quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Pouco a Pouco


JOAQUIM TOMAZ
CHAGAS FRANCO
RICARDO ROSA Y ALBERTY
capa e ilust. Alfredo Morais*

Lisboa, s.d. [circa 1932, seg. BNP*]
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
20 cm x 15,2 cm
136 págs.
subtítulos: Páginas da infânciaLeituras para a segunda classe
profusamente ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
autenticado com os carimbos dos três autores
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

* A informação provém da página electrónica Almanaque Silva (26 de Janeiro, 2018), do designer Jorge Silva:
«[...] manuais [este, e os respectivos destinados às primeira, terceira e quarta classes] publicado[s] pela Livraria Popular de Francisco Franco já em tempos da Ditadura de Maio mas lustrando os valores da Primeira República. À sequência feliz de títulos, que são também programa pedagógico: Primeiros Passos, Pouco a Pouco, Mais Adiante e Finalmente..., junta-se a inteligente narrativa sequencial das quatro capas, que nos levam a um happy end civilizacional, não faltando numa delas o dedo luso nas indispensáveis caravelas que “deram novos mundos ao mundo”. Sem data expressa mas referenciados na Biblioteca Nacional pelo ano de 1932, o conjunto é uma formidável encomenda ilustrada por Alfredo Morais (1872-1971), um verdadeiro faz-tudo da época que só terá sido ultrapassado em quantidade pelo gigantesco Stuart de Carvalhais. Nas 260 ilustrações espalhadas pelos quatro livros, nascidos nas vésperas do Estado Novo [...], Morais aplica o seu exímio talento de naturalista, caprichando nas antiquadas convenções do início do século, desde as cadres incompletas ao sombreado a traço, tributário da gravura em madeira ou talhe doce. [...] Sem as meias tintas e os dramalhões passionais ou bélicos que outras literaturas, também populares, exigiram a Morais, estes manuais escolares revelam um must do seu ágil traço a negro, aqui e ali avivado em combinações de duas ou três cores. A mão certeira de Morais e a indisfarçável doçura das suas crianças colavam bem ao arrebatado amor ao próximo e à exaltação pagã da matéria de que eram feitas a terra e as gentes do Portugal da Primeira República.»

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telemóvel: 919 746 089


Livro d’Ouro da Primeira Viagem de S. M. El-Rei D. Manuel II ao Norte de Portugal em 1908




CARLOS PEREIRA CARDOSO, fotografias
JOAQUIM LEITÃO
MARQUES GOMES
ANTONIO DE AZEVEDO

Foz do Douro, 1909
Editor Carlos Pereira Cardoso
1.ª edição
34,3 cm x 26 cm
198 págs.
subtítulo: Chronica photographica [...]
profusamente ilustrado no corpo do texto
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegantes vinhetas gravadas a ouro na lombada, filetes a ouro nos remates do corte da pele
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris do «Doutor João Braga | Engenheiro Agronomo»
PEÇA DE COLECÇÃO
370,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reportagem fotográfica comentada por Joaquim Leitão (no que se refere ao Porto, Braga, Viana do Castelo, Coimbra, Leça da Palmeira, Santo Tirso, Vila da Feira, Vila Nova de Gaia, Guimarães), Marques Gomes (Aveiro) e António de Azevedo (Barcelos).

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Les Caractères


[JEAN DE] LA BRUYÈRE
pref. Émile Henriot

Paris, 1945 [aliás, 1946]
Librairie Montjoie
s.i. [1.ª edição das «Édition du Tricentenaire»]
texto em francês
19,1 cm x 15,3 cm
2 págs. + 448 págs.
encadernação editorial inteira em imitação de papiro gravado a cinza na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 2.625 de uma tiragem declarada de 3.000 exemplares
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra algo inspirada na homónima de Teofrasto, conferiu a Jean de La Bruyère (1645-1696) insofismável notoriedade, quer pela qualidade literária aforística propriamente dita, quer pela observação e registo daquilo que qualquer rosto humano revela e esconde.

