sábado, setembro 09, 2017

Para Tirar Nódoas


CARLOS A. CORREIA

Lisboa, 1931
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
32 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Manual do Lustrador de Madeiras


DOMINGOS MARCELLINI

Rio de Janeiro, 1965
Edições de Ouro
s.i.
16 cm x 10,6 cm
108 págs. + 36 págs.
ilustrado
capa impresso no verso
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Costumes Nupciais dos Animais


aa.vv.
pref. Jean Rostand
trad. A. de Oliveira Alves

Porto, 1943
Editôra Educação Nacional, L.da
1.ª edição
20,2 cm x 14 cm
280 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, setembro 08, 2017

Desportos, Educação Física e Estado


EURICO SERRA

Lisboa, 1939
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
140 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, parcialmente por abrir
dedicatória de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eurico Simões Serra (1902-1985), além de inspector de polícia, foi censor na qualidade de presidente da Comissão de Exame e Classificação aos Espectáculos.

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Construção do Novo Estado


JOÃO AMEAL

Porto, 1938
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,1 cm x 13,6 cm
68 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Contra-Revolução


JOÃO AMEAL
capa de Carlos Carneiro

Coimbra, 1928
“Atlântida” Livraria Editora (antiga F. França Amado)
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
XVI págs. + 272 págs.
exemplar estimado, pequena falha de papel na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

São as primeiras palavras do livro...:
«“Está agora a começar em todo o mundo a Contra-Revolução” – afirmou Mussolini, das varandas do Palácio Chiggi, às multidões romanas que o aclamavam. A frase do ditador italiano, uma das cabeças da Contra-Revolução latina, não é um desafio ou uma quimera: é a síntese da sua visão lúcida e realista. Em todo o mundo, a Contra-Revolução fermenta e se desdobra, cada vez mais forte e mais indomável. [...]»

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Princípios Fundamentais da Organização Corporativa Portuguesa


ANTÓNIO DE CASTRO FERNANDES

Lisboa, 1944
Editorial Império
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
112 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel acidulado, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Júlio de Castro Fernandes (1903-1975), para além de ideólogo fascista dirigente da Cruzada Nacional Nun’Álvares, foi banqueiro-administrador do Banco Nacional Ultramarino.

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Cartilha do Corporativismo


Lisboa, 1940
Edição da União Nacional em colaboração com o S.P.N.
[1.ª edição]
17,7 cm x 11,4 cm
124 págs.
subtítulo: No VII Aniversário da Publicação do Estatuto do Trabalho Nacional
acabamento com dois pontos em arame, corte das folhas arredondado nos cantos
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no canto inferior direito do frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Educação


DIRECÇÕES GERAIS DA J.U.C. E J.U.C.F.
pref. João Lobo Antunes (presid. geral) e Margarida Ferreira Silva (presid. geral)

Lisboa, s.d. [1965]
[Escolas Profissionais Salesianas – Oficinas de S. José]
1.ª edição
18,3 cm x 13,1 cm
144 págs.
subtítulo: Roteiro para as reuniões de equipa ou de companha – Ano lectivo de 1965-1966
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manual de ensino cívico, moral e religioso destinado à juventude universitária católica, quer masculina, quer feminina.

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telemóvel: 919 746 089


A Casca


BECKERT D’ASSUMPÇÃO
capa de Júlio Gil

Lisboa, 1965
Editorial Pórtico
1.ª edição
18,5 cm x 13,4 cm
204 págs.
exemplar estimado, sem quebras na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR GUEDES DE AMORIM
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo David Mourão-Ferreira, é «com os romances [...] que Beckert de Assunção encontrou os veios mais profundos da sua vocação literária: o poder de simpatia humana com os destinos mais humildes e, por outro lado, uma notável capacidade satírica, em que o real e o utópico intimamente se fundem». Num outro plano, muito menos “satírico”, foi redactor e chefe dos serviços de propaganda na rádio e televisão da Mocidade Portuguesa, fundador da Juventude Nacional Trabalhadora, redactor do gabinete de imprensa da União Nacional, inspector da emigração e chefe do serviço de programas ultramarinos da Emissora Nacional. (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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Emigração




