quarta-feira, janeiro 31, 2018

Evolução da Moeda


ANSELMO DE ANDRADE

Coimbra, 1923
Coimbra Editora, L.da – Antiga Livraria França & Armenio
1.ª edição
19 cm x 13 cm
VIII págs. + 352 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Anselmo de Andrade (1844-1928), economista, escritor, político e latifundiário, foi ministro da Fazenda antes da queda da Monarquia e, numa atitude de resistência à República, assumirá a vice-presidência da reaccionária Cruzada Nun’Álvares. Como intelectual literato, gravitou na órbita da designada Geração de 70, à sombra de nomes progressistas como o de Antero, e mesmo o de Eça de Queirós.

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Poemas Póstumos


ANTÓNIO GEDEÃO
capa de Hernâni Lopes

s.l., 1983
Edição de João Sá da Costa
1.ª edição
20,5 cm x 12,7 cm
VIII págs. + 104 págs.
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Conferencias Celebradas na Academia Real das Sciencias de Lisboa ácerca dos Descobrimentos e Colonisações dos Portuguezes na Africa (1877-1880)


MARQUEZ DE SOUSA HOLSTEIN
MANUEL PINHEIRO CHAGAS
JOSÉ MARIA DA PONTE HORTA

Lisboa, 1892
Typographia da Academia Real das Sciencias
1.ª edição
24,8 cm x 16,6 cm
6 págs. + 198 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne o volume quatro conferências subordinadas ao tema: «A Escola de Sagres e as tradições do infante D. Henrique», de Sousa Holstein; «Descobrimentos dos portuguezes na Africa», de Pinheiro Chagas; «Ultramar – Theorias na metropole, praticas na Africa» e «Politica de Portugal na Africa», ambas de Ponte Horta.

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terça-feira, janeiro 30, 2018

Revista do Norte – Literatura. Arte. Ciência. Filosofia



dir. Fernando de Araújo Lima
Porto, Janeiro a Dezembro de 1955
1.ª edição
12 números (completa)
25,2 cm x 17,2 cm (estojo)
372 págs. (num. contínua)
ilustradas
acabamento com um ou dois pontos em arame
exemplares estimados; miolo limpo
inclui o encarte aviso de cobrança da assinatura e o postal pré-pago para recolha de novos assinantes
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974) de Daniel Pires (vol. II, 2.º tomo, Grifo, Lisboa, 2000):
«[...] Reivindicou-se apolítica, propôs-se ajudar o leitor a fazer a avaliação das obras artísticas, literárias e científicas, recusou a arte pela arte, prometeu dedicar especial atenção ao idioma português e, embora se não considerasse regionalista, propunha-se divulgar com mais frequência a realidade nortenha, fazendo jus ao título que ostentava.
O vector fundamental da revista foi indubitavelmente a correspondência inédita que publicou [...].»

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Lusíada – Revista Ilustrada de Cultura * Arte * Literatura * História * Crítica







Porto, Maio de 1952 a Outubro de 1960
dir. Carlos de Passos (Armindo Guimarães a partir do n.º 11); ed. Jorge Guimarães
colecção completa (13 números)
26,8 cm x 20,5 cm
[340 págs. (1 a 4, numeração consecutiva) + 38 págs. em extra-texto] + [364 págs.* (5 a 8, idem) + 34 págs. em extra-texto] + [444 págs. (9 a 12, idem) + 20 págs. em extra-texto] + 76 págs.
* todos os exemplares do n.º 7 que confrontámos apresentam erro de numeração nas primeiras vinte e quatro páginas
profusamente ilustrada, impressão de luxo a cores sobre papéis couchés e texturados ou avergoados, brancos e coloridos, brilhantes e mates
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção invulgar quando inclui o raro último fascículo
315,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico artístico portuense muito ecléctico e diversificado, oscilou sempre entre o sagrado e profano, entre o erudito e o regionalismo, entre uma estética moderna e o academismo mais retrógado, num despautério de autores ligados a doutrinas tão díspares como o nazi Goulart Nougueira ou o comunista Óscar Lopes (com artigos lado a lado), isto porque, nas palavras programáticas do seu director: «Anelos vivos da Lusiada são os de valer como órgão da cultura portuguesa, em prol do avigoramento e realce intelectivos da pátria, como factor representativo da consciência mental do povo luso, não alheio às inquietações morais e artísticas da actualidade. [...]»
Assim é, que por lá passaram, entre muitos outros, autores como João Araújo Correia, Fernando Pamplona, Roberto Nobre, Eduardo Malta, António Quadros (o pintor), José-Augusto França, Júlio Resende, Artur Nobre de Gusmão, António Pedro, Diogo de Macedo, Eugénio de Andrade, Amândio César, Matilde Rosa Araújo, conde de Aurora, Fernando Namora, Henrique Medina, Cecília Meireles, Leão Penedo, Armando Côrtes-Rodrigues, Rui Luís Gomes, Hipólito Raposo, Cruz Malpique, Jacinto do Prado Coelho, Fidelino de Figueiredo, Julieta Ferrão, Agustina Bessa-Luís, Américo Cortez Pinto, Cabral do Nascimento, António Sérgio, Damião Peres, etc.