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Memórias do «Esculápio»


EDUARDO FERNANDES (ESCULÁPIO)
pref. e notas de Albino Forjaz de Sampaio
capa de Leal da Câmara

Lisboa, 1940
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19 cm x 13 cm
16 págs. + 330 págs. + 5 folhas em extra-texto (couché)
subtítulo: Das mãos da parteira ao ano da República
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir, algumas manchas de acidez nas folhas de couché
rótulo de entrada em biblioteca colado no canto inferior direito do ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa cultura – a portuguesa – em que o memorialismo foi sempre parco e em declínio, são sempre indispensáveis estes livros de época.

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Galeria de Criminosos Celebres em Portugal [aliás] Historia da Criminologia Contemporanea sob o ponto de vista descriptivo e scientifico



EDUARDO FERNANDES (ESCULAPIO)
FRANCISCO FERRAZ DE MACEDO
A. AURELIO DA COSTA FERREIRA
JOSÉ MARIA DOS SANTOS JUNIOR (SANTONILLO)
et alli

Lisboa, 1896 a 1908
Editor Antonio Palhares – Typographia e Papelaria Palhares
1.ª edição (todos os volumes)
7 volumes (completo)
29,8 cm x 22 cm
[200 págs. + IV págs. + 24 folhas em extra-texto] + [192 págs. + IV págs. + 22 folhas em extra-texto] + [240 págs. + IV págs. + 23 folhas em extra-texto] + [244 págs. + 30 folhas em extra-texto] + [192 págs. + 21 folhas em extra-texto] + [192 págs. + 23 folhas em extra-texto] + [200 págs. + 16 folhas em extra-texto]
profusamente ilustrados
encadernações editoriais, a primeira autenticada Paulino-Enc., as outras autenticadas A. [Alfredo] David Enc.
exemplares muito estimados, ocasionais pingos (?) nas pastas; miolo limpo naturalmente acidulado
RARA PEÇA DE COLECÇÃO QUANDO COMPLETA
680,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência para a pequena história e a sociologia do crime em Portugal. Normalmente, sem ser referida, tem servido para outros – como o inspector Varatojo – fingirem que investigaram em primeira mão.

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Dois Annos de Troça



EDUARDO FERNANDES (ESCULAPIO)
pref. Antonio de Campos Junior

Lisboa, 1900
Empreza da Historia de Portugal – Sociedade editora
1.ª edição
16,6 cm x 12 cm
XIV págs. + 242 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Gazetilhas publicadas em O Seculo (94-95)
cartonagem editorial
ilustrado com um retrato do Autor gravado por Francisco Pastor
exemplar estimado, com restauro nas págs. XIII-XIV; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de versos satíricos inicialmente publicados no jornal O Século, as «gazetilhas [...], tantas d’ellas encantadoras de singeleza e admiraveis de graça, muito portuguezas no rir e na fórma, o que é já raro merecimento n’estes  apagados tempos de alta e baixa desnacionalisação; todas impregnadas de um certo sabôr comico muito nosso e d’uma espontaneidade que nos lembra as mais deliciosas quintilhas do Tolentino. [...]» (Ver nota introdutória de Campos Junior).
Eduardo Fernandes era, na época, basto conhecido como empresário teatral, também dramaturgo e figura notória da Baixa lisboeta.

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terça-feira, fevereiro 27, 2018

Luzes da Cidade


ANIBAL NAZARÉ
pref. Ferreira de Castro

Lisboa, s.d. [1936]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.º milhar
18,7 cm x 11,8 cm
96 págs.
exemplar exteriormente envelhecido, capa com restauros e sinais de traça; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aníbal Nazaré (1909-1975) notabilizou-se como autor de teatro de revista, para o qual escreveu centenas de canções e rábulas. Segundo Luiz Francisco Rebello (História do Teatro de Revista em Portugal, vol. 2, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1985) ele terá sido «[...] a par de Amadeu do Vale [...], com quem colaborou por diversas vezes, o revisteiro mais importante revelado nos anos 30. [...]» No vertente caso, Ferreira de Castro foi chamado a elogiar-lhe a prosa.