JOÃO CARLOS BECKERT D’ASSUMPÇÃO
capa e ilust. Leonor Bettencourt

Lisboa, 1956
Campanha Nacional de Educação de Adultos
[1.ª edição]
16,5 cm x 11,3 cm
192 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto a preto e em separado a cor
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A emigração ora referida é, sobretudo, a que levou milhares de portugueses para o Brasil, a Argentina e a Venezuela. A pedagogia aqui contida, no vertente voluminho, visava dissuadir quem se via obrigado a ir ganhar sustento do outro lado do Atlântico, aliciando-os com a colonização por terras do império: «[...] para África, para Angola ou Moçambique, porque ali também é Portugal, porque ali podemos sentir o mesmo amor pela terra como o sentimos aqui. Lá fala-se o português, lá as pessoas que encontras no caminho e as que são terras vizinhas, são portuguesas também. E agora, agora que as nossas províncias se desenvolvem e progridem de dia para dia, que se prepara para facilitar a vida aos que foram [...]» –
Para os funcionários que embarcavam neste logro de el dorado oferecia o Estado Novo, entre outras benesses (casas baratas, criadagem recrutada entre os autóctones, etc.), três patrióticos meses de férias anuais na metrópole e patrióticas diuturnidades para engordar a legítima reforma. Claro que o sonho rapidamente veio a transformar-se no pesadelo da guerra colonial...

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quinta-feira, setembro 07, 2017

Informar ou Depender?


FRANCISCO C. P. [PINTO] BALSEMÃO
capa de César Granadeiro

Lisboa, 1971
Edições Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
332 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] co-autor, com Francisco Sá Carneiro, de um projecto de lei de Imprensa que a Assembleia Nacional em breve discutirá – aborda neste livro as grandezas e as servidões da Informação.
Poderão os jornais, a rádio, a TV cumprir a sua missão numa sociedade onde imperam a tecnologia e a força dos grandes grupos de pressão? Conseguirão os “mass media” ser independentes do poder político e do poder económico? Que papel desempenhará, nesta matéria, uma lei de Imprensa em Portugal? [...]»
A resposta honesta a estas perguntas foi perdendo qualquer sentido, nos últimos quarenta anos, em que o próprio conceito de missão informativa, mesmo e sobretudo sob os fastos da democracia, veio a acentuar tratar-se de imprensa ao serviço de uma classe social, ávida de lucros, que escolhe aquilo que ela própria necessita de que a populaça em geral seja notificada. No fundo, a comunicação de massas funciona apenas como cão e pastor de um rebanho tresmalhado. Desde que a humanidade tomou consciência da força dos instrumentos por si criados, a tecnologia nunca foi mais do que uma extensão do poder vigente. Aquilo de que este livro trata, é da necessidade de regulação da avidez interpares: na política como na economia, na cultura como na ciência, no lazer como na propaganda. Por exemplo, as altamente rentáveis revistas ditas cor-de-rosa acumulam a um só tempo a alienação do que verdadeiramente deveria preocupar os súbditos de uma classe que se faz fotografar e promove mexericos, alienação essa de humilhante cariz pacóvio e basbaque dos pobres ante os luxos espaventosos e as festarolas dos ricos. Até o lixo moral rende dinheiro aos balsemões deste mundo!

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O Sr. Bernardino Machado Nunca Existiu


CRISPIM, pseud.

Lisboa, s.d. [1914]
Edição do Autor (Typographia da “Modesta”)
1.ª edição
22,5 cm x 15 cm
32 págs.
subtítulo: Bernardino na Historia – Bernardino na Politica – Bernardino na Cordealidade – Formação impessoal do Bernardinismo
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, múltiplos restauros na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Opúsculo a denegrir o visado, da autoria de Eugénio Severim de Azevedo, jornalista monárquico, director do jornal satírico O Thalassa.

