segunda-feira, abril 30, 2018

Minudências Lisboetas


JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO)

Porto, 1937
Livraria Simões Lopes – Domingos Barreira, Editor
1.ª edição
18,9 cm x 12,1 cm
248 págs.
subtítulo: Rápidos Aspectos da Lisboa Antiga
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Manuel Figueiredo Barbosa na pág. 4
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cartas de Lisboa



CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1905 e 1907
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Cta.
1.ª edição
3 volumes (completo)
18,9 cm x 12,5 cm
366 págs. + 304 págs. + 334 págs.
exemplares estimados, capas sujas e restauros nas lombadas dos dois primeiros volumes; miolo limpo
assinatura de posse de Joaquim de Moura Relvas nos dois primeiros, carimbo e selo de entrada na Biblioteca do Conservatório Nacional no terceiro volume
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inicialmente publicadas entre 1904 e 1906, sob forma croniqueira, nas páginas de O Comércio do Porto, a importância que o seu autor lhes dá pode, ainda hoje, constituir um exemplar pretexto para prosadores em ascensão. Da nota introdutória ao segundo volume: «[...] Um dos assumptos mais familiares a estas ligeiras e despretenciosas cartas, fôra a vida mundana de Lisboa. A escolha de tal assumpto traduzia menos a minha competencia e predilecção por elle do que o reconhecimento da sua importancia na historia dos costumes, unica em que se deve exercitar a actividade laboriosa de um chronista. Não me competiam, no jornal para que habitualmente as escrevo, as graves dissertações de caracter politico, ou as ponderadas apreciações do movimento economico. Mas a vida não se reduz a essas duas grandes manifestações do talento e do esforço humanos. O que menos se na vida e o que menos espaço occupa n’ella são esses formidaveis geradores de energia social, que imprimem e regulam o movimento aos factos. [...]» Assim, sabendo que quer a história económica, quer a da política são incapazes de nos relatar a verdadeira vida, o monárquico Malheiro Dias mistura-se nos pequenos acontecimentos quotidianos, não propriamente do povo mas nas intrigas de uma burguesia urbana nascente, e dá-nos o afresco dos últimos anos que antecederam o triunfo da República.

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Arte Poética



ANTÓNIO TELMO

Lisboa, 1963 [aliás, 1964]
Ed. Autor / Teoremas de Teatro
1.ª edição
19,2 cm x 14 cm
80 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A LOPO DE LAFÕES (1921-2008), 6.º DUQUE DE LAFÕES
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução do próprio António Telmo (1927-2010):
«[...] este livro não obedece ao esquema construtivo habitual, não caminha das teses para as provas pelos argumentos: – é um livro mal escrito. Cremos, porém, que esse será o destino de todos os escritos que vierem a ser elaborados sobre Bergson e que pretendam interrogar para além do que foi definido pelos intérpretes. Não procurámos integrar o pensamento de Bergson dentro da história da filosofia; fizemos sempre por ver esse pensamento à luz da actualidade [...].»

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domingo, abril 29, 2018

Conta Dirigida ao Ministerio do Reino pela Segunda Classe da Academia Real das Sciencias sobre o estado dos trabalhos relativos á publicação dos Monumentos Historicos de Portugal e sobre a suspensão delles



Lisboa, 1856
Na Typographia da Academia
1.ª edição
27,6 cm x 22 cm
4 págs. + XIV págs. + 2 págs. + 92 págs.
sóbria encadernação recente em meia-inglesa com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Diccionario Bibliographico Portuguez de Inocêncio Francisco da Silva (tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«[...] Os documentos que acompanham esta Conta envolvem particularidades interessantes e curiosas, tanto para a historia da Academia, como a respeito de outras especies litterarias, e até bibliographicas. De pag. 9 a 15 vem uma extensa carta do sr. A. Herculano, então vice‑presidente da Academia, datada de 30 d’Abril de 1856, explicando as causas que o impelliram a dar a demissão d’aquelle cargo.»