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Maria, uma Sua Criada


ANÍBAL NAZARÉ
capa e ilust. Stuart

Lisboa, s.d. [1958, seg. BNP]
Imprensa da Cidade, Lda
[1.ª edição]
21,2 cm x 15,3 cm
208 págs.
subtítulo: Aventuras de uma Provinciana em Lisboa
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Nobiliarchia | Portugueza. | Tratado da Nobreza | hereditaria, e politica



ANTONIO DE VILLAS BOAS, E SAMPAYO

Lisboa, 1728
Na Officina de Filippe de Sousa Villela
[3.ª edição ?] («agora novamente correcta,  |  emendada, e accrefcentada cõ as Armas das Familias, e Ci-  |  dades principaes defte Reyno, e outras coufas curiofas»)
20,6 cm x 15,4 cm
12 págs. + 350 págs. + 16 págs. (index)
subtítulo: Offerecida  |  Ao Excellentissimo Senhor  |  D. Rodrigo  |  Annes de Saa, Almeyda, e Menezes,  |  Marquez de Fontes, Conde de Pennaguiaõ, Camareiro  |  môr da Cafa Real, &c.
encadernação coeva inteira em pele, com nervuras, elegantemente gravada a ouro na lombada
ligeiramente aparado e carminado
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel acidulado
assinatura de posse de «J A de Mascarenhas» datada de 1890 no ante-rosto
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de António Sousa Falcão
350,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Antonio de Villas-Boas e Sampaio, Bacharel em Leis pela Univ. de Coimbra, Desembargador da Relação do Porto, depois de ter exercido varios outros cargos de magistratura. – N. no termo de Guimarães, segundo uns, ou no de Barcellos, como outros dizem, a 27 de Agosto de 1629, e m. em Barcellos a 26 de Novembro de 1701. [...]
A dicção d’esta obra é facil e pura, e o seu estylo menos inficionado dos vicios do tempo do que poderia esperar-se. O auctor mostra-se ás vezes credulo, ou falto de critica, adoptando tradições confusas, legendas inverosimeis, e factos mal averiguados ou absolutamente fabulosos; pelo que não faltou quem o censurasse mesmo em sua vida. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo I, Imprensa Nacional, 1858)

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Nobiliarchia | Portugueza. | Tratado | Da Nobreza hereditaria, & politica. | Offerecida | Ao Excellentiffimo Senhor | D. Rodrigo | Annes de Saa, Almeyda, | e Menezes, | Marquez de Fontes, Conde de Pennaguiaõ, | Camareiro môr da Caza Real, &c.


ANTONIO DE VILLASBOAS, & SAMPAYO

Lisboa, 1708
Na Officina de Felippe de Souza Villela
2.ª edição
20,3 cm x 14,4 cm
12 págs. + 349 págs. [foliação com falta das pág. 137 a 152] + 11 págs. (index)
encadernação recente inteira em pele, com nervuras, gravada a ouro na lombada
ligeiramente aparado
exemplar muito estimado, restauro antigo no ante-rosto e na última folha sem afectar o texto; miolo limpo, acidez ocasional
200,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Perspectivas de Libertação no Nordeste Transmontano


ANTÓNIO MODESTO NAVARRO
capa de Acácio Santos

Lisboa, 1975
Prelo Editora, SARL
1.ª edição
20,2 cm x 14,6 cm
344 págs.
subtítulo: Textos e Entrevistas
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudo sócio-político levado a cabo no terreno, junto das populações, tendo por finalidade trocar o ensinamento democrático urbano pelo conhecimento dos problemas rurais que nunca, até então, haviam sido resolvidos, a saber: a alfabetização do povo comum, as infraestruturas básicas (como a electricidade, as estradas, a água canalizada, os esgotos, etc.), a consciência cívica e o imperativo de participação nas decisões que afectam a vida colectiva (como o voto, o direito à greve, a reforma na invalidez e na velhice, etc.). Num outro aspecto, o livro do escritor António Modesto Navarro (nasc. 1942) denuncia o cerco ainda vigente das forças reaccionárias a operar nestas zonas remotas do país, na tentativa de mobilizá-las contra o governo central eleito por livre escolha dos cidadãos. Fundador da Associação Portuguesa de Escritores, Modesto Navarro, que também utilizou por vezes o pseudónimo Artur Cortez, para além de intelectual da escrita criativa, foi sempre um homem do associativismo de acção social.

