quarta-feira, setembro 13, 2017

Musa Algarvia



aa.vv.
ilust. Roberto Nobre

Lisboa, 1927
Empresa Cooperativa d’Arte e Publicidade «Ressurgimento»
1.ª edição
19,7 cm x 13,2 cm
112 págs.
subtítulo: Versos inéditos de poetas do Algarve escritos expressamente para este livro, cujo producto reverte a favor do Hospital da Misericordia de Faro
ilustrado com vinhetas encabeçando os poemas
encadernação recente de fantasia em tela com rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre outros, encontram-se aqui poemas de Bernardo de Passos, Coelho de Carvalho, José Dias Sancho, Rui Santos, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Serra da Estrela e o Herminismo em Pleno Desenvolvimento


F. MENDES PÓVOAS

Lisboa, 1957
Papelaria Fernandes Livraria
1.ª edição
17 cm x 12,2 cm
116 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um memorial das terras e das gentes da Serra da Estrela, em que a cultura local e os costumes são recordados sob um olhar romântico, mas também pedagógico.

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Alfaias Agricolas [ou: Exposição de Alfaia Agricola na Real Tapada da Ajuda em 1898]




REAL ASSOCIAÇÃO CENTRAL DA AGRICULTURA PORTUGUEZA
[Henrique de Mendia
Carlos Augusto Borges de Sousa
João Alves de Almeida Araujo
B. C. Cincinato da Costa
José Maria dos Santos
Sertorio do Monte Pereira
D. Luiz de Castro]


Lisboa, 1898
Imprensa Nacional
1.ª edição
25,3 cm x 16,4 cm
296 págs.
subtítulo: Documentos – Introducção, Programma, Regulamento, Jurys, Catalogo Illustrado, Lista dos Premiados e Opinião da Imprensa
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esplêndido catálogo de exposição realizada aquando do 4.º centenário do descobrimento da Índia. Constitui um detalhado acervo para a arqueologia industrial agrária.

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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Monsanto, Terra de Sonho


ANTUNES DE PAIVA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1944
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,1 cm x 12,8 cm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monsanto – A Aldeia mais portuguesa de Portugal



FRANCISCO BARBOSA PEREIRA CORREIA
fotos de Luís Filipe Camejo

Lisboa, 1986
s.i.
2.ª edição
22 cm x 16,5 cm
24 págs.
subtítulo: Roteiro: O seu Castelo – As suas lendas – Como Monsanto ganhou o “Galo de Prata”
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve monografia desta “aldeia” situada no concelho de Idanha-a-Nova e melhor designada por Monsanto da Beira. Foi-lhe atribuído, em 1938, um prémio do Estado, sob a égide cultural de António Ferro, que pretendeu pôr em destaque tradições populares e folclóricas nacionais e nacionalistas. Monsanto já carreava no seu velho castelo uma história de resistência ao invasor espanhol, e agora, certamente, pelo menos em símbolo senão na prática, constituía posto de vigilância à fuga desesperada dos perseguidos da guerra civil no país vizinho.

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terça-feira, setembro 12, 2017

As Canções de António Botto



ANTONIO BOTTO
posf. José Régio e Manuel Teixeira Gomes
[ilust. Eduardo Malta ?]

Lisboa, s.d. [1940, seg. BGUC]
s.e. [Tipografia Henrique Torres]
s.i.
18,9 cm x 12,2 cm
376 págs. (não numeradas) + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
é o n.º 142 da «tiragem especial e restrita, fora do mercado, rubricada e numerada pelo autor»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne-se aqui não só toda a poesia de António Botto, mas ainda o livro Cartas que Me Foram Devolvidas, onde o poeta pungentemente se defende da chacota com que o país sempre o envergonhou:
«Tenho direito ás minhas ideias embora não tenha direito à minha vida. Das minhas Canções, da minha arte, muitissima coisa se tem dito! E eu ainda nem sequer tentei explicar publicamente este ou aquele pormenor erradamente comprehendido. Explical-os, – para quê? Os inferiores teem outro entendimento e falam outra linguagem... [...].»