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Conferências e Outros Escritos



BENTO DE JESUS CARAÇA
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1970
[Edições João Sá da Costa]
1.ª edição
22 cm x 15,3 cm
8 págs. + 382 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da breve Nota do Editor:
«[...] Pretende-se com esta publicação apresentar não uma visão completa da acção cultural e cívica de Bento de Jesus Caraça, mas fornecer uma prova documental para o seu estudo.
[...] Tomou-se como base um esquema de publicação realizado em tempos por Manuel Mendes, que, não fora a sua morte repentina, nos teria dado ainda a sua colaboração amiga elaborando um estudo sobre Bento de Jesus Caraça. [...]»

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A Cultura Integral do Indivíduo – Problema Central do Nosso Tempo


BENTO DE JESUS CARAÇA

Lisboa, 1933
Mocidade Livre, edições [U.C.M.L.]
1.ª edição
18,5 cm x 12,3 cm
44 págs. + 4 págs.
exemplar em bom estado
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o esboço de um programa amplo de intervenção cultural, científica e pedagógica sob a forma de conferência, que o matemático Jesus Caraça então lera na Universidade Popular Portuguesa. Ao autor, dadas as suas constantes propostas democráticas em pleno obscurantismo do Estado Novo, determinará em 1946 o Conselho de Ministros a sua expulsão da cátedra universitária, ficando proibido de exercer docência.
Segue-se à conferência uma «Carta Aberta à Juventude Estudiosa de Portugal e Ao Povo Português em Geral», mas da autoria do próprio núcleo editorial.

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Manual Hidrológico de Portugal


ASCENSÃO CONTREIRAS
capa de João Carlos Celestino Gomes

Lisboa, 1951
Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
26,1 cm x 19,2 cm
16 págs. (anunciantes) + 76 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
exemplar como novo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, em que o autor enumera todas as estações termais, no continente e nas colónias, assim como as suas propriedades terapêuticas, classificação química, localização e tipo de instalações.

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Hidrologia Portuguesa


LUIZ DE MENEZES CORRÊA ACCIAIUOLI

Lisboa, 1947
Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos
1.ª edição
22,5 cm x 15,8 cm
288 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
subtitulo: 1943-1946
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante estudo científico acerca da geologia do território nacional e enquadramento das instalações termais destinadas à utilização das águas na crenoterapia.

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Subsídios para a História das Termas de S. Pedro do Sul


EMPRÊSA DINIZ & C.ª, L.da

Porto, 1925
Tipografia Sequeira, Limitada
s.i.
20,6 cm x 14,5 cm
140 págs.
subtítulo: Uma campanha vil desmascarada – Ajuste de contas
exemplar estimado; miolo no geral limpo
sublinhados nas págs. 36-40, 45, 58 e 62
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Proémio:
Para além de se esclarecer o leitor tratar-se o vertente escrito um libelo contra quem vinha tentando sabotar a posse e exploração das termas por parte da Empresa Diniz, entre outros a própria Câmara Municipal de São Pedro do Sul, «[...] Êste livro será, pois, um documento para a história das antiquíssimas e afamadíssimas Caldas de Lafões. [...]»

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Apocalipse do Apóstolo João


[MARTIM AVILLEZ, ilust.]