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A Gruta dos Vagabundos




MARTINS JUNIOR
capa de Silva e Souza

Lisboa, 1928
Imprensa Lucas & C.ª [ed. Autor ?]
1.ª edição
18,9 cm x 12,6 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
bonita encadernação (editorial ?) em tela encerada com motivo gravado a seco como fundo geral e gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Era uma especie de grande bolsa», assim abre o livro de Martins Junior, «onde os mercadores, sem cotação e sem escrupulos, iam leiloar todos os privilegios da sua terra.
Ali, reuniam-se aqueles que formavam uma quadrilha chamada, ou geralmente conhecida pela “Santa aliança dos do Olho Vivo”. Na cidade puseram ao casarão o nome de S. Bento da porta aberta, mas o nome não estava bem colocado, porque, a porta estava aberta sómente para os que cumpunham o ramo florido do negocio. [...] Ali, no templo do negocio, na grande bolsa da terra, só podiam entrar aqueles cujas habilitações no golpe estivessem amplamente demonstradas por atos publicos ou como tal conhecidas. Á grande bolsa ia de tudo: parvos ambiciosos, estupidos arreigados á ganancia desmedida e finórios que não tinham outro objectivo senão o de governarem-se de qualquer forma sem olharem mesmo aos meios para conseguir os fins. [...]»
Isto dito por um republicano e, numa capa bem expressiva com Bernardino Machado a saudar o povo, graficamente ilustrado por outro republicano!...

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A Monarchia e a Tutella Extrangeira


BERNARDINO MACHADO

Porto, Março de 1910
Editora A Empreza d’«A Patria»
1.ª edição
23,1 cm x 16,3 cm
16 págs.
folhas encasadas sem qualquer costura ou agrafo
brochura acondicionada em pasta própria de fabrico recente
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na folha exterior sem afectar o texto; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida na Assembleia Comercial Portuense para um público burguês em ascensão lenta, desejoso de se ver livre da inépcia congénita do governo monáquico. Uma passagem do texto:
«[...] Somos tutellados por todos, politica, economica e religiosamente [...]
Chêga mesmo a haver dentro das nações mal governadas quem, para defender do arbitrio, da espoliação e do sectarismo dissolvente dos governantes os seus direitos, os seus interesses e as suas crenças, se acolha á tutella das grandes potencias. E não só estrangeiros! Esta vilêza divisa-se mesmo aqui, na nossa metropole; e já ouvi a um africanista: “Vamos vender alguns terrenos a inglêses para elles conseguirem os melhoramentos de que carecêmos”. Triste condição! [...]»

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Conferencias Politicas


BERNARDINO MACHADO

Coimbra, 1904
Typographia Democratica
1.ª edição
23,2 cm x 14,9 cm
52 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne as conferências públicas «Formas de Governo», «Governo e Ensino», «Os Actuaes Partidos Politicos», «Eleições» e «Programa».

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Affonseida


OCTAVIO DE MEDEIROS
capa de Emmerico [Nunes]

Lisboa, 1925
ed. Autor / Imprensa Lucas & C.ª
1.ª edição
25,5 cm x 20,1 cm
4 págs. + 132 págs.
subtítulo: Poema Heroe-Comico
exemplar com restauro nas capa e lombada; miolo limpo e fresco
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em seis Cantos de saborosas oitavas o Autor arruma de vez a História sua contemporânea. O motivo de anedota é o então mais alto representante do republicanismo, Afonso Costa. E o conhecido “atentado” de que este foi “vítima” em 1915 é, pois, assim descrito:

«[...] Seguia o meu Doutor tranquillamente
P’ra o palácio alugado á presidencia,
Onde iria tratar d’um caso urgente,
Qualquer questão d’uma alta transcendencia.
E, como ser modesto é mais decente,
Illudindo os pacóvios na apparencia,
Seguiu n’um carro electrico fechado
Que ao pisar deixou logo excommungado!

O carro vae ruidoso e corre a nove;
Nem sequér nas paragens tem demóra;
Guardando o seu lugar ninguem se móve,
Nenhum receio as fáces descolóra;
Mas eis que a acção diabólica promóve
Que, estalando, um manip’lo sálte fóra!
De súbito as faiscas tudo aclaram;
N’um arrastado estrondo as ródas páram!

Julgando ver seu termo alli chegado,
Que de suppostas bombas já recúa,
O destemido Affonso apavorado
Salta por la ventana e cahe na rua!
Permanéce na terra inanimado
Até que a multidão que tumultua
Lhe acóde, p’ra que alli não desfalleça,
Pois tem tremenda brécha na cabeça!