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Paralelo 42


JOHN DOS PASSOS
trad. Helder de Macedo
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, s.d. [1963, seg. BNP]
Portugália Editora
1.ª edição
21,7 cm x 15,1 cm
416 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro (autónomo) da trilogia U.S.A., em que o luso-descendente John dos Passos (1896-1970) vai estabelecer os traços da União: «U.S.A. é a fatia de um continente. U.S.A. é um grupo de sociedades anónimas de responsabilidade limitada, alguns sindicatos, um sistema de leis encadernadas em carneira, uma rede radiofónica, uma cadeia de cinemas, uma coluna de cotações da Bolsa apagadas e rescritas num quadro preto pelo contínuo da Western Union, uma biblioteca pública cheia de jornais velhos e livros de história amarrotados, com protestos escritos a lápis nas margens. U.S.A. é o maior vale do mundo, franjado de montanhas e colinas. U.S.A. é uma colecção de funcionários gabarolas com contas de banco a mais. U.S.A. é uma quantidade de gente enterrada nas suas fardas no cemitério de Arlington. U.S.A. é as letras no fim de uma direcção quando se está no estrangeiro. Mas, principalmente, U.S.A. é o falar do povo.» (Da nota editorial na badana)

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Catalogo Illustrado da Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portugueza e Hespanhola Celebrada em Lisboa em 1882




Lisboa, 1882
Imprensa Nacional
1.ª edição
2 volumes (completo): [1] Texto; [2] Estampas
24 cm x 16 cm
[XVI págs. + 350 págs.] + [8 págs. + 434 págs. (não num., impressas somente de um lado)]
subtítulo: Sob a protecção de Sua Magestade El-Rei o Senhor D. Luiz I e a presidencia de Sua Magestade El-Rei o Senhor D. Fernando II
[2] profusamente ilustrado
encadernações recentes homogéneas em meia-inglesa com gravação a ouro nas lombadas
não aparados
conservam as capas de brochura
exemplares estimados; miolo limpo, ocasional foxing, primeiro volume anotado a grafite e, por vezes, a lápis vermelho
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE E PELAS ANOTAÇÕES DE LUÍS KEIL, CONSERVADOR DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA, DATADAS DE SETEMBRO DE 1916, DANDO CONTA DO PARADEIRO OU DO DESAPARECIMENTO DALGUMAS PEÇAS
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vida e Morte de Manolete


LEOPOLDO NUNES

Lisboa, 1947
Portugália Editora
1.ª edição
19,6 cm x 13,1 cm
72 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Meio Século a Ver Touros


ROGERIO PÉREZ – «EL TERRIBLE PÉREZ»

Lisboa, 1945
Editora Marítimo-Colonial, Limitada
1.ª edição
19,4 cm x 12,7 cm
168 págs. + 10 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ao Estribo


PEPE LUIZ

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
304 págs. + 64 págs. em extra-texto
subtítulo: Impressões Tauromáquicas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome José Luís Ribeiro (1890-1962), reúne no vertente livro valiosas apreciações para a história do toureio a cavalo.

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Temas de Toiros


SARAIVA LIMA
pref. Manuel Augusto Garcia Viñolas

Lisboa, 1958
Empresa Nacional de Publicidade (deposit.)
1.ª edição
23,1 cm x 17 cm
240 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 28, 2018

Lilliput Langenscheidt


Berlin - Schöneberg, 1955
Langenscheidt KG
[s.i.]
2 vols. (completo)
4,9 cm x 3,7 cm
476 págs. + 632 págs.
subtítulo: Português – Inglês; English – Portuguese
acabamento editorial em tela encerada impressa a negro
exemplares estimados; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Empresa fundada no século XIX por Gustav Langenscheidt, é hoje distribuidora mundial dos guias Michelin e Forbes. Os seus dicionariozinhos são considerados o melhor apoio linguístico para viajantes de todo o mundo. Há-os numa profusão babélica. O seu minúsculo formato – assim como uma apreciável qualidade – notabilizou-os. Nos anos 60 do século passado, eram oferecidos como lembrança aos passageiros dalgumas companhias de aviação.

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Caça


Coimbra, 1967
Livraria Almedina [recarga-selo da Livraria Petrony (Lisboa)]
1.ª edição
19,2 cm x 13,5 cm
192 págs.
subtítulo: Regime Jurídico – Com extractos do Parecer da Câmara Corporativa, rubrica de artigos, notas remissivas e índice de matérias
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da transcrição integral do Regulamento da Caça – Decreto-Lei n.º 47.847, de 14 de Agosto de 1967.

