sexta-feira, julho 20, 2018

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Almanach Encyclopedico para 1896 = 1.º Anno


[EÇA DE QUEIROZ, pref.]

Lisboa, 1895
Livraria de Antonio Maria Pereira – Editor
1.ª edição [única]
18,8 cm x 13 cm
XLVIII págs. + 386 págs. + 34 págs. [catálogo do editor]
encadernação editorial
exemplar estimado, pastas esfoladas, restauros nas folhas-de-guarda; miolo limpo
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além dos múltiplos assuntos característicos de todos os almanaques, este primeiro Almanach Encyclopedico, que a Livraria de António Maria Pereira encomendou a Eça de Queirós, abre com um longo texto seu – «Almanachs» –, em que se faz a história do género, denotando óbvio conhecimento da matéria sob a habitual clareza de exposição. Refere Carlos Reis, ao apresentar a moderna reedição do manuscrito do dito texto («Almanaque: o amigo fiel», in Eça de Queirós, Almanaques, Biblioteca Nacional, Lisboa, 2002):
«[...] Curiosamente, o almanaque que Eça agora apadrinha, organiza e prefacia pode relacionar-se (e as páginas deste texto preambular apontam nesse sentido) com um dos aspectos mais interessantes e modernos da obra queirosiana finissecular: a problematização da ciência e da cultura que n’A Cidade e as Serras se leva a cabo. De certa forma, em determinados passos desta reflexão sobre os almanaques reitera-se o cepticismo de Eça em relação a um tempo e a uma civilização [...] atulhados de informação e de conhecimentos científicos. E assim, se este almanaque se proclama “enciclopédico” é porque nele se reelabora um saber amplo e plural, mas não um saber pesado de erudição e esmagador de dimensão. [...]»
Eça conhecia bem o público-alvo para tais compilações despreocupadas de «ciência fácil». Continua Carlos Reis: «[...] um cenário doméstico, burguês, um tanto conservador, propenso à convivialidade familiar, cenário em que a mulher, sabendo já ler, recorre ao almanaque como auxiliar para as tarefas da casa e também para a educação (e mesmo edificação) dos filhos. [...]»
Figura ainda ao lado de Eça, neste almanaque, o nome de Batalha Reis, que assina, também ele, um texto extenso, acerca do tratamento das vinhas.

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Os Nossos Poetas de Ontem, de Hoje e de Sempre



SILVA TAVARES, org. e notas
capa de Tom

Porto, 1959
Edição da Fábrica Portuguesa de Discos da Rádio Triunfo, Lda. (Alvorada)
1.ª edição
19,3 cm x 19,3 cm (estojo)
64 págs. (livro) + 2 Ø EP [extended play]
subtítulo: Antologia sonora […] Séculos XIX e XX
livro e dois discos acondicionados em caixa editorial
exemplar muito estimado, pequenas esfoladelas nos bordos da caixa; miolo irrepreensível, discos em bom estado de conservação
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui poemas de Gomes Leal, Guerra Junqueiro, o conde de Monsaraz, Cesário Verde, António Feijó, João Saraiva, António Nobre, Eugénio de Castro, Camilo Pessanha, Fausto Guedes Teixeira e Cândido Guerreiro, interpretados por, entre vários outros, Manuel Lereno e Carmen Dolores.

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quinta-feira, julho 19, 2018

Murilo Mendes




RUGGERO JACOBI, org. e pref.
trad. Anton Angelo Chiocchio, Ruggero Jacobi, Luciana Stegagno Picchio e Giuseppe Ungaretti

Milão, 1961
Nuova Accademia Editrice
1.ª edição
texto em italiano
18,5 cm x 11,5 cm
224 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
magnífica encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro e azul com estojo próprio em cartolina impressa a três cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO POETA AO CRÍTICO LITERÁRIO ÁLVARO SALEMA DATADA EM ROMA
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta brasileiro de Minas Gerais, casado com uma das filhas do historiador Jaime Cortesão, Murilo Mendes (1901-1975) residia nesta altura em Itália, em cuja universidade leccionava literatura brasileira. De algum modo a sua poética inicial pôde passar por de inspiração surrealista, o que não acontece com as suas criações após a conversão ao catolicismo nos anos 30 do século passado. Entre os tradutores da vertente antologia figura o poeta maior italiano Giuseppe Ungaretti (1888-1970).