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Canções


ANTONIO BOTTO
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
nova edição definitiva (17.º milhar)
17,8 cm x 12,8 cm
208 págs.
subtítulo: Nova Edição Definitiva de Toda a Obra Poética do Autor com Oito Canções Inéditas e um Estudo Crítico de Teixeira Gomes Antigo Chefe de Estado
composto manualmente
exemplar com o miolo em estado muito aceitável, com alguns picos de humidade; assinatura de posse no frontispício
peça de colecção
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz Manuel Teixeira-Gomes na Marginalia que encerra o volume: «[...] Ah! como se pode ainda pôr em duvida que o amôr opéra milagres. Se milagres ha ou houve jamais, é no amôr que se lhe deve procurar a origem, porque só elle possue o dom divino de os fazer. A inspiração poetica é um milagre do amôr, que se revela rythmado, á semelhança do pulsar do coração... [...]»
Acrescentamos que a homossexualidade do autor acabou por, na boca depreciativa da crítica “literária” da sua época, sobrepor-se à excelência da sua arte.

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telemóvel: 919 746 089

Canções


ANTONIO BOTTO

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
nova edição definitiva (17.º milhar)
17,7 cm x 12,7 cm
208 págs.
subtítulo: Nova Edição Definitiva de Toda a Obra Poética do Autor com Oito Canções Inéditas e um Estudo Crítico de Teixeira Gomes Antigo Chefe de Estado
composto manualmente em Elzevir
luxuosa encadernação inteira de pele com nervuras pontuadas e ferros a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas
aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Rosa de Papel



AUGUSTO DE SANTA-RITA

Porto, 1917
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição [única, segundo Richard C. Ramer]
24 cm x 17,8 cm
64 págs. (aliás, 60 págs.*)
subtítulo: Mysterio n’um Cantico – Poêma Dramatico em Prosa e Verso
miolo impresso sobre papel superior de fabrico manual não aparado
capa impressa sobre semi-cartolina rugosa de fantasia não aparada
exemplar em bom estado de conservação
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de Raul de Oliveira
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto de Santa-Rita (1888-1956), filho do poeta Guilherme de Santa-Rita (1859-1905) e irmão de Santa-Rita, Pintor, irá seguir uma linha estilística que vai do simbolismo tardio ao futurismo da Orpheu de Fernando Pessoa. Tendo falecido já nos anos 50 do século passado, pôs a sua arte praticamente ao serviço do saudosismo e da propaganda nacionalista do Estado Novo, que teve em António Ferro o seu mentor cultural. O vertente poema veio a ser musicado por Rui Coelho e representado no Teatro de São Carlos.

* Aparentemente, existe erro de numeração no primeiro caderno.

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domingo, setembro 10, 2017

Os Passos em Volta


HERBERTO HELDER
capa de Manuel Rosa sobre gravura rupestre

Lisboa, 1980
Assírio e Alvim
4.ª edição («emendada»)
19 cm x 15,8 cm
200 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui a rara cinta editorial
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ventila a História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989) que HH «[deveria] aliás a primeira notoriedade a Os Passos em Volta, [...], livro de contos, ou antes, livro onde a sua fantasia se disciplina por um mínimo de enredo e de referências sociais objectivas, vencendo as excessivas facilidades de um transcendentalismo que ainda algo tem de romântico. [...]» Opinião ligeira, muito pouco materialista dialéctica, que em nada destoa das fichas de apontamentos dos serviços de leitura da Gulbenkian, em que por três vezes o sebastianista António Quadros mais não consegue dizer, das sucessivas edições do livro, do que «Os seus contos, quase todos auto-biográficos, narram episódios de vagabundagem intelectual na Holanda, na França, e na cidade, em Lisboa. O seu tema é o isolamento do homem, as suas vagas aspirações, ainda indefinidas, os seus sonhos, os seus ideais imprecisos. [...]» Promessas que, segundo o oráculo de Quadros, lhe permitiam «augurar boas possibilidades de expressão novelesca no futuro»... Viu-se.