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O Mundo das Aves


G. [GERMANO DA] F. [FONSECA] SACARRÃO

Lisboa, 1956
Livraria Escolar Editora
1.ª edição
17,5 cm x 12,1 cm
8 págs. + 136 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aprender a Brincar


IRONDINO TEIXEIRA DE AGUILAR
capa de Calvet de Magalhães
ilust. idem e Valentim Malheiro

Porto, s.d.
Porto Editora, Lda.
2.ª edição
18,3 cm x 12,4 cm
240 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial, lombada em tela gravada a negro
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o autor na sua Nota Prévia à edição original (1955):
«[...] Na prática [...] que sucede? Isto, muito simplesmente: – Os nossos rapazes, em regra, saem da Instrução Primária sem o perfeito domínio da correcção ortográfica; entram nos cursos secundários – onde tal aprendizado vai sendo cada vez mais difícil, devido a causas várias e suficientemente conhecidas – e saem deles a caminhar inseguramente neste campo pedregoso; ingressam, a manquejar, nos Cursos Superiores... e, em muitos casos, saem destes mesmos sem que o tal domínio completo das questões ortográficas tenha sido adquirido.
O mal é geral. [...]»
Resta acrescentar que, quando estes “cursados superiores” se alcandoram a posições de poder, político, cultural & outros, acham-se então no direito de chafurdar na língua a seu bel-prazer, promovendo “revisões” e novos “acordos” ortográficos, que vão de par com as suas habituais sujeiras mercantis.

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quarta-feira, abril 25, 2018

Prémio Pessoa, 1987 / 1996




aa.vv.

[Lisboa], 1997
Expresso / Unisys
1.ª edição
32,8 cm x 24,8 cm (álbum)
120 págs.
subtítulo: Edição comemorativa dos dez anos do Prémio Pessoa
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa impressa
folhas-de-guarda impressas
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O grande interesse nesta publicação, que reúne fotos e entrevistas com os galardoados de uma década, reside no facto de testemunhar, num registo verdadeiramente patético, o embaraço dalguns membros do júri mais audazes quando, rumo a Cascais em demanda do nosso maior poeta vivo, Herberto Helder, portadores do “ouro” do Prémio Pessoa 1994, encontraram o caminho de volta na simplicidade inflexível da palavra de um pobre guardador do seu crisol: «Vocês não digam a ninguém e dêem o prémio a outro...»

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A Aventura Surrealista


ADELAIDE GINGA TCHEN

Lisboa, 2001
Edições Colibri
1.ª edição
23 cm x 16 cm
2 págs. + 292 págs. + LXII págs. em extra-texto dividido por dois núcleos
subtítulo: O Movimento em Portugal – Do Casulo à Transfiguração
capa de Ricardo Moita sobre ilustração de Alexandre O’Neill
tiragem declarada de 1.000 exemplares
exemplar em bom estado de conservação sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma obra de referência seminal para a compreensão do surrealismo português, onde a Autora, por ter investigado um aspecto até então deixado de fora das análises e das sínteses – o legado das perseguições policiais a poetas, a pintores, etc., nos arquivos deixados por essas mesmas polícias –, faz justiça a um modo de vida cultural que também teve o seu martírio e os seus presos antifascistas... para não destoar dos tempos. A meia centena de páginas finais do livro fornecem ao estudioso uma Cronologia exaustiva de eventos históricos, de edições, etc., pondo sempre em paralelo as referências nacionais com as internacionais.

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Novas Cartas Portuguesas


MARIA ISABEL BARRENO
MARIA TERESA HORTA
MARIA VELHO DA COSTA

Lisboa, Maio de 1974
Editorial Futura
2.ª edição
18,8 cm x 12,7 cm
392 págs.
cartonagem editorial impressa a negro
exemplar muito estimado; miolo limpo
da rara tiragem especial com capa dura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nos dias imediatos ao golpe militar do 25 de Abril, na cola da explosão popular contra os poderes dominantes, alguns intelectuais especialmente visados e perseguidos pelo regime anterior deram a conhecer o seu ponto de vista e as suas obras, ou prestando declarações na imprensa ou permitindo a reedição dos seus objectos do ódio policial. E embora já não venham a sofrer idênticas represálias, não deixam de pôr a nu a máscara daqueles que, então, afirmavam “estar a fazer uma revolução para o povo”. Neste sentido, graças ao gigantesco fluxo cultural afecto à desobediência civil, os usos e costumes da multidão anónima, informe e absentista avançaram muito mais rapidamente do que a acção estranguladora dos actores e agentes da nova dominação de classe.