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Tempo Espanhol


MURILO MENDES
capa de José Escada

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,6 cm
124 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no ante-rosto o rótulo de posse de João Joaquim Gonçalves Ribeiro
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Murilo Mendes – O Olhar do Poeta


aa.vv.

Lisboa, 1987
Fundação Calouste Gulbenkian / Centro de Arte Moderna
1.ª edição
29,7 cm x 21 cm
66 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do catálogo da colecção de pintura acumulada por Murilo Mendes ao longo dos anos em que produziu textos acerca das artes plásticas.

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Pequena História da Poesia Portuguesa


JOÃO DE BARROS

Lisboa, 1941
Edições Cosmos
1.ª edição
19,2 cm x 13 cm
128 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel acidulado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, julho 18, 2018

Brinde aos Senhores Assignantes do Diario de Noticias em 1877


CESARIO VERDE
GUERRA JUNQUEIRO
CHRISTOVAM AYRES
JOÃO DE SOUSA ARAUJO
THEOTONIO DE OLIVEIRA
OSORIO DE VASCONCELLOS
LEITE BASTOS
EDUARDO COELHO


Lisboa, 1878
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes, impressor da Casa Real
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
164 págs.
exemplar estimado, ; miolo limpo
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de colaborações importantes, como a crónica de Guerra Junqueiro acerca da Feira da Ladra ou o «esboceto» do próprio Eduardo Coelho, fundador do Diário de Notícias, o voluminho inclui uma verdadeira primeira edição do poema de Cesário que inaugura na literatura portuguesa a deliberada fuga à poesia de ascendente agrário em prol de uma escrita finalmente urbana: «Num Bairro Moderno».

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1.º Salão Nacional de Artes Decorativas





THOMAZ DE MELLO (TOM)
MANOEL LAPA
JORGE MATTOS CHAVES
capa de Alberto Cardoso
fotografias de Mário Novais e Horácio Novais

Lisboa, Maio-Junho, 1949
Palácio Foz – SNI [imp. Bertrand (Irmãos), L.da]
1.ª edição
22 cm x 14,3 cm
80 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior creme
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante documento, não só pelos participantes coligidos, mas, hoje, principalmente como testemunho de todo um leque de comércio e indústrias de uma época, através das páginas dos anunciantes.

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Album Fotográfico da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa


[DOMINGOS] ALVÃO
nota de Henrique Galvão

Porto, s.d. [1934]
Litografia Nacional
1.ª edição
17,5 cm x 24 cm (oblongo)
103 folhas [206 págs.] impressas somente nas frentes
subtítulo: 101 clichés fotograficos de Alvão – Porto fotografo oficial da Exposição Colonial
ilustrado
impresso a sépia sobre papel superior creme
acabamento com laçada de cordão de seda
exemplar muito estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
470,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Angola Intangível


ALBERTO DE ALMEIDA TEIXEIRA

Porto, 1934
[Edições da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa]
1.ª edição
23,5 cm x 16,8 cm
720 págs.
subtítulo: Notas e comentários
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tenente-coronel Almeida Teixeira (1870-1952), que foi governador dos distritos da Lunda e de Inhambane, tem nesta obra uma boa crónica histórica e política da presença dos portugueses em Angola, desde a primeira hora.