Já corre na cidade a infausta nova
Que o nosso Redemptor está moribundo...
Tem a fronte p’ra o céu e os pés p’ra a cóva;
Diz com pallidas mãos o adeus ao mundo...
Mas eis que uma esperança se renova:
– “Está salvo!” – diz o povo e, em tom jocundo
Pergunta: – “Qual é coisa, qual é ella,
Que entra p’la porta e fóge p’la janella?” – [...]»

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O Caso Hinton


AFFONSO COSTA

Porto, Abril de 1910
Editora A Empreza d’«A Patria»
1.ª edição
23 cm x 16,3 cm
32 págs.
subtítulo: As Responsabilidades dos Ministros da Monarchia
acabamento com um ponto em arame
brochura acondicionada em pasta própria de fabrico recente
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Intervenção do então deputado republicano e futuro presidente da República, Afonso Costa, em sessão parlamentar, num contexto de luta política nos dias finais do regime monárquico. Uma passagem do texto, elucidativa do nível a que vinha chegando a chicana política da época:
«[...] O grave problema das sobras da aguardente – Responsabilidades gravissimas do snr. D. Luiz de Castro [...]
O despacho do snr. D. Luiz de Castro foi tão mal redigido, – já não dizemos no ponto de vista litterario, porque isso nem se discute, – mas na propria essencia do caso a resolver, que, fundado n’esse despacho, os snrs. Hinton & Lemos teem sustentado e applicado a seguinte doutrina: que só são obrigados a comprar aguardentes de qualquer anno na parte em que o respectivo numero de galões exceder a somma dos saldos dos annos anteriores... [...]
Eu estou fallando da interpretação que lhe deram os fabricantes matriculados, e a que a sua má redacção se prestava. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


Discursos [...]


AFFONSO COSTA

Lisboa, 1908
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Ct.ª
1.ª edição [em brochura autónoma]
22,4 cm x 14,9 cm
90 págs.
subtítulo: [...] proferidos nas sessões de 13 e 19 de Maio de 1908 na Camara dos Deputados – Attittude do partido republicano perante o novo reinado e Necessidade da extincção do juízo de instrucção criminal
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinatura de posse do coronel Bento Roma na capa e no frontispício
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne o presente volume dois discursos particularmente contundentes do republicano, e futuro líder do país, Afonso Costa, enquanto representante republicano na Câmara dos Deputados durante o regime monárquico.

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Afonso Costa


A. H. DE OLIVEIRA MARQUES
capa de Manuel Dias

Lisboa, 1972
Editora Arcádia, S. A. R. L.
1.ª edição
20,5 cm x 14,4 cm
432 págs. + 16 págs. em extra-texto
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de contracapa:
«Afonso Costa [...] o seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. [...] arauto de uma situação e o estadista que, acaso, mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda.»

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A Verdade Sôbre Afonso Costa


ALBERTO GUIMARÃES

Lisboa, 1935
ed. Autor
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
260 págs.
exemplar manuseado, com restauro na lombada, mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Violento libelo contra o político republicano:
«[...] Era assim, ambicioso, ávido de dinheiro, cruel no assalto à bôlsa alheia, o homem que hoje se permite, lá de longe, atacar a obra financeira de Salazar, como se uma pessoa sem escrúpulos, que não recuou ante as mais torpes falcatruas, como adiante iremos demonstrando, tivesse autoridade moral para se arvorar em crítico de quem tem dado as mais belas provas de inteireza de carácter e honestidade de processos, tanto na sua vida pública como na particular. [...]»

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quarta-feira, setembro 06, 2017

Política do Ferro


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1952
Editorial Império, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 13,1 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

No centro do debate acerca do crescimento do capitalismo industrial português, em que a generalidade dos governantes do Estado Novo se mostravam saloiamente desconfiados, dados o crescimento e a consciencialização de mais vastas massas operárias, Costa Brochado (1904-1989), um intelectual orgânico do fascismo, defende que «[o] problema da instalação da grande siderurgia entre nós é fundamental para a economia nacional. [...]»

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A Missão de Salazar


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1960
Companhia Nacional Editora
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,5 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta na pág. 3 o carimbo de «Oferta da União Nacional»
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Discurso de homenagem proferido na Liga 28 de Maio, em que são enaltecidas as virtudes governamentais de Salazar...