Lisboa, 1972
Edições Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição [única]
20,3 cm x 20,4 cm
104 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
discretas anotações herméticas nas primeiras vinte páginas
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais interessante abordagem gráfica do texto bíblico, num estilo caricatural contemporâneo fortemente alegórico. Do falecido (2014) ilustrador, escreveu Manuel João Gomes no periódico & etc (vd. n.º 4, Lisboa, Fevereiro de 1973):
«[Martim Avillez] [...] reconstituiu iconograficamente o texto-fetiche e chamou-lhe seu; podemos designar a operação realizada como uma leitura de grau zero: vive a ilustração de uma tal inocência frente a escrita que isso acaba por imprimir violência e crueldade à leitura, criticando o texto como nenhuma ilustração das que conhecemos o conseguiu [...].»

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segunda-feira, janeiro 29, 2018

A Obra de Manuel de Oliveira


aa.vv.
capa de Manuel Falcato

Estremoz, 1955
Cine-Clube de Estremoz
1.ª edição
22,8 cm x 16,8 cm
52 págs.
ilustrado
impressão a mimeógrafo
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboram nesta pequena monografia António Tiago Acabado, Domingos Mascarenhas, Fernando Duarte, J. Francisco Aranda, José-Augusto França, José Ernesto de Sousa, Luis-Francisco Rebelo, Roberto Nobre e Vitoriano Rosa.

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Argumento e Realização


VSEVOLOD PUDOVKIN
trad., notas e pref. Manuel Ruas
capa e grafismo de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1961
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
20,9 cm x 14,6 cm
268 págs.
encadernação editorial inteira em tela com gravação a branco na lombada, sobrecapa a duas cores directas
exemplar estimado, restauros na sobrecapa; miolo limpo
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Carlos J. Vieira
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Poemas de [...]


ÁLVARO FEIJÓ
pref. João José Cochofel
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1961
Portugália Editora
2.ª edição [dos poemas reunidos]
20,4 cm x 14 cm
2 págs. + XXXII págs. + 176 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Feijó (1917-1941) publicou em vida apenas um dos livros aqui reunidos – Corsário –, tudo o mais se deveu ao esforço editorial póstumo dos seus amigos, logo após o seu falecimento, na colecção coimbrã Novo Cancioneiro, com um volume que trazia não somente o referido título como também quase toda a sua produção inédita. A vertente edição retoma essa mesma primeira homenagem.

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Os Poemas de [...]


ÁLVARO FEIJÓ
pref. Armando Bacelar
capa de Huertas Lobo
ilust. Somar, Nita Queiroz, Ares e Fernando Namora

Coimbra, 1941
Novo Cancioneiro
1.ª edição
23,9 cm x 17,4 cm
162 págs.
subtítulos: Primeiros Versos – Corsário – Diário de Bordo
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo, parcialmente por abrir
peça de colecção
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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La Vertu de l’Osier et du Genêt




EMMANUEL RIBEIRO
ilust. Alice d’Azevedo
trad. Claire Jeancourt Gouveia e Francisco da Silva Gouveia

Coimbra, 1930
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,7 cm x 17 cm
88 págs. + 3 vegetais impressos em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
muito discreta rubrica de posse no frontispício
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Notável estudo arqueológico acerca da manufactura de recipientes domésticos com vime (ou verga), castanho, giesta ou palha entrançados.

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Fvmo da Lareira


EMANUEL RIBEIRO
ilust. autor

Porto, s.d.
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
22,8 cm x 17 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA)
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, janeiro 28, 2018

Taxi de Papel


MICHEL HORTA E COSTA

Figueira da Foz, 1980
Ediciones Arthausy
1.ª edição
texto em castelhano
22,2 cm x 16,9 cm
28 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Michel Horta e Costa (1953-1993) evidenciou-se como pintor, tendo exposto largamente, sobretudo no estrangeiro, países em cujos museus se encontra representado. Por cá, apenas a Figueira da Foz lhe reconheceu mérito. Além das artes plásticas, conhecem-se-lhe quatro livros de versos em língua castelhana.

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O Fado do Fado


BARATA DIAS

Coimbra, 1954
[s.i. (ed. autor ?)] / Coimbra Editora, L.da (deposit.)
1.ª edição
18,9 cm x 13,5 cm
248 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Regresso às Trevas


BARATA DIAS
capa de [António] Domingues

Lisboa, 1955
Edição do Autor (distrib. Parceria A. M. Pereira)
2.ª edição
19 cm x 13,2 cm
252 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Resumo do Novo Roteiro da Barra e Porto de Lisboa