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A Restauração e a Aclamação de Dom João IV na Cidade dos Vice-Reis da Índia em 11 de Setembro


JOSÉ FREDERICO FERREIRA MARTINS

Lisboa, 1934
Edições da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa
1.ª edição
22,5 cm x 15,9 cm
20 págs.
exemplar estimado, restauro na dobra; miolo limpo
assinatura de posse e carimbo da biblioteca da revista Brotéria no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência de exaltação histórica a propósito do tema em título.

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Angola – Indústrias Eléctricas


MANUEL ANTÓNIO VIEIRA E SOUSA

Luanda, 1934
Imprensa Nacional / Delegação do Govêrno de Angola à 1.ª Exposição Colonial Portuguesa
1.ª edição
21,6 cm x 15,3 cm
46 págs.
subtítulo: O Desenvolvimento das Indústrias Eléctricas, na Colónia de Angola
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Uíge, Songo e Bembe


CARLOS ALVES, et alli
capa e ilust. José Redinha

Luanda, 1934
Imprensa Nacional
1.ª edição
21,5 cm x 15,2 cm
48 págs.
subtítulo: A circunscrição civil do Bembe, na Primeira Exposição Colonial Portuguesa
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta o coordenador da vertente resenha histórica e de propaganda com a colaboração de José Roque Martins, de João Augusto Afonso, de Marcolino de Meireles e de José de Morais, respectivamente para os temas gerais de História local, agricultura, pecuária e minas, vias de comunicação, clima, salubridade e assistência médica.

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A Lei em Que Vivemos...


ELINA GUIMARÃES

Lisboa, 1937 [reencapamento de 1942]
Editorial «O Seculo»
1.ª edição
19 cm x 12 cm
244 págs.
subtítulo: Noções de Direito Usual Relativo à Vida Feminina
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elina Guimarães (1904-1991), escritora e jurista, nascida no seio do activismo revolucionário republicano na esfera de influência de Afonso Costa, notabilizou-se como feminista militante. Foi casada com Adelino da Palma Carlos.

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Guilherme de Azevedo em Família


ELINA GUIMARÃIS

Lisboa, 1940
Seara Nova
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta colado na capa pequeno selo com número de entrada em biblioteca particular
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve texto de memória acerca do escritor Guilherme de Azevedo (1839-1882), de quem a sufragista e antifascista Elina Guimarães (1904-1991) era sobrinha-neta.

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Posted Missing


ALAN VILLIERS

Londres, 1956
Hodder & Stoughton
1.ª edição
texto em inglês
21 cm x 14,8 cm
256 págs. + 16 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas
subtítulo: The story [aliás, drama (na sobrecapa)] of ships lost without trace in recent years
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
exemplar estimado, pequena falha de papel no topo da sobrecapa; miolo limpo, foxing ocasional
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor prolífico, mais vulgarmente conhecido em Portugal pelo seu livro de viagem com a nossa frota bacalhoeira à Terra Nova, A Campanha do «Argus», o capitão-de-mar australiano Alan John Villiers (1903-1982) deixou o seu nome ligado quer às mais importantes travessias marítimas, quer ao cinema, ao serviço do qual comandou, por exemplo, os navios utilizados em Moby Dick (de John Huston) e Billy Budd (de Perter Ustinov).

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Brinquedos Cantados Portugueses



ALBERTO FELICIANO MARQUES PEREIRA
NINA MARQUES PEREIRA AYRES, música
ilust. Álvaro Duarte de Almeida, Eduardo Coelho e José Rui

Lisboa, 1951
[ed. Autor]
1.ª edição
II parte do Manual de Ginástica Infantil – livro I*
24 cm x 19,2 cm
48 págs.
subtítulo: Ginástica Infantil
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior de fabrico na Companhia do Prado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo do SNI e ex-libris da Academia Portuguesa de Ex Libris colado no verso da capa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de canções de roda destinadas a grupos infantis enquanto praticam ginástica.

* A segunda e a terceira partes do Manual de Ginástica Infantil foram publicadas em múltiplos breves livros autónomos, sendo a segunda constituída por dez volumes, de ques o vertente é o livro I, e a terceira por seis volumes.