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O Piloto Árabe de Vasco da Gama


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1959
Comissão Executiva das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique
1.ª edição
18,6 cm x 12,1 cm
132 págs.
exemplar como novo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manuel de Bridge


DUMMY, princesa

Paris, s.d. [circa 1900]
3.º milhar
Ernest Flammarion, Éditeur
16,3 cm x 11 cm
8 págs. + 112 págs.
profusamente ilustrado a duas cores
impresso sobre papel superior (meia-cartolina)
encadernação editorial inteira em pele com ferros a ouro na pasta da frente e na lombada; folhas-de-guarda em papel de fantasia com elegantes florões; cantos arredondados; carminado dos três lados
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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The Beasley Contract Bridge System


H. M. BEASLEY, tenente-coronel

Londres, 1935
Daily Mail – Associated Newspapers Ltd.
1.ª edição
19 cm x 13 cm
128 págs.
subtítulo: Bridge Correspondent of the Daily Mail
encadernação editorial em tela encerada e impressa
miolo impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, apenas com sinais de acção continuada da luz na lombada; nota-se no canto superior direito do frontispício a tentativa de fazer desaparecer, provavelmente, uma assinatura de posse
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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O Verdadeiro Livros dos Sonhos seguidos de Cartomancia [aliás] Os Mistérios do Sono ou a Verdadeira Explicação dos Sonhos


[ANÓNIMO]

Lisboa, s.d.
Livrolândia, L.da
s.i.
19 cm x 13,3 cm
100 págs.
subtítulo: Compilação de várias obras, sôbre os mistérios e definição dos sonhos, visões nocturnas, etc., seguida de cartomancia – A edição mais completa até hoje publicada
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, setembro 05, 2017

Lendas da Nossa Terra


GENTIL MARQUES
ilust. Luís de Campos

Lisboa, 1955
Editorial Lavores
1.ª edição
23,2 cm x 16,7 cm
252 págs.
ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gentil Esteveira Marques (1918-1991), o Estado Novo lhe ficou a dever a realização do filme-documentário de propaganda à Exposição do Mundo Português, mas, para além da sua longa presença na rádio com programas como Festa Brava, será este conjunto de lendas nacionais a obra que o notabilizou. Amigo do neo-realista Leão Penedo, com ele co-redigiu noveletas policiárias, que a editora de Romano Torres deu à estampa. Aliás, é nesta editora que mais constantemente se encontra a sua vasta obra literária, também como tradutor, prefaciador e coordenador de colecções.

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Grades Eternas


ÁLVARO VALENTE

Montijo, 1944
Edição do Autor
1.ª edição
19,3 cm x 14 cm
224 págs.
subtítulo: Estudo das Cadeias
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido durante a vigência do Estado Novo.

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Viagem de Maravilhas (à Madeira)


ÁLVARO VALENTE

Montijo, 1953
ed. Autor
1.ª edição
23,4 cm x 17 cm
176 págs.
subtítulo: Novembro de 1950
ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relato de uma viagem à Madeira.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Madeira – The Pearl of the Atlantic


[ANÓNIMO]
ilust. Cândido da Silva

Lisboa, 1914
Annuario Commercial
1.ª edição
texto em inglês
18,1 cm x 26 cm (oblongo)
106 págs. (não numeradas) + 2 desdobráveis (grande formato, mapas)
profusamente ilustrado
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável monografia histórica, sociológica, artística, etnográfica, industrial e turística da «pérola do Atlântico».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, agosto 31, 2017

Chronica Certa e Muito Verdadeira de Maria da Fonte [...]


[ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO]

Lisboa, 1846
Typographia Lusitana
1.ª edição
20,6 cm x 13,5 cm
60 págs.
subtítulo: [...] Escrevida por mim que sou seo tio, o Mestre Manoel da Fonte, sapateiro no Peso da Regua, dada á luz por um cidadão demittido que tem tempo para tudo
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
identificação do autor manuscrita a tinta em caligrafia antiga no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor identificado por Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo primeiro, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Crónica Certa e Muito Verdadeira de Maria da Fonte


ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO
pref. e aparato de Fernando António Almeida

Lisboa, 1984
A Regra do Jogo, Edições
2.ª edição
20,6 cm x 13,9 cm
96 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A esta reedição acrescentou o editor importantes auxiliares de leitura: um Glossário e um Índice Onomástico.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Maria da Fonte – Episódio da política romântica