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domingo, fevereiro 25, 2018

As Coerências de Fernando Pessoa


MENDO CASTRO HENRIQUES

Lisboa | São Paulo (Brasil), 1989
Editorial Verbo
1.ª edição
19,4 cm x 12,8 cm
336 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«A vida de Fernando Pessoa – 1888-1935 – e o seu período criativo em particular decorrem num espaço e tempo mentais em que a cultura portuguesa se ressente de pressões positivistas, de comunicação deficiente com propostas contemporâneas e pobreza de debate interno, conjunto de circunstâncias reflectido na obra pessoana, tanto pela construção dos conteúdos como pela reacção que ela empreende contra o interdito lançado sobre a metafísica. [...]»

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Ode Marítima


ÁLVARO DE CAMPOS [FERNANDO PESSOA]

Lisboa, 1959
Ática Limitada / Oficinas Gráficas da Editorial Império
3.ª edição [1.ª edição autónoma]
19,6 cm x 14,4 cm
48 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco
miolo impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
é o exemplar n.º 4 de uma tiragem declarada de 500 exemplares da edição comemorativa do 24.º aniversário da morte de Pessoa
valorizado pela longa dedicatória manuscrita da actriz Germana Tânger «Ao Professor Doutor Pierre Hourcade, ao seu brilhante espírito de investigador que tão fundo soube penetrar a alma complexa de Fernando Pessoa e que tanto brilho deu à comemoração do 24.º Aniversário do Poeta desta Ode [...]»
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi no Orpheu 2, em 1915, que esta Ode primeiro desafiou os leitores nacionais. A sua narratividade futurista, o seu verso branco livremente aberto à entrada do mítico navio na barra do Tejo, o seu atrevimento estético contra o naturalismo do século XIX acalentado até pelos republicanos então no poder, vinham dar razão de obra-prima da poesia mundial a um poema que sublinha despudoradamente o cínico triunfo da máquina tout court, e da “máquina” comercial, sobre o homem. E todavia, o seu verdadeiro autor, Pessoa, era partidário das mais retrógadas ideias políticas, as da direita monárquica e do integralismo lusitano...

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Ode Marítima


ÁLVARO DE CAMPOS [FERNANDO PESSOA]

Lisboa, 1959
Ática Limitada / Oficinas Gráficas da Editorial Império
3.ª edição [1.ª edição autónoma]
19,6 cm x 14,4 cm
48 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco
miolo impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
é o exemplar n.º 168 de uma tiragem declarada de 500 exemplares da edição comemorativa do 24.º aniversário da morte de Pessoa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, fevereiro 23, 2018

Perto do Coração Selvagem



CLARICE LISPECTOR
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil» (Rua dos Caetanos, 22)
[1.ª edição (em Portugal)]
20,5 cm x 14,6 cm
232 págs.
encadernação editorial gravada a ouro na lombada
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve a crítica francesa Hélène Cixous: «Se Kafka fosse mulher. Se Rilke fosse uma brasileira judia nascida na Ucrânia. Se Rimbaud tivesse sido mãe, se tivesse chegado aos cinquenta. (...). É nessa ambiência que Clarice Lispector escreve. Lá onde respiram as obras mais exigentes, ela avança. Lá, mais à frente, onde o filósofo perde fôlego, ela continua, mais longe ainda, mais longe do que todo o saber.»
Este seu primeiro romance, de 1943, amplamente aplaudido e premiado, surge num contexto literário brasileiro de uma escrita propensa para o regionalismo ficcional. Aqui, pelo contrário, temos uma modernidade existencialista, romance de introspecção, fragmentário, labiríntico, abordagem por tentativas, em que passado e presente reciprocamente se iluminam.