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A Arte em Moçambique / Art in Mozambique





ALBERTO FELICIANO MARQUES PEREIRA

Lisboa, 1966
s.i. [sob o patrocínio do governador-geral da província, na pessoa do general José Augusto da Costa Almeida, e da Igreja católica, na pessoa do arcebispo de Lourenço Marques, Dom Custódio Alvim Pereira]
[1.ª edição (única)]
bilingue (português / inglês): versão inglesa de Joaquim da Silva Godinho
35 cm x 26 cm (álbum)
4 págs. + 2 págs. + 52 págs. + 568 págs.
profusamente ilustrado a preto e a cor
encadernação editorial em tela finamente gravada a ouro em ambas as pastas e na lombada
exemplar como novo; miolo limpo
ostenta o ex-libris de Luis de Castro Santos na primeira folha-de-guarda
220,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se de um historial da presença portuguesa naquelas paragens e, sobretudo e com especial evidência, do acervo da obra arquitectónica civil, militar e religiosa implantada pelo colonizador. Aquilo que o autor designa por «arte na sublimação das virtudes da raça [branca]» esmaga neste acervo, à sobreposse, as páginas dedicadas à «arte negra», «habitações nativas» e à dança e música locais.

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segunda-feira, julho 16, 2018

The Patriot



PEARL S. BUCK

Nova Iorque, s.d. [circa 1942]
Grosset & Dunlap
s.i. [2.ª edição]
texto em inglês
19,5 cm x 14 cm
372 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada impressa a verde na pasta anterior e na lombada, sobrecapa polícroma
corte das folhas carminado somente à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta 2.ª edição de uma obra de referência da escritora Pearl S. Buck (1892-1973), necessariamente posterior à entrada dos Estados Unidos na Guerra Mundial, é um testemunho impressionante dos tempos que então se viviam no dia a dia. Tanto a longa nota na contracapa como uma outra, breve, na primeira badana sublinham as dificuldades em dispor de matérias-primas (o papel, as chapas de impressão, etc.) para a edição de literatura; apela-se mesmo à recolha do mais pequeno pedaço de papel: «[...] Our armed forces need every scrap of every kind of waste paper. […] Save every scrap and you’ll help end the scrap!»

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From an Abandoned Work


SAMUEL BECKETT

London, 1958
Faber and Faber
1.ª edição
texto em inglês
21,6 cm x 13,9 cm
24 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto difundido pela BBC nos finais de 1957. Inicialmente tratando-se de um esboço para uma novela, Beckett (1906-1989) acabou por libertá-lo na qualidade de «meditação radiofónica».

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Efemérides da História de Macau


LUIS G. GOMES

Macau, 1954
Noticias de Macau
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
6 págs. + 270 págs.
trata-se do n.º XII da Colecção Noticias de Macau
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Metódica cronologia da história de Macau estendendo-se do século XVI à data da vertente publicação.

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A Imprensa Periódica Portuguesa no Extremo-Oriente


MANUEL TEIXEIRA, padre

Macau, 1965
Notícias de Macau
1.ª edição
18,7 cm x 13,3 cm
2 págs. + IV págs. + 334 págs. + 10 folhas em extra-texto
subtítulo: I Parte – O Jornalismo em Macau; II Parte – O Jornalismo Português no Extremo-Oriente
ilustrado
é o n.º XXII da Colecção Notícias de Macau
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A segunda parte deste livro reúne informação acerca da presença jornalística portuguesa em Hong-Kong, Cantão, Xangai, Singapura, Malaca, Japão, Timor e Hawai.

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Festividades Chinesas


LUIS G. GOMES

Macau, 1953
[ed.] “Noticias de Macau”
1.ª edição
18,4 cm x 13,3 cm
264 págs.
trata-se do n.º VIII da Colecção Noticias de Macau
exemplar estimado, sujidade na capa; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luís Gonzaga Gomes (1907-1976) é, talvez, a mais importante referência no intercâmbio luso-chinês, quer como conhecedor da língua cantonense, quer da cultura chinesa. Autodidacta, porém homem de uma sabedoria pluridisciplinar abrangente, que tanto se afirmou na historiografia como no conhecimento da arte e da música.