A. RAMOS DA COSTA

Lisboa, 1920
Composto e impresso na Imprensa de Manuel Lucas Torres
1.ª edição
20,6 cm x 14,4 cm
4 págs. + 40 págs.
subtítulo: Contendo a descripção de todos os pontos principaes desde o cabo da Roca ao do Espichel – Indicações para entrar no rio Tejo pela Barra Grande e Corredor – Navegação e ancoradouros no rio – Obras do porto – Hora official – Bases para a medição da velocidade dos navios – Indicações para a regulação de agulhas e chronometros – Elementos magneticos – Dados climatericos – Ventos – Correntes, etc.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, dobra da lombada gasta; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sob os Telhados de Lisboa


MANUEL MARTINHO
capa de Méco

Lisboa, 1948
Livraria Bolsa Cultural – Editora
1.ª edição
19 cm x 12,9 cm
224 págs.
subtítulo: Devassa aos seus pitorescos, em várias crónicas com pretensões humorísticas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lisboa, Outono


A. VICENTE CAMPINAS
capa e ilust. Louro de Almeida

Vila Real de Santo António, 1959
Edição do Autor / Livraria Ibéria (dist.)
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
88 págs.
ilustrado
subtítulo: Apontamentos
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Guia-Album da Costa do Sol – Os Estoris-Cascais


ANÓNIMO
capa de Luiza

Lisboa, s.d. [1929]
Edição da Comissão de Iniciativa do Concelho de Cascais / Casa Ventura Abrantes – Livraria Editora
[1.ª edição]
quadrilingue português – francês – castelhano – inglês
16,8 cm x 12,3 cm
104 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Estancias de turismo – Belezas naturais – Um pouco de historia.
profusamente ilustrado
capa impressa a uma cor, sobrecapa polícroma
exemplar manuseado e capa um pouco suja mas aceitável; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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VI Centenário da Vila de Cascais




aa.vv.

Cascais, Junho – Outubro de 1964
Edição da Câmara Municipal de Cascais
1.ª edição (todos excepto [9])
12 volumes
25,8 cm x 19,5 cm
[40 págs. + 28 págs. em extra-texto] + [60 págs. + 32 págs. em extra-texto] + [22 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [64 págs. + 8 págs. em extra-texto] + [20 págs. + 28 págs. em extra-texto] + 30 págs. + [12 págs. + 2 págs. em extra-texto] + [44 págs. + 24 págs. em extra-texto] + [56 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [164 págs. + 10 págs. em extra-texto] + [52 págs. + 7 folhas em extra-texto] + 56 págs.
ilustrados
autores e títulos:
[1] Programa Oficial das Comemorações
[2] Discursos e Documentação Fotográfica
[3] Georges Zbyszewski, Resenha Geológica do Concelho de Cascais
[4] João de Carvalho e Vasconcellos, Vegetação Natural do Concelho de Cascais
[5] Afonso do Paço, Povoado Pré-Histórico da Parede (Cascais)
[6] Afonso do Paço, Cascais Há Quatro Mil Anos
[7] O. da Veiga Ferreira, A Cultura do Vaso Campaniforme no Concelho de Cascais
[8] Manuel Acácio Pereira Lourenço, As Fortalezas da Costa Marítima de Cascais
[9] Ferreira de Andrade, A Vila de Cascais e o Terremoto de 1755
[10] Maria das Dores Jorge de Goes, A Real Fábrica de Lanifícios de Cascais
[11] Afonso Botelho, «Os Regimentos de Cascais»
[12] J. Diogo Correia, Toponimia do Concelho de Cascais
exemplares muito estimados; miolo limpo, quase todos por abrir
discreta assinatura de posse no ante-rosto do [9]
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cascais e Seus Lugares


Lisboa, Dezembro de 1958
Revista de Cultura e Turismo, n.º XIV
dir. Presidente da Junta de Turismo da Costa do Sol [Joaquim Miguel de Serra e Moura]
capa de Bernardo Marques
1.ª edição [única]
25,1 cm x 19,5 cm
104 págs. + 28 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas) + 2 desdobráveis em extra-texto
exemplar estimado, sinais de traça na contracapa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Número temático da referida revista, que inclui o Plano de Actividade Turística da Câmara Municipal de Cascais, para o ano de 1959. O grande interesse neste documento, contudo, para além de uma meia dúzia de elogios à região, reside na curiosa documentação fotográfica que o ilustra. Aí temos, por exemplo, as exposições artísticas da temporada, a vela e o hipismo, e, como não poderia deixar de ser, os desfiles de moda, etc., etc. Outra curiosidade do vertente número é o dossier relativo ao cortejo presidencial de Américo Tomás, de Belém até Cascais.