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Três Estudos Políticos


J. [JACQUES] P. [PLONCARD] D’ASSAC

Lisboa, 1956
Editorial Vanguarda – Companhia Nacional Editora
1.ª edição
22,1 cm x 15 cm
88 págs.
subtítulo: 1. Nacionalismo – 2. A Maçonaria – 3. Documentos para a História do Rotarismo
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jacques Ploncard d’Assac (1910-2005), escritor e jornalista de extrema-direita, escondeu-se em Portugal após a queda do regime de Vichy, e por cá foi biógrafo e homem-de-mão de Salazar, a quem ajudou a edificar a nada edificante polícia política.

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Literatura Livresca e Literatura Viva


JOSÉ RÉGIO
pref. Petrus [Pedro Veiga]

s.l., s.d.
presença – Documentos Literários – Portugal
«edição privada» [1.ª edição (em brochura, fora do mercado)]
25,3 cm x 18 cm
32 págs.
subtítulo: Manifesto Literário
composição manual em elzevir e elegantemente impresso sobre papel tipo-manteigueiro
cadernos não cosidos, apenas dobrados e encasados
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
tiragem declarada de 300 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente texto-“manifesto” ocupa todo o n.º 9 (Coimbra, 9 de Fevereiro, 1928) da revista presença, a que o número seguinte do periódico vem acrescentar substância de modernidade por ser integralmente antológico de poetas. Segundo o antiquário-alfarrabista Manuel Ferreira (Biblioteca do Dr. Laureano de Barros, vol. I, Porto, Maio de 2010), a vertente edição recuperadora desse documento foi «[...] feita à revelia do autor [...]».

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Poetas d’Hontem



BRANCA DE GONTA COLAÇO

Lisboa, 1915 [aliás, 1916]
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
25,7 cm x 19,6 cm
88 págs.
subtítulo: Conferencia realisada na sede da Liga Naval, na tarde de 22 de maio de 1914
impresso luxuosamente a três cores directas sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
é o n.º 332 de uma tiragem especial de 525 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA A D. VICENTE DA CÂMARA (RIBEIRA GRANDE)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rosas Pallidas



GUIOMAR TORREZÃO
pref. Thomaz Ribeiro

Lisboa, 1873
Editores – Rolland & Semiond
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
300 págs. + 1 folha em extra-texto (com a fotografia [albumina] da autora colada)
subtítulo: Narrativas Originaes
encadernação modesta inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA INCLUSÃO DA FOTOGRAFIA E PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA AO MÉDICO-ESCRITOR ANTÓNIO DA CUNHA BELÉM CUJO PSEUDÓNIMO LITERÁRIO (CRISTÓVÃO DE SÁ) ELA IDENTIFICA
77,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guiomar Delfina de Noronha Torrezão (1844-1898), para além de escritora, é uma referência na história da emancipação da mulher em Portugal.

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Velhas Canções e Romances Populares Portuguêses


PEDRO FERNANDES THOMÁS
pref. Antonio Arroyo

Coimbra, 1913
F. França Amado, Editor
1.ª edição
23,8 cm x 15 cm
LII págs. + 192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume ilustrado com a notação musical das canções coligidas.

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In Memoriam do Doutor Teófilo Braga


aa.vv.

Lisboa, 1929 [aliás, 1934]
Imprensa Nacional de Lisboa
1.ª edição
26 cm x 19,8 cm
520 págs. + 11 folhas em extra-texto
subtítulo: 1843-1924
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboram nesta homenagem ao intelectual e ex-presidente da República, entre outros, Agostinho Fortes, Albino Forjaz de Sampaio, Álvaro Neves, Ana de Castro Osório, Fernão Boto Machado, Jaime e Sebastião de Magalhães Lima, Julieta Ferrão, Ladislau Batalha, Luís Cebola, Luís Chaves, Manuel de Sousa Pinto, Tomás da Fonseca, etc.