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domingo, abril 22, 2018

Feminismo em Portugal na Voz das Mulheres Escritoras do Início do Séc. XX


REGINA TAVARES DA SILVA

Lisboa, 1982
Edição da Comissão da Condição Feminina – Presidência do Conselho de Ministros
1.ª edição
29,6 cm x 20,9 cm
44 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Imagem Feminina nos Manuais Escolares


IVONE LEAL

Lisboa, 1979
Edição da Comissão da Condição Feminina – Presidência do Conselho de Ministros
1.ª edição
29,6 cm x 21 cm
4 págs. + 88 págs.
ilustrado
impressão a mimeógrafo
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Imagem da Mulher na Publicidade


REGINA TAVARES DA SILVA
CRISTINA DOMINGUEZ
CONCEIÇÃO LEMOS

Lisboa, 1979
Edição da Comissão da Condição Feminina – Presidência do Conselho de Ministros
1.ª edição
29,6 cm x 21 cm
4 págs. + 90 págs.
ilustrado
impressão a mimeógrafo
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Auto do Grau


ANTONIO GOMES DA SILVA
capa de João Amaral

Coimbra, 1905
Edição da Comissão Executiva das “Festas do Enterro do Grau” (Lvmen – Typ. França Amado)
1.ª edição [única]
19,7 cm x 13 cm
6 págs. + 42 págs.
subtítulo: Farça em Verso
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] as insígnias doutorais motivaram incursões artísticas em campos como o fresco, o cartaz publicitário, programas festivos e capas de livros. A par das pinturas existentes nos tectos da Sala do Exame Privado e Capela de São Miguel [Coimbra] [...], no edifício da Faculdade de Medicina, inaugurado em 26 de Maio de 1956, existe num dos átrios um grande fresco de Severo Portela Júnior onde figura um lente com borla e capelo.
A comissão escolar dos festejos do Enterro do Grau de Bacharel (1905) fez imprimir um avantajado cartaz onde está representada a contorno vermelho uma borla sob cuja sombra tutelar ajoelham os quintanistas de Direito. O programa dos festejos do Enterro do Grau de Bacharel, com capas a azul claro, reproduzia o barrete doutoral de um dos postais concebidos por João Amaral. Do mesmo artista era o rosto da brochura Auto do Grau, da autoria do estudante António Gomes da Silva, com velho “grau” coberto por borla. As festas académicas de 1905, na sua riqueza e prolixidade iconográficas, originaram pratos decorativos e publicidade a bolachas, onde a borla doutoral ocorre. [...].
Os caricaturistas activos nos séculos XIX e XX não foram propriamente amistosos com as insígnias doutorais conimbricenses, recorrentemente afloradas como símbolos de obscurantismo ou pedantismo cultural, imagem distorcida e paupera que tem persistido no tempo como cliché. [...]» (Fonte: página electrónica Virtual Memories, «Património vestimentário e insigniário conimbricense. O hábito talar e as insígnias doutorais de Bernardino Machado – Juntar os fios à meada», 22 de Agosto, 2009)

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Código da Praxe Académica de Coimbra


MÁRIO SARAIVA DE ANDRADE
VICTOR DIAS BARROS
coadjuvados por Américo Patrão (dux-veteranorum), Arlindo Pinto Gonçalves, Fausto Vaz Morais e Jorge Serrano Pinto (veteranos)

Coimbra, 1957
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,2 cm x 12,9 cm
6 págs. + 116 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do género de livro amplamente estudado nos meios universitários. Aliás, aqueles que demasiado acreditaram neste género de conhecimentos, e entre dois copos de álcool se lhe aplicaram, não há dúvida que, sem grandes obstáculos, vieram a ocupar os lugares do poder, da finança e da liderança neste país... É assim, é o passo iniciático para, na idade adulta, o ingresso numa qualquer sociedade secreta.

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A Morte das Baleias


AMÉRICO GUERREIRO DE SOUSA
capa de João Segurado (sobre Eduard Munch)
contracapa de Joaquim Lobo (fotografia)

Lisboa, 1988
Edições «O Jornal» – Publicações Projornal, Ld.ª
1.ª edição
20,9 cm x 14 cm
200 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«“A Morte das Baleias” leva ainda mais longe a ironia muito peculiar e o humor negro inconfundível de “Os Cornos de Cronos”, em cuja linha se situa, nele reaparecendo algumas das suas personagens. [...]»