ROCHA MARTINS

s.l. [Porto], 1937
O Primeiro de Janeiro
[1.ª edição (em livro)]
21,6 cm x 13,1 cm
132 págs.
subtítulo: Novela Popular da História
ilustrado
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta rubrica de posse e número de entrada em estante
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

História romanesca do episódio sedicioso que, no século XIX, ficou conhecido pelo nome de uma das suas mais destacadas protagonistas. Terá sido, todavia, Camilo Castelo Branco quem melhor descreveu esses acontecimentos, e que Rocha Martins usa como fonte e inspiração menor.

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Projecto e Instrucções para o Estabelecimento de Pombaes Militares no Continente de Portugal



AUGUSTO C. [CÉSAR] BON DE SOUSA

Lisboa, 1888
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
VIII págs. + 158 págs. + 2 desdobráveis (grande formato)
encadernação modesta em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
exemplar estimado, sinais de traça na base do fêsto; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de João Paulo de Abreu e Lima
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto César Bon de Sousa (1832-1905), militar de carreira, atingiu o posto de general. Especialista em transmissões militares, foi pelo então Ministério da Guerra incumbido de dar destino a alguns casais de pombos de raça apropriada, oferecidos a Portugal, o qual, tratando logo de se instruir nas muitas publicações que sobre o assunto se haviam feito no estrangeiro, reconhecendo que se tornava preciso ensinar também o pessoal inerente à instituição na forma de proceder durante as diferentes fases por que passam os pombos-correios, resolveu-se a escrever o vertente livro, não só para haver uma maior uniformidade no ensino, mas para lhes servir de guia por onde se pudessem regular sem auxílio estranho. A estação dos pombos-correios foi, na altura, instalada no antigo convento da Penha de França. (Fonte: Esteves Pereira / Guilherme Rodrigues, Portugal – Diccionario Historico, Biographico, Bibliographico, Heraldico, Chorographico, Numismatico e Artistico, vol. II, João Romano Torres – Editor, Lisboa, 1906)

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Pretidão de Amor



XAVIER DA CUNHA
[Luís de Camões]

Lisboa, 1893 e 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
29,5 cm x 22,2 cm
12 págs. + 860 págs. + [4 págs + 16 págs (trad. grega)]
subtítulo: Endechas de Camões a Barbara Escrava seguidas da respectiva traducção em varias linguas e antecedidas de um Preambulo
cartonagem editorial
não aparado
da tiragem especial de 300 exemplares fora do mercado é o n.º 82, em papel de linho azul, atribuído pelo Autor a Francisco de Salles Lencastre
inclui apensa a separata com a tradução para grego levada a cabo por Pedro Augusto de Mello de Carvalho Monteiro
exemplar muito estimado, pastas um pouco gastas, lombada e folhas-de-guarda restauradas; miolo limpo, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
470,00 eur (IVA e portes incluídos)

Xavier da Cunha «[...] nasceu em Evora aos 14 de fevereiro 1840, quando seu pae Estevam Xavier da Cunha, um dos nossos mais distinctos jornalistas, ali exercia o logar de secretario da administração geral do districto. Aos nove annos de edade veiu para Lisboa frequentar disciplinas de instrucção secundaria; e em 1865 terminou o curso da Escola medico-cirurgica, recebendo no “acto grande” a classificação de “approvado plenamente com louvor”. Em 1886 foi provido, precedendo concurso de provas publicas, no logar de segundo conservador da Bibliotheca nacional de Lisboa, e em 1902 houve por bem sua majestade a rainha regente nomea‑lo director da mesma bibliotheca. [...]»
«[...] a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões. [...]»
(Fonte: Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906)

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Cavalos, Heróis e Lunáticos


ARTUR ROCKZANE
capa de Todas Manas sobre fotog. Fernando Zeferino Ferreira

Coimbra, 1983
Fenda Edições
1.ª edição
21,5 cm x 12,7 cm
80 págs.
texto impresso a violeta
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca de Artur Rockzane pode ler-se na antologia poética Sião (frenesi, Lisboa, 1987):
«Criador do asfalto que faltava à pequena cidade do Porto, Cavalos, Heróis e Lunáticos faz o tour do triângulo doirado Porto-Amsterdão-Tetuan, com passagem por Londres (Portobello Rd.) e estágio em Stuttgart. Nasce em 1953 [...].»
Não seria isto uma grande apreciação estético-literária – era, porém, uma bandeira negra a assinalar o ponto de encontro desses que vinham de fora juntar-se aos que haviam ficado por cá.