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quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Acrónios


LUÍS PEDRO
pref. Fernando Pessoa

Lisboa, 1932
UP Oficinas Gráficas
1.ª edição [única]
23,1 cm x 17,5 cm
64 págs.
encadernação modesta em meia-inglesa gravada a ouro na lombada, cantos em pele
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luís Pedro Moitinho de Almeida (1912-2005), notório maçon, presidente da Liga dos Direitos Humanos, companheiro de Fernando Pessoa nas lides poéticas, algo que este último confirma no seu prefácio.

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Algumas Notas Biográficas Sôbre Fernando Pessoa


LUIZ PEDRO MOITINHO DE ALMEIDA

Setúbal, 1954
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
21,7 cm x 16,3 cm
20 págs.
subtítulo: Palestra proferida em Setúbal em 3 de Abril de 1954, seguida duma carta inédita do poeta, e dum poema que também se presume inédito
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do advogado maçon autor do livro Acrónios, no escritório de cujo pai trabalhou Fernando Pessoa.

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A Expedição de Pedro Alvares Cabral e o Descobrimento do Brazil


JAIME CORTESÃO

Paris – Lisboa, 1922
Livrarias Aillaud e Bertrand
1.ª edição
17,8 cm x 12 cm
10 págs. + 328 págs. + 11 folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial inteira em tela encerada gravada a ouro nas pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia das Colonias Portuguesas



ROCHA MARTINS

Lisboa, 1933 [aliás, 1934]
Tip. da Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
20,2 cm x 13,6 cm
704 págs. + 22 folhas em extra-texto + 9 mapas em extra-texto (quatro dos quais desdobráveis)
subtítulo: Obra patriotica sob o patrocinio do “Diario de Noticias”
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
texto impresso a duas colunas de tipo mínimo (corpo 8)
exemplar manuseado, mas aceitável; miolo limpo
raro quando assim completo com todos os extra-textos
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Problemas do Povoamento



JOSÉ DE ALMEIDA SANTOS
capa de Alvim Braga

Luanda, 1966
Edição do C. I. T. A. [Centro de Informação e Turismo de Angola]
1.ª edição [em brochura*]
24 cm x 17,3 cm
80 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela inclusão do cartão-de-visita e pela longa dedicatória manuscrita do Autor ao então governador-geral de Angola, Álvaro da Silva Tavares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Conjunto de artigos inicialmente publicados no jornal A Província de Angola, Luanda, 10 de Março a 27 de Abril de 1964, pelo engenheiro-geógrafo – mas também poeta, dramaturgo e ensaísta – José de Almeida Santos Júnior.

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Vinte Anos Decisivos na Vida de uma Cidade (1845-1864)


JOSÉ DE ALMEIDA SANTOS
pref. José Pinheiro da Silva

Luanda, 1970
Edição da Câmara Municipal de Luanda
1.ª edição
22,1 cm x 16,7 cm
504 págs. + 42 págs. em extra-texto
ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

José de Almeida Santos Júnior (1922- ?), engenheiro-geógrafo com reconhecida actividade profissional ao serviço do Estado Novo em Angola (Luanda), foi também poeta e, até, dramaturgo.

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Da Governação de Angola


ARMINDO MONTEIRO

Lisboa, 1935
Agência Geral das Colónias – Divisão de Publicações e Biblioteca
1.ª edição
22,4 cm x 16,7 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO 4.º CONDE DE FARROBO, ARTUR QUINTELA SALDANHA
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação vinda a lume com o autor na qualidade de Ministro das Colónias.