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sexta-feira, abril 20, 2018

Grupo de Bailados Portugueses Verde-Gaio [programa]


GRUPO DE BAILADOS PORTUGUESES VERDE-GAIO,
Margarida de Abreu,
Fernando Lima,
Carlos Seixas,
Luís de Freitas Branco,
Ruy Coelho,
Auber,
Jaime Silva, Filho
capa de [Maria] Keil [do Amaral]

Lisboa, s.d. [circa 1960]
[Secretariado da Propaganda Nacional]
1.ª edição
29,9 cm x 19,7 cm
8 págs.
acabamento um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de Prólogo Galante (Carlos Seixas), O Condestável – A Espada e a Cruz (Luís de Freitas Branco), Passatempo (Ruy Coelho), Grand Pas de Deux (Auber) e Fado (Jaime Silva, Filho).

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Verde-Gaio – Bailados Portugueses [programa]


GRUPO DE BAILADOS PORTUGUESES VERDE-GAIO,
António Ferro,
Francisco Lage,
Adolfo Simões Müller,
Paulo Ferreira,
Fernanda de Castro,
Carlos Queiroz,
Ruy Coelho,
Frederico de Freitas,
Jorge Croner de Vasconcelos,
Artur Santos,
Ernesto Halffter,
Armando José Fernandes
capa de Bernardo Marques
ilust. Horácio Novais (fotografia), Tomaz de Melo (Tom), Maria Keil do Amaral e Paulo Ferreira

Lisboa, 1941
Edições SPN [Secretariado da Propaganda Nacional]
1.ª edição
28,4 cm x 22,3 cm
36 págs. + 4 folhas em extra-texto + 1 encarte (papel verde)
subtítulo: Segunda Temporada
ilustrado
acabamento com laçada em passamane
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de O Homem do Cravo na Bôca (Francisco Lage), Inês de Castro (Ruy Coelho), Passatempo – Danças Portuguesas (Ruy Coelho e Frederico de Freitas), Dança da Menina Tonta (Frederico de Freitas), A Lenda das Amendoeiras (Jorge Croner de Vasconcelos) e Muro do Derrête (Frederico de Freitas).

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Verde-Gaio – Bailados Portugueses [programa]


GRUPO DE BAILADOS PORTUGUESES VERDE-GAIO,
Jorge Croner de Vasconcelos,
Fernanda de Castro,
Frederico de Freitas,
Adolfo Simões Müller,
Ruy Coelho,
Carlos Queiroz
capa de Bernardo Marques
ilust. Maria Keil do Amaral, Estrêla Faria e Paulo Ferreira

Lisboa, 1940
Edições SPN [Secretariado da Propaganda Nacional]
1.ª edição
28,4 cm x 22,3 cm
16 págs.
subtítulo: Primeira Temporada
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de A Lenda das Amendoeiras (Jorge Croner de Vasconcelos), Ribatejo (Frederico de Freitas), Canções (Artur Santos e A. Rey Colaço), Inês de Castro (Ruy Coelho) e Muro do Derrête (Frederico de Freitas).

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Bailados Verde-Gaio [programa]



[FRANCIS GRAÇA,
Frederico de Freitas,
Ruth Walden,
Adolfo Simões Müller]

Lisboa, Dezembro de 1948
s.i. [Secretariado Nacional de Informação]
1.ª edição
25,2 cm x 19 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, vinco vertical; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de Três Danças (Óscar da Silva), Dança dos Pastores (António Melo), Chula do Douro (Ruy Coelho), Ribatejo (Frederico de Freitas), Inez de Castro (Ruy Coelho) e Nazaré (Frederico de Freitas).

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Bailados Verde-Gaio [programa]


[FRANCIS GRAÇA,
Frederico de Freitas,
Ruth Walden,
Carlos Queiroz,
António Ferro]

Lisboa, Dezembro de 1948
s.i. [Secretariado Nacional de Informação]
1.ª edição
24,9 cm x 18,9 cm
20 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de Muro do Derrête (Frederico de Freitas), D. Sebastião (Ruy Coelho) e Nazaré (Frederico de Freitas).

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Bailados Verde-Gaio [programa]



[IVO CRAMÉR,
Frederico de Freitas,
Paulo Ferreira,
Bárbara Thiel,
Tyyne Talvo,
António Ferro]

Lisboa, Dezembro de 1948
s.i. [Secretariado Nacional de Informação]
1.ª edição
25,2 cm x 18,9 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de sala referente à exibição de Quatro Danças (Rameau), Pavana para uma Infanta Defunta e Balada (Ravel), La Fille aux Cheveux de Lin (Debussy), Noite Sem Fim (Moussorgsky), Aventuras de Arlequim (Scarlatti), Para Lá do Oriente e A Menina e os Fantoches (Prokofieff) e Oriental (Granados).