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Cascais



FERREIRA DE ANDRADE
capa de Leonel Lourenço
desenhos de Jorge Pinto

Lisboa, 1966
Editorial Publicações Turísticas
[1.ª edição ?]
edição em português, francês, inglês e alemão
n.º 13 da Colecção Turismo
16,7 cm x 12,3 cm
138 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 8 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso em rotogravura
exemplar como novo; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 25, 2018

O Attaque da Villa da Praia na Ilha Terceira em 11 de Agosto de 1829 [...]


[ANÓNIMO]

Lisboa, s.d. [circa 1835]
Typographia do Director
1.ª edição
19,6 cm x 14 cm
64 págs.
subtítulo: No primeiro dos quadros historicos da Liberdade Portuguesa e a Memoria Historica do coronel de engenheiros Euzebio Candido Cordeiro Pinheiro Furtado sobre a victoria da villa da Praia ou a gloria do batalhão de voluntarios da Rainha a Senhora D. Maria Segunda reivindicada por um capitão do mesmo batalhão
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Mathias Lima
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além do valor histórico documental, nomeadamente por denunciar mentiras propaladas por Eusébio Cândido Cordeiro Pinheiro Furtado na sua Memória Histórica..., a vertente brochura de «um capitão do mesmo batalhão» tem uma das mais antigas capas impressas.

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Ruy Freire


EDUARDO DE NORONHA

Lisboa, 1906
Livraria Moderna / Empreza da Historia de Portugal – Sociedade Editora
1.ª edição
21 cm x 13,3 cm
320 págs.
subtítulo: Episodio da guerra com os inglezes
ilustrado
exemplar muito estimado, restauros na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto de abertura do autor:
«[...] Ruy Freire de Andrade [? -1633] é uma das figuras mais refulgentes e grandiosas das nossas titanicas luctas de alem-mar. [...]»

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Constituição do Grande Oriente Lusitano Unido



Lisboa, 1914
Supremo Conselho da Maçonaria Portuguesa
1.ª edição
21,5 cm x 14,7 cm
64 págs.
brochura acondicionada num estojo próprio de fabrico recente em tela crua
exemplar estimado, capa com alguma sujidade; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Documento que se encontra na origem da cisão maçónica de 1914, seguindo o Grande Oriente Lusitano Unido no seu apoio à ala esquerda do Partido Republicano, enquanto o recém-formado Grémio Luso-Escocês irá apoiar o reaccionário Sidónio Pais.

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A Ideia – Periodico Scientifico


dir. Alfredo Ferreira de Faria
Porto, Setembro de 1898
Typ. a vapor de Arthur José de Sousa & Irmão
1.ª edição
n.º 1 [único publicado]
29,2 cm x 19,9 cm
40 págs.
exemplar estimado, capa com restauros; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Número preenchido integralmente pelo longo artigo «A Questão Anarquista», de Bernardo Lucas, peça de referência acerca da repressão do anarquismo em Portugal no século XX, aliás devidamente estudada pelo historiador Luís Bigotte Chorão (ed. Livraria Letra Livre, Lisboa, 2015). Trata-se das alegações de Lucas, na qualidade de advogado, em defesa de vários anarquistas então levados à barra dos tribunais, e «[...] que ultrapassou, pelo seu conteúdo, os limites tradicionais de um discurso forense, para se transformar num documento de marcada intenção política, demonstrativa, de facto, [...] de que se mostrava o causídico muito bem informado acerca das teorias anarquistas. [...]» (Bigotte Chorão, op. cit.).

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Elegia da Tragedia


SILENO

Lisboa, 1908
Proprietario e editor A. Saraiva d’Oliveira / Tabacaria Saraiva (deposit.)
1.ª edição
24,1 cm x 16,8 cm
8 págs.
folha volante acondicionada numa pasta de cartolina de fabrico recente
exemplar envelhecido e sujo na contracapa mas aceitável, restauros pontuais; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um lamento poético pelo assassinato do rei e do príncipe herdeiro, em 1 de Fevereiro de 1908, antecipando a implantação da República.