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sábado, setembro 09, 2017

Sal Comum



MÁRIO VIEIRA DE SÁ, eng. agónomo
capa de Mário M.[arcelo] Nogueira
ilustração [da capa] de Ribeiro

Lisboa, s.d. [1946] e 1951
Livraria Sá da Costa
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
20,2 cm x 15 cm
[XVI págs. + 196 págs.] + 200 págs.
subtítulos: volume I – Sal do Mar e Sal de Mina; volume II – A Técnica das Marinhas
profusamente ilustrados
compostos manualmente em elzevir
exemplares estimados; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução ao primeiro volume:
«[...] O sal, como produto agrícola, é de utilidade incontestável; e tudo a que êle dá origem, tem valor extraordinário! É um elemento tão precioso, que o encontramos em tôdas as manifestações da vida; e dêle nos servimos, ou dos produtos do mesmo derivados, em quási tôdas as indústrias extractivas, químicas, alimentares, medicinais, agrícolas, etc. [...]»

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Para Tirar Nódoas


CARLOS A. CORREIA

Lisboa, 1931
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
32 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manual do Lustrador de Madeiras


DOMINGOS MARCELLINI

Rio de Janeiro, 1965
Edições de Ouro
s.i.
16 cm x 10,6 cm
108 págs. + 36 págs.
ilustrado
capa impresso no verso
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Costumes Nupciais dos Animais


aa.vv.
pref. Jean Rostand
trad. A. de Oliveira Alves

Porto, 1943
Editôra Educação Nacional, L.da
1.ª edição
20,2 cm x 14 cm
280 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, setembro 08, 2017

Desportos, Educação Física e Estado


EURICO SERRA

Lisboa, 1939
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
140 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, parcialmente por abrir
dedicatória de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eurico Simões Serra (1902-1985), além de inspector de polícia, foi censor na qualidade de presidente da Comissão de Exame e Classificação aos Espectáculos.

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Construção do Novo Estado


JOÃO AMEAL

Porto, 1938
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,1 cm x 13,6 cm
68 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Contra-Revolução


JOÃO AMEAL
capa de Carlos Carneiro

Coimbra, 1928
“Atlântida” Livraria Editora (antiga F. França Amado)
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
XVI págs. + 272 págs.
exemplar estimado, pequena falha de papel na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

São as primeiras palavras do livro...:
«“Está agora a começar em todo o mundo a Contra-Revolução” – afirmou Mussolini, das varandas do Palácio Chiggi, às multidões romanas que o aclamavam. A frase do ditador italiano, uma das cabeças da Contra-Revolução latina, não é um desafio ou uma quimera: é a síntese da sua visão lúcida e realista. Em todo o mundo, a Contra-Revolução fermenta e se desdobra, cada vez mais forte e mais indomável. [...]»

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Princípios Fundamentais da Organização Corporativa Portuguesa


ANTÓNIO DE CASTRO FERNANDES

Lisboa, 1944
Editorial Império
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
112 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel acidulado, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Júlio de Castro Fernandes (1903-1975), para além de ideólogo fascista dirigente da Cruzada Nacional Nun’Álvares, foi banqueiro-administrador do Banco Nacional Ultramarino.

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Cartilha do Corporativismo


Lisboa, 1940
Edição da União Nacional em colaboração com o S.P.N.
[1.ª edição]
17,7 cm x 11,4 cm
124 págs.
subtítulo: No VII Aniversário da Publicação do Estatuto do Trabalho Nacional
acabamento com dois pontos em arame, corte das folhas arredondado nos cantos
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no canto inferior direito do frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Educação


DIRECÇÕES GERAIS DA J.U.C. E J.U.C.F.
pref. João Lobo Antunes (presid. geral) e Margarida Ferreira Silva (presid. geral)

Lisboa, s.d. [1965]
[Escolas Profissionais Salesianas – Oficinas de S. José]
1.ª edição
18,3 cm x 13,1 cm
144 págs.
subtítulo: Roteiro para as reuniões de equipa ou de companha – Ano lectivo de 1965-1966
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manual de ensino cívico, moral e religioso destinado à juventude universitária católica, quer masculina, quer feminina.

