrida que andou um século a cultivar o snobismo da crítica destrutiva a tudo quanto de característico constitui fundamento da estrutura cultural portuguesa, deixando-nos pois extraordinariamente vulneráveis a todas as formas de agressão ideológica e de colonização político-cultural que sobre o país se exerceram. [...]»

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Franco-atirador – Ideias, Combates e Sonhos



ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1970
Espiral
1.ª edição
20,8 cm x 16,5 cm
244 págs.
colecção dirigida por António Braz Teixeira, de uma série de livros com textos doutrinários, complemento à edição da revista Espiral, dirigida esta pelo próprio António Quadros
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto O Que o Racismo Ensina:
«[...] Se a monstruosidade dos campos de concentração e do extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler constituiu, há vinte e cinco anos, uma desgostante chaga reveladora da negatividade a que pode descer a natureza humana, a discriminação racial na África do Sul ou o desencadear da violência racista nos Estados-Unidos são porventura, se possível, ainda mais clarificantes da distância que vai tardando a preencher-se entre os conceitos intelectuais e científicos de uma sociedade dita “desenvolvida” (a sociedade da abundância) e a pobreza moral e ética de certos estractos desta mesma sociedade. [...]»

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Problemática Concreta da Cultura Portuguesa


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1957
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,5 cm x 14,6 cm
76 págs.
capa impressa e com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo por abrir
carimbo de posse na folha de ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida pelo filho de António Ferro, que aproveita para tecer largos elogios à «política do espírito» conduzida pelo pai...
Brochura ausente da exaustiva bibliografia tornada pública pela Fundação António Quadros.

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A Angústia do Nosso Tempo e a Crise da Universidade


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1956
Cidade Nova
1.ª edição
18,6 cm x 12,4 cm
164 págs.
exemplar estimado, capa com vagos picos de acidez; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Existência Literária



ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1959
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
19,6 cm x 14,2 cm
224 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimo conjunto de ensaios literários, cobrindo reflexão vária sobre, por exemplo, Branquinho da Fonseca, José Gomes Ferreira, Fernando Namora, Vergílio Ferreira, José Régio, Pessoa, Camões. Muitos outros escritores e filósofos são aí abordados por este autor, que nasceu num meio vocacionado para a erudição, visto ser filho de Fernanda de Castro e António Ferro. Especial destaque para os últimos sete textos, que formam o capítulo VI, onde a «condição do escritor» é tratada.

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Modernos de Ontem e de Hoje


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1947
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
304 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de estreia do autor, é um interessante conjunto de ensaios sobre literatura, em que se fala desde Marcel Proust, ou Henry Miller, até aos brasileiros Lins do Rego e Erico Veríssimo e aos portugueses Eça, Fernando Pessoa e Cesário.

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sexta-feira, dezembro 15, 2017

Breve História da Lingüística


JOSÉ PEDRO MACHADO
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1942
Editorial «Inquérito», Limitada
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
104 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel acidulado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, dezembro 13, 2017

Documentos para a Historia da Typographia Portugueza nos Seculos XVI e XVII



[VENÂNCIO DESLANDES]

Lisboa, 1881-1882
Imprensa Nacional
1.ª edição
2 partes enc. em 1 volume (completo)
24,2 cm x 18 cm
[8 págs. (não num.) + 96 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [8 págs. (não num.) + 168 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto]
impresso sobre papel de linho
encadernação luxuosa em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
não aparado
conserva todas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
410,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da autoria da vertente obra dá notícia Brito Aranha (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1908):
«Venancio Augusto Deslandes, natural de Lisboa, nasceu em 22 de dezembro 1829. Bacharel formado em philosophia e medicina pela Universidade de Coimbra. [...] [foi] medico do hospital de S. José e depois nomeado director de enfermaria, indo desempenhar estas funcções por algum tempo na enfermaria do hospital Estephania. Desde 1878 é administrador geral da Imprensa Nacional de Lisboa, tendo saido por vezes para o estrangeiro em commissões de estudo para desenvolvimento e progresso dos trabalhos do importante estabelecimento confiado á sua superior gerencia. [...]
O conselheiro Venancio Deslandes pertence, em linha recta, aos antigos e afamados impressores Deslandes, que teem o seu nome lisonjeiramente ligado á historia da imprensa em Portugal desde o seculo XVII, como se vê das provas mandadas imprimir pelo seu quarto neto, sob o titulo Documentos para a historia da typographia portugueza nos seculos XVI e XVII, de que possuo dois interessantissimos fasciculos saidos nitidamente, em papel de linho, dos prelos da Imprensa nacional em 1881 e 1882. Foram dados á luz sem o nome do conselheiro Deslandes. [...]»

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Evolução Recente e Situação Actual da Tipografia


ARMANDO A. M. DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1958
Grémio Nacional dos Industriais Gráficos
1.ª edição
24 cm x 16,1 cm
72 págs.
subtítulo: Em Apêndice: Estudo sobre a Indústria pela Dr.ª D. Maria Edmea Dubraz – Âmbito da Indústria. Evolução da Indústria. Posição da Indústria no quadro económico português. Custo de produção. Estrutura de mercado. Apêndice.
impresso sobre papel superior creme
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do relatório apresentado pelo presidente do Grémio dos Industriais Gráficos ao II Congresso da Indústria Portuguesa.

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