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domingo, julho 15, 2018

Ruas de Lisboa


J. J. GOMES DE BRITO
revisto e pref. António Baião
capa de Martins Barata

Lisboa, 1935
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição
22,3 cm x 14,4 cm
3 volumes (completo)
[XXXII págs. + 296 págs. + 1 folha em extra-texto] + 296 págs. + 304 págs.
subtítulo: Notas para a história das vias públicas lisbonenses
exemplares estimados; miolo limpo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a mais interessante história da toponímia da capital, de consulta por ordem alfabética, e da maior riqueza de conhecimentos acerca da cidade, palmo a palmo, pode dizer-se.

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Forêt Vierge

FERREIRA DE CASTRO
tradução [versão] de Blaise Cendrars

Paris, 1963
Bernard Grasset – Le Livre de Poche
[1.ª edição (livro de bolso)]
16,5 cm x 11 cm
370 págs. + 14 págs. (pub. editor)
subtítulo: «A Selva»
exemplar em muito bom estado de conservação, miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO CRÍTICO LITERÁRIO ÁLVARO SALEMA
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Garantidamente esta versão do escritor Blaise Cendrars supera o texto original de Ferreira de Castro. É um duelo literário riquíssimo de implicações criativas, que, estamos em crer, poderá vir a ser melhor apreciado num futuro, embora ainda longínquo, quando os respectivos herdeiros patrimoniais de ambos os escritores, por força do domínio público, já não possam impedir que algum editor mande retraduzi-lo para português...

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Mourir Peut-être



FERREIRA DE CASTRO
trad. Georgette Tavarès-Bastos

Paris, 1970
Éditions Bernard Grasset
1.ª edição
texto em francês
20,4 cm x 13 cm
312 págs.
exemplar estimado, capa ligeiramente manchada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO JORNALISTA GUEDES DE AMORIM
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão francesa do romance O Instinto Supremo.

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As Maravilhas Artísticas do Mundo




FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1958-1963
Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
completo (2 vols. em 33 + 1 cadernetas, ou fascículos, com todas as respectivas capilhas e os sobrescritos de envio)
35,5 cm x 27,5 cm (álbum)
1.054 págs. + 96 folhas em extra-texto + 2 desdobráveis de oito laudas em extra-texto
subtítulo: Ou a Prodigiosa Aventura do Homem Através da Arte
impresso em rotogravura e em off-set sobre papel superior
profusamente ilustrado a cor e a preto, no corpo do texto e em separado, sendo algumas das ilustrações cromos colados sobre cartolinas protegidas por papel-vegetal; capitulares desenhadas
exemplar como novo
apresenta-se na raríssima forma original de comercialização *, protegido por um estojo de confecção manual recente, forrado a sintético azul-ultramarino profundo
inclui o fascículo espécime que servia para promover a recolha de assinaturas de aquisição da obra; o primeiro fascículo vem autenticado pelo ex-libris do Autor, assim como o fascículo dezasseis, que corresponde ao início do segundo volume
peça de colecção
275,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra que se revestia, na altura, da maior importância, sobretudo dado o estado de ruína em que, devido à guerra europeia cessante, se encontrava, ainda, principalmente muita da arquitectura artística aqui reproduzida em fotografia. Mas não apenas edifícios haviam desaparecido, também a escultura, a pintura e o mais foram então destruídos ou roubados, pelo que o vertente trabalho de Ferreira de Castro vinha ao encontro da nostalgia intelectual dos seus leitores.

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem nunca ser aparados ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; a sua conservação dentro de estojos, de que o vertente exemplar constitui modelo, é a mais correcta.

