sexta-feira, agosto 10, 2018

Ensaio sobre alguns synonymos da Lingua Portugueza

 


FRANCISCO DE S. LUIZ, frei [Cardeal Saraiva]

Lisboa, 1821
Na Typographia da Academia R. das Sciencias
1.ª edição
21,4 cm x 15,8 cm [22,6 cm x 16,5 cm (estojo)]
XII págs. + VIII págs. + 212 págs. + 8 págs. (catálogo ed.)
obra em brochura revestida com o papel da época
não aparada e acondicionada num estojo próprio de fabrico recente em tela crua
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, 1859):
«D. Fr. Francisco de S. Luis (3.º), natural da villa de Ponte de Lima, na provincia do Minho, e filho de Manuel José Saraiva e D. Leonor Maria Corrêa de Sá. Nasceu a 26 de Janeiro de 1766 e a 27 de egual mez de 1782 professou a regra benedictina no mosteiro de Sancta Maria de Tibães, deixando então o nome de Francisco Justiniano Saraiva, de que usára no seculo. Passando a frequentar o curso theologico na Universidade de Coimbra, doutorou-se n’esta faculdade no anno de 1791, e no de 1807 foi nomeado Professor de Philosophia do R. Collegio das Artes, sendo já desde 1794 Socio da Acad. R. das Sciencias de Lisboa. Achava-se n’este exercicio, quando a revolução de 24 de Agosto de 1820 o chamou a tomar parte nos successos politicos do paiz, sendo nomeado membro da Junta, que com o titulo de Provisional do Governo Supremo do Reino se instaurou no Porto, no referido dia. [...]
Tirado assim do retiro do claustro para figurar na scena politica, o seu alto merecimento, coadjuvado pelas circumstancias da epocha, o elevaram successivamente aos cargos e dignidades mais superiores da egreja e do estado. Foi membro da Regencia do reino eleita pelas Côrtes em Janeiro de 1821; Reformador Reitor da Univ. Bispo de Coimbra e Conde de Arganil; Deputado ás Côrtes ordinarias de 1823, e depois Presidente da camara dos Deputados em 1826 e 1834; Guarda-mór do Archivo Nacional; Ministro de Estado; Par do reino; Grão-Cruz da Ordem de Christo; Patriarcha de Lisboa; e Conselheiro de Estado. [...] M. na residencia patriarchal de Marvilla a 7 de Maio de 1845. [...]»

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