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O Socialismo em Portugal 1850-1900


CÉSAR OLIVEIRA

Porto, Maio de 1973
Edição do Autor / Afrontamento
1.ª edição
18,1 cm x 11,2 cm
408 págs.
subtítulo: Contribuição para o estudo da filosofia política do socialismo em Portugal na segunda metade do século XIX
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 24, 2018

Catalogo Provisorio da Galeria Nacional de Pintura Existente na Academia Real das Bellas Artes de Lisboa


[MARQUEZ DE SOUSA HOLSTEIN, pref.]

Lisboa, 1872
Publicado por ordem da mesma Academia
2.ª edição
19,4 cm x 13 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O longo texto introdutório de D. Francisco de Borja Pedro Maria António de Sousa Holstein (1838-1878) faz um histórico da constituição do acervo pictórico a que se refere o catálogo.

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terça-feira, janeiro 23, 2018

O Primeiro Modernismo Português


ANTÓNIO QUADROS

Mem Martins, 1989
Publicações Europa-América (ed. Francisco Lyon de Castro)
1.ª edição
20,8 cm x 13,9 cm
348 págs.
subtítulo: Vanguarda e Tradição
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quadros (filho de António Ferro) não se limita ao historial artístico da geração do Orpheu, ou aos episódios de conflito desta com os retrógados representantes do passado; mostra-nos isso e ainda as linhas que conduziram à «política do espírito» do Estado Novo, mostra-nos o caminho que levou esses intelectuais à (despudorada) colaboração com o regime autoritário.

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O Segundo Modernismo em Portugal


EUGÉNIO LISBOA

Lisboa, 1984
Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
2.ª edição [revista e acrescentada]
19,1 cm x 11,5 cm
152 págs.
exemplar em bom estado de conservação, lombada amarelecida; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma história do movimento cultural que se fez ouvir através da revista presença (1927-1940), a sua inserção numa vanguarda artística que já vinha do grupo do Orpheu, e a marca e exemplo deixados para o futuro. Sabe-se, por exemplo, como os surrealistas foram beber preponderantemente nesta última, em confronto aberto com os neo-realistas, que preferiram pautar-se pela “boa educação cristã” da primeira acima referida.

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O Banquete


SOREN KIERKEGAARD
trad. e pref. Álvaro Ribeiro

Lisboa, 1953
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
200 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, janeiro 22, 2018

O Mysterio da Estrada de Cintra



EÇA DE QUEIROZ
RAMALHO ORTIGÃO

Lisboa, 1885
Livraria de Antonio Maria Pereira, Editor
2.ª edição (em livro, «retocada e precedida d’um prefacio»)
20,1 cm x 14,2 cm
X págs. + 244 págs.
subtítulo: Cartas ao Diario de Noticias
encadernação de amador em pele e papel de fantasia, elegante gravação ouro e relevo seco na lombada
ligeiramente aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel com sinais de acidez
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se efectivamente da 3.ª edição do texto, dado que, além das edições em livro, o mesmo foi antes publicado em folhetins no Diário de Notícias. Porém, Eça de Queirós considerava este livro «emendado, quase refeito», e considerava isso de forma tão entusiástica que daqui lhe veio a ideia de um «novo» Fradique Mendes, vontade expressa em carta da época a Oliveira Martins.
Do livro propriamente, deve destacar-se o ser o primeiro assinado, sem reserva de coutadas, por dois escritores, e logo no género “policial”. Dizem eles num Prefácio que data de catorze anos volvidos sobre a edição princeps:
«[...] sem plano, sem methodo, sem escola, sem documentos, sem estylo, recolhidos á simples “torre de crystal da Imaginação”, desfechámos a improvisar este livro, um em Leiria, outro em Lisboa, cada um de nós com uma resma de papel, a sua alegria e a sua audacia. [...]» E aqui já encontramos três marcos de referência para qualquer escritor, que se queira, nos nossos dias: Imaginação (com letra grande), alegria e audácia. Mas há mais, nesse Prefácio:
«[...] a publicação d’este livro, fóra de todos os moldes até o seu tempo consagrados, pode conter, para uma geração que precisa de a receber, uma util lição de independencia.
A mocidade que nos succedeu, em vez de ser inventiva, audaz, revolucionaria, destruidora d’idolos, parece-nos servil, imitadora, copista, curvada de mais deante dos mestres. Os novos escriptores não avançam um pé que não pousem na pégada que deixaram outros. Esta pusilanimidade torna as obras tropegas, dá-lhes uma expressão estafada; e a nós, que partimos, a geração que chega faz-nos o effeito de sahir velha do berço e de entrar na arte de muletas. [...]»

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