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Entrevistas, 1960-1966 [junto com] Discursos (Antologia – Textos políticos)



OLIVEIRA SALAZAR

Coimbra, 1967 / Lisboa, s.d. [circa 1970]
Coimbra Editora, Limitada / EN – Emissora Nacional
livro: 1.ª edição
disco: prensagem original
[19,6 cm x 14,1 cm] + [31,4 cm x 31,4 cm]
[4 págs. + 244 págs.] + 1 long play (vinil)
exemplares estimados, capa do disco com discreto restauro; miolo irrepreensível (livro), prensagem límpida (disco)
juntou-se cartão pessoal de Clemente Rogeiro, então Presidente da Direcção da Emissora Nacional de Radiodifusão
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lote constituído pelo raro volume antológico de entrevistas concedidas por Salazar, em diversas circunstâncias da sua governação, e por um disco que reúne importantes discursos do mesmo, proferidos aos microfones da Emissora Nacional entre 1941 e 1963, a propósito dos seguintes temas: O meu depoimento (Janeiro de 1949); Os princípios e a obra da Revolução no momento interno e no momento internacional (Abril de 1943); Defesa económica – Defesa moral – Defesa política (Junho de 1942); Todos não somos de mais (Abril de 1941); Breves considerações sobre a política interna e internacional a propósito da inauguração do Estádio de Braga (Maio de 1950); Na reeleição do Chefe do Estado (Fevereiro de 1942); Apontamento sobre a situação internacional (Maio de 1956); O caso de Goa (Novembro de 1954); Política Ultramarina (Agosto de 1963); e Temos também o dever de ser orgulhosos dos vivos (Agosto de 1963).
Salazar, à semelhança de Hitler, bem sabia como a rádio, e mais tarde também a televisão, numa lenga-lenga encantatória, projectavam as suas ordens e ameaças sobre toda a população do país: «Se não falha este pequeno aparelho que parece estremecer às menores vibrações da minha voz, eu estarei falando neste momento à maior assembleia que em Portugal alguma vez se congregou a escutar a palavra de alguém.»

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Revolução Espanhola


ROLÃO PRETO

Lisboa,
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,1 cm
216 págs. + 10 folhas em extra-texto
subtítulo: Aspectos – Homens – Ideias
ilustrado
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
ostenta colado na pág. 6 o ex-libris de Joaquim Preto Güerra
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco de Barcelos Rolão Preto (1893-1977) perfilhou o integralismo lusitano, o sidonismo e o nazismo, na teoria e na prática. Foi uma figura política de um radicalismo tão extremo, que nem Oliveira Salazar o suportava.

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Les Grands Cimetières Sous la Lune


GEORGES BERNANOS

Paris, 1953
Librairie Plon
31.º milhar
texto em francês
19 cm x 12,1 cm
8 págs. + VI págs. + 362 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
carimbos de posse nos ante-rosto e rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Grandes Cemitérios Sob a Lua


GEORGES BERNANOS
trad. Fernanda Pinto Rodrigues
capa de A. Pedro

Lisboa, 1988
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
21,1 cm x 14,4 cm
240 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tendo como autor um intelectual de direita, trata-se talvez da mais radical denúncia das atrocidades cometidas durante a guerra civil de Espanha, sem poupar nenhuma das forças políticas envolvidas no conflito. Uma passagem do texto, a título de exemplo de uma linguagem destemida e concisa:
«[...] Quando um pequeno número de espiões abastecidos pelos laboratórios e levando de cidade em cidade uma confortável existência de turistas bastar para reduzir em cinquenta por cento a população, propagando a peste bubónica, generalizando o cancro e envenenando as fontes, chamareis a isso também a guerra, hipócritas? Condecorareis com a Cruz de São Luís ou a Legião de Honra os vossos corretores de mormo e cólera? Não haverá sequer maneira de festejar o Armistício, pois haverá tanto armistício como terá havido declaração de guerra, os governos afirmam, com a mão no coração, a sua vontade pacífica e juram por todos os santos que não têm absolutamente nada a ver com essa curiosa proliferação de epidemias. [...]»
Ou esta:
«[...] Compreenderíamos muito bem que um jovem príncipe moderno trataria mais facilmente com os chefes do proletariado, mesmo extremistas, do que com sociedades anónimas e bancos. [...]»
E esta:
«[...] A estupidez não inventa nada; sabe aproveitar admiravelmente para os seus fins, para os seus fins de estupidez, tudo quanto o acaso lhe proporciona. [...]
[...] não vencereis os imbecis nem pelo ferro nem pelo fogo. Porque eu repito que eles não inventaram nem o ferro, nem o fogo, nem os gases, mas utilizam perfeitamente tudo quanto os dispensa do único esforço de que são realmente incapazes, que é o de pensarem pela sua cabeça. Preferirão matar a pensar, eis a pouca sorte! E vós, precisamente vós, forneceis-lhes mecanismos! O mecanismo foi feito para eles. Enquanto não chega a máquina de pensar que eles esperam, que eles exigem, que há-de vir, contentar-se-ão muito bem com a máquina de matar, ela assenta-lhes mesmo como uma luva. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


A Epopeia de Espanha (1936 a 1939)


Madrid | Lisboa, s.d. [1942]
s.i.
1.ª edição
texto em castelhano, português, alemão, italiano, francês e inglês
32,4 cm x 23,6 cm (álbum)
[1 cartolina separador + 54 págs. (não numeradas) + 1 cartolina separador + L págs. + 76 págs. + 3 cartolinas de suporte a extra-textos polícromos + X págs. + 1 folha em extra-texto + 1 cartolina separador + 74 págs. (não num.) + 1 folha em extra-texto + 1 cartolina separador + 94 págs.] *
subtítulo: Documentário gráfico descritivo e histórico dedicado ao glorioso movimento nacional salvador da pátria – Edição especial de homenagem e reconhecimento a Portugal e à colónia espanhola
profusamente ilustrado
impresso sobre papéis superiores
encadernação editorial inteira em tela encerada com cromo polícromo colado e gravação a negro na pasta anterior, folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Exemplo de propaganda franquista.

* Todos os cadernos apresentam erro de numeração, embora a obra esteja integral e correctamente alceada.

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Observations sur le Sentiment du Beau et du Sublime


EMMANUEL KANT
trad., pref. e notas de Roger Kempf

Paris, 1953
Librairie Philosophique J. Vrin
1.ª edição (da vertente tradução)
texto em francês
19,3 cm x 14,1 cm
88 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Paz Perpétua


[EMMANUEL] KANT
trad. A. M. C.

Porto, 1941
Editôra: Livraria Educação Nacional, L.da
1.ª edição
17,8 cm x 11,4 cm
104 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

A ideia de paz perpétua resume uma ambição das Luzes: o encontro de um equilíbrio social expresso em leis que visem a moderação, ou mesmo a proibição das guerras entre países. Kant dá aqui, num texto de 1795, o seu ingénuo contributo.

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Principes d’Action


ADOLF HITLER
trad. Arthur S. Pfannstiel

Paris, 1936
Éditions Bernard Grasset
7.ª edição
texto em francês
18,9 cm x 12 cm
264 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A França nunca pôde dizer que ignorava as intenções de anexação por parte da Alemanha. Nem pode dizer que não sabia em que género de gente, instigados pelo líder, se transformara o povo alemão, que, como cruamente afirmou Wilhelm Reich, desejava superar a crise sócio-económica pelo confisco dos bens de quem ainda os tinha (os judeus) e pela afirmação militar totalitária (o nazismo). Bernard Grasset, em nota de abertura na qualidade de editor para a língua francesa, distancia-se dos princípios da tirania documentados neste livro, afirmando que, todavia, a França tinha, por isso mesmo, que ser avisada.

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