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A Memória do Cinema 82


[J. GUILHERME DA SILVA, coord.]

Lisboa, 1983 [Janeiro a Dezembro de 1982]
Quarteto
1.ª edição
29,1 cm x 20,4 cm
4 págs. + 72 págs.
subtítulo: Anuário Cinematográfico
profusamente ilustrado
exemplar estimado, sinais de fita-gomada na capa; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de todas as folhas de sala relativas aos filmes exibidos no ciclo A Memória do Cinema, em 1982, cobrindo referências a um acervo de mais de duzentas e cinquenta obras, que o Quarteto, à época, disponibilizou numa escolha de invulgar padrão de qualidade e importância culturais.

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Vinte Anos de Cinema (1962-1982)


EDUARDO PRADO COELHO
grafismo de Luís Correia

Lisboa, 1983
Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
1.ª edição
19,3 cm x 11,7 cm
168 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse no rosto e no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução do autor:
«[...] os últimos vinte anos do cinema português constituem um período fortemente polémico. 1962 assinala uma data importante porque, em torno de uma iniciativa de Ernesto de Sousa, mas também de obras de Manuel de Oliveira, Artur Ramos, Paulo Rocha e outros, se iniciou um processo de reabilitação do cinema português [...].»

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quinta-feira, abril 19, 2018

A Questão Religiosa


JOSÉ D’ARRIAGA

Porto, 1905
Livraria de Alfredo Barbosa de Pinho Lousada – Editora
1.ª edição
18 cm x 11,7 cm
XIV págs. + 106 págs.
exemplar naturalmente envelhecido, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo, rasgão no rodapé das págs. VII-X sem afectar o texto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do autor, que, em vésperas da queda da monarquia, alerta para o verdadeiro inimigo da inteligência e do progresso:
«[...] Combatendo a reacção religiosa, não queremos attentar contra as crenças dos que a promovem e sustentam, mas trazer a paz e harmonia a todas as seitas por meio da tolerancia, que constitue a base fundamental das sociedades contemporaneas.
Não é este opusculo um grito de guerra, como o são as obras publicadas pelas associações catholicas: é mais um brado a favor da tranquillidade dos povos, tão perturbada n’estes ultimos tempos pela reacção religiosa [...].
A campanha das associações catholicas consiste em guerrear nos paizes catholicos todas as religiões estranhas, oppondo-se ao livre exercicio dos seus cultos, e pedindo aos governos medidas de rigor contra ellas. Pretende manter em nossos dias os antigos fóros e privilegios da igreja catholica, os quaes foram origem do antigo regimen absoluto, e da intolerancia religiosa, que produziu os autos de fé, os carceres da Inquisição e cruzadas expurgatorias, etc.
A mesma reacção religiosa préga o exterminio dos que não pensam com a igreja catholica, dos que não acceitam seus dogmas e preceitos, dos livres pensadores, e de todos os que sahiram do gremio catholico. [...]»

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A Questão Religiosa (V)



BAZILIO TELLES

Porto, 1913
Livraria Moreira – Editores
1.ª edição
19,8 cm x 13,2 cm
88 págs.
exemplar com a capa muito oxidada, com falhas de papel restauradas em tosco; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em suma, aqui se trata do mais radical posicionamento da República perante o culto católico, que Basílio Teles resume numa proposta de «bazes geraes em que o entendimento recíproco é acceitavel, e não seria talvez difficil d’ultimar rapidamente»:
«[...] Ficam supprimidas, nos orçamentos do Estado e dos corpos administrativos, quaesquer despezas para cultos; [...]
Fica supprimido o ensino religioso nas escolas officiaes, o da história das religiões exceptuado. [...]
Deixam de ser reconhecidas pelo Estado quaesquer prestações, incluindo as consuetudinárias, dos parochianos, aos seus párochos como subvenção cultual, ou cultual e pessoal ao mesmo tempo. [...]
Serão revertidos para o Estado e corporações administrativas, cabendo ao ministério da Justiça o seu arrolamento e avaliação, todos os bens immobiliários e mobiliários até aqui affectos ou destinados ao culto público da religião cathólica, á sustentação, residência, instrucção e recreio dos seus ministros, alumnos ecclesiásticos e demais pessoal da Egreja, desde que se prove não pertencerem a particulares ou a corporações com individualidade jurídica. [...]
Serão equiparados, para effeitos tributários, os bens ou valores affectos ao culto cathólico [...].»
Etc., etc.