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A Casca


BECKERT D’ASSUMPÇÃO
capa de Júlio Gil

Lisboa, 1965
Editorial Pórtico
1.ª edição
18,5 cm x 13,4 cm
204 págs.
exemplar estimado, sem quebras na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR GUEDES DE AMORIM
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo David Mourão-Ferreira, é «com os romances [...] que Beckert de Assunção encontrou os veios mais profundos da sua vocação literária: o poder de simpatia humana com os destinos mais humildes e, por outro lado, uma notável capacidade satírica, em que o real e o utópico intimamente se fundem». Num outro plano, muito menos “satírico”, foi redactor e chefe dos serviços de propaganda na rádio e televisão da Mocidade Portuguesa, fundador da Juventude Nacional Trabalhadora, redactor do gabinete de imprensa da União Nacional, inspector da emigração e chefe do serviço de programas ultramarinos da Emissora Nacional. (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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Emigração




JOÃO CARLOS BECKERT D’ASSUMPÇÃO
capa e ilust. Leonor Bettencourt

Lisboa, 1956
Campanha Nacional de Educação de Adultos
[1.ª edição]
16,5 cm x 11,3 cm
192 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto a preto e em separado a cor
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A emigração ora referida é, sobretudo, a que levou milhares de portugueses para o Brasil, a Argentina e a Venezuela. A pedagogia aqui contida, no vertente voluminho, visava dissuadir quem se via obrigado a ir ganhar sustento do outro lado do Atlântico, aliciando-os com a colonização por terras do império: «[...] para África, para Angola ou Moçambique, porque ali também é Portugal, porque ali podemos sentir o mesmo amor pela terra como o sentimos aqui. Lá fala-se o português, lá as pessoas que encontras no caminho e as que são terras vizinhas, são portuguesas também. E agora, agora que as nossas províncias se desenvolvem e progridem de dia para dia, que se prepara para facilitar a vida aos que foram [...]» –
Para os funcionários que embarcavam neste logro de el dorado oferecia o Estado Novo, entre outras benesses (casas baratas, criadagem recrutada entre os autóctones, etc.), três patrióticos meses de férias anuais na metrópole e patrióticas diuturnidades para engordar a legítima reforma. Claro que o sonho rapidamente veio a transformar-se no pesadelo da guerra colonial...

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quinta-feira, setembro 07, 2017

Informar ou Depender?


FRANCISCO C. P. [PINTO] BALSEMÃO
capa de César Granadeiro

Lisboa, 1971
Edições Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
332 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] co-autor, com Francisco Sá Carneiro, de um projecto de lei de Imprensa que a Assembleia Nacional em breve discutirá – aborda neste livro as grandezas e as servidões da Informação.
Poderão os jornais, a rádio, a TV cumprir a sua missão numa sociedade onde imperam a tecnologia e a força dos grandes grupos de pressão? Conseguirão os “mass media” ser independentes do poder político e do poder económico? Que papel desempenhará, nesta matéria, uma lei de Imprensa em Portugal? [...]»
A resposta honesta a estas perguntas foi perdendo qualquer sentido, nos últimos quarenta anos, em que o próprio conceito de missão informativa, mesmo e sobretudo sob os fastos da democracia, veio a acentuar tratar-se de imprensa ao serviço de uma classe social, ávida de lucros, que escolhe aquilo que ela própria necessita de que a populaça em geral seja notificada. No fundo, a comunicação de massas funciona apenas como cão e pastor de um rebanho tresmalhado. Desde que a humanidade tomou consciência da força dos instrumentos por si criados, a tecnologia nunca foi mais do que uma extensão do poder vigente. Aquilo de que este livro trata, é da necessidade de regulação da avidez interpares: na política como na economia, na cultura como na ciência, no lazer como na propaganda. Por exemplo, as altamente rentáveis revistas ditas cor-de-rosa acumulam a um só tempo a alienação do que verdadeiramente deveria preocupar os súbditos de uma classe que se faz fotografar e promove mexericos, alienação essa de humilhante cariz pacóvio e basbaque dos pobres ante os luxos espaventosos e as festarolas dos ricos. Até o lixo moral rende dinheiro aos balsemões deste mundo!

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O Sr. Bernardino Machado Nunca Existiu


CRISPIM, pseud.

Lisboa, s.d. [1914]
Edição do Autor (Typographia da “Modesta”)
1.ª edição
22,5 cm x 15 cm
32 págs.
subtítulo: Bernardino na Historia – Bernardino na Politica – Bernardino na Cordealidade – Formação impessoal do Bernardinismo
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, múltiplos restauros na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Opúsculo a denegrir o visado, da autoria de Eugénio Severim de Azevedo, jornalista monárquico, director do jornal satírico O Thalassa.

