domingo, setembro 23, 2018

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Na Abertura da Exposição Postuma de Abel Salazar



JÚLIO POMAR

Porto, 1948
Fundação Abel Salazar
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
16 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de uma conferência, em que o pintor Júlio Pomar vem em defesa do pintor Abel Salazar, sendo ambos resistentes antifascistas... o que não é dizer pouco. A título de exemplo, uma veemente passagem desse discurso:
«[...] Não admira, pois, que a obra plástica de Abel Salazar não tenha achado bitola que a julgue, isto é: que ela tenha aparecido aos olhos da generalidade dos que em Portugal dizem fazer arte como uma mensagem estranha à qual não servem os clichés que é de uso trazer no bolso, prontos a aplicar a qualquer um. A verdade é que não se perdoou ainda a Abel Salazar o ter pintado ou martelado cobres; a verdade é que, em nome sei lá de que purismos esteticistas, se excomungaram e se excomungam ainda as revelações violentas que Abel Salazar nos deixou.
Invoca-se muito aquilo a que chamam “o seu amadorismo”; apontam-se a dedo as “insuficiências” do seu desenho, fala-se da “indecisão” dos seus volumes, acusa-se de “expediente fácil” o desenvolver de certas formas, que o ritmo dos veios do contraplacado parecem comandar. É caso para dizer que nunca as lunetas do amador de arte (às vezes tão esquecidas) andaram tanto em bolandas – e nunca a crítica ficou tão longe ou passou tão fora da obra criticada. Onde nasce o erro? Eu creio que se aplicou uma tabela que serviria, quando muito, para classificar pequenos artífices mais ou menos desinteressados do fluir da vida (ou interessados apenas em si mesmos), para medir um homem que se exprimia livremente, desrespeitando todas as relações de família ou compromissos de escola. [...]»
Da arte pictórica de Abel Salazar, pode com justeza dizer-se que antecipou em Portugal quer o olhar sobre os temas sociais, quer o formalismo neo-realistas.

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Júlio Pomar


HELENA VAZ DA SILVA
grafismo de José Cândido

Lisboa, 1980
Edições António Ramos
1.ª edição
22,1 cm x 20,5 cm
112 págs.
profusamente ilustrado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entrevista com o pintor, em torno das suas vida e obra, conduzida pela jornalista Helena Vaz da Silva.

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Emigrantes



FERREIRA DE CASTRO
posfácio inédito do Autor
capa e ilustrações de Júlio Pomar
orientação gráfica de Câmara Leme

Lisboa, Dezembro de 1966
Portugália Editora
1.ª tiragem da presente edição, que surge entre a 13.ª e a 14.ª edições da Guimarães Editores
27,3 cm x 20,2 cm
308 págs. + 12 folhas em extra-texto (ilustrações) cobertas por folha de cristal
ilustrado no corpo do texto e em separado; impressão sobre papel superior; exemplar muito estimado, acondicionado em estojo editorial um pouco gasto
VALORIZADO PELA ASSINATURA MANUSCRITA DO AUTOR NA PORTADA
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição de luxo comemorativa dos cinquenta anos de vida literária do Autor.

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O Barão



BRANQUINHO DA FONSECA
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1959
Portugália Editora
3.ª edição [1.ª edição ilustrada]
23,8 cm x 17,5 cm
70 págs. + 20 folhas em extra-texto (10 gravuras + 10 folhas-de-guarda legendadas)
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 70 da tiragem comum declarada de 650 exemplares impressos sobre papel offset creme de 120 g
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inicialmente publicada sob o pseudónimo António Madeira, esta basto conhecida novela (também teve versão teatral), que caracteriza a matriz literária dos prosadores do grupo da Presença, no seu realismo introspectivo, surge aqui em edição de luxo magistralmente ilustrada por Pomar num estilo fechado, soturno, à maneira dos Caprichos de Goya.

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Malta Brava



ALEXANDRE CABRAL
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1955
ed. Autor / Centro Bibliográfico – Distribuidores
1.ª edição
19,4 cm x 14 cm
200 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alexandre Cabral, e por vezes Z. Larbak, foram pseudónimos de José dos Santos Cabral (1917-1996), que não apenas se destacou como camilianista, tendo sido também um nome tido em conta nos meios estéticos e políticos neo-realistas.