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A Questão Religiosa


[SAMPAIO] BRUNO

Porto, 1907
Livraria Chardron, de Lello & Irmão, editores
1.ª edição
18,4 cm x 12,5 cm
XXXII págs. + 452 págs.
encadernação editorial, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Dictadura



[SAMPAIO] BRUNO

Porto, 1909
Livraria Chardron, de Lello & Irmão, editores
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
VIII págs. + 296 págs.
subtítulo: Subsidios Moraes Para Seu Juizo Critico
exemplar estimado, com falhas de papel nos topos superior e inferior da lombada; miolo limpo
assinatura de posse sobre o frontispício
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz Joel Serrão no seu Sampaio Bruno, o Homem e o Pensamento (Editorial Inquérito, Lisboa, 1958): Em pleno conflito ideológico com Afonso Costa, que chegou a agredir Sampaio Bruno fisicamente, o que levou este último a afastar-se do Partido Republicano, será ainda «[...] na qualidade de jornalista republicano independente que ele vai travar o veemente combate, que foi o seu, contra a ditadura de João Franco. Volta-lhe o ardor combativo de outrora. Escreve quase diàriamente um artigo. Insurge-se contra a supressão dos direitos cívicos e, quando, em 1908, João Franco caiu, logo após o assassinato do rei e do príncipe herdeiro, exclama: “o regicídio é, seguramente, um acto condenável, mas o despotismo não o é menos. O tiranicídio é, na verdade, um crime; mas a tirania é também um crime”. [...]»
O vertente livro serve História na exactidão dos factos e na conotação posta nos mesmos.

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História das Lotarias em Portugal


JOSÉ RIBEIRO PINTO

Lisboa, s.d. [circa 1943]
Imprensa Portugal-Brasil
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
352 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELO AUTÓGRAFO DE RIBEIRO PINTO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 18, 2018

Malasartes – ex-Pravda 8


dir. e org. Júlio Henriques
Coimbra, Primavera de 1992
1.ª edição [única]
24,1 cm x 16,7 cm
128 págs.
impresso a duas colunas em sépia
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pravda 5 – Revista de Malasartes


dir. e org. Júlio Henriques
Coimbra, Primavera de 1988
1.ª edição [única]
24,5 cm x 16,8 cm
52 págs.
impresso a duas colunas em azul ultramarino
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A partir do vertente número a revista deixa de ter o suporte da editora Fenda de Vasco Santos, pelo que muda de formato, ganha volume e prepara-se para o baptismo do seu futuro nome: Malasartes. Júlio Henriques é o traço comum nesta aventura de reflexão situacionista em português.

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Pravda 4


dir. e org. Júlio Henriques e Vasco Santos
Coimbra, Verão de 1986
Fenda Edições
1.ª edição [única]
30 cm x 21 cm
32 págs.
subtítulo: Presença de Karl Kraus contra o jornalismo
acabamento com dois pontos em arame
impresso a duas colunas em azul ultramarino
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista de cariz revolucionário, afecta às ideias de Internacional Situacionista. O espírito desta publicação retoma, por mão de Júlio Henriques, a força vital quer do magazine Fenda, quer da anterior Subversão Internacional.

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Pravda 3


dir. e org. Júlio Henriques e Vasco Santos
Coimbra, Outono de 1985
Fenda Edições
1.ª edição [única]
29,8 cm x 19,9 cm
12 págs.
acabamento com um ponto em arame
capa impressa em serigrafia, miolo a duas colunas
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pravda 1


dir. e org. Júlio Henriques e Vasco Santos
Coimbra, Outono de 1982
Fenda Edições
1.ª edição [única]
29,5 cm x 19,8 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
impresso a duas colunas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fenda – Magazine Frenética


Coimbra, Primavera 1979
dir. Vasco Tavares dos Santos
1.ª edição
n.º 1
29,4 cm x 18 cm
92 págs. + 3 folhas em extra-texto (cada qual com 1 cromo colado) + 1 folha-encarte (errata)
ilustrada no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se apenas do número inaugural da revista que servia de apoio ao catálogo da editora homónima.

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