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Memoria Sobre Lourenço Marques (Delagoa Bay)





LEVY MARIA JORDÃO, visconde de Paiva Manso

Lisboa, 1870
Imprensa Nacional
1.ª edição
22 cm x 14,5 cm
XC págs. + 150 págs. + 2 desdobráveis (mapas)
subtítulo: Africa Oriental Portugueza
encadernação modesta de época meia-inglesa com ferros a ouro na lombada
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um detalhadíssimo relatório elaborado a pedido do governo ao Ministério da Marinha e Ultramar, em que todos os aspectos – geográfico, populacional, económico-financeiro, administrativo, climatérico, etc. – são descritos, sendo assim um complemento pioneiro aos relatos de viagem deixados por Serpa Pinto, Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens. E porque Portugal iria, pelas potências europeias cobiçosas de um lugar na África, ser acusado de não ocupar os territórios que tradicionalmente reclamava, já aqui podemos ler acutilantes considerações de ordem crítica à governação local, como por exemplo logo na Introdução:
«[...] O governo imposto pelas metropoles ás suas colonias, geralmente designado por systema colonial, reduzia-se a um tecido de monopolios e de prohibições em proveito da mãe patria, qualificando-se, por uma prodigiosa illusão, de protecção concedida ás possessões a unica liberdade de venderem os productos no mercado da metropole em condições menos duras do que os concorrentes estrangeiros. [...]
Uma das principaes causa da decadencia das colonias proveiu sempre da ignorancia ou desconhecimento dos verdadeiros principios da sciencia da colonisação e da economia e administração colonial.
[...] póde dizer-se afoutamente que não se tem attendido a que a colonisação, sendo na sua essencia a fundação de novas sociedades, não póde ser encerrada no quadro tão estreito da rotina. Se é uma arte pelos processos praticos que emprega, é uma sciencia pelas leis que formula. [...]»

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Tratado da Versificação Portugueza, dividido em duas partes



[PEDRO JOSÉ DA FONSECA]

Lisboa, 1777
Na Regia Officina Typografica
1.ª edição
inclui as duas partes enc. em 1 vol. (num. contínua)
15,2 cm x 10,4 cm
8 págs. + 264 págs.
encadernação coeva inteira em pele, gravação a ouro na lombada, rótulo vermelho e nervuras pontilhadas a ouro
muito pouco aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
assinatura de posse no frontispício, interessantes anotações marginais nas págs. 41, 90 e 92
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Incêncio Francisco da Silva no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo VI, Imprensa Nacional, Lisboa, 1862):
«Pedro José da Fonseca, Professor regio de Rhetorica e Poetica em Lisboa nomeado em 1759, e transferido annos depois para o exercicio da mesma cadeira no Collegio Real de Nobres, onde serviu, até que em attenção á sua edade e molestias lhe foi concedida a jubilação em 1804, pouco mais ou menos. Como Socio fundador da Academia Real das Sciencias de Lisboa, confirmada por aviso regio de 24 de Dezembro de 1779, assistiu já na qualidade de effectivo da classe de Litteratura á primeira sessão que a Academia teve em 16 de Janeiro de 1780. Foi eleito Director da typographia da mesma Academia, e tambem Director da commissão encarregada em 28 de Junho de 1780 da composição do Diccionario da lingua portugueza. Passou a Socio veterano em 27 de Março de 1790.
Os unicos esclarecimentos biographicos, que até agora existem impressos ácerca d’este laborioso professor e distinctissimo philologo, constam de um folheto que pouco tempo depois da sua morte se publicou com o titulo: Agradecimento de um homem á memoria de outro homem virtuoso, sabio e philosopho. [...] Foi escripto pelo honrado velho Francisco Coelho de Figueiredo [...]. Por elle consta, que Pedro José da Fonseca, natural de Lisboa, nascêra em 1734 (Esta data é, quanto eu posso julgar, duvidosa, pois que o proprio Fonseca em uma de suas obras diz de si, que contava 22 annos no de 1759; e n’esse caso devemol‑o crer nascido em 1737.) Ahi se declara que falecêra a 7 de Julho de 1816 (data que tambem não concorda com os assentos existentes na Academia; segundo elles, m. a 8 de Junho do dito anno).
Mal remunerado de suas tão longas quão valiosas fadigas litterarias, passou Fonseca a ultima quadra da vida em estado que muito se approximava de verdadeira miseria. Uma orphã, que seus paes haviam recolhido em casa desde menina, e duas sobrinhas d’esta, serviram de amparo e abrigo ao respeitavel ancião, em cuja companhia viviam, tirando dos escassos lucros dos trabalhos feminis com que alimental‑o nos seus ultimos annos. Seus consocios da Academia algum beneficio lhe prestaram, fazendo que a expensas do cofre do estabelecimento se lhe comprassem em 1813 os seus manuscriptos [...].»