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Deus Tem Caspa



JÚLIO HENRIQUES

Lisboa, 1988
Fenda Edições
1.ª edição
20,6 cm x 14,2 cm
32 págs.
exemplar como novo
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nada tem a ver com qualquer tipo de crítica à teologia. Tudo neste conjunto narrativo de Júlio Henriques – escritor e tradutor bem conhecido nos meios acratas – visa a sociedade capitalista... à portuguesa, ou seja: em provinciano. Vem disfarçado de ficção, mas depressa o leitor apercebe-se do truque ideológico que encena algumas máximas do niilismo radical. O cenário é um pasto humano recoberto pelos velhos estigmas e micro-totalitarismos dominantes, que a geração do Maio de 68 identificou. Assim, o corte com o trabalho alienante, com a família tradicional, a negação do poder... Ao que a mole, alheia nas suas procissões ao deus da segurança e do luxo, pode considerar-se visada à toa por um franco-atirador oculto no campanário do seu próprio templo solitário. Trata-se, pois, de um “divertimento” consequente; possuindo até, comprovadamente, uma tradição de rir às escâncaras e demolição à bruta, que remonta às cantigas de escárnio e maldizer medievais.

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A Ilustre Máquina de Ramires


ANTÓNIO POCINHO

Coimbra, 1988
Fenda Edições
1.ª edição
20,6 cm x 14,2 cm
64 págs. (não numeradas)
subtítulo: Fotografias
acabamento com cromo colado sobre a capa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação dos títulos prováveis e improváveis para fotografias, que o autor manteve ausentes do livro, resultando, portanto, num “álbum” de aforismos poéticos.

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Os Caçadores do Far-West


EMILIO SALGARI
Luigi Motta, co-autor

Lisboa, s.d. [1937, seg. BNP]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.ª edição
18,9 cm x 11,9 cm
200 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, agosto 30, 2017

A Raínha dos Caraíbas


EMILIO SALGARI
trad. Duarte Vieira

Lisboa, s.d. [1938]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
[1.ª edição]
18,2 cm x 12,2 cm
160 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Juramento do Corsário Negro


EMÍLIO SALGARI

Lisboa, s.d. [1938, seg. BNP]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,2 cm
144 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Mysterios do Oriente


EMILIO SALGARI
trad. Henrique Marques Junior

Lisboa, 1924
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.ª edição
18,8 cm x 12,9 cm
160 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na contracapa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Filho do Estrangulador


EMILIO SALGARI
trad. Henrique Marques Junior

Lisboa, s.d.
João Romano Torres & C.ª – Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,7 cm
112 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, sombra de assinatura apagada no topo da pág. 6
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mercurio – Antologia Viva do Conto Mundial



Lisboa, s.d. [circa anos 1950]
Agência Jornalística e Editorial, Lda.
colecção supostamente completa (8 números)
16,8 cm x 13,3 cm
7 x 96 págs. + 100 págs. [n.º 3]
ilustrados no texto, a duas colunas
traduções de José Vacondeus, José Villaret, Santino Siragusa e Armanda F. Silva
ilustrações de Otelo Azinhais e Henrique Brito
exemplares pouco manuseados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação em série de vários ficcionistas reconhecidos. Para além de autores estrangeiros como Cervantes, Maupassant, Dickens, Hemingway, Roald Dahl, Lermontov, Balzac, Strindberg, Sartre, James Joyce, Poe ou Dostoiewski – onde se destacam ainda mestres do policial como Frank Gruber, Conan Doyle ou Simenon –, também os autores portugueses, entre vivos e mortos, estão amplamente representados, a saber: Trindade Coelho, Manuela Porto, Fialho de Almeida, Guedes de Amorim, Garrett, Branquinho da Fonseca, Rodrigues Miguéis, Manuel da Fonseca, Camilo, etc.

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