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A Gruta dos Vagabundos




MARTINS JUNIOR
capa de Silva e Souza

Lisboa, 1928
Imprensa Lucas & C.ª [ed. Autor ?]
1.ª edição
18,9 cm x 12,6 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
bonita encadernação (editorial ?) em tela encerada com motivo gravado a seco como fundo geral e gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Era uma especie de grande bolsa», assim abre o livro de Martins Junior, «onde os mercadores, sem cotação e sem escrupulos, iam leiloar todos os privilegios da sua terra.
Ali, reuniam-se aqueles que formavam uma quadrilha chamada, ou geralmente conhecida pela “Santa aliança dos do Olho Vivo”. Na cidade puseram ao casarão o nome de S. Bento da porta aberta, mas o nome não estava bem colocado, porque, a porta estava aberta sómente para os que cumpunham o ramo florido do negocio. [...] Ali, no templo do negocio, na grande bolsa da terra, só podiam entrar aqueles cujas habilitações no golpe estivessem amplamente demonstradas por atos publicos ou como tal conhecidas. Á grande bolsa ia de tudo: parvos ambiciosos, estupidos arreigados á ganancia desmedida e finórios que não tinham outro objectivo senão o de governarem-se de qualquer forma sem olharem mesmo aos meios para conseguir os fins. [...]»
Isto dito por um republicano e, numa capa bem expressiva com Bernardino Machado a saudar o povo, graficamente ilustrado por outro republicano!...

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A Monarchia e a Tutella Extrangeira


BERNARDINO MACHADO

Porto, Março de 1910
Editora A Empreza d’«A Patria»
1.ª edição
23,1 cm x 16,3 cm
16 págs.
folhas encasadas sem qualquer costura ou agrafo
brochura acondicionada em pasta própria de fabrico recente
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na folha exterior sem afectar o texto; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida na Assembleia Comercial Portuense para um público burguês em ascensão lenta, desejoso de se ver livre da inépcia congénita do governo monáquico. Uma passagem do texto:
«[...] Somos tutellados por todos, politica, economica e religiosamente [...]
Chêga mesmo a haver dentro das nações mal governadas quem, para defender do arbitrio, da espoliação e do sectarismo dissolvente dos governantes os seus direitos, os seus interesses e as suas crenças, se acolha á tutella das grandes potencias. E não só estrangeiros! Esta vilêza divisa-se mesmo aqui, na nossa metropole; e já ouvi a um africanista: “Vamos vender alguns terrenos a inglêses para elles conseguirem os melhoramentos de que carecêmos”. Triste condição! [...]»

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Conferencias Politicas


BERNARDINO MACHADO

Coimbra, 1904
Typographia Democratica
1.ª edição
23,2 cm x 14,9 cm
52 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne as conferências públicas «Formas de Governo», «Governo e Ensino», «Os Actuaes Partidos Politicos», «Eleições» e «Programa».

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Affonseida


OCTAVIO DE MEDEIROS
capa de Emmerico [Nunes]

Lisboa, 1925
ed. Autor / Imprensa Lucas & C.ª
1.ª edição
25,5 cm x 20,1 cm
4 págs. + 132 págs.
subtítulo: Poema Heroe-Comico
exemplar com restauro nas capa e lombada; miolo limpo e fresco
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em seis Cantos de saborosas oitavas o Autor arruma de vez a História sua contemporânea. O motivo de anedota é o então mais alto representante do republicanismo, Afonso Costa. E o conhecido “atentado” de que este foi “vítima” em 1915 é, pois, assim descrito:

«[...] Seguia o meu Doutor tranquillamente
P’ra o palácio alugado á presidencia,
Onde iria tratar d’um caso urgente,
Qualquer questão d’uma alta transcendencia.
E, como ser modesto é mais decente,
Illudindo os pacóvios na apparencia,
Seguiu n’um carro electrico fechado
Que ao pisar deixou logo excommungado!