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Tauromagia


ALBERTO DE LACERDA
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1981
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
22,1 cm x 15,5 cm
40 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
VALORIZADO PELAS ASSINATURAS DOS DOIS AUTORES
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição conjunta dos livros Aforismos Mágicos, originalmente publicado no Porto pela Gota de Água, em 1985, e Ofício dos Touros, antes publicado em Lisboa pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em 1991.

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Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Burro-em-pé


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Sebastião Rodrigues
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1979
Moraes Editores
1.ª edição
24 págs. + 15,7 cm
176 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, setembro 21, 2018

Voyage Autour de Ma Chambre, suivi du Lépreux de la Cité d’Aoste



[XAVIER DE MAISTRE]

São Petersburgo, 1812 e 1811
Imprimerie de Pluchard et Comp.
[1.ª edição conjunta dos dois livros, sendo 1.ª edição absoluta do segundo livro]
2 livros em 1 volume (ambos publicados sem nome de autor)
15,1 cm x 10,3 cm
194 págs. + 66 págs.
encadernação inteira em pele com nervuras muito pronunciadas e ferros a ouro na lombada, folhas de guarda em papel de fantasia debruadas com filete a ouro; assinada Invicta Livro no bordo inferior do verso da pasta dianteira
pouco aparado
exemplar muito estimado, com discreto restauro nas primeiras folhas
ex-libris do escritor Joaquim Pessoa colado no verso da primeira folha de guarda
peça de colecção
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o prefaciador [Vitor Silva Tavares] da moderna tradução portuguesa (& etc, Lisboa, 2002) ao pô-lo de par com Laurence Sterne:
«[...] Um pouco adiantado ao espírito da época, que em breve seria já decididamente “romântico” até por imperativos “revolucionários”, não é de espantar que Xavier de Maistre e, sobretudo, a sua Viagem à Roda do Meu Quarto viessem a influenciar o nosso Almeida Garrett: visite-se as Viagens na Minha Terra (de 1846, isto é, cinquenta e um anos depois da Viagem do outro) e lá veremos em epígrafe e depois comentada logo no início do primeiro capítulo a obra de De Maistre, entretanto largamente difundida por toda a Europa culta.
Novo e mais amplo salto no tempo: numa linha que parece outra já distante do romantismo enquanto movimento literário e artístico, também José Cardoso Pires vem a estabelecer, n’O Delfim, uma (tornada óbvia) comparação com a viagem do diletante aristocrata: o parto narrativo do romance tem lugar, em boa medida, no quarto de pensão onde se aloja o narrador-escritor, posto este se distancie do “onanismo literário” atribuível àquele – ou àqueles que vieram a glosar em sequelas o modelo narrativo elaborado por De Maistre no seu texto inaugural.
O Leproso, esse, quer pelo “décor” (uma torre semi-arruinada), quer pelo estigma que pesa sobre o protagonista e o marginaliza socialmente, é já um texto marcadamente “romântico”, até pelo excesso. O seu sabor especial acentua, de certo modo, o espírito que já estava enunciado, com outra frescura, na Viagem

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Viagens na Minha Terra


ALMEIDA GARRETT
pref. Júlio Dantas

Porto, s.d. [circa 1930]
Lello & Irmão – Editores (Proprietários da Livraria Chardron)
s.i. [edição muito avançada no tempo, dado, por exemplo, a 6.ª edição datar de 1899]
2 volumes (completo)
16 cm x 10,8 cm
[XII págs. + 200 págs. + 1 folha em extra-texto] + [168 págs. + 1 folha em extra-texto]
encadernações editoriais em tela encerada com gravação a vermelho e ouro revestidas com sobrecapas impressas a cor
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição popular desta obra, da autoria de um liberal bem intencionado.