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sábado, fevereiro 17, 2018

Minha Senhora de Mim


MARIA TERESA HORTA
TERESA PAULA BRITO
NUNO FILIPE
capas de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote / Movieplay
1.ª edição (ambos)
[18,2 cm x 10,9 cm] + [18 cm x 18 cm]
96 págs. + 1 disco EP 45 rpm (vinil)
exemplares muito estimados, livro sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo, disco como novo
lote de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Maria Teresa Horta fez parte do grupo Poesia 61 (Gastão Cruz, Fiama, Luiza Neto Jorge, etc.); o seu ideário poético tem a particularidade de uma carga libidinal prestes a explodir – as polícias do Estado Novo, que não eram mesmo nada dadas a tais liberalidades, depressa lhe castigarão dois dos seus livros: o vertente e Novas Cartas Portuguesas (colab.).
A cançonetista Teresa Paula Brito (1944-2003), já então basto conhecida pela sua participação na banda sonora do filme Verdes Anos e pela sua colaboração com José [Zeca] Afonso, interpreta aqui três poemas do livro da poetisa, musicados pelo compositor Nuno Filipe (1947-2002), pseudónimo de José Manuel Souto Guerra de Barros.

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Minha Senhora de Mim


MARIA TERESA HORTA
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,1 cm x 10,9 cm
96 págs.
exemplar muito estimado, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memorias duma Mulher da Epoca


DIANA DE LIZ
pref. Ferreira de Castro
capa de [Roberto] Nobre

Lisboa, s.d. [1932]
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Biografia «sentimental de uma alma feminina» – diz-nos Ferreira de Castro na apresentação deste livro póstumo –, a foram acrescentadas várias novelas que se encontravam inéditas. Prematuramente falecida em 1930, a escritora deixou vasta colaboração dispersa pelos periódicos do seu tempo, também sob o seu outro nome artístico Mimi Haas.

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O “Barão de Fataúnços”


ARTHUR RIBEIRO

Lisboa, 1928
Edição do Autor (Tipografia Torres)
1.ª edição
19,6 cm x 13,5 cm
240 págs.
subtítulo: Scenas focadas na vida portuense
exemplar manuseado mas aceitável, restauros na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Soldados de Portugal



ANDRÉ BRUN

Lisboa, 1915
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição (em livro)
20 cm x 13,1 cm
172 págs. + IV págs.
subtítulo: A Legião Portugueza – A Guerra Peninsular
encadernação modesta em tela com ferros a ouro na lombada e relevo seco em ambas as pastas
exemplar estimado; miolo limpo
sem capas de brochura
COM DEDICATÓRIA ASSINADA PELO AUTOR AO MAJOR PEREIRA BASTOS, DATADA DE 1915
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma crónica de batalhas travadas durante as invasões francesas, inicialmente escrita para o periódico A Capital, do ponto de vista de um militar, mas como folhetim, «accessivel á leitura do povo», acerca dos «feitos d’uma epoca quasi recente».
André Brun veio a destacar-se como dramaturgo e humorista.

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A Malta das Trincheiras



ANDRÉ BRUN, major

Lisboa, 1923 [1924]
Guimarães & C.ª – Editores
10.º milhar (4.ª edição)
18,8 cm x 12,1 cm
238 págs.
subtítulo: Migalhas da Grande Guerra, 1917-1918
encadernação muito modesta executada por Theophilo (rótulo de identificação no verso da pasta anterior e selo-branco no canto superior direito do frontispício), sem gravação na lombada
aparado, conserva ambas as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas bem humoradas da frente de batalha, anteriormente vindas a lume nos periódicos Portugal na Guerra e A Capital.

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