O carro vae ruidoso e corre a nove;
Nem sequér nas paragens tem demóra;
Guardando o seu lugar ninguem se móve,
Nenhum receio as fáces descolóra;
Mas eis que a acção diabólica promóve
Que, estalando, um manip’lo sálte fóra!
De súbito as faiscas tudo aclaram;
N’um arrastado estrondo as ródas páram!

Julgando ver seu termo alli chegado,
Que de suppostas bombas já recúa,
O destemido Affonso apavorado
Salta por la ventana e cahe na rua!
Permanéce na terra inanimado
Até que a multidão que tumultua
Lhe acóde, p’ra que alli não desfalleça,
Pois tem tremenda brécha na cabeça!

Já corre na cidade a infausta nova
Que o nosso Redemptor está moribundo...
Tem a fronte p’ra o céu e os pés p’ra a cóva;
Diz com pallidas mãos o adeus ao mundo...
Mas eis que uma esperança se renova:
– “Está salvo!” – diz o povo e, em tom jocundo
Pergunta: – “Qual é coisa, qual é ella,
Que entra p’la porta e fóge p’la janella?” – [...]»

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O Caso Hinton


AFFONSO COSTA

Porto, Abril de 1910
Editora A Empreza d’«A Patria»
1.ª edição
23 cm x 16,3 cm
32 págs.
subtítulo: As Responsabilidades dos Ministros da Monarchia
acabamento com um ponto em arame
brochura acondicionada em pasta própria de fabrico recente
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Intervenção do então deputado republicano e futuro presidente da República, Afonso Costa, em sessão parlamentar, num contexto de luta política nos dias finais do regime monárquico. Uma passagem do texto, elucidativa do nível a que vinha chegando a chicana política da época:
«[...] O grave problema das sobras da aguardente – Responsabilidades gravissimas do snr. D. Luiz de Castro [...]
O despacho do snr. D. Luiz de Castro foi tão mal redigido, – já não dizemos no ponto de vista litterario, porque isso nem se discute, – mas na propria essencia do caso a resolver, que, fundado n’esse despacho, os snrs. Hinton & Lemos teem sustentado e applicado a seguinte doutrina: que só são obrigados a comprar aguardentes de qualquer anno na parte em que o respectivo numero de galões exceder a somma dos saldos dos annos anteriores... [...]
Eu estou fallando da interpretação que lhe deram os fabricantes matriculados, e a que a sua má redacção se prestava. [...]»

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Discursos [...]


AFFONSO COSTA

Lisboa, 1908
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Ct.ª
1.ª edição [em brochura autónoma]
22,4 cm x 14,9 cm
90 págs.
subtítulo: [...] proferidos nas sessões de 13 e 19 de Maio de 1908 na Camara dos Deputados – Attittude do partido republicano perante o novo reinado e Necessidade da extincção do juízo de instrucção criminal
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinatura de posse do coronel Bento Roma na capa e no frontispício
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne o presente volume dois discursos particularmente contundentes do republicano, e futuro líder do país, Afonso Costa, enquanto representante republicano na Câmara dos Deputados durante o regime monárquico.

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Afonso Costa


A. H. DE OLIVEIRA MARQUES
capa de Manuel Dias

Lisboa, 1972
Editora Arcádia, S. A. R. L.
1.ª edição
20,5 cm x 14,4 cm
432 págs. + 16 págs. em extra-texto
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de contracapa:
«Afonso Costa [...] o seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. [...] arauto de uma situação e o estadista que, acaso, mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda.»

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A Verdade Sôbre Afonso Costa


ALBERTO GUIMARÃES

Lisboa, 1935
ed. Autor
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
260 págs.
exemplar manuseado, com restauro na lombada, mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Violento libelo contra o político republicano:
«[...] Era assim, ambicioso, ávido de dinheiro, cruel no assalto à bôlsa alheia, o homem que hoje se permite, lá de longe, atacar a obra financeira de Salazar, como se uma pessoa sem escrúpulos, que não recuou ante as mais torpes falcatruas, como adiante iremos demonstrando, tivesse autoridade moral para se arvorar em crítico de quem tem dado as mais belas provas de inteireza de carácter e honestidade de processos, tanto na sua vida pública como na particular. [...]»

