segunda-feira, agosto 06, 2018

O PCP Visto por Dentro e por Fora


RUI PERDIGÃO
capa de Raimundo Santos

Lisboa, 1988
Editorial Fragmentos, Lda.
1.ª edição [única]
21 cm x 14 cm
160 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
rúbrica de posse (da «Emb.ª Japão» [?]) no frontispício
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Rui Perdigão foi militante comunista de 1945 a 1968. A colaboração que prestou ao Secretariado do PCP, a mais alta instância dirigente, desde 1951, fez dele uma testemunha privilegiada de acontecimentos, casos e posições que, melhor que muitos estudos, dão uma visão real do partido daquela época e explicam parte da sua acção no presente.
São esses relatos saborosos que constituem a primeira parte deste livro.
Sentindo-se responsável por ter involuntariamente contribuído para a manutenção do maior embuste de todos os tempos, a “sociedade socialista soviética”, Rui Perdigão não se sente no entanto culpado, porque as intenções que o nortearam continuam a parecer-lhe moralmente justas. E tudo isto porque continua a pensar-se e a pensar como um homem de esquerda. E é deste ponto de vista que aborda o “socialismo real”, o marxismo e o totalitarismo.»
Nesta altura, Rui Perdigão, filho da comunista histórica Nina Perdigão, gravitava na esfera de um outro embuste histórico: o trotsquismo.

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