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Viagens na Minha Terra


ALMEIDA GARRETT
pref. e notas de José Pereira Tavares

Porto, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
3.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
XXXIV págs. + 334 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
carimbo de oferta da Secretaria de Estado da Cultura no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, da autoria de um liberal bem intencionado. Uma passagem de um dos primeiros capítulos:
«[...] Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. – No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas de dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? [...]»
É pacífico concluir que a eficácia narrativa das Viagens consiste tanto no novo modelo verbal, inspirado na coloquialidade da fala «vulgar e corriqueira» (disse Aquilino Ribeiro), como no impressionismo pictórico que caracteriza o esboço de locais e horizontes. De facto, ele provou que a relação física do escritor com o espaço, com um ver deambulatório, com um trabalho de campo quase etnográfico e arqueológico, traz resultados positivos, sobremaneira naqueles períodos em que a escrita se converteu num estendal de truques retóricos e chavões estilísticos.

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Romanceiro


ALMEIDA GARRETT, visconde de

Lisboa, 1875
Imprensa Nacional
5.ª edição + 3.ª edição (I e II-III)
3 volumes (completo)
16,3 cm x 11,3 cm
[XXVI págs. + 272 págs.] + [L págs. + 314 págs.] + 312 págs.
subtítulos: I – Romances da Renascença; II e III – Romances Cavalherescos Antigos
encadernações editoriais em tela encerada, luxuosa gravação a ouro, negro e relevo seco nas pastas e lombadas
corte das folhas dourado
exemplares muito estimados; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Frei Luís de Sousa



ALMEIDA GARRETT
pref. Pedro Calmon
ilust. Antonio Valverde

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,4 cm x 10,7 cm
2 págs. + 246 págs. + 7 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico relevado e gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a cor e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na contracapa da brochura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se a corrente literária designada por romantismo chegou a Portugal, em finais do século XVIII, principalmente por intermédio da marquesa de Alorna, é com o Catão de Garrett e, sobretudo, com a sua obra-prima Frei Luís de Sousa que, não só ele “inventa” o moderno teatro português, um género pedagógico eivado de nacionalismo, como firma a sua visão de homem político derrotado por um país cabralista de barões. «[...] Porque no Frei Luís de Sousa, e isto é muito importante, Garrett [...] faz também o processo do “sebastianismo”, demonstrando pelo absurdo os seus efeitos catastróficos. [...] Nenhum clarão de esperança brilha no fim solene do Frei Luís de Sousa: o mundo antigo esmaga o mundo novo quando este se constrói sobre um equívoco – quer dizer, quando não chega a criar as suas próprias estruturas. [...]» (José-Augusto França, O Romantismo em Portugal, vol. 1, Livros Horizonte, Lisboa, 1974)

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Morte di Camoens


ALMEIDA-GARRETT
trad. Domenico Perrero
pref. Joaquim de Araújo

Parma, 1898
Tipographia L. Battei
s.i. [1.ª edição em livro]
texto em italiano
18,3 cm x 12 cm
16 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO PREFACIADOR «AO DISTINCTO BIBLIOGRAPHO MARTINHO DA FONSECA»
ostenta no rosto o selo-branco de José Caetano Mazziotti Salema Garção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Domenico Perrero (1820-1899), conhecido historiador italiano, foi também um admirador da cultura portuguesa, embora haja vertido para italiano esta obrinha de Garrett (que a publicou sob anonimato) no puro desconhecimento da respectiva autoria. Joaquim de Araújo (1858-1917) esclarece num sucinto prefácio a circunstância e elogiando-lhe o estilo.

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quinta-feira, setembro 20, 2018

Platero e Eu


JUAN RAMÓN JIMÉNEZ
trad. José Bento
capa e ilust. Bernardo Marques

Lisboa, s.d.
Livros do Brasil, Limitada
[1.ª edição]
21 cm x 14,4 cm
144 págs.
profusamente ilustrado
impresso a duas cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História Secreta de Portugal


ANTÓNIO TELMO
pref. António Carlos Carvalho

Lisboa, 1977
Editorial Vega
1.ª edição
20,3 cm x 14,4 cm
168 págs. + 10 págs. em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Arte Poética



ANTÓNIO TELMO

Lisboa, 1963 [aliás, 1964]
Ed. Autor / Teoremas de Teatro
1.ª edição
19,2 cm x 14 cm
80 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A LOPO DE LAFÕES (1921-2008), 6.º DUQUE DE LAFÕES
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução do próprio António Telmo (1927-2010):
«[...] este livro não obedece ao esquema construtivo habitual, não caminha das teses para as provas pelos argumentos: – é um livro mal escrito. Cremos, porém, que esse será o destino de todos os escritos que vierem a ser elaborados sobre Bergson e que pretendam interrogar para além do que foi definido pelos intérpretes. Não procurámos integrar o pensamento de Bergson dentro da história da filosofia; fizemos sempre por ver esse pensamento à luz da actualidade [...].»

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sábado, setembro 15, 2018

A Simbólica do Espaço


YVETTE KACE CENTENO
LIMA DE FREITAS
et alli
capa de Lima de Freitas

Lisboa, 1991
Editorial Estampa
1.ª edição
29,7 cm x 21 cm
268 págs. + 8 págs. em extra-texto (reprod. cor)
subtítulo: Cidades, Ilhas, Jardins
ilustrado a negro e a cor, no corpo do texto e em separado
exemplar como novo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudos de carácter hermético, contam, entre outros, com a colaboração de Maria Helena da Rocha Pereira, Stephen Reckert, Maria Leonor Buescu, Eduardo Prado Coelho, etc.

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As Palavras, Que Pena



Y. K. CENTENO
capa de Vítor Simões

Lisboa, 1972
Edições Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
19,6 cm x 14,5 cm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
inclui a cinta editorial
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pintura Incómoda


LIMA DE FREITAS

Lisboa, 1965
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
21,1 cm x 13,6 cm
224 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de breves ensaios sobre pintura e os assuntos que lhe estão relacionados.

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Lima de Freitas [catálogo]


aa. vv.

Setúbal, 1984
Museu de Setúbal – Convento de Jesus
1.ª edição (bilingue português-francês)
23,9 cm x 21,4 cm (álbum)
210 págs., uma das quais desdobrável e vinte e oito delas em papel avergoado creme
subtítulo: Retrospectiva, 1946-1984
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, lombada em pele (?), contracapa suja; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À ACTRIZ GERMANA TÂNGER
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre as participações escritas contam-se textos de Ernesto de Sousa, Arquimedes da Silva Santos, António Quadros, Natália Correia, David Mourão-Ferreira, Joaquim Paço d’Arcos e um poema inédito de Alexandre O’Neill, que lhe é pessoalmente dirigido.

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Ernesto de Sousa – Itinerários [catálogo]


aa.vv.

Porto, 1987
Secretaria de Estado da Cultura – Casa de Serralves
1.ª edição
24 cm x 21,6 cm
2 págs. + 194 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação, contracapa com pequenas esfoladelas; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de uma significativa antologia de textos teóricos de Ernesto de Sousa, colaboram no vertente catálogo José Luís Porfírio, Eduardo Prado Coelho, José-Augusto França, Maria Estela Guedes.

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O Argumento Cinematográfico [junto com] As Máquinas e o Estudo [junto com] A Realização Cinematográfica



ERNESTO DE SOUSA
MANUEL RUAS
ADELINO CARDOSO
FONSECA E COSTA
et alli

Lisboa, s.d. [1956]
Sociedade de Artes Gráficas, Limitada
1.ª edição [única]
3 volumes (completo)
18,2 cm x 11 cm
[96 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [92 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 1 desdobrável em extra-texto]
subtítulos: 1 – Como Se Escreve um Filme; 2 – Primeira Iniciação à Técnica Cinematográfica; 3 – Noções Sobre a Realização de um Filme
ilustrados
capas impressas no verso
exemplares estimados, lombada esfolada no vol. 2; miolo limpo
acondicionados em estojo artístico próprio de fabrico recente
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

A importância de Ernesto de Sousa – o animador da vertente colecção – para o meio artístico português nos anos 50-70 do século XX ultrapassa em muito a sua intervenção quer em revistas da especialidade, quer no fomento de cineclubes. Até Eduardo Prado Coelho lhe reconheceu o mérito (in Ernesto de Sousa – Itinerários [catálogo], Secretaria de Estado da Cultura, Lisboa, s.d. [1987]):
«[...] Ser-me-ia muito difícil, até por manifesta impreparação, falar da obra de Ernesto de Sousa (no cinema, na literatura, na crítica, nas artes plásticas), se não tivesse a profunda convicção de que essa obra apenas existe sob a forma daquilo a que alguns escritores de língua francesa poderão chamar o désœuvrement, isto é, uma arte de puxar fios, desfiar as linhas invisíveis, os travejamentos ocultos, as costuras secretas, de tudo o que por momentos se consolida como instituição social ou estética, e ser capaz de instituir clareiras, lugares de encontro, de cumplicidade, de reinvenção de formas de sociabilidade e conjura. Seria manifestamente pouco dizer que Ernesto de Sousa tem sido, acima de tudo, alguém que soube, melhor de que qualquer de nós, encenar, com a participação de nós todos, o espaço da arte contemporânea em que todos estamos envolvidos. Porque o valor do trabalho de Ernesto de Sousa é muito mais do que isso. É uma permanente lição de persistência e apagamento, de presença e clandestinidade, de opções radicais e fraterno entendimento dos laços da palavra, de inovação e escuta dos valores mais discretos da arte popular ou quotidiana, de frieza e paixão, de fanatismo e distracção, de força e fragilidade. Seria difícil encontrarmos neste exíguo espaço português alguém que tanto tenha contribuído para o alterar sem nunca ter enveredado por posturas de domínio, afirmação, ocupação ou poder. Seria difícil apontarmos alguém a quem devemos tanto tendo-o encontrado tão poucas vezes e de um modo tão oblíquo. Ernesto de Sousa é certamente o mais discreto, invisível, silencioso, clandestino e apaixonado mestre de múltiplas gerações. É essa a sua imensa obra: difusa, transparente, transversal, dispersa e fluída nesse jeito inconfundível de saber como nos atravessar.»

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O Que É o Cinema


ERNESTO DE SOUSA

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,6 cm
232 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
corte das folhas carminado
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] O Que É o Cinema contém não só a exposição dos aspectos mais importantes do cinema, quer do ponto de vista técnico, quer estético e histórico, mas também uma informação bastante detalhada sobre os métodos de cultura para e pelo cinema. O leitor entrará em contacto com os problemas suscitados pela invenção do cinema nas suas implicações culturais e sociológicas, e ser-lhe-ão fornecidos os elementos para que se interesse activamente pela cultura cinematográfica e pela produção de filmes experimentais.»

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sexta-feira, setembro 14, 2018

História Contemporânea do Povo Português


FLAUSINO TORRES
capa de Miguel Flávio

Lisboa, 1968-1971
Prelo Editora, S.A.R.L.
1.ª edição
3 volumes (completo)
22,4 cm x 14,9 cm
200 págs. + 148 págs. + 160 págs.
subtítulo do III volume: Sensibilidade Religiosa Actual
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse nos respectivos ante-rostos
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem da introdução à obra:
«[...] Aquele que pretende escrever a história da sua época, embora limitada a um pequenino sector da vida da humanidade, tem de ser um activista como foi Herculano. Ora [...] como ser activista numa época em que a actividade se limita a um pequenino estrebuchar, dentro duma pequenina piscina, cheia de uma água morna e suja sem quaisquer condições para que ali se nade realmente, ali se salte, ali se pratique o desporto?
Mas – insistimos ainda – escrever é agir e agir é refazer, é fazer, é destruir, é construir. [...]»

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Portugal[,] uma Perspectiva da Sua História


FLAUSINO TORRES
grafismo de Manuela Bacelar

Porto, 25 de Abril de 1974
Afrontamento
2.ª edição
18,4 cm x 11,4 cm
360 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem da Nota Prévia do editor:
«[...] Quantas gerações foram obrigadas a encarar a história portuguesa quase como “criação” de reis, príncipes ou “outros notáveis deste reino” negando-se-lhes a compreensão da complexidade do processo social quase sempre em nome de concepções providencialistas e messiânicas com que se procuravam limitar as intervenções colectivas? [...]
Por estas razões se entende que a divulgação deste volume, integrado num esforço de compreensão da “nossa própria situação”, pode ser relativamente importante.
O estilo vigoroso, quase coloquial e sempre extremamente acessível que Flausino Torres imprime a estas páginas é factor a ter muito em conta [...].»

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quinta-feira, setembro 13, 2018

Notas Historico-Pedagogicas sobre o Instituto Superior Técnico



ALFREDO BENSAUDE

Lisboa, 1922
Imprensa Nacional
1.ª edição
24 cm x 15 cm
184 págs.
encadernação recente de amador em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, restauros discretos
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A BARBOSA DE MAGALHÃES
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

«O projecto do IST e a sua concretização foram revolucionários na Europa do seu tempo. Quando se reformou, em 1922, Alfredo Bensaúde [1856-1941] publicou as Notas Historico-Pedagógicas sobre o Instituto Superior Técnico. É um livro mítico na história da educação em Portugal. Cada geração de professores e estudantes que o lê, não pode ficar indiferente à sua actualidade. Os problemas da universidade portuguesa agravaram-se, em parte, porque nos afastámos do modelo e soluções preconizadas por Alfredo Bensaúde.» (Jorge Calado, vd. reedição de 2003)

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Notas Histórico-Pedagógicas sobre o Instituto Superior Técnico [resumo]


ALFREDO BENSAÚDE

Lisboa, 1949
Edição da «Técnica» – Revista de Engenharia dos Alunos do I. S. T.
s.i.
21,3 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 2 págs. + 104 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato)
subtítulo: Extracto da edição publicada em 1922
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Homem e a Cidade


HENRI LABORIT
trad. Wanda Ramos
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1973
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
20,5 cm x 15 cm
280 págs.
subtítulo: O urbanismo, problema de interesse geral
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«A finalidade de qualquer estrutura viva é a manutenção da própria estrutura: um grupo social representa uma estrutura viva de um certo nível de complexidade. Henri Laborit demonstra neste livro que a cidade é um dos meios utilizados pelo grupo social com o fim de manter a sua estrutura. Com efeito o homem, que até uma época recente apenas descobrira a Física utilizando-a para aumentar uma potência técnica capaz de permitir o domínio de certos indivíduos ou grupos humanos sobre outros (frequentemente por intermédio do lucro), utilizou a cidade com este mesmo objectivo. Nela tudo se conjuga para assegurar a defesa da propriedade dos objectos, dos seres, dos meios de produção, dos níveis hierárquicos.
A destruição progressiva do meio ambiente e o desaparecimento da espécie humana (aos quais poderá conduzir este tipo de comportamento de poder) serão talvez o fundamento de um grande receio, que levará o homem à transformação da finalidade dos grupos sociais, em “benefício” apenas da espécie humana. A participação da cidade no todo desta evolução demonstra que o urbanismo não é somente um problema de especialistas, mas o problema da vida humana no seu conjunto.»

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As Palavras e as Coisas


MICHEL FOUCAULT
pref. Eduardo Lourenço e Vergílio Ferreira
trad. António Ramos Rosa

Lisboa, Fevereiro de 1968
Portugália Editora
1.ª edição
19,5 cm x 14,1 cm
8 págs. + LVI págs. + 504 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Uma Arqueologia das Ciências Humanas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Questionado acerca do aparecimento da vertente obra de Michel Foucault (1926-1984), avisou-nos Jean-Paul Sartre:
«[...] O que Foucault nos apresenta é, como muito bem viu Kanters, uma geologia: a série das camadas sucessivas que formam o nosso “solo”. Cada uma destas camadas define as condições de possibilidade de um certo tipo de pensamento que triunfou durante um certo período. Mas Foucault não nos diz o que seria mais interessante, a saber, como é que cada momento é construído a partir dessas condições, nem como os homens passam de um pensamento para outro. Ser-lhe-ia necessário, para isso, fazer intervir a praxis, portanto a história, e é precisamente isso que ele recusa. É certo que a sua perspectiva permanece histórica. Ele distingue épocas, um antes e um depois. Mas substitui o cinema pela lanterna mágica, o movimento por uma sucessão de imobilidades. [...]
Para lá da história, bem entendido, é o marxismo que é visado. Trata-se de constituir uma ideologia nova, a última barragem que a burguesia pode ainda erguer contra Marx. [...]» (Fonte: Estruturalismo – Antologia de Textos Teóricos, org. Eduardo Prado Coelho, Portugália Editora, Lisboa, 1968)

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Curso de Linguística Geral


FERDINAND DE SAUSSURE
org. Charles Bally, Albert Sechehaye e Albert Riedlinger
trad. José Victor Adragão
capa e grafismo de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1976
Publicações Dom Quixote
2.ª edição
21 cm x 13,5 cm
396 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mal sabiam os alunos que resgataram os apontamentos colhidos nas aulas ministradas pelo suíço Ferdinand de Saussure (1857-1913) como iria esse corpo único de textos fundamentar o que veio a ser, nessa época, o estruturalismo. Nem sonharam eles a sua responsabilidade nas fortes limitações filosóficas e analíticas lançadas, a partir daí, um pouco por todo o mundo académico.

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terça-feira, setembro 11, 2018

Elementos da Civilidade, e da Decencia, para Instrucçaõ da Mocidade de Ambos os Sexos



[ANÓNIMO]
«traduzidos do francez em vulgar»

Lisboa, 1836
Na Typographia Rollandiana
«Nova Ediçaõ correcta, e emendada»
15 cm x 10,4 cm
16 págs. + 320 págs.
encadernação coeva inteira em pele gravada a ouro na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante
rubricas de posse nas folhas-de-guarda e nas costas do frontispício
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui, para além da civilidade e da decência, capítulos dedicados à «arte de agradar na conversação» e um «tratado dos principais fundamentos da dança».

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A Toca do Lobo


TOMAZ DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1947
Edições Ática
1.ª edição
21,5 cm x 14,3 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Primeiro romance do autor, que o regime salazarista, numa tentativa de ter também o seu aquilinozinho arrevesado, catapulta desde logo. Coisa que Aquilino nunca terá perdoado nem ao regime nem ao artista, e até se conta que, passados anos, certa vez, por alturas da Rua Garrett, lhe terá chegado a roupa ao pêlo. Não terá sido um gesto bonito, mas os tempos eram outros.

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Dicionário Falado


TOMAZ DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1970
Editorial Verbo
1.ª edição
21,6 cm x 15,7 cm
288 págs.
subtítulo: Variações Linguísticas
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Gavião


TOMAZ DE FIGUEIREDO
ilust. José Nunes e Duarte Leite Pimentel

Lisboa, 1964
s.i.
1.ª edição
18,9 cm x 14,9 cm
32 págs.
ilustrado
acabamento com três pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um conto infantil extraído da obra então inédita Tiros de Espingarda.

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Médecine Portative, ou Guide de Santé, a l’Usage de tout le Monde



aa.vv.
trad. D...

Paris, ano XII [1804]
Chez Pironnet, Libraire
2.ª edição
texto em francês
16,5 cm x 9,6 cm
4 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do médico John Brown) + 2 págs. + 178 págs.
subtítulo: Par une Société de Médecins de Vienne
encadernação coeva inteira em pele, gravação a ouro na lombada
exemplar estimado, charneiras frágeis; miolo limpo, papel azulado
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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London and Its Environs




KARL BAEDEKER

Leipzig | Londres | Nova Iorque, 1930
Karl Baedeker, Publisher | George Allen & Unwin Ltd. | Chas. Scribner’s Sons
19.ª edição («revised edition»)
texto em inglês
16 cm x 11,3 cm
XL págs. + 522 págs. + 1 folha cartonada (cortina) + 64 págs. + 1 folha cartonada (cortina) + 2 págs. + 25 folhas em extra-texto + 14 desdobráveis em extra-texto (alguns grande formato)
subtítulo: Handbook for travellers
profusamente ilustrado
cartonagem editorial gravada a seco e a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas, marmoreado decorativo no corte das folhas
exemplar muito estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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