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quarta-feira, setembro 06, 2017

Política do Ferro


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1952
Editorial Império, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 13,1 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

No centro do debate acerca do crescimento do capitalismo industrial português, em que a generalidade dos governantes do Estado Novo se mostravam saloiamente desconfiados, dados o crescimento e a consciencialização de mais vastas massas operárias, Costa Brochado (1904-1989), um intelectual orgânico do fascismo, defende que «[o] problema da instalação da grande siderurgia entre nós é fundamental para a economia nacional. [...]»

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A Missão de Salazar


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1960
Companhia Nacional Editora
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,5 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta na pág. 3 o carimbo de «Oferta da União Nacional»
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Discurso de homenagem proferido na Liga 28 de Maio, em que são enaltecidas as virtudes governamentais de Salazar...

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O Piloto Árabe de Vasco da Gama


COSTA BROCHADO

Lisboa, 1959
Comissão Executiva das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique
1.ª edição
18,6 cm x 12,1 cm
132 págs.
exemplar como novo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manuel de Bridge


DUMMY, princesa

Paris, s.d. [circa 1900]
3.º milhar
Ernest Flammarion, Éditeur
16,3 cm x 11 cm
8 págs. + 112 págs.
profusamente ilustrado a duas cores
impresso sobre papel superior (meia-cartolina)
encadernação editorial inteira em pele com ferros a ouro na pasta da frente e na lombada; folhas-de-guarda em papel de fantasia com elegantes florões; cantos arredondados; carminado dos três lados
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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The Beasley Contract Bridge System


H. M. BEASLEY, tenente-coronel

Londres, 1935
Daily Mail – Associated Newspapers Ltd.
1.ª edição
19 cm x 13 cm
128 págs.
subtítulo: Bridge Correspondent of the Daily Mail
encadernação editorial em tela encerada e impressa
miolo impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, apenas com sinais de acção continuada da luz na lombada; nota-se no canto superior direito do frontispício a tentativa de fazer desaparecer, provavelmente, uma assinatura de posse
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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O Verdadeiro Livros dos Sonhos seguidos de Cartomancia [aliás] Os Mistérios do Sono ou a Verdadeira Explicação dos Sonhos


[ANÓNIMO]

Lisboa, s.d.
Livrolândia, L.da
s.i.
19 cm x 13,3 cm
100 págs.
subtítulo: Compilação de várias obras, sôbre os mistérios e definição dos sonhos, visões nocturnas, etc., seguida de cartomancia – A edição mais completa até hoje publicada
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, setembro 05, 2017

Lendas da Nossa Terra


GENTIL MARQUES
ilust. Luís de Campos

Lisboa, 1955
Editorial Lavores
1.ª edição
23,2 cm x 16,7 cm
252 págs.
ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gentil Esteveira Marques (1918-1991), o Estado Novo lhe ficou a dever a realização do filme-documentário de propaganda à Exposição do Mundo Português, mas, para além da sua longa presença na rádio com programas como Festa Brava, será este conjunto de lendas nacionais a obra que o notabilizou. Amigo do neo-realista Leão Penedo, com ele co-redigiu noveletas policiárias, que a editora de Romano Torres deu à estampa. Aliás, é nesta editora que mais constantemente se encontra a sua vasta obra literária, também como tradutor, prefaciador e coordenador de colecções.

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Grades Eternas


ÁLVARO VALENTE

Montijo, 1944
Edição do Autor
1.ª edição
19,3 cm x 14 cm
224 págs.
subtítulo: Estudo das Cadeias
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido durante a vigência do Estado Novo.

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Viagem de Maravilhas (à Madeira)


ÁLVARO VALENTE

Montijo, 1953
ed. Autor
1.ª edição
23,4 cm x 17 cm
176 págs.
subtítulo: Novembro de 1950
ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relato de uma viagem à Madeira.

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Madeira – The Pearl of the Atlantic


[ANÓNIMO]
ilust. Cândido da Silva

Lisboa, 1914
Annuario Commercial
1.ª edição
texto em inglês
18,1 cm x 26 cm (oblongo)
106 págs. (não numeradas) + 2 desdobráveis (grande formato, mapas)
profusamente ilustrado
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável monografia histórica, sociológica, artística, etnográfica, industrial e turística da «pérola